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História That Day - Capítulo 1


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Capítulo 1 - That Day - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction That Day - Capítulo 1 - That Day - Capítulo Único

Fazia uma semana que Hyunwoo havia saído de um relacionamento. Ele estava arrasado. 


Fazia uma semana que não se alimentava bem. Uma semana que não pensava direito. Uma semana que não dormia bem. Uma semana que havia começado seu inferno pessoal na terra.


As chaves do carro giravam em seus dedos grandes e finos. O ar frio o obrigava a colocar um agasalho mais pesado. Era visível o ar quente saindo pela sua boca. A mão fria abriu a porta do automóvel branco perolado. Escolheu-se no banco do motorista e então puxou a porta na força certa para a fechar. 


Naquele momento soltou um suspiro audível. Estava estressado, amuado, cansado e dolorido. Levou as mãos até o volante, contendo a vontade de o socar com toda sua força.


Inseriu a chave na ignição, ligando o carro, e soltou o freio-de-mão. Seu pé pisou com lentidão no acelerador, dando partida, finalmente, para o local que seus amigos o chamaram.


Jinyoung e Hoseok, seus amigos, queriam somente o ajudar. Era o que eles pensavam que estavam fazendo ao o convidar para uma boate.


As ruas vazias o guiava entre os vermelhos, amarelos e verdes dos semáforos, até a dita casa de eventos. Entrou no estacionamento procurando uma vaga na qual poderia deixar seu carro.


Quando saiu do automóvel sentiu o ar gelado subir até suas bochechas. Em passos curtos, mas rápidos, ele foi até a porta do estabelecimento. Quando ia entrar no lugar foi segurado por dois seguranças.


— Calma aí, meu bom homem. — Os dois grandalhões riram entre si, como se estivessem debochando de sua cara. Não que fosse impossível, até mesmo Hyunwoo riria de si mesmo na situação que se encontrava. 


— O ingresso, garanhão. — O outro complementou logo em seguida.


— Ah, sim. — Sua mão esquerda puxou a manga contrária, revelando a fina pulseira verde neon.


Os dois seguranças abriram a passagem para si, o desejando uma boa noite e que ele se divertisse bastante. Agradeceu rapidamente e seguiu pelo corredor estreito enfeitado com luzes vermelhas, dando a atmosfera ao lugar.


A música com ritmo sensual tocava. De forma estranha sentiu sua espinha se arrepiar. Algo estava por vir.


Seus passos que eram lentos, se tornaram mais lerdos ainda. Todas aquelas pessoas que se mexiam na pista batiam em si. Procurava seus amigos que haviam dito que estariam em uma das mesas.


Foi quando os fios acobreados chocaram consigo. Os olhinhos pequenos e afiados como um felino doméstico o encararam. Aquele arrepio do início voltou a o cruzar com força. Os lábios muito bem destacado soltaram uma breve "Desculpe" contra seus ouvidos.


E de repente ouço sua voz em meu ouvido.


Enquanto a música sensual continuava a tocar, sussurrou um "Tudo bem" de volta, da mesma forma que o mais baixo. Ambos se encararam. O desconhecido sorriu amigável, fazendo seus olhos tornaram-se em dois risquinhos, mas também trazendo duas cavidades, uma em cada lado de suas bochechas.


O mais baixo levou a mão até a de Hyunwoo, deixando um papel ali, pegou uma caneta que tinha no bolso e passou a escrever, quando terminou deu mais um sorriso a si e então desviou o caminho e seguiu a seu destino.


Com o passar do tempo, meus olhos perdem o foco.

Eu ouço sua voz em meus ouvidos.


Guardou o papel em seu bolso e seguiu até às mesas, seguiu seu próprio destino também. Quando avistou a cabeleireira acinzentada de Hoseok tratou de abrir um sorriso. Não queria incomodar a noite de seus amigos com seus problemas pessoais.


— Hyung! — Hoseok abriu um sorriso e acenou espalhafatosamente para si. — Achei que não viria mais. — Quando se aproximou o suficiente para o escutar, o menino se sentou de volta.


— Eu não faria isso, Wonho. — Sentou-se, sorrindo, na mesa com os outros dois, notando uma terceira presença que era desconhecida por si. — Olá, eu sou Son Hyunwoo.


