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História Thanks for all - Capítulo 4


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Notas do Autor


Um Rango legal, é o que procuramos...

Fala Leitores, bom dia caras, deixa eu falar uma coisa pra vocês... É só agradecer os comentários, favoritos e follows que vocês me dão, isso é muito massa e me motiva a continuar trazendo capítulos e futuras histórias pra vocês...

E claro, sempre desejando que vocês tenham uma boa leitura e que o capítulo tenha, de certa forma, tenha os agradado...

Só uma curiosidade pra mente de vocês terem um Boom: Vocês sabiam que a Moon é a Irmã da Dawn? Se acham que eu tô doido das ideias, podem ir pesquisar no google...

Então, fiquem com o capítulo de hoje, caros assinantes...

Capítulo 4 - Apoio


Já faz 1 mês que eu e o Ash começamos a namorar, e posso dizer que foi, e está sendo os melhores dias que eu já tive em toda a minha vida. Ele é muito atencioso, divertido, companheiro de verdade, sempre me dando força e me incentivando. Aquele tempo todo de espera valeu a pena demais.

Ele continua vindo aqui me ver na mesma frequência de antes, e não mudamos em nada, continuamos a treinar, sair, e agora, quando estamos a vontade, damos um amassos, de forma mais intensa, digamos assim, e confesso a vocês que esse momento é divino, e não, ainda não partimos para um nível mais avançado... pelo menos, ainda não, já que não temos oportunidade de realizar e, tanto eu, como ele, não confiamos em locais que não sejam a minha ou a residência dele.

A aprovação dos meus pais foi imediata, e não era pra menos, eles sempre me apoiaram e me deram maior força pra mim durante os últimos 4 anos, mesmo que pudesse parecer uma coisa inviável a primeira vista, eles nunca deixaram de acreditar em mim.

Eu havia convidado o Ash para um jantar com a minha família, o que foi sugerido pelos mesmos, e prontamente ele concordou, e naquela noite, ele pôde conhecer melhor os sogros, digamos assim, e a minha mãe, que até então não havia tido um contato direto como o meu pai, ficou muito fascinada com ele.

- Ah, Ash, fico feliz em poder lhe conhecer finalmente. - Diz minha mãe, dando-lhe um abraço - Desde aquela época, Sabrina sempre fala sobre você. - Minha mãe o revela, deixando -o surpreso e a mim, um pouco ruborizada.

- Sério?! Que bom saber que pelo menos alguém lembrava de mim. - Ele diz fazendo os presente e a mim darem uma risada.

- Eu não sei como as pessoas não conseguem se lembrar de você, Ash. É meio esquisito elas não saberem de um cara que já salvou o mundo e competiu nas ligas. Isso é intrigante - Meu pai fala, o que me faz concordar com o que ele disse.

- Disso eu nunca irei saber, Mas o importante é que a Sabrina sempre se lembrou, e isso já é o suficiente. - Ele fala e isso me deixou tanto a mim, como a meus pais alegres.

Depois daquele momento de conversas e apresentações, nos dirigimos até a mesa onde iriamos jantar, pois aa minha mãe havia preparado um dos meus pratos favoritos, que era carne de Tauros com purê de batata e macarrão com molho de tomate, acompanhado de arroz branco. Sério, ninguém cozinha como a minha mãe, ela é umas das melhores de toda a região, e eu posso falar isso com clareza pois de todas as comidas que já degustei, a da minha mãe, com toda a certeza, é a melhor, pois têm um sabor indescritível.

Um detalhe que não passou despercebido por mim, era o jeito que o Ash se comportava a mesa. Misty e Brock haviam me falado que ele desconhecia os modos, comia que nem um Boufalant selvagem, mas, enquanto comíamos, ele até que estava bem educado, usando talheres e um pano pra limpar a boca, porém, quando saíamos no início, ele realmente era um pouco exagerado, mas foi melhorando isso ao longo do tempo. Será que ele mudou isso por minha causa? Se sim, eu fico muito feliz.

