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História The adult life of The Marauders - Capítulo 5


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Notas do Autor


oie, esse é o último cap até chegarmos nos finalmentes da fic, então espero que esteja bom. Desculpe os erros.

Capítulo 5 - Capítulo 5


~ um ano e meio depois ~

James realmente foi apanhador pelo Reino Unido na copa mundial de quadribol, eles nas quartas de final graças a sua manobra “Wronski Feint” perfeitamente executada, mas não passaram para a semi final já que o batedor da China acertou um balaço em sua cabeça fazendo com que ele desmaiasse e minutos depois o apanhador do outro time capturasse o pomo sem a intervenção do maroto. Mesmo não ganhando a copa ele estava extremamente feliz, sabia que haveria outras oportunidades.

Marlene estava finalmente terminando seu curso, pronta para começar a trabalhar por um tempo, até surgir alguma oportunidade de fazer sua especialização. Lily havia terminado o namoro a um mês, Miguel tornou-se possessivo demais, desejava saber onde e com quem estava o tempo todo, ela sentia um pouco de falta dele, mas estava melhor assim.

Pedro começou a fazer diversos cursos de culinária, a maioria com bolsas já mostrava grande talento para a coisa. Sirius estava mais feliz do que nunca, tinha o emprego que sempre quis, morava com Remus, saia com várias mulheres e tinha bons amigos.

Snape continuava na França, estava feliz estudando suas poções, ele e Nicolau Flamel haviam tido um avanço na poção que seria um tipo de “cura” para a licantropia, mas não estava perto de ser concluída ainda. Severo mentiria se dissesse que não estava acontecendo o que Lilian havia falado, ele havia encontrado alguém, Isabelle era neta de seu mestre, ela havia acabado de se formar em Beauxbatons e seguia pesquisando sobre animais mágicos, era uma presença constante na casa do avô o que acabou gerando uma amizade entre eles, ele sentia mais do que isso por ela mas nunca teve coragem de contar isso para ninguém, nem para Lily, quem dirá para a própria garota.

Já iria fazer um ano que Remus realmente era um auror, ia em missões, recebia seus casos, fazia parte da equipe C, e ele deveria estar mais feliz do que nunca. Sabia que não deveria comparar sua felicidade com a dos outros, mas era difícil ao ver o quanto o amigo se divertia no departamento com o que faziam, enquanto ele apenas sentia satisfação um caso concluído.

Os únicos momentos que realmente gostava eram quando via que havia realizado feitiços de forma perfeita ou quando solicitavam sua ajuda para algo e ele realmente conseguia ajudar, mas aquilo não era suficiente, não achava que conseguiria levar essa profissão por toda a sua vida.

Foi quando ouviu em uma conversa no elevador que o professor de Hogwarts de defesa contra artes das trevas havia se demitido, ele não ouviu o motivo já que havia chego em seu departamento. Uma esperança se acendeu em seu peito, ele gostava de jovens, ainda era um na verdade, tinha treinamento como qualquer auror, sempre foi bom em ensinar pessoas, gostava de ajudar e o melhor de tudo, gostava das aulas. Sentia falta de Hogwarts e de seu treinamento principalmente porque sentia falta de algo mais teórico, ele não conseguia explicar.

Naquele dia quando chegou em seu apartamento junto com Sirius decidiu que iria escrever para Dumbledore, que iria tentar, mas não iria contar a ninguém já que só ele já alimentava esperança suficiente.

Na manhã seguinte depois de reler a carta pelo menos 6 vezes decidiu envia-la, amarrou a carta na coruja que ele e o amigo haviam comprado, uma coruja das torres de pelugem branca e marrom que agora tinha o nome de Feyra, e a viu voar para Hogwarts.

Ele esperou ansiosamente por dias, desejava já ter desencanado, mas não conseguia, a cada batida em sua porta no ministério esperava ser alguém com sua resposta, ou alguém de Hogwarts, mas nunca era.

Até que na manhã de sábado ele acordou com batidinhas em sua janela, ainda meio tonto de sono viu que era Feyra e esta trazia uma carta. No mesmo momento ele correu até a janela para deixar a coruja entrar, depois de desamarrar a carta e fazer um carinho na coruja sentou-se novamente tentando manter a calma.

