História That Girl - Capítulo 41


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Categorias Nisekoi
Personagens Chitoge Kirisaki, Kosaki Onodera, Maiko Shuu, Marika Tachibana, Raku Ichijo, Ruri Myiamoto, Tsugumi Seishirou
Tags Chitoge, Nisekoi, Raku, Romance
Visualizações 48
Palavras 2.840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nas notas finais eu deixei um link para um vídeo do You Tube para escutarem em um determinado momento do capítulo (vai estar escrito YT), só caso queiram uma leitura mais intensa.
Agora voltando a história, tenham uma boa leitura e nos vemos nas notas finais. ^^

Capítulo 41 - Raízes


Ruri caiu de joelhos no chão, com o olhar sombrio e sem brilho. Chitoge rapidamente puxou Tsugumi pelo braço.

- VAMOS ATRÁS DELE!

Olhei para ela triste.

- Chitoge, não dá mais… ele já se foi!

- A morte é o único obstáculo da nossa felicidade eterna. – disse a loira. – Ele tá mudando de país, não morrendo!

- Você quer dizer… – olhei para ela com um sorriso se abrindo.

- Sim, vamos comprar passagens para Amsterdam e ir atrás dele!

- Ótima ideia. – falei motivado.

- Mas… – Kosaki parecia preocupada. – Se comprarmos tantas passagens… ficaremos sem dinheiro para o mês, sem contar se teremos dinheiro pra volta.

- Querida… – Chitoge puxou Kosaki pela cintura fazendo seus rostos colarem e a japonesa ficar vermelha. – No more counting dollars, we'll be counting stars!*

- A Chitoge tem razão. – falei.

- Mas não é a nós que cabe essa decisão… – Marika olhou para Ruri que nos olhava mudando devagar seu semblante.

- Chefa, o que você quer fazer? – perguntou Tsugumi para Ruri. Sentia um peso enorme cair nas costas da russa que apenas se levantou e olhou séria para o painel de voos.

- Nós vamos… – Ruri apontou para o último voo que ia para Amsterdam. – Atrás do Shuu!

- SIM! – gritaram as garotas juntas.

Corremos para a fila de compra de passagens, que nem podia ser chamada de fila já que não tinha ninguém. Perfeito.

- Seis passagens para Amsterdam, por favor. – pediu Ruri.

- Passaporte, por favor. – pediu o atendente.

- Passa… porte? – perguntamos juntos.

Chitoge suspirou.

- Uma passagem para Amsterdam, por favor. – pediu a loira mostrando seu passaporte e olhando para nós. – Sou muito precavida, ando com uma cópia idêntica do meu passaporte e documentos em geral na gaveta do meu carro.

- O voo sai em 40 minutos. Tenha uma boa viagem, srta. Kirisaki e obrigado por escolher nossa linha de voo.

Arregalei os olhos em surpresa. Era a primeira vez que eu escutava o sobrenome da Chitoge e estranhamente ele é japonês. Mas ela não é americana?

- Muito bem, temos que decidir quem vai atrás dele. Por favor, apontem para quem vocês sugerem a salvador do nosso amigo. – todas apontaram para a Ruri. – Perfeito.

- Esperem, isso tem que ser decidido de forma diplomática e j-justa. – disse Ruri com o rosto vermelho. Espera… ela GAGUEJOU?

- Então quem além de você seria a mais qualificada para isso? – perguntou a loira.

A russa, parecendo perdida apontou para minha direção.

- O Raku!

- O Raku? – todas olharam para mim.

- Eu? – apontei para mim mesmo.

- B-Bom, vocês são melhores amigos, então eu acho que ele escutaria seu melhor amigo e voltaria pra cá.

Olhei sereno para Ruri.

- Ruri… acredite, eu tentei antes e ele não me escutou.

Suspirei. Na verdade eu basicamente pedi pra ele não ir, acho que não fiz certo.

- Ruri… – Chitoge se aproximou da russa e se abaixou para ficar a altura dela. Eu iria rir se não fosse um momento tão desesperador. – Só você pode trazê-lo de volta. Vocês foram os primeiros de nós, nos uniram, construiram nossa gravadora, vocês JUNTOS. Não é a toa que se apaixonaram um pelo outro. Só seus verdadeiros sentimentos irão convencê-lo a ficar conosco. Quando o encontrá-lo jogue seus sentimentos como um soco pra mente dele clarear!

Os olhos de Ruri voltaram a brilhar, como quando ela viu o Shuu cantando aquela última música. Embora o rosto estivesse bastante vermelho, ela conseguia permanecer com o semblante sério.