No jantar, ele ficou contando histórias de suas jornadas a pedido dos meus pais e, assim como eu, eles ficaram fascinados a cada relato que escutavam, e não era pra menos, não é todo dia que eles têm um genro que visitou o mundo reverso do Giratina ou, salvou as três aves lendárias de Kanto.

- Nossa Ash, eu não consigo nem comentar sobre isso. Você realmente é um jovem de coragem, e posso dizer que tanto eu e minha esposa, como Sabrina, temos sorte de ter na família um rapaz tão forte e corajoso. - Meu pai o elogiava, deixando-o sem graça.

- Obrigado pelos elogios, eu realmente sou bem forte e com uma mulher como a Sabrina ao meu lado, posso dizer que me sinto um homem completo. - Ele fala, olhando em minha direção, o que me deixou sem jeito também.

- Obrigada Ash... Você é uma pessoa espetacular... - Eu digo e vejo sair um dos presentes a mesa.

Após o jantar, Ele ajudou a recolher a mesa e até mesmo, se ofereceu a lavá-la, sendo prontamente impedido pela minha mãe, que, de forma gentil, falou a ele que não seria preciso, pois ele já ajudava e muito a nossa família.

Depois, meu pai o desafiou para uma batalha e, conhecendo o Ash, tive a certeza que ele não iria recusar. Dito e feito.

Sobre a batalha? Ia ser apenas um contra um, comigo de juiza. Bom, meu pai usou um Espeon e o Ash usou o Pikachu, e no duelo, a velocidade do ratinho foi muito bem utilizada, deixando a eeveelution um pouco perdida em determinados momentos. E no meio disso, o Pikachu usou um Quick Attack, e por conta de sua habilidade Static, Espeon ficou paralizado e, com Electroweb e Thunderbolt, Ash saiu vitorioso.

Após, meu pai o parabenizou pela boa luta e depois, eu e ele resolvemos dar uma volta até a praça da cidade, onde sempre ficávamos lá, seja conversando ou trocando carícias, e dessa vez, optamos por fazer as duas coisas ao mesmo tempo, com ele repousando a sua cabeça sobre a minha coxa e eu, passando a mão esquerda em seus cabelos bagunçados.

- Gostou da minha família? - Eu resolvo perguntar.

- Sim, Eu adorei eles, especialmente a sua mãe, ela é bem simpática e receptiva. - Ele me responde, o que me deixa bem feliz.

- Fico feliz em ouvir isso... Eu sabia que eles iam se dar bem com você... - Eu digo e ele solta um sorriso.

- Ainda bem viu, imagina se eu tivesse pegado a reprovação deles?! Especialmente do seu pai... Nao quero nem imaginar o que poderia me acontecer. - Ele revela e isso me faz rir, sendo seguido por ele.

O momento estava ótimo, eu estava gostando bastante, estávamos conversando sobre assuntos aleatorios enquanto ele desfrutava de um carinho meu, coisa que ele me falou um dia adorar bastante, tanto o carinho, como o abraço, o beijo principalmente... enfim, ele me falou que tudo meu era maravilhoso pra ele, o que eu posso falar isso dele também. Bom, enquanto jogávamos conversa fora, resolvi falar sobre uma novidade.

- Sabe os Estúdios Pokestar? - Eu o pergunto.

- Sim, o que tem eles?

- Eu fui aceita lá... - Eu falo, e ele desmontra surpresa, mas felicidade.

- Que ótimo, Sabrina. Meus parabéns. - Ele me parabeniza e, logo em seguida, me dá um selinho. - Fico muito feliz com isso.

- Obrigada... Provavelmente eu vá começar mês que vêm, segundo eles, a papelada pra eu assinar deve chegar nesse meio tempo...

- Mas, e quanto ao ginásio? - Ele me questiona.

- Meu pai falou que ficaria encarregado, caso eu fosse aprovada... - Eu o respondo, o que o convence.