— Olá, eu sou Chae Hyungwon. — O garoto estonteante se apresentou de forma de educada. Por um minuto lembrou de Hoseok falando esse nome. Talvez fosse um ficante dele.


Cumprimentou Jinyoung que também estava ali. E por instantes esqueceu de todos seus problemas. Seus amigos tinham aquele poder de o fazer rir com o mínimo esforço. O tempo parecia estar parado ou parecia correr muito mais rápido que o habitual na companhia deles.


Quando lembrou-se do bilhete que havia ganho tratou de trazer o papel até sua vista.


"Não sei seu nome, mas quando a mesma música que está tocando agora tocar de novo, por favor, venha me encontrar."


Franziu o cenho. De fato, o garoto que havia visto era estonteante, os olhos o prenderam com tanta facilidade e seus lábios pareciam hipnotizantes. Deveria ir? 


Voltou seu olhar para a pista no mesmo instante que viu a silhueta bela do acobreado dançando Body do Mino, de forma que capturou sua atenção rapidamente.


Suas curvas perfeita que parece mentira, mentira, mentira.

Estou falando sobre seu corpo.

Estou falando sobre suas pernas.

Estou falando sobre seus lábios.

Estou falando sobre você, da cabeça aos pés.


Passou a música inteira observando o mais baixo balançando o corpo sensualmente. Seus olhos afiados estavam fechados, curtindo a vibe que canção passava. 


Seus olhos se abriam vagarmente enquanto a música sumia devagar. Foi no instante que Pour up voltou a tocar. Foi no instante que seus olhos voltaram a se encarar. O flerte era silencioso e mútuo. Hyunwoo não iria se fazer de rogado. Estava na chuva, não iria reclamar de se molhar.


Pediu licença aos amigos e retirou o casaco mais pesado. De repente parecia estar mais quente. Seus passos apressados deixaram a mesa, indo até a pista de dança, aproximando-se do garoto das adoráveis covinhas. Este não se fez de desentendido, e foi em direção a si também. 


Quando ambos os corpos se chocaram, pela segunda vez na noite, foi como a primeira vez. O arrepio cruzou ambos os dois.


Hyunwoo não demorou em circular o corpo delineado do outro com o braço, o puxando com vontade, colando ainda mais os corpos. A tensão entre os dois era quase visível a olhos nus.


— Você realmente veio. — Ele disse com um sorriso com segundas intenções entre os lábios convidativos.


— Não tem por que eu negar um convite tão bem feito. — Sorriu ladino. Sentiu os braços do mais baixo subir pelo seu corpo, abraçando seu pescoço. Os rostos estavam próximos. Podiam sentir um a respiração do outro. — Seu nome?


— Direto você. — Enrolou um pouco antes de finalmente responder. — Jooheon, Lee Jooheon. E você?


— Son Hyunwoo. — Respondeu. Seus olhos foram atraídos para os lábios carnudos, no qual abriu um sorriso encantador.


Quando o refrão da música voltou a tocar Jooheon começou a mover o próprio corpo, levando o Son junto. Ambos os corpos ondulando entre si, fazendo a vontade entre os dois aumentar. 


Quando achou que não poderia piorar mais, o Lee atacou seus lábios em um beijo lento, sensual. Tão gostoso quanto o dono. As línguas chocavam entre si, às vezes enrolando-se uma na outra. O aperto delicioso da mão de Jooheon em seu fios de cabelo o fazia querer sair daquela multidão e ir para um quarto. 


Estava coberto de desejo pelo mais baixo e não negaria a qualquer ser que perguntasse. O ruivinho desvencilhou-se de seus braços e virou-se para ir ao bar. Achou que Hyunwoo o seguiria, mas ele o puxou pela cintura, chocando o quadril com seu traseiro.


O mais baixo olhou para o Son com a boca aberta, surpreso. Não iria dizer que não havia gostado da atitude dele pois seria mentira. 


— Que tal sair daqui? — Hyunwoo disse em seu ouvido. A voz baixa e rouquinha o fez sentir arrepios por todos os lugares. Sabia que o melhor estava por vir.


— Por que não disse antes? — Um sorriso brincava em seu rosto. Puxou o rosto do moreno, dando um beijo rápido.


Quando Jooheon pegou sua mão, ele soube que não havia mais volta. O Lee foi o puxando entre as pessoas até o bar. Um garoto loiro com um sorriso contagiante estava lá. Preparava habilidosamente as bebidas que lhe eram pedidas, sem falhar um segundo só.