- Chitoge, Raku, meninas… – Ruri olhou para todos nós e abaixou o torso em reverência. – Muito obrigada a todos vocês. Eu vou resgatá-lo e jogarei nele todos os meus sentimento! Eu vou para Amster…

- Que droga, não acredito que me enganei de voo como daquela vez. Quase pego o voo para Argentina. O que eu faria lá? Humilhá-los com meu “show de bola”?! Ba dum tss.

O cabelo loiro bagunçado, o óculos de lente oval, a camisa branca que tinha de estampa uma chave dourada e um cadeado em formato de coração, a bermuda amarrotada e as sandálias verdes de marca Havaianas. Aquele É o Shuu, com toda certeza.

O loiro olhou para nós e a revista que tinha em mãos caiu.

- Eh? Ruri? Pessoal? – o sorriso de desespero dele era perceptível.

Algumas gotas de lágrima caíam dos olhos arregalados de Ruri que rapidamente se semicerraram e o que era um olhar de felicidade se tornou um olhat de ódio.

- Shuu, seu… – Ruri correi e acertou um soco em cheio na cabeça de Shuu o fazendo voar em espiral. – GRANDE IDIOTA!

A porrada foi tamanha que o loiro atravessou todo o salão e caiu onde algumas cadeiras estavam, bagunçando tudo.

Chitoge riu.

- Sabe, eu sei que eu disse que você devia jogar seus sentimentos como um soco, mas não no sentido literal. – a loira olhou o Shuu caído. – E eu acho que seu soco não clareou a mente dele, mas sim apagou!

- Ruri! – falei reclamando e corri até meu melhor amigo. – Cê tá bem, cara?

- Ai, ai, ai, ai… Ela tá batendo forte como sempre, porém hoje pareceu que ela tava bem mais forte que o normal.

- Por quê? – perguntou Ruri se aproximando. Ao olhar para seu rosto vi os grandes bolos de lágrimas se formando em seus olhos. – Por quê foi tão egoísta? Por quê não levou meus sentimentos em conta. Eu posso ter te xingado várias vezes durante nossa convivência, mas não me lembro de ter te chamado de desertor nunca. Não me faça mudar de ideia agora!

Shuu deu uma curta risada triste. Eu o ajudei a se levantar.

- Sabe, Ruri… quando nos conhecemos eu pensei que seríamos ótimos amigos e que você me ajudaria a realizar meu sonho, porém… com o passar do tempo você brigava cada vez mais comigo, ficando sempre mais ríspida e ardilosa em relação as minhas aproximações. Eu devia ter achado você irritante e ter ido embora, mas estranhamente era todo o contrário eu me interessava cada vez mais por você. Quando menos me dei conta estava apaixonado por você. O problema é que mesmo uma grande paixão não me fará esquecer meus sonhos e objetivos, eu tenho que encontrar a Violinista de gelo! Só assim eu poderei seguir feliz e confiante de que eu darei toda a minha atenção à garota que eu amo. Só assim para eu ser feliz de verdade.

Alguns minutos de silêncio e a Ruri começou a se afastar.

- Você só quer encontrá-la, certo?! Então se você encontrá-la você voltará para nós?

Shuu sorriu.

- Claro que sim. Por mais que eu realize meus sonhos, eu ainda vou querer estar ao lado de vocês e apoiá-los de todo o coração. Principalmente você, Ruri… afinal, você é a garota que eu amo!

Com o rosto levemente vermelho ela deu um curto sorriso e andou até um daqueles minipalcos que na verdade deveria ter uma árvore lá, mas não tem nada e como a Ruri tá lá em cima com o violino eu vou chamar de palquinho. Ela olhou ao redor e começou a suar…

 

VOCÊ ACHA QUE SEU AVÔ VAI FICAR FELIZ DE TE VER NESSE ESTADO?

 

Acho que fui muito frio com ela, cutuquei bem na ferida.

- Ei, Ruri. Você não precisa fazer isso. Sabe, o que eu disso no carro… bem…

- Era verdade. – disse ela olhando para mim… sorrindo. – Você tava certo. Eu estou desonrando meu avó que mesmo tendo medo de guerras, lutou mais bravamente que qualquer um da minha família, tudo para me proteger e a minha felicidade. Está na hora de eu parar de esconder meu talento e realizar o sonho dele… Eu vou dar tudo de mim, e superar meu trauma!

 

[YT]

 

Ruri levantou o arco chamando a atenção de muitos presentes que começaram a se aproximar. Rapidamente o arco foi para as cordas, porém de forma delicada e lenta, como se tivesse dando leves saltos sobre as cordas. Os olhos verde-esmeralda estavam vidrados no violino, seu óculos desajeitado e o pompom frouxo, provavelmente por causa da grande velocidade que chegamos ao aeroporto. Percebi só agora que tanto as garotas quanto Ruri estavam de pijamas ainda. Decidi deixar quieto, ela reuniu coragem demais nesse momento para eu estragar tudo falando da roupa dela.