- É, Ele é bem forte mesmo. Mas de qualquer forma, eu fico muito feliz por você, eu te dou o meu apoio nisso, sem dúvidas. - Ele me diz e isso me deixou bastante aliviada.

- Eu tava um tanto quanto receosa sobre como você ia reagir, mas me sinto aliviada por ter o seu apoio... Muito obrigada mesmo, amor... - Eu falo e logo depois, ficamos trocando alguns beijos ali mesmo.

Já fazia uns 5 meses em que Luke, um produtor da Pokéstar visitou o ginásio atrás de mim. 

Segundo ele, Eu tinha os requisitos para ser uma atriz, como beleza, carisma, boa dicção e simpatia. - Embora eu não falasse muito e fosse um tanto quieta - Então ela me levou até Unova e lá, fiz alguns testes com diversos papéis, e ela ficou maravilhada com a minha atuação.

Luke rasgou elogios a minha pessoa, dizendo que nunca havia visto uma pessoa com tanto talento para o trabalho e, que se dependesse dele, Eu assinaria o contrato na hora, porém, haviam outras candidatas que precisavam ser avaliadas, Então ele mandou que eu esperasse no máximo 5 meses para que o resultado dos testes fosse divulgado, e, eu acabei sendo aprovada.


Ser atriz, a primeira vista, era algo que não passava pela minha cabeça em momento algum, uma vez que eu apenas planejava ser líder de ginásio e uma futura gestora da escola paranormal de Saffron, porém, quando estava realizando os testes, me agradou bastante e me senti bastante satisfeita em ter sido elogiada daquela maneira, não só pela beleza que é evidente, mas pela atuação que foi, segundo o Luke, a melhor que ele já viu, e isso me deixou com vontade de atuar, então, esperei o resultado, com a certeza que eu seria aprovada, e assim aconteceu.

Tenho que admitir que as outras candidatas eram até talentosas, algumas até tinham um bom potencial, e saber que eu consegui superá-las, me deixou bem gratificada. Elas só nao se igualavam a mim na questão da beleza, pois nesse quesito, eu ganho de todas elas.

Resolvemos voltar quando o relógio bateu ás 22h30, e no meio do caminho, vinhamos de mãos dadas, com o Pikachu dele em meu ombro. Esqueci de mencionar que, durante todo aquele período, o ratinho amarelo dele criou uma afinidade comigo também, com ele sempre ficando no meu ombro ou, recebendo algum carinho meu, e em contrapartida, eu até que gosto de ficar com ele as vezes, pois esse pokémon, além de ser extremamente forte, é bem amigável - Embora no início ele não fosse assim, segundo o Ash.

- Então, vou ter a sensação de poder namorar uma atriz... Mas pera lá, como eu vou lidar se por acaso você ter que fazer cenas de beijo? - Ele me questiona e eu acabo rindo da preocupação dele. - E você ainda ri... Isso é sério...

- Não se preocupe... Se eu tiver que fazer alguma cena assim, eu te aviso antes e, além disso, vai ser o meu trabalho... - Eu o justifico, o que não pareceu ser muito convincente. Depois terei uma conversa com ele sobre isso. - E além do mais, me disseram que, se eu fosse aprovada, pegaria os papéis das vilãs e coisas parecidas... Você acha que eu tenho cara de malvada? - Eu pergunto, em tom de brincadeira.

- Sim, Luke chamou a pessoa correta para esses papéis, porque isso é uma maldade comigo. Acertou em cheio na escolha.- Ele fala, soltando umas risadinhas, sendo acompanhadas por mim.

Ao chegarmos lá, nos despedimos com um beijo e, como de costume, ele sai voando em seu Charizard. Fiquei muito feliz em saber que ele esta comigo em tudo, receber o apoio dele é muito gratificante, me motiva mais ainda a realizar meus projetos, pois sei que terá alguém do meu lado, me apoiando e me ajudando sempre.