Havia o brasão de Hogwarts na carta e ele não sabia se estava pronto para abri-la, depois de ouvir a coruja piar para ele como se estivesse brava por ele estar fazendo a longa viagem dela ser inútil, ele abriu.

Dumbledore havia confirmado que o professor havia de demitido e dizia ter adorado receber a proposta dele, sabia que Lupin era um ótimo aluno e acreditava que seria um ótimo professor, ele queria encontrar Remus na próxima segunda feira, para um tipo de entrevista, para então poder lhe dar a resposta final.

Remus abriu um sorriso enorme, talvez conseguisse sair daquele ministério e fazer algo que realmente gostasse, com a esperança cada vez mais crescente decidiu que agora sim contaria aos amigos.

A segunda chegou e ele já havia pedido a manhã a seu chefe no ministério, que prontamente a cedeu, então ele vestiu suas melhores vestes e aparatou em Hogsmeade, foi andando até o castelo para encontrar o Sr. Filch, com o mesmo péssimo humor de sempre, lhe esperando para abrir o portão. Foi então até a sala de Dumbledore e depois de dizer “delicias gasosas” saiu na gárgula para finalmente encontrar a porta da sala do professor.

Suas mãos suavam de uma forma anormal e seu corpo estava todo arrepiado, e não era por causa do frio. Bateu na porta e ouviu a voz de Dumbledore lá de dentro dizendo “entre”.

- Bom dia professor Dumbledore – falou ele se aproximando do homem em sua frente.

- Bom dia Sr. Lupin, quanto tempo – falou indicando a cadeira em sua frente – então, como estão as coisas no ministério? – quis saber ao sentar-se.

- Como sempre, nenhuma novidade, e os aurores estão até com certo tempo livre, não andam tendo muitos casos complexos – falou mexendo sem parar as mãos “eu to até parecendo o Sirius” – não que isso não seja bom, é ótimo – disse ao olhar o professor – mas eu diria que está bem calma.

- Que ótimo, faz um tempo mesmo que não leio sobre algum grande mistério, talvez por isso alguns outros aurores também tenham se manifestado para o cargo de professor – Lupin gelou ao ouvir essas palavras, imaginava que teria concorrentes mas ouvir isso da boca de Dumbledore não ajudava em seu nervosismo – alguns até de longa data no ministério. Professores antigos também vieram falar comigo.

- É realmente uma vaga muito boa, entendo a quantidade de pessoas – falou ele, na verdade foi a única coisa normal que conseguiu pensar.

- Mas apesar de todas as pessoas eu já tomei a minha decisão – disse Dumbledore se levantando, Remus se levantou também tendo certeza que o professor lhe diria tchau e ele sairia dali direto para o ministério – o ano começa dia primeiro de setembro, como o senhor bem sabe, não perca o trem as nove professor, não vai querer se atrasar.

Remus ficou pelo menos 10 segundos olhando para o professor sem entender, repassou suas palavras na mente para finalmente abrir um enorme sorriso.

- Eu? O senhor está... eu? – ele não conseguia formular nem uma frase, Dumbledore também abriu um grande sorriso – mas o senhor disse que várias pessoas se inscreveram e...

- Mas o você, Remus, foi uma delas, e eu sei que é um bom professor, lembro de você ensinar seus amigos e ser bem aplicado. Além disso, os antigos professores já tiveram a vez deles, agora é a sua.

- Mas e o pessoal antigo do ministério? – ele sabia que deveria ficar quieto, aceitar o cargo e ir embora feliz, mas não conseguia entender.

- Se eles estão lá a tanto tempo é porque gostam, ninguém consegue ficar tanto tempo em algo que detesta. Eles só devem estar um pouco entediados pela falta de casos como o senhor mesmo disse – explicou Dumbledore – e eu falei com o Sr. Melínflue, ele me disse que o senhor foi um dos melhores da turma na formação, mas que não parecia satisfeito, muito menos feliz, lá. Então a minha escolha foi óbvia.