Notei que ao nosso lado um trio mexicano nos observava, sorri e fui até o violinista.

- Me empresta aqui. – falei pegando o violino e indo para o lado do palquinho da Ruri para fazer o som do segundo violino.

As garotas, as pessoas e o Shuu se aproximavam para obervar a performance da russa.

Joguei o violino e o arco para a Chitoge que tomou meu lugar já sabendo que notas fazer.

- Kosaki, Marika, Tsugumi… preciso da ajuda de vocês. – expliquei rapidamente o que elas deviam fazer e em seguida me preparei para minha verdadeira utilidade lá.

 

I used to rule the world

(Eu costumava dominar o mundo)

Seas would rise when I gave the word

(Oceanos se abriam quando eu ordenava)

Now in the morning I sleep alone

(Agora pela manhã durmo sozinho)

Sweep the streets I used to own

(Varro as ruas que já foram minhas)

 

I used to roll the dice

(Eu costumava rolar os dados)

Feel the fear in my enemy's eyes

(Sentir o medo nos olhos dos meus inimigos)

Listened as the crowd would sing

(Ouvia enquanto a multidão cantava)

Now the old king is dead! Long live the king!

(Agora o velho rei está morto! Vida londa ao rei!)

 

One minute I held the key

(Em um minuto eu segurava a chave)

Next the walls were closed on me

(No outro as paredes estavam fechadas contra mim)

And I discovered that my castles stand

(E eu descobri, que meus castelos se apoiavam)

Upon pillars of salt and pillars of sand

(Sobre pilares de sal e pilares de areia)

 

I hear Jerusalem bells are ringing

(Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando)

Roman Cavalry choirs is singing

(Corais da cavalaria romana estão cantando)

Be my mirror, my sword and shield

(Seja meu espelho, minha espada e meu escudo)

My missionaries in a foreign field

(Meus missionários em um campo estrangeiro)

 

O pompom da Ruri se rompeu fazendo seus grandes cabelos se soltarem, livres, soltos e inibidos se espalhando e mostrando um pouco a beleza que ela esconde.

 

For some reason I can't explain

(Por algum motivo que eu não sei explicar)

Once you'd gone there was never

(Desde que você se foi nunca mais houve)

Never an honest word

(Nunca ouve uma palavra honesta)

That was when I ruled the world

(Isso foi quando eu dominava o mundo)

 

It was the wicked and wild wind

(Foi o vento cruel e selvagem que)

Blew down the doors to let me in

(Derroubou as portas para me deixar entrar)

Shattered windows and the sound of drums

(Janelas estilhaçadas e o som de tambores)

People couldn't believe what I'd become

(O povo não podia acreditar no que eu havia me tornado)

 

Revolutionaries wait

(Revolucionários esperam)

For my head on a silver plate

(Pela minha cabeça numa bandeja de prata)

Just a puppet on a lonely string

(Apenas uma marionete numa corda solitária)

Oh who would ever want to be king?

(Oh, quem jamais desejaria ser rei?)

 

I hear Jerusalem bells are ringing

(Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando)

Roman Cavalry choirs is singing

(Corais da cavalaria romana estão cantando)

Be my mirror, my sword and shield

(Seja meu espelho, minha espada e meu escudo)

My missionaries in a foreign field

(Meus missionários em um campo estrangeiro)

 

For some reason I can't explain

(Por algum motivo que não sei explicar)

I know Saint Peter won't call my name

(Eu sei que São Pedro não chamará o meu nome)

Never an honest word

(Nunca ouve uma palavra honesta)

But that was when I ruled the world

(Mas isso foi quando eu dominava o mundo)

 

Após alguns segundos de solo um avião apareceu decolando pelas costas dela escurecendo o local. Com os óculos caindo e seus olhos fechados. Fazendo ela parecer mais um anjo na terra que uma simples humana.

 

- A Violinista de gelo. – disse Shuu estático de olhos arregalados, vidrados na Ruri.

 

Oh, oh, ooh, oh, oh, oh

Oh, oh, ooh, oh, oh, oh

Oh, oh, ooh, oh, oh, oh

Oh, oh, ooh, oh, oh, oh

Oh, oh, ooh, oh, oh, oh

 

Hear Jerusalem bells are ringing (Oh, oh, ooh, oh, oh, oh)

(Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando)

Roman Cavalry choirs are singing (Oh, oh, ooh, oh, oh, oh)

(Corais da cavalaria romana cantando)

Be my mirror, my sword and shield (Oh, oh, ooh, oh, oh, oh)

(Seja meu espelho, minha espada e escudo)

My missionaries in a foreign field (Oh, oh, ooh, oh, oh, oh)

(Meus missionários em um campo estrangeiro)

 

For some reason I can't explain (Oh, oh, ooh, oh, oh, oh)

(Por algum motivo que não sei explicar)

I know Saint Peter won't call my name

(Eu sei que São Pedro não chamará o meu nome)

Never an honest word

(Nunca houve uma palavra honesta)

But that was when I ruled the world

(Mas isso foi quando eu dominava o mundo)

[YT]

 

As pessoas ao redor começaram a aplaudir. Ajudei Ruri a descer do palquinho enquanto Chitoge devolvia o violino ao trio mexicano.