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Ainda muito feliz por saber que ele estaria comigo nessa empreitada nova, tive uma conversa a respeito do meu trabalho de atriz, deixando claro algumas coisas que, para ele, ainda eram um tanto quanto questionáveis, como a respeito de algum eventual beijo técnico, e olhando por esse lado, até que ele tem uma certa razão em pensar assim, pois imagina ver alguém que você namora, beijando outra pessoa, é desagradável, embora seja o seu trabalho; E após eu ter esse papo, ele ficou "conformado", e me desejou boa sorte.

Eu não estava tão preocupada em relação a isso, pois como me disseram lá, eu combinava com personagens mais sombrias e menos alegres, e pra ser sincera, eu até que gostei de ter passado essa impressão, por conta que, dependendo da atuação, a vilã consegue mais carisma do público do que a mocinha, digamos assim, e pra mim, ser a antagonista tem um diferencial do que a protagonista. Eu sei, sou diferente em certos pontos.

Eu e o Ash estávamos na rota 7 - Que interligava Celadon a Saffron - a procura de algumas berries, como a Pecha, Kasib, Tanga e Colbur. Eu confesso que era um pouco chatinho ficar procurando, pois elas muito difíceis de se encontrar, porém, depois de muita procura, achamos várias dessas frutinhas, com a agilidade que o Ash tem em escalada, ele subia nas copas das árvores e catava-as para mim, juntamente com o Pikachu, Infernape e o Staraptor.

E pra não dizer que eu não o ajudei, usei muito de telecinese para poder catar algumas berries também, sempre guiada pelo Staraptor que me indicava para onde eu deveria ir.

Após termos pegado o suficiente, resolvemos regressar a cidade, e ao chegarmos lá, resolvemos sentar em algum banco da praça, como de costume; Tanto ele, como o Pikachu estavam um pouco cansados, mas nao era pra menos, afinal, ficar subindo e descendo árvores, em um dia ensolarado, não é uma tarefa simples. Enquanto estávamos sentados, descansando, ele resolve me falar uma coisa.


- Ficou sabendo que inauguraram um laboratório novo em Vermilion? - Ele me pergunta, enquanto tomava um gole de água em sua garrafinha.


- Não... pensei que ainda demoraria mais um pouco para ser inaugurado... - Eu o respondo.


- Então, eu recebi uma oferta de trabalho lá. Basicamente eu vou ser o assistente do professor que irá ficar por lá... Eu só não sei direito o nome dele... Acho que é Sakuragi, uma coisa assim. - Ele me fala, tentando lembrar o nome.

- E você aceitou?

- Ainda não, eu falei ao professor Carvalho que ia falar com você antes. E então, tá tudo bem pra você? - Ele me pergunta, me olhando diretamente.

- Sim... - Eu o respondo, olhando para o chão.

- Beleza, assim que chegar em Pallet, vou direto ao laboratório confirmar com ele. Eu não sei quando eu vou começar, mas provavelmente deverá ser semana que vem. - Ele me detalha, e paralelamente, algo me deixou com o Joltik atrás da orelha.

- Porque não aceitou de primeira?

- Bom, eu queria saber a sua opinião antes, pra saber se eu aceitaria ou não. Já que somos um casal agora, achei que seria importante falar com você primeiro. Não faz sentido eu tomar algumas decisões sem ter o seu apoio. - Ele me responde e, fiquei muito feliz em ouvir isso dele.

- Fico grata em ouvir isso... Bom saber que você conta comigo... - Eu o digo e, logo em seguida, damos um beijo longo, porém ótimo.

Assim que estávamos voltando até a minha casa, reparei que eu acabei sendo um pouco egoísta em relação a ele. Quando eu recebi a notícia que fui aprovada na pokéstar, eu nem ao menos o consultei antes pra ver o que ele achava disso e, dei a minha palavra que assinaria o contato deles - Você pode estar se perguntando assim: " Ah Sabrina, mas você fez os testes antes de encontrar com ele novamente", e de fato isso é verdade, mas a minha aprovação foi recente e eu tinha a opção de, aceitar ou não, assinar o contrato.

