História The Adventures of Merlin - Capítulo 7


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Categorias Rei Arthur, The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur, Bors, Cerdic, Escanor, Gawain, Guinevere, Lancelot, Meliodas, Merlin, Merlin, Personagens Originais, Tristão
Tags Arthur, King Arthur, Merlin
Visualizações 45
Palavras 1.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores! CALMA! Antes que vocês taquem paus e pedras pra cima de mim, eu realmente quero UM BILHÃO de desculpas porque vocês realmente merecem.

Eu fui uma desleixada com vocês e com esta história, por isso trouxe um capítulo beeeeeem grande :)
Ah outra coisinha: tem uma cena, no final da leitura, que POR TUDO QUE HÁ DE MAIS SAGRADO NÃO ME MATEM!


Boa leitura :3

Capítulo 7 - O Início da Jornada para Camelot


Fanfic / Fanfiction The Adventures of Merlin - Capítulo 7 - O Início da Jornada para Camelot

Merlin estava de pé, andando de um lado para o outro. Tão pensativa quanto confusa.

— Cuidado, do jeito que está andando, pode abrir um buraco no chão — o dragão avisou, ainda deitado, observando tudo.

Magia. Magia era seu destino, fazia parte de si e era sua sina. Merlin não era ninguém sem sua magia. Estava em seu sangue.

— Mas eu posso ir a fogueira por conta disso — Merlin falou, armando suas defesas.

— Você não irá — o dragão assegurou.

— Que provas tem? — Merlin pôs as mãos na cintura, séria, com os olhos castanhos frios.

— Você quer mesmo duvidar de um lendário dragão?

— Eu quero provas. Eu quero que me convença — Merlin endureceu sua voz. O dragão voltou a posição original, abrindo lentamente suas asas douradas.

— Se quer que eu lhe convença terá de ser arriscar — ele avisa, também ficando sério — Você, como maga, unirá-se ao menino-Rei, e juntos trarão a Era do Albion. Uma era de paz e magia, a onde todos os seres mágicos serão livres para viver nesta terra. Sem ódio, preconceito ou qualquer resquício de violência contra nós. Albion será isto, graças a você e o menino-Rei.

— Paz — Merlin repetiu, olhando diretamente nos olhos negros do dragão. — Você quer que eu traga a paz para eles, mas, onde existir desavença sempre existirá o conflito.

— Não vai ser fácil lutar por esta causa — o dragão admitiu.

— Se eu abraçar a causa, conhecerei mais sobre meus poderes e dominarei minha magia, certo?

— Certíssimo.

— E o moleque?

— Você será a tutora dele.

— O quê? — Merlin limitou-se a arregalar os olhos — Como?

— Lembra-se do que eu disse? — o dragão riu baixinho — Para que eu lhe convença, terá de se arriscar.

Em resposta Merlin bufou, fazendo uma mecha do cabelo tampar-lhe o olho. Se arriscar. De fato aquilo era tentador, o perigo tinha o poder de ser tentador; mas jogar tudo o que você tinha conquistado para o alto não era nada bom. E o menino-Rei? Ele também teria poder da magia em suas mãos?
            Pois é, teria de ser arriscar para responder as perguntas.

— Quando eu posso partir?

— Amanhã. — o dragão alongou suas casas — Não vai se arrepender, jovem warlock.

— Ah, eu não vou mesmo...

                                                                                         *         *         *

A mala estava pronta. A cama arrumada. O feno organizado embaixo da cama e a coragem de Merlin já estava vacilando a algum tempo.
           Marice entrou tranquilamente no quarto e Merlin levantou da cama rapidamente, sorriu e a cumprimentou.

— Por quê me chamou querida?

— Porque preciso lhe avisar de uma coisa — a maga pôs as mãos na cintura — Eu preciso viajar.

— Para onde?

— Para Camelot?