— Min, me passa a chave do 9. — O garoto loiro virou sua atenção para o Lee, mas logo depois olhou para o Son. Cerrou os olhos com um sorriso de quem já havia entendido tudo.


— É a última vez que eu vou fazer isso, Jooheon. — O loiro disse antes de passar a mão por baixo da bancada. Estendeu a chave ao outro e antes deles partirem escada acima, o barman disse: — Ele gosta de umas coisas mais pesadas, não fique com medo de abusar desse corpinho.


Jooheon abriu a boca desacreditado de que seu amigo estava dizendo aquilo para o cara que iria ter uma foda. Soltou um "Yah!" para o loiro, que se virou para seu cliente, rindo. Voltou a puxar o Son, dessa vez subindo um lance de escadas.


— Quem era? — Hyunwoo disse com certa curiosidade. Não queria manter o silêncio entre os dois.


— Lee Minhyuk, meu melhor amigo. Ele trabalha aqui e às vezes consegue uns ingressos para mim, como hoje. — Jooheon, quando chegou no quarto, tratou de abrir a porta, deixando o Son entrar primeiro.


Quando ambos estavam lá dentro foi como se finalmente estivesse livre de correntes pesadas. Tratou de encurralar o mais baixo contra a porta do lugar.


— E aquilo que ele disse.. — Seus braços estavam ao lado do corpo do Lee, o impedindo de sair do lugar. Deixou o rosto frente a frente do outro. — é verdade? — Completou olhando profundamente nas orbes brilhantes de Jooheon.


— Por que não descobre? — O acobreado não deixou-se ser intimidado. Sabia que o que o amigo havia dito era verdade. Gostava de coisas mais brutas, como o moreno aparentava ser naquele momento.


— Porque eu estou mandando você me responder. — Shownu sorriu safado, vendo a reação de Jooheon. Puxou o mais baixo pelas coxas fartas, fazendo-o contornar sua cintura com as pernas.


Naquele momento foi tudo deixado de lado. Tudo que parecia mais importante agora era os dois estarem com os lábios juntos de forma quente e gostosa.


Hyunwoo tratou de levar as mãos até os glúteos bem avantajados, apertando-os com força. Durante o ósculo molhado, Jooheon deixou um arfar mais alto escapar dos lábios. Puxou com vontade os cabelos que ficavam próximo a nuca do mais alto.


Seguiram, entre tropeços, até a cama espaçosa que estava centralizada no quarto. Shownu tratou de pôr Jooheon deitado de costas sobre o colchão. Estava quase cansado das enrolações, mas ainda queria brincar um pouco. Tratou de retirar com facilidade a camisa que usava, revelando o corpo moreno e bem definido. Aquela era a vista perfeita. Shownu tinha um tom perfeito aos olhos de Jooheon. O citado anterior fez certeza de tocar e arranhar todo o peitoral do mais alto. Aproveitando-se do corpo gostoso do Son.


Empurrou Hyunwoo pelos ombros, o sentando na cama. De forma ágil, Jooheon tratou de sentar-se sobre o colo dele, rebolando sem pensar duas vezes. O atrito gostoso entre os dois fazia os corpos suarem. O moreno suspirou alto, deixando a cabeça pender para o lado, com o pescoço livre para o mais novo. Este não tratou de pensar duas vezes antes de levar os lábios carnudos até a derme quente do mais velho.


O Son, apressado, retirou o agasalho que o Lee usava. Levou as mãos grandes até sua cintura, apertando com força. Ficariam marcas, e ele sabia disso. Aumentou a força de atrito entre os dois membros que já estavam despertos. O vai e vem era tão gostoso, não queria parar.


— Tira o resto dessa roupa, Honey. — Soltou o mais novo, o qual tratou de se levantar e retirar a maldita calça de couro que realçava a curva de suas coxas esbeltas. — Agora volte aqui, meu garotinho. — Sorriu malandro, batendo com a mão na coxa, indicando onde era pra ele se sentar. — Eu te quero rebolando bem gostoso em mim, ouviu? — Disse baixo no ouvido de Jooheon, quando o mesmo voltou para seu colo. Este só concordou, dando tudo de si para satisfazer a vontade do mais alto.