Porém, ele fez diferente de mim, me consultando antes de tomar essa decisão, e mesmo que seja um trabalho que não precise que eu dê a minha opinião, o que ele falou sobre tomarmos decisões juntos me fez refletir sobre isso, e então, enquanto estávamos andando de volta, eu resolvo me desculpar por esse ato meu.

- Ash, me desculpe... - Eu falo, e isso o pegou de surpresa, fazendo o parar no meio do caminho e, soltar a minha mão.

- Pelo que? - Ele me indaga, curioso.

- Por não ter mostrado que estou ao seu lado... - Eu digo, com um tom de tristeza.

- Perai, explica isso aí direito.

- Bom, você me perguntou o que eu acharia do seu novo emprego, sendo que eu nem perguntei a sua opinião sobre o meu... E logo depois você falou sobre o fato de tomar decisões me consultando antes e, eu percebi que não fiz isso... Nós somos um casal e, não é justo que você conte comigo e eu, não passe essa impressão a você... - Eu falo, abraçando logo em seguida - Me perdoe... eu vou melhorar nisso...

Eu não sou emotiva, mas confesso que, naquela hora, os meus olhos ficaram um pouco lacrimejados.

- Tu pensou isso mesmo? Hahahaha. - Ele diz, enquanto soltava uma risada. - Isso nem me passou pela cabeça.

- Sério? - Eu o indago, e logo em seguida, ele se desvencilha do abraço.

- Olha, você já me mostra isso, só que do seu jeito. Tipo, não com palavras, mas com ações e, acredite, isso conta demais. - Ele fala e, coloca as mãos em minha cintura. - Não precisa me pedir desculpas por conta disso, você já me apoia muito, mas do seu modo e, como eu te falei naquele dia, em tudo o que você fazer, eu estarei do seu lado, Tá ok? - Ele me diz e, eu confirmo com a cabeça, seguido de um longo e apaixonante beijo que, foi interrompido pela falta de oxigênio.

- Obrigada... eu vou parar de pensar assim... - Eu falo, e ele dá um sorriso. - Eu te amo...

- Eu também. - E após ele falar isso, voltamos a andar até o nosso destino.

É, eu tava pensando bobagens, ele sempre estará comigo, independentemente das decisões que eu tomar, ele vai me dar apoio, e isso me deixa muito feliz.

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Ash havia me convidado para um almoço em sua casa, pois ele queria que eu conhecesse a sua mãe pessoalmente, já que eu e ela não nos falávamos a não ser pela ligações que o Ash me fazia pelo Rotom fone ou por vídeochamada. Então, como era a primeira vez que eu ia até a casa dele, quis dar uma ótima primeira impressão, e pra isso, estava vestindo um vestido vinho sem mangas que iam até as minhas coxas, uma calça legging e botas brancas grandes que iam até a canela, mas dessa vez, eu não estava usando as minhas tradicionais pulseiras, optei por não usá -las. Eu estava mais bonita do que o habitual - Geralmente, eu uso uma blusa vinho de alcinha, uma calça branca e sapatilha - , e mais cheirosa.

Uso o Teletransporte e chego até a cidade de Pallet - Pra poder explicar melhor como funciona, é a mesma coisa de se percorrer normalmente um caminho pelos meios convencionais, tendo a mesma noção de distância e local. A diferença é que eu apenas me envio de um lugar a outro - , e logo não demoro a achar a casa do Ash, uma vez ele que me mandou uma foto dela. Era até bem bonita, com um local para plantas, janelas bem polidas e alguns arbustos e uma árvore. Essa cidade é bem tranquila, dá pra viver sossegado por aqui.


Bato na porta e quem me recepciona é um Mr. Mime - Isso foi uma grande ironia pra mim -, que estava varrendo o chão, e assim eu entro ,não demora muito pra que ele me veja.