Quando Merlin soube do destino de sua viagem, sorriu e ficou surpresa. Camelot era o segundo coração da Inglaterra; o primeiro era Londres (ou Londinium como era chamada na época) que abraçava inúmeros portos, imigrantes e comerciantes, que por sua vez, enriquecia aquela terra; os cofres do Rei e a popularidade do Rei.
         Londres era linda e feia ao mesmo tempo. Vivia em constante mudança graças a pressão dos imigrantes e os ataques que recebia durante as guerras.
          Porém Merlin estava indo para uma cidade a poucas semanas, indo para Camelot.

— O quê? Por quê? — a velha arregalou os olhos — Camelot vai te comer viva!

— Eu possuo sérios motivos para ir até lá.

— E eu posso saber?

— Minha vida vai mudar. Para melhor. — pelo olhar da velha Merlin soube que ela ainda não tinha entendido — Eu vou encontrar respostas lá, vou ficar muto bem, disso pode ter certeza.

— Ah menina, eu não acredito... — a velha batia o pé num ritmo acelerado. — Arnold! Arnold!

Merlin sentiu o coração acelerar, não queria complicar sua ida daquele lugar, só queria avisar tudo e partir. Arnold veio do jeito de sempre; pisando forte, sujo, suando e limpando as mãos no avental que um dia já foi branco. Ao ver a expressão indignada de sua avó estranhou tudo, ao ver a expressão de Merlin teve certeza que algo estava errado.

— O que houve?

— Fale com essa cabeça-de-vento que Camelot vai comê-la viva! — então a vleha apontou o dedo para a "cabeça-de-vento".

— Você vai para Camelot?

— Sim. 

—Ela é jovem, Arnold, podem se aproveitar dela!

—Tem coisas importantes para resolver lá?

— Emergências.

— Ela vai partir no meio de uma guerra!

— Já está pronta?

— Tudo feito.

— Não deixe ela partir! — a velha quase implorava, realmente estava preocupada com Merlin.

— Só um instante. — Arnold saiu do quarto, Merlin pegou sua bolsa, Marice ficou angustiada.

— A senhora não precisava se preocupar comigo, — ela diz — já passei por situações bem piores. — então as duas mulheres saíram juntas do pequeno quarto.

— Mas esta guerra é um charrete que está sendo limpa com sangue...

— Como muitas outras guerras, vovó — Arnold tirou as palavras da boca da maga. — Todo seu. — o saco que Merlin tinha em mãos era bastante pesado.

— Ah não, isso não. — o saco de couro foi para as mãos do homem — eu já tenho meu dinheiro, se eu sair daqui devendo dinheiro a vocês minha consciência vai ficar pesada.

— Merlin, este é o seu . Essas são as gorjetas de seu serviço como garçonete. — o dinheiro ofi até sua dona, ainda surpresa, Merlin guardou tudo na bolsa — Menina, eu já deixei de fazer muitas coisas nessa vida, boa parte delas deixei para trás por conta das responsabilidades, e acabei deixando excelentes oportunidades para trás. Se em Camelot sua vida vai mudar, vá para lá. Não ouça as reclamações dessa velha.

Merlin sorriu de leve ao ver Marice dando alguns tapas no neto. Ela foi gentilmente abraçada pelo eu gerente e levou seu cavalo do estábulo. Antes de cavalgar Merlin olhou para trás, gravou cada pequeno detalhe da fachada cinzenta da taverna, e quando partiu, levou esta lembrança para sua vida.

                                                                           *          *           *

A futura maga cavalgou o dia inteiro, ao entardecer ela desacelerou o ritmo da cavalgada, apreciando o vento frio e as cores divertidas no céu; iam de amarelo até o púrpura. anunciando o início do noite que vinha.
         Olhou para o mapa e certificou-se que o caminho estava correto. O r frio encheu os pulmões de Merlin, aquilo devia ser um gostinho de sua ousadia.

Ao entrar na floresta, Merlin sentiu um cheiro estranho. Cheiro de fumaça, de algo  estragado. Merlin desceu do cavalo negro, enfiou as mãos nos bolsos e olhou para todos os lados.