Sem esperar mais, Hyunwoo pôs as mãos por dentro da sua cueca branca. Sua mão circulou o pênis do Lee, o vendo tremer de leve. Sua mão movimentou-se para cima e para baixo, começando a tomar ritmo junto com gemidos de Jooheon. O ruivo fechou os olhos, deixando a sensação gostosa o tomar.


Mas a felação não durou muito. Hyunwoo largou o mais novo sobre a cama e levantou-se para retirar o resto das próprias roupas.


O corpo moreno, muito bem esculpido era um pecado. Pelos deuses, Hyunwoo era o próprio demônio encarnado. O rosto bem estruturado, o corpo malhado, as coxas fartas e a pele mais escurecida do que a de Jooheon faziam do Son um pedaço de mal caminho de uma via só. Na qual o Lee faria questão de dirigir até a mais longínqua das distâncias sem reclamar de estar a 10 Km/h.


O acobreado, sem nem pensar duas vezes, se esgueirou sobre o estofado do colchão até chegar ao moreno a sua frente, puxou o outro pela cintura, até seu rosto estar próximo da pélvis muito bem destacada de Hyunwoo.


Digamos que o Son é um garoto muito bem dotado.


Já o Lee é um garoto de habilidades. A de fazer um ótimo boquete era uma delas.


A mão fofinha subiram até o falo do maior, fazendo um leve vai e vem. O básico. Uma coisa que Jooheon sabia que ninguém resistia era ao seu olhar. A cartada do olhar afiado era sempre certeira e com Hyunwoo não seria diferente. Aproximou sua boca devagar até a glande já inchada, com o olhar de gatinho inocente que tinha fixado nos olhos castanhos, pôs a língua rosada para fora, a passando de forma torturante entre a fenda, fazendo Shownu estremecer inteiro.


O mais velho levou a mão até os cabelos macios do baixo, apertando com força, mas sem o controlar. Deixaria o mais novo agir como quisesse por hora.


E com a liberdade, Jooheon tratou de continuar. Sua língua subia da base até a cabeça do pênis de Hyunwoo, como se fosse seu pirulito de uva favorito, tal que era viciado. Da boca do maior só saiam sons quase guturais. Saber que ele deleitava de tão pouco o fazia se animar, eram raros os que realmente davam valor ao seus ardiloso boquete e saber que o Son não economizaria nos gemidos deixava o Lee empenhado. 


Tratou de pôr o falo do moreno entre os lábios, o afundando em sua boca e garganta. Faria daquele o melhor boquete da vida de Hyunwoo. A cabeça ia e vinha em um ritmo gostoso, com sucções e lambidas muito bem distribuídas, levando o mais velho a loucura.


A mente de Shownu estava em branco. Não conseguia pensar em nada que não fosse os lábios rosados e carnudos o chupando com maestria e vontade. Estava tão perdido que não percebeu quando passou a estocar na boca do Lee. O prazer estava o consumindo e não o negaria. Sentia seu corpo começar a formigar e aquela sensação de êxtase começar a crescer. Por um momento de razão, Hyunwoo puxou o rosto de Jooheon, o parando com brutalidade.


— Eu vou gozar dentro de você. — A voz saiu baixa e trêmula por isso tratou de a dizer bem no ouvido sensível do ruivo. 


Retirou sem muito esforço a boxer que Jooheon usava e tratou de pôr-se entre as coxas fartas e macias do ruivo. Aquele era um jogo perigoso. Hyunwoo brincou um pouco com os mamilos eriçados de Joo, antes de o pôr de quatro, muito bem empinado com sua bunda farta. 


Aquela era uma visão privilegiada.


Suas mãos não se contaram em apenas alisar a pele macia e abundante, elas tiveram de se chocar várias vezes contra tal, deixando marcas avermelhadas nos glúteos e gemidos sôfregos de Jooheon. 


Hyunwoo catou pelo chão, sua carteira e também seu cinto. Puxou da carteira um preservativo e deixou sobre o colchão. A mão grande escorregou pelas costas brancas de Jooheon, até chegar até seus cabelos ruivos e o puxou por eles até o mais novo estar de joelhos e de costas para si. 


— O que você é meu, Joo? — Sua frase reverberou na mente do mais baixo, enquanto Shownu puxava seus braços para trás, prendendo-as com o cinto atrás de suas costas.