Shuu estava ainda estático olhando para a Ruri. Agora seria a hora da verdade. Me afastei e fiquei de espectador, assim como a Chitoge, a Kosaki, a Marika e a Tsugumi.

Ruri estava receosa, queria se aproximar do loiro, mas parecia estar com medo.

Shuu, do contrário, continuava estático quase lagrimando.

- Então era você o tempo todo? – perguntou ele se aproximando, suas pernas tremendo mais a cada passo que ele dava. – A pessoa que eu mais admirei em toda a minha vida estava do meu lado o tempo todo e eu não sabia?

- Sabe, eu tinha motivos para não contar, eu passei por algumas situações complicadas que me levaram a não contar meu passado… Mas se você quiser me odiar, pode me odiar!

- Eu estava preste a ir para uma cidade que eu nunca fui, sozinho, em busca de uma pessoa que eu nunca iria achar, porque ela sempre esteve onde eu passei planejando como encontrá-la! Eu estou… eu estou tão… – Shuu se aproximou de Ruri que fechou os olhos já esperando o soco ou tapa. Quando sentiu uma quentura abraçar sua cintura percebeu que era Shuu a abraçando, e molhando seu pijama com as lágrimas. – Estou tão feliz que era realmente você…

Ruri arregalou os olhos.

- Shuu?

- Eu tinha suspeitas, por isso fiquei aqui por tanto tempo adiando minha viagem. Quando o Raku e as outras garotas começaram a aparecer eu senti que você não se sentiria só caso eu sumisse, mas… – mais lágrimas se formaram no rosto do loiro. – Eu quase perdi o amor da minha vida para encontrar a garota dos meus sonhos que é você… Só de pensar que eu iria te perder pra sempre… é tão assustador!

Ruri começou a morder o beiço na tentativa de segurar as lágrimas que caíam incontrolavelmente pelo rosto da russa. Seus braços foram até o pescoço de Shuu, correspondendo ao abraço. Ao meu lado Tsugumi limpava uma lágrima enquanto Marika e Kosaki se abraçando entre berros e choros. Chitoge apenas sorria observando o casal chorão.

- Última chamada do voo com o destino para Amsterdam! Última chamada do voo com o destino para Amsterdam!

Em um instante o casal se soltou. Shuu fungou e limpou o resto das lágrimas no rosto.

- Sabe, eu não preciso mais viajar. Então o que eu faço com essa passagem? Seria um disperdício não usar.

- Na verdade, a Ruri também tem uma! – disse Chitoge com um sorriso brincalhão.

- Tenho? – ela parecia mais confusa que todo mundo.

- Claro, toma. – Chitoge entregou a passagem que tinha comprado. – Na verdade acho melhor vocês tirarem umas férias. Podem ficar o tempo que quiserem. Quando for pra voltar, nos avise que mandaremos dinheiro pra comprar suas passagens.

Shuu e Ruri se olharam ainda meio chorosos e sorriram.

- Cuidem de tudo por mim. – pediu Ruri.

- E Raku, paga a conta que eu deixei aberta naquele comércio de canto com a BBS!

- Pague suas próprias contas! – gritei com ele suspirando em seguida. – E agora?

As garotas olharam pra mim.

- Agora vamos voltar que eu quero dormir! – disse Chitoge segurando a chave do carro. – Quem chegar por último faz a comida!

As garotas começaram a correr e eu fiquei para ver o casal-chefe ir embora no avião. E sou eu quem sempre faz a comida mesmo.

Shuu, Ruri… eu desejo a vocês toda a sorte e felicidade do mundo. Que vocês tenham uma vida cheia de felicidade, paz e prosperidade e vitalidade, como o rei que viveu muito Shuuringan, e sua esposa Guurindai e seus filhos Ponpokopi e Ponpokona, tenham vida longa e abençoada… Que os deuses da prosperidade estejam com vocês.


Notas Finais


https://www.youtube.com/watch?v=bZ_BoOlAXyk (Viva la Vida Instrumental - David Garret)

[YT] Viva la Vida - Coldplay
*No more counting dollars, we'll be counting stars! (Chega de contar dólares, nós vamos contar as estrelas) - Trecho da música Counting Stars da banda One Republic

Bom, é isso. Novamente muito obrigado por acompanharem e até o próximo capítulo. ^^
Kissus de Peixe!


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