História The 100 - Capítulo 11


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Categorias The 100, Vikings
Personagens Anya, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Echo, Emori, Floki, Indra, Ivar, Jasper Jordan, John Murphy, Lagertha, Lexa, Lincoln, Marcus Kane, Maya Vie, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes, Roan
Tags Abby, Aspen, Bellamy, Bellamy Blake, Clarke, Clarke Griffen, Clexa, Finn, Finn Collins, Hada, Indra, Ivar, Jasper, Kane, Lexa, Madiosn Collins, Madison, Monty, Natblida, Night Blood, Octavia, Octavia Blake, Raven, Raven Rayes, The 100
Visualizações 26
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Sci-Fi, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Clarke

Eu havia desenhado todas as saídas que havia visto nos últimos dias no livro, depois da minha conversa com Presidente Wallace eu precisava sair daqui, o meu quarto era dividido com o resto dos 47 que estavam em Mount Weather, eu estava na beliche de cima a Harper, o quarto era grande o que fazia com que cada um tivesse seu próprio espaço, algumas vezes até parece que realmente estamos vivendo em um lugar normal... mas rápidamente volto a reliadade quando percebo o tanto de pessoas que deixei para trás.

Jasper: Não é ruim, talvez algum dia eles pendurem nas paredes. - ele fala quando me vê desenhando no livro. - Veja quem foi liberado... - ele fala quando Miller aparece.

Clarke: Eu estou feliz que você está bem. - eu falo dando um sorriso quando ele para a minha frente.

Miller: Sim, foram precisas, o que? três cirurgias? - ele pergunta a Maya que estava ao seu lado segurando uma mochila e alguns remédios. - Ouvi dizer que não estava se dando bem aqui. - ele fala olhando para mim, eu imediatamente olho para Maya, ela provavelmente disse a ele sobre as minhas tentativas de escape.

Maya: Não se esqueça de tomá-las, duas vezes ao dia, você deve estar melhor logo. - ela fala entregando os remédios e depois a bolsa.

Miller: Obrigada.

Jasper: Maya, tudo bom com você? - Jasper fala indo com Maya para o canto da sala quando um alarme começa a soar, Maya vai em direção a saída mas eu saio da cama e vou em sua direção a parando.

Clarke: Ei, o que está acontecendo?

Maya: Esse é o sinal que a patrulha de superfície voltou, e alguém precisa de cuidados médicos. Preciso ir até a quarentena. - ela fala indo em direção a saída, eu a sigo mas Jasper me para antes que consiga chegar a porta.

Jasper: Ei, Clarke, o que você está fazendo? - ele pega no meu braço.

Clarke: Talvez tenham encontrado sobreviventes. Se um dos nossos, temos o direito de saber. - eu falo me soltando de sua mão e indo em direção ao corredor.

Jasper: Eu tenho certeza que nós não deveríamos apenas sair por ai... - eu não o deixo terminar já indo para a porta, Jasper me segue pelos corredores, por mais que os sinais fossem altos, as poucas pessoas que vimos estavam calmas, eu chego perto das pessoas que estavam começando a se vestir os trajes anti-radiação.

Clarke: Quem os atacou? - eu falo perguntando para o homem que parecia ser o chefe.

- O que você está fazendo aqui? - Eu olho para o lado e vejo que a pessoa ao meu lado tinha um cartão de acesso, orta com o cartão pronta para abri-la. - Espere, não é seguro.

Clarke: É para a gente, vem Jasper. - eu falo abrindo a porta.

Jasper: Alguém tem que ficar de olho nela. - ele fala me acompanhando, nos passamos pelos mesmos corredores brancos que eu fugi a apenas alguns dias. - Você deveria parar de pressionar, essas pessoas... - ele para quando entra em uma porta e ver um corpo na mesa, eu não reconheço quem é mas a primeira coisa que vejo é o buraco da bala em sua roupa.

Clarke: Eles estão mentindo para a gente. - eu falo chegando mais perto, vendo claramente o ferimento indistinguível de uma bala. - Esse é um ferimento de bala, terráqueos não usam armas. - eu falo olhando para Jasper que estava paralisado.

Jasper: A não ser que tenham pegado as armas.

Clarke: Eu acho que não, eu acho que o nosso pessoal está vivo lá fora. - Assim que termino de falar a mesma médica que me atendeu aparece, com outras pessoas, entre eles um homem, ele parecia um guarda, ele estava sem camisa e cheio de queimaduras pelo corpo, ele tremia provavelmente entrando em choque pela a dor que aqueles ferimentos deveriam causar.

- Tirem os daqui. - ela fala quando nos ver.

Quando eles me tiram da sala eu vou diretamente a procura de Presidente Wallace, Jasper fica para trás conversando com Monty, eu vou para a sala principal, onde vejo Presidente Wallace perto a mesa de sobremesas.

Clarke: Nos precisamos conversar. - Eu falo parando ao seu lado.

Presidente Wallace: Claro, vamos falar amanhã durante o café da manhã. - ele fala pegando um pedaço de bolo.

Clarke: Quem atirou naquele soldado? - ele deixa o pedaço na mesa e olha para mim.

Presidente Wallace: A patrulha que procurava por seu povo foi atacada por terráqueos. - ele fala me puxando para o canto quando percebe que as pessoas estavam escutando nossa conversa.

Clarke: Eu lutei contra terráqueos, eles não usam armas.

Presidente Wallace: Eu não disse armas, sargento Shawn foi atingido por uma flecha.

Clarke: Isso não é verdade. - eu falo confusa. - eu vi o ferimento.

Presidente Wallace: Algumas vezes... - ele para por alguns segundos pensando nas próximas palavras. - Nós nos sentimos tão conectados com nosso povo, que vemos coisas que não estão lá.

Clarke: Eu gostaria de ver o corpo.

Presidente Wallace: Claro. - ele fala calmamente deixando o seu prato em cima da mesa. - Venha comigo. - eu o acompanho até a ala da quarentena, ele fala com a doutora pelo rádio e pede a ela pelo corpo do sargento Shawn. Nos entramos na quarentena e depois de alguns minutos ela aparece com o corpo em uma maca.

- Desculpa por faze-los esperar, tivemos que descontaminar o corpo.

Presidente Wallace: Obrigado, Dra. Sting. - mulher da um doce sorriso em resposta.

Clarke: O homem com as queimaduras, como ele está?

Dra. Sting: Ele está melhorando.

Clarke: Eu gostaria de falar com ele.

Dra. Sting: Senhor, apenas pacientes são permitidos na ala médica. - ela fala desviando seu olhar do meu.

Presidente Wallace: Nós podemos arranjar isso. - quando ele termina de falar a mulher, tira o pano que cobria o corpo, até o ponto onde a ferida estava, em cima do ferimento ele tinha uma pequena peça de metal.

Clarke: O que é isso? - eu falo apontando para o peito do homem.

Dra. Sting: Um desvio para a diálise. Todos temos em caso de exposição. - ela olha para Presidente Wallace e depois para mim. - Você que ver por onde saiu? - eu faço que sim com a cabeça e ela levanta o corpo do homem apenas o suficiente. - o sargento Shawn foi forçado a tirar a flecha em campo. - eu vejo a ferida e ela coloca o corpo de volta a mesa. - Nós ainda temos a flecha. - ela vira as costas em direção a um armário de metal, de onde pega a flecha e me mostra... ele realmente foi morto por uma flecha.



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