- Eu... obrigada professor, eu nem sei como agradecer – falou Remus agora um pouco mais calmo.

- Não me agradeça, apenas faça o seu melhor aqui e aproveita o restante de suas férias, as outras informações serão enviadas em seu apartamento.

- Obrigada mesmo professor, até dia primeiro – falou Remus indo em direção a porta.

- Até mais Sr. Lupin – falou Dumbledore acenando levemente para ele.

Remus quase correu até o vilarejo para que pudesse aparatar e ir até o ministério falar com Sirius sobre tudo, e é claro, pedir sua demissão.

 

~ um ano depois ~

Lilian abriu a porta da casa com raiva, jogou a bolsa no sofá e foi direto para a geladeira em busca de alguma coisa doce. Ela precisava se acalmar, não sabia como havia chego naquele nível.

Achou meia barra de chocolate na geladeira, “vai precisar servir” pensou ela indo para o sofá enquanto dava uma mordida na barra. Ligou a tv, que Marlene insistiu que precisavam ter, e qualquer desenho que estivesse passando, tentou se concentrar naquele episódio de Smurfs mas não conseguiu, a imagem ficava voltando em sua cabeça.

Ela estava cuidando do caso de um senhor que havia sido acusado de estuporar a própria neta fazendo com que esta batesse fortemente a cabeça e entrasse em coma por 2 dias. Como o caso não envolvia força das trevas e nem mortes, quem era convocado eram as pessoas do departamento de execução de leis e magia que contavam com ajuda de alguns aurores, mas nada muito significante.

 O problema era que Viviane Smith também estava no caso e elas deveriam trabalhar juntas, o que não era para ser um problema, mas elas viviam discutindo sobre as provas e sobre o real culpado.

Haviam duas histórias, a do avó, e a de Nicollas, o menino filho da vizinha do Sr. Tominus que frequentemente brincava com Judy, ambos tinham 9 anos. O senhor falava que estava na cozinha preparando um bolo para o café da tarde enquanto as crianças estavam brincando no quarto e quando ouviu uma explosão e gritos foi correndo para onde eles estavam, viu a neta desmaiada e Nicollas chorando em pânico.

Nicollas quando chamado para contar a história disse que ele estava brincando com Judy até que o Sr. Tominus entrou no quarto e apontou a varinha para a neta e executou um feitiço, a menina caiu e bateu a cabeça com a explosão e ele começou a entrar em choque, segundo a criança o senhor disse que se ela não gritasse nada aconteceria com ela.

Lilian acreditava no velhinho, afinal, fora ele quem chamara o ministério e ele parecia desesperado pela neta, nem ligou quando lhe confiscaram a varinha, só queria saber como sua Judy estava. O problema é que Viviane não concordava com Lily então a discussão de como iriam agir com as leis estava longe de ter um fim.

Elas então começaram a buscar provas, cada uma defendendo o seu ponto de vista, para que no final conseguissem provar seu lado. Lilian foi conversar com algumas testemunhas, o Sr. Tominus repetiu a mesma história, Judy, que já estava acordada mas ainda em observação, disse não lembrar das últimas horas antes o acidente e Nicollas não conversou com ela.

Não porque não quis, mas porque ficava de semana na casa do pai e apenas de fim de semana com a mãe, então conversou com a mãe de Nicollas, esta disse que acredita no filho mas que ele está com medo, não se alimentava e nem dormia direito, além de ficar aflito cada vez que ela pegava em sua varinha.

A ruiva decidiu investigar um pouco sobre as duas famílias, pediu ajuda de Sirius, que era quem estava mais acostumado a fazer isso, e juntos descobriram que os pais de Judy haviam falecido quando ela tinha 2 anos em um acidente no laboratório que trabalharam, a guarda dela então ficou para o avó materno, Sr. Tominus. A menina então iria para um abrigo caso o crime fosse mesmo provado, já que não tinha outros parentes vivos.

Já Nicollas tinha pai e mãe vivos, o pai era trouxa e não tinha registro nenhum no mundo da magia, nem como se frequentasse bairros bruxos com a ex mulher e filho, a mãe é mestiça, e ambos não pareciam ter uma relação muito amigável.