— Sou seu cachorrinho, mestre. — Naquele momento Jooheon seria qualquer coisa que o outro quisesse contanto que no fim Hyunwoo o fodesse sem dó.


— Hm, que bom garotinho eu tenho aqui. — A risada baixa escapou pelo nariz e ele resolveu enrolar mais. Manteve o Lee de joelhos e foi para a frente do mesmo e sem aviso prévio passou a brincar mais uma vez com os mamilos de Jooheon. Era uma região sensível, e ver o mais novo se contorcer sem poder o tocar deixava o Son com uma sensação gostosa no peito. Queria mais. — Late pro seu dono. — Hyunwoo disse no mesmo instante que passou a estimular o períneo do mais baixo.


— Mes-mestre, por favor! — Trêmulo por aquilo, Jooheon se contorcia, mas sabia que se não fizesse aquilo logo seria pior. Foi então que latiu, latiu como o bom cachorrinho que era.


— Bom garoto. — Deixou um beijo rápido sobre os lábios cheios do ficante, e voltou a falar: — Agora me diga o que quer que eu faça.


— Me fode! — Ah, ele repetiria quantas vezes fosse preciso — Por favor, mestre!


E foi o que ele fez.


Shownu voltou para as costas do mais novo, o empurrando, fazendo-o ficar com a cara de encontro ao colchão, já que suas mãos estavam em suas costas. As mãos tatearam o colchão até pegar o preservativo, abriu a pequena embalagem e tratou de finalmente pôr em seu próprio falo. 


Seus dedos seguiram até a entrada apertada do mais novo, introduzindo apenas um. Passou a o mexer devagar, no intuito de o fazer se acostumar com a invasão. E então foi mais um, e mais outro. Quando percebeu, já estocava a entrada de Jooheon com quatro de seus dedos enquanto ele implorava para que Shownu o fodesse de verdade.


Se ajeitou por trás do garoto, e o penetrou de uma vez só. Aquilo era desconfortável para Jooheon, mas não era tão doloroso por já ter sido preparado para o ato, então ele passou a rebolar, incitando ao mais velho para meter em si com vontade.


Hyunwoo segurou um gemido de satisfação em vez o ruivinho tão necessitados de si, o ter rebolando aquelas duas bandas era uma visão e tanto, mas a vontade de meter nele já estava maior que tudo. Apertou as mãos ao redor da cintura de Jooheon antes de começar a se movimentar, para frente, para trás, cada vez pegando mais velocidade, cada vez pegando mais força. 


O frenesi que sentiam já estava além do que podiam perceber. Só queriam mais e mais um do outro. Os dois gemiam sem vergonha, deixando explícito o quanto aproveitavam daquele momento prazeroso.


O calor escorria pelos corpos, juntando em gotículas maiores, percorrendo pelo ato mais obsceno que um casal poderia contracenar. Era audivel o som do choque dos corpos pela contante fala de Jooheon, clamando por mais e enaltecendo o nome de Hyunwoo. Este qual gemia um pouco mais baixo, mas com frequência.


— M-Mestre! — A fala saia cortada e ele se engasgava com os próprios sons saídos de sua boca. Queria avisar que estava próximo de seu tão esperado ápice, mas suas palavras era entrecortada por uma estocada profunda e sempre em seu ponto mais sensível. Deveria admitir, Hyunwoo era ótimo naquele trabalho.


Não era tão lerdo assim, conseguia entender que o acompanhante já estava próximo de gozar, e não tiraria dele tal proveito, pois já estava próximo também. Decidiu apenas acelerar o ato, queria sentir seu êxtase.


O frio subia por ambas espinhas, com o formigamento eminente. Com mais algumas estocadas Hyunwoo finalmente conseguiu alcançar seu almejado orgasmo, assim como Jooheon que seguiu logo atrás dele, com um gemido mais escandaloso.


Os corpos caíram sobre o colchão macio, após Shownu soltar os pulsos de Jooheon, libertando-o daquele aperto.


Mantiveram o silêncio por alguns minutos, ainda atônitos pela noite que tiveram. Que, sinceramente, havia sido a melhor que tiveram nos últimos tempos.


Quando Hyunwoo se virou para falar algo, notou que Jooheon dormia, ressonando baixinho. Não sabia se podia, mas ele tomou o mais novo entre os braços, aninhando-o em si e deixou o sono o puxar para um lugar mais longe também.





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