- Oi Amor, que bom te ver. - Ele diz e me dá um selinho. - Bem-vinda a minha humilde residência.

- Obrigada... Ela é bem rústica e bem cuidada... eu gostei dela... - Eu digo, me admirando com a limpeza do local. A mãe dele é bem organizada.

- Não é espaçosa quanto a sua, mas ela é bem confortável. - Ele me diz, coçando a nuca, e realmente, ele tem uma certa razão na questão do espaço.

- Ash, ela já... Ah, Oi Sabrina, que bom te ver por aqui - A mãe dele vem até mim e me abraça, que correspondo. - Finalmente estou te conhecendo pessoalmente, e você é mais bonita do que no vídeo, como o Ash me falou. - Ela me falou e eu olho para o Ash que, estava sorrindo, coçando a parte de trás da cabeça.

- Obrigada pelo elogio... A senhora é bem amigável... - Eu retribuo a gentileza.

- Isso não é nada, querida.- Ela fala, coçando a nuca e rindo. Não preciso nem perguntar de onde veio essa personalidade dele.

Após isso, eu, ele e a Délia nos dirigimos ao sofá, onde lá, ela me fez aquelas perguntas básicas que todos os pais fazem para os cônjuges de seus filhos. 

Logo depois, ela se mostrou uma mulher super gente boa, até me mostrou um álbum de fotos do Ash quando ele era pequeno, o que fez ele ficar um pouco constrangido, e foi até engraçado ver essa reação dele, juntamente com as fotos de infância. Nessa época ele já era bem bonito, e bem fofinho também, e é claro que depois eu iria tirar brincadeiras com ele por conta disso.

Após isso, pedi que ele me apresentasse a casa, e enquanto era apresentada a mim, não deixei de reparar que, apesar de não ser rica ou algo assim, era bem preservada, com todos os locais organizados e limpos.

Bom, já o seu quarto não era tão bem arrumado como o restante da casa, e após ver isso, tomei a liberdade de dar um leve esporro nele, pois se caso eu e ele casarmos, não quero que a minha casa fique sem organização; Mas, felizmente, pude ver alguns troféus, estojo de insígnias e alguns enfeites, como sinos, metade de uma fita de concurso e uma isca de pesca da Misty, organizados e bem polidos em cima de uma cômoda. Nessa questão, ele é bem focado.

Após isso, descemos e fomos almoçar, e, nunca pensei que encontraria uma pessoa pessoa que pudesse cozinhar tão bem quanto a minha mãe. Aquela lasanha de Combusken saborosa, simplesmente a melhor que eu já comi em toda a minha vida, e pra minha sorte, acabei comendo duas vezes, porém, a minha vontade era de comer mais que isso. Arrisco até dizer que a minha sogra está no nível da minha mãe em relação a culinária.

Na mesa, a mãe do Ash contava histórias dele de quando ele era criança, o que o fez ficar sem graça, mas que me fez dar umas boas risadas, como quando no dia em que ele tentou dar um banho em um Charmander e acabou levando um Flamethrower no meio da cara . Mais um motivo para zuar ele depois.

Logo após aquele almoço inesquecível, resolvi ajudar Délia a arrumar a bagunça, e quando estávamos lavando a louça, ela me fala algumas coisas.

- Sabe Sabrina, você é uma pessoa muito educada e gentil. Meu filho tem sorte em te ter ao lado. - Ela me elogia, enquanto ensaboava um prato.

- Obrigada, Délia... eu também posso dizer que sou felizarda em ter o seu filho como companheiro... ele é uma pessoa maravilhosa... - Eu complemento, enxugando outro prato.