Ao que parecia, Lucia, mãe de Nicollas, engravidou muito jovem de seu primeiro namorado, e ela decidiu então contar que era uma bruxa para ele, para que pudessem viver juntos e criar seu filho. Mas foi uma péssima ideia, o homem não aceitava, falava que aquilo era coisa do diabo e que assumiria o filho mas não cuidaria mais dele, em nenhum quesito, se esse fosse como ela, por esse motivo ela trabalhava muito, dia e noite, em dois estabelecimentos do beco diagonal, já que seu filho provavelmente seria um bruxo e teria que o sustentar sozinha, então tentava, por agora já que ainda tinha uma ajuda financeira, guardar um pouco de dinheiro.

Eles descobriram isso depois de 1 semana tentando falar com os pais de Lucia e espionando a casa dela, além de acharem um arquivo antigo em um jornal sobre como era a relação de pais bruxos e trouxas para criação de filhos, Lucia foi uma das 4 pessoas que participaram da entrevista já que havia acabado de ter o pequeno Nicollas.

Lilian acreditava cada vez mais na história do senhor, ela sentia que podia confiar nele e não sabia como agir direito sabendo o que tinha descoberto.

Quando os aurores foram verificar pela última vez se não havia magia das trevas na casa ela pediu permissão para ir junto e conseguiu, a casa era bem rustica e simples, ao examinar a cozinha via que realmente havia um bolo sendo feito mas que este não foi acabado. Lilian percebeu que havia sujeira no chão, de farinha e talvez ovos, reparou também que as cascas estavam na pia e não no lixo, e estranhou. Porque um senhor bruxo faria tudo como trouxa e não com magia? Afinal, magia deixava as coisas mais simples, ela não teria deixado aquele lixo nem a sujeira.

Foi então no quarto onde havia sido o acidente e reparou que alguns aurores sussurravam algumas coisas enquanto apontavam em algumas direções.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntou Lily não conseguindo ver nada de especial.

- Bem, teremos que fazer um relatório sobre isso mas podemos te contar – falou uma auror chegando ao seu lado -bem, repare na parede onde Judy bateu a cabeça, esta vendo que parece suja em uma partes? Como se fosse encardida? – falou apontando.

- Sim, mas qual o problema? – Lily não conseguia ver o que ela mostrava.

- Não é uma mancha contínua, é como se algo bloqueasse a macha – ao ver a cara de confusão de Lily a bruxa continuou – pensa em uma bola, o sol está batendo na bola desse lado certo? Isso causa uma sombra da bola na parede, não é? – Lilian concordou – então, parece que alguma coisa bloqueava o sol ou alguma coisa do tipo.

- Os feitiços que estuporam normais não acontecem em uma explosão – falou um outro auror ali perto – vai apenas em uma direção, então se aquela “bola” que bloqueia o “sol” de atingir a parede for a Judy, não pode ter sido um feitiço de estuporação.

Lilian começou a entender, a menina havia sido achada naquele canto então eles podiam estar certos e não ter havido certo feitiço, ou aquilo era apenas uma confusão. Ela se abaixou para ver melhor, acabou se desequilibrando e caindo sentada, o que gerou alguns risos na sala e uma vermelhidão em seu rosto. Ela acabou olhando para a parede oposta à onde o acidente havia acontecido e viu um ponto preto, bem embaixo da escrivaninha.

Foi até lá e percebeu que não era um ponto, e que não era pequeno, tinha o diâmetro de pelo menos uma tampinha de garrafa. Os aurores, ao verem Lily observando tal ponto chegaram mais perto para ver.

- Isso seria bem como se um feitiço de estuporação estivesse pego em uma parede – disse a auror ali presente.

Foi como ligar uma luz na cabeça de Lilian, ela contou de sua ideia para os aurores, que apesar de achar uma loucura, disseram que podia ser verdade. Ela então foi direto para o ministério desenvolver melhor seu discurso para o dia da sessão.