- Sabe, depois do que aconteceu lá em Alola, pensei que ele não seria mais o mesmo, porém ele conseguiu superar bem. Mas, em relação a relacionamentos, ele estava desiludido... até ele te ver de novo. - Ela me revela, e eu escutava atentamente. - Quando vocês começaram a se ver, ele me disse que tentaria novamente, dizendo que viu em ti uma nova oportunidade, que você era uma mulher bonita e forte e, que você era a pessoa na qual ele queria pra ser a sua companheira. - Ela me falou e, a cada palavra, a emoção tomava conta de mim, e isso acabou sendo mais forte do que eu, e acabei soltando pequenas lágrimas, sendo claramente percebidas por ela. - Olha, meu fiho te ama muito, e ele vê em você uma pessoa para passar a vida ao lado. - Ela fala, terminando de lavar a louça, e se virando até mim. - Então, Sabrina, Eu te peço... Faça ele feliz.


- Eu prometo... - Eu falo, enxugando as poucas lágrimas que saiam e dando um abraço bem caloroso nela.

Naquela hora, ouvir aquilo foi como algo reconfortante para mim. Eu não sou de chorar, mas saber que o garoto que sempre amei, tem o mesmo sentimento por mim, na mesma intensidade, foi o bastante para me levar as lágrimas. Eu sabia que, estava completa em tê-lo na minha vida.

Esperei o Ash acabar de alimentar o Pikachu, e assim que ele acabou, deixou o rato dormindo em sua cama e, saímos para dar uma volta por Pallet. Como era uma cidade pequena, todos se conheciam, e logo vinham até nós para parabenizá-lo pelo relacionamento, o que me deixou um tanto feliz, porém aquele tanto de gente me incomodou um pouco.

Fomos até o laboratório do professor Carvalho, onde lá ele nos cumprimentou e nos convidou a tomarmos uma xícara de café. Eu não o conhecia direito, mas tudo o que me falaram dele não era mentira, ele era um senhor muito simpático, e um grande poeta; Nessa conversa, pude ouvir mais uma história de infância do Ash, contada por ele que, em um belo dia, o meu namorado teve a brilhante ideia de desafiar um Primeape para uma luta, dentro do laboratório. Nem preciso falar o resultado disso.

Pude conhecer o Tracey, companheiro dele de jornada pelas ilhas laranja, que se mostrou bem educado, nos parabenizando pelo relacionamento e, fazendo um rápido desenho meu, que ficou muito bem feito, por sinal. Ele é um excelente desenhista.

Após isso, fomos até onde os pokémons do Ash estavam, e como eu já conhecia todos por conta dos treinamentos, eles me saudaram de forma amistosa, especialmente o Totodile que, devido aos treinos que fazíamos, criou uma afinidade maior comigo, como o Pikachu.

Estava um clima bastante agradável, e nos encontrávamos sentados debaixo de uma árvore, com ele sentado do meu lado e eu, fazendo carinho em sua Snivy, que adormecia em meu colo, e enquanto eu estava lá, me pairou uma dúvida que sempre quis saber: Sobre o pai do Ash. Eu sei que ele só tem a sua mãe como família, e é muito feliz com ela, porém, sempre quis saber sobre isso, então resolvi perguntá-lo.

- Ash, Deixa eu te perguntar uma coisa... - Eu peço.

- Pergunte.

- Eu queria saber, sobre o seu pai... - Ao ouvir, o seu semblante mudou para um pouco mais sério, e logo percebi. - Se quiser falar sobre...


- Eu não sei onde ele está. - Ele me diz, com um tom pouco triste. - Minha mãe me falou que ele saiu em jornada quando eu nasci, e até hoje ele não regressou dela.

- Como ele é miserável... - Eu falo, sentindo um pouco de raiva por conta disso.

- Eu sempre perguntava por ele e, a minha mãe nunca me respondia de fato alguma coisa concreta. Só depois de um tempo que eu pude entender o motivo. - Ele me fala, Olhando para o céu. - Mas eu, por incrível que pareça, nunca senti falta da presença dele. Minha mãe superou a ausência com perfeição até... Eu apenas fico triste por conta dela, porque imagina o quão babaca ele foi de resolver sair numa jornada na época em que eu acabei de chegar no mundo.