E esse dia havia sido hoje, ela havia acordado extremamente nervosa, não tinha provas concretas, apenas fotografias e hipóteses. Depois de todos se organizarem no ministério na sala de julgamento, Viviane contou sua parte, ela apenas recontou a história como Nicollas havia dito, dizendo que aquilo era porque o Sr. Tominus, que estava sentado algemado em um canto, estava cansado de cuidar da neta.

E então foi a vez de Lily, ela disse sua ideia, de que o Sr. Tominus realmente estava certo, o que havia acontecido era que Judy havia pego a varinha do avô e brincava com ela, mas um feitiço estuporando passou muito perto de Nicollas, atingindo a parede bem atrás dele, a menina havia feito magia pela primeira vez, já que o Sr. dizia que ela ainda não havia se mostrado bruxa, enquanto brincavam e desejavam realmente um dia poder fazer. Depois de quase ser acertado Nicollas atacou Judy com algum tipo de magia sem varinha, daquelas que crianças não conseguem controlar, já que estava com medo do que havia acontecido, e isso havia acertado Judy e feito com que ela batesse a cabeça e desmaiasse entrando em coma.

Todo o pessoal presente pareceu surpreso com a declaração da ruiva, mas todas ficaram ainda mais surpresos, se é possível, com o barulho de choro vindo do pequeno Nicollas. A mãe tentava acalma-lo dizendo que estava tudo bem e perguntando o porque do choro, apenas um sussurro foi dito. A mãe então olhou assustada para o filho e perguntou algo que ninguém mais ouviu.

Depois de alguns segundos Lucia se levantou extremamente vermelha, com cara de brava, Lilian achou que levaria uma azaração, mas não, ela apenas disse:

- Ela está certa. Nicollas disse que tudo que a srta. Evans falou é verdade – todos presentes suspiraram surpresos – ele me disse que seu pai o instruiu a contar essa história, se não eu seria presa e ele também, de forma que nunca mais Nicollas o veria – ela abaixou a cabeça olhando para as próprias mãos – sinto que ele fez isso para tentar esconder que o filho é um bruxo, assim como eu, e tentar fazer com que o garoto viva uma vida “normal”.

Após aquela confissão o juiz do caso, Lilian e Viviane se reuniram em uma sala, para decidir o que fazer. E foi aí que a coisa desandou de vez, eles libertariam o Sr. Tominus e deixariam com que ficasse com Judy, mas ela passaria todas os feriados possíveis em Hogwarts quando chegasse sua hora de ir e o senhor teria sua varinha conquistada.

Lilian não aceitou os termos, disse que aquilo não era justo, que o pai de Nicollas podia ser perigoso para eles, e que sem varinha eles não poderiam se defender. Não era certo também fazer com que um senhor não visse muito a neta, eles eram a única família que tinham.

O juiz chamou a chefe da sessão, a Sra ..., disse que estava havendo um conflito, aquela era a decisão dele, e eles teriam que anuncia-la. Lilian se recusava, estava lá pela justiça.

A Sra. ... chamou Lily em um canto para que as outras pessoas não as ouvissem.

- Lilian, minha querida, temos que respeitar a decisão do juiz, você sabe que é assim que funciona – ela falou docemente.

- Mas é uma injustiça! Isso não pode acontecer, imagina se... – ela não conseguiu terminar sua frase pois foi interrompida.

- Srta. Evans, é uma ótima empregada mas assim não podemos continuar, ou você concorda com o caso ou terei que demiti-la! – falou rispidamente.

- Eu nunca vou concordar com injustiças – falou Lilian vermelha – espero nunca mais precisar ver vocês novamente.

Ao terminar isso saiu pela porta e foi conversar com o Sr. Tominus, dizer o que aconteceria e que era uma injustiça, que se precisasse recorrer a chamasse, e que podia falar para ela caso tivesse qualquer problema. Ela saiu do ministério naquele começo de noite querendo nunca mais voltar.

E agora lá estava ela, olhando a embalagem da barra de chocolate, esperando a amiga chegar para que a ajudasse a pensar no que fazer.

Na semana seguinte Lilian estava junto com Marlene tomando sorvete em uma das lojas do beco diagonal, Lily não sabia o que faria da vida, não queria voltar para o ministério e não sabia onde mais poderia trabalhar.

Minutos depois de Lene dizer para a ruiva ter calma que tudo daria certo, Lupin entrou na sorveteria e foi cumprimentar as meninas.

- Oi Rem, você parece bem – disse Marlene ao depositar um beijinho em sua bochecha.

- Eu estou – falou ele enquanto abraçava Lilian – estou mais feliz do que eu jamais estive, mas e vocês?

- Estou trabalhando, estou gostando, mas ainda quero fazer aquela especialização sabe? E não encontro uma oportunidade. Mas estou bem – falou Lene pegando mais uma colherada em seu sorvete de abobora.

- Eu estou bem – disse Lily tristemente.

- O que aconteceu, Lily? – perguntou Remus sentando ao lado da garota.

- Bem, eu estou desempregada no momento, e sem perspectiva de arrumar um bom trabalho – disse ela olhando para as próprias mãos.

Eles continuaram conversando sobre o que havia ocorrido, Remus disse que se soubesse de qualquer coisa que achasse que a ruiva gostaria, avisaria ela.

Bem, ele avisou 3 dias depois. O professor Flitwick havia pego uma infecção nas férias, e decidiu que iria se aposentar, iria se curar e depois viajar um pouco, rever parentes e amigos, aproveitar a vida como não havia feito até então. Portanto a vaga de professor de feitiços estava aberta, Lupin havia conversado com Minerva Mcgonagall e esta disse que achava que Lily seria uma bela professora, que ela deveria tentar a vaga.

Semanas depois de Lily fazer a entrevista para tentar a carga de professora, recebeu uma carta que dizia que o emprego era dela, e que ela devia se apresentar no dia 1 de setembro em Hogwarts. Ela se animou com essa nova perspectiva, era algo que ela nunca havia pensado para ela, mas não podia deixar de negar que parecia uma vida extraordinária.

O que ela não sabia é o que, ou melhor, quem iria fazer companhia para ela no ano seguinte a este.

~ Meio ano depois ~

- ... E Potter parece que viu alguma coisa, que voa rapidamente em direção ao chão com Butried bem atrás de si, Potter desvia de um balaço e... opa! Jonehn marca um gol para ballycastle bats, agora o jogo está empatado! 560 a 560 – falava freneticamente o narrador do jogo.

A voz dele já estava meio rouca, afinal, faziam 6 horas que o jogo estava acontecendo, e nada dos apanhadores conseguirem aquele pomo. Era o último jogo da liga, ballycastle bats contra Pride of Portree.

- Butried desvia por muito pouco de um balaço – falou ele depois de se ouvir as pessoas respirarem aliviadas – Potter desvia do chão em direção a arquibancada e Butried fica exatamente ao seu lado, aparentemente os dois viram o Pomo de Ouro. Schilts marca um ponto para Ballycastle bats! Basta que Potter pegue o pomo para que sejam novamente os campeões da Liga.

James estava cada vez mais perto de capturar aquela bolinha dourada extremamente rápida. Conseguiu deixar o seu parceiro um pouco para trás, mas não o suficiente para relaxar. Ele conseguiria pegar o pomo, mas com uma manobra arriscada, ele resolveu tentar, afinal era a final e haviam novamente olheiros da seleção presente.

Ele estava extremamente perto da arquibancada e do chão. Mas não na parte realmente do campo, na lateral, que tinham várias vigas de madeira e um espaço entre elas, que eram os corredores pelo qual os torcedores passavam para chegar nas arquibancadas.

- Potter está maluco! Ele fica em pé em sua vassoura e se inclina para frente! Potter isso é um jogo de quadribol, não um circo! – disse o narrador com a voz preocupada.

James estava quase pegando o pomo. Já tinha treinado aquilo antes, daria certo. Ele sentiu as asinhas em sua mão, e logo depois não sentiu mas a vassoura sob seus pés. Ele ouviu toda a torcida segurar a respiração e então não sentiu mais nada.

 

 

 


Notas Finais


prov so vou postar semana que vem, mas eu volto.


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