Aquelas coisas que ouvi me fizeram ficar um pouco pensativa. Eu sempre tive os meus pais comigo, me ajudando, apoiando, fazendo quase tudo por mim, mesmo na época em que eu estava sob o domínio do mal, e mesmo eu fazendo maldades com eles, em algum momento o meu pai e a minha mãe deixaram de me dar amor e carinho; Já ele, nunca pôde desfrutar de um amor paterno, de um pai que estivesse lá com ele, presente na sua vida. Agora pude ver a importância que aquela família de Alola teve em sua vida.

Eu o abracei, bem forte, e usando telepatia, vi que ele pensava sobre o seu pai e o porquê dele não ser presente, E embora a Délia tivesse feito esse papel, ele possuía uma vontade de ter esse carinho de uma figura paterna em sua vida. Agora, o que a mãe dele me falou tem mais sentido pra mim.

- Eu nunca vou te abandonar... vou estar sempre com você... Eu te amo... - Eu o falo, o abraçando cada vez mais forte, e sendo retribuida logo em seguida.

- Eu também, Sabrina. - Ele me diz, e ficamos assim por um tempo.

Depois de ficarmos um tempo ali, resolvemos voltar, e após nos despedirmos do Professor e do Tracey, regressamos até a casa dele, e no meio do caminho, ele resolve falar.

- Ei, Obrigado por estar comigo. Eu nunca pensei que encontraria alguém que pudesse estar do meu lado, gostando de mim e sempre me apoiando. Eu sou grato a você por isso, Sabrina. Eu te amo muito. - Ele me diz, o que me faz abrir um sorriso.

- Por nada... Eu também sou grata a você por tudo o que fez e continua fazendo pela minha vida... E, se depender de mim, irei sempre te amar e ser a sua companheira... Eu te amo demais também... - Eu falo a ele, e assim que chegamos em sua casa, damos um longo beijo e nos despedimos um do outro, e antes de ir embora, pude ouvir, atrás da porta, sua mãe lhe falando algo que me deixou extremamente contente.

- Filho, eu estou muito feliz e satisfeita pela mulher que você escolheu, ela é incrível, e eu tenho certeza que você será muito feliz.

Após ouvir isso, me teleporto até o meu quarto e, ao chegar lá, deito na cama e abro um sorriso enorme, pensando nesse dia maravilhoso.

Eu, definitivamente, vou fazer de tudo, para ser a melhor companheira, amiga, namorada e pessoa que ele poderia desejar. É a minha missão a partir de agora.


Notas Finais


Sobe as letrinhas... #RIPCombusken...

Sobre as Berries, a Pecha cura Pokémons envenenados e a Kasib, Tanga e Colbar faz com que os Pokémons recebam menos danos superefetivos de tipos fantasmas, Insetos e Noturnos, respectivamente...

Espero de verdade que vocês tenham gostado desse, eu achei a qualidade meia duvidosa, mesmo lendo ele várias vezes, mas quem vai dizer isso são vocês, leitores...

Só pra interagir mesmo: Qual é o Pokémon Favorito de vocês? O meu é o Wingull, porque eu acho o design dele muito bonito...

E sempre avisando, se quiserem ter uma divulgação de histórias, só mandar uma mensagem pra mim que tá tudo certo...

Ah, tem uma hackrom chamada "Pokeverse" que o EstaçãoHD, Canal de Pokémon no YouTube lançou, que é basicamente o tipo dos Pokémons trocados. Então vai ter lá um Gengar tipo fada, Combusken tipo grama, Turtwig tipo água e por ai vai. Tá bem insana, e se você tá procurando algo pra jogar, experimenta essa Hack que tá muito legal... só ir lá no canal do EstaçãoHD que você acha os links para download...

E com isso, Eu me disperso de vocês... Fui!!! #vaicorinthians #Aquievozao


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