— É melhor pararmos por aqui, Wart —Merlin fez um  carinho no cavalo negro, olhou para a densa floresta e desejou não respirar aquele ar fedido.

Merlin amarrou Wart num pinheiro, estendeu um pano no chão perto das raízes da árvore e deitou-se sobre ele. Vasculhou em sua bolsa alguma provisão e encontrou um pedaço de queijo, deu uma metade para Wart e a outra comeu lentamente.
          Merlin tocou seu colar e começou a girar a a pedra cor de âmbar, uma mania que tinha desde pequena, e pôs-se a pensar. Imediatamente lembrou-se de Edlen com carinho e saudade. Sua tia havia lhe dado o carinho e o amor de uma mãe, enquanto todas as crianças lhe maltratavam e tacavam pedras e seus tios a xingavam. Porém, por onde Merlin passava durante a infância deixava um rastro de abandono e morte, como se isso fizesse parte dela.
             Então houve o som de galhos quebrando.
            Eram passos apertados e pareciam vir de todos os lados. Merlin levantou-se rapidamente.

— Quem está aí? — sua voz ecoou e não houve resposta. — Quem está aí?

O medo tomou conta dela naquele instante, a angustia massacrava seu coração. Até Wart começou a ficar mais agitado. Um homem encapuzado foi até Merlin.

— Ora ora, como você é linda.

— O que quer? Diga logo, odeio rodeios. — Merlin endureceu o tom de voz enquanto catava suas coisas do chão.

— Sou um viajante perdido. E a senhorita tambem deve ser.

— Eu sei o meu destino.

— E qual seria?

— A puta que te pariu! — Merlin pulou para cima de Wart e cavalgou rapidamente em direção ao norte.

O homem foi atrás dela com seu cavalo, cavalgando cada vez mais rápido. Merlin ouvia as batidas de seu coração nas orelhas. Cavalgando cada vez mas rápido e desviando dos pinheiros, correndo contra o tempo.
        O homem a surpreende jogando seu cavalo na frente de Wart, fazendo-o relinchar de medo.

— Ora, ora, camarão que dorme a onda leva...

— Qual foi a parte do "puta que te pariu" que você não entendeu?

— Eu entendi que tu é uma garota malcriada, merece uma punição.

O homem pôs seu cavalo ao lado de Wart e arrancou Merlin da cela do animal, jogado-a de qualquer jeito em seu colo. Wart foi embora assustado. Ela tentava se sentar e confrontar aquele homem, mas sempre levava um tapa na cara toda vez que tentava.
        Merlin não sabe para onde ele a levou, somente sabe que apanhou muito e que foi deitada sobre uma pedra fria, ele levantou seu vestido e arranhou suas coxas grossas, já excitado. O estuprador a fez ficar com as mãos em cima da cabeça o tempo todo enquanto arranhava seus seios com as unhas sujas.

— Você é a vadia mais gostosa de todos. — ele disse, esfregando seu pau duro em sua entrada. — Você é virgem? — Merlin não ousou responder, controlando suas lágrimas. — Bom, vamos descobrir.

Então ele a penetrou com força e gostou disso, Merlin gritou e apanhou por isso, sentindo a vontade insana de fechar suas pernas. Ela era doce e incrivelmente apertada, bem diferente de outras virgens. A cada estocada, a cada xingamento dele, a cada soco Merlin sentiu seu coração querer parar de bater; depois de alguns minutos ele gozou em cima de seu vestido e passou um pouco do fluído em seu rosto.

— Você... foi... deliciosa. — ele sussurra em seu ouvido, com a respiração ofegante.

Merlin não conseguiu ver seu rosto por causa da máscara negra. Ela se lembra que ele a deitou perto de uma árvore, catou alguma coisa de seus bolsos e cavalgou em direção sul, para bem longe. Mesmo de pois de todo aquele horror Merlin não chorou e nem gritou; ficou deitada lá a noite inteira, olhando o céu e gemendo de dor, incrédula.
          Lembrando-se muito triste, da mesma forma que lembrou quando era criança, de que sua existência no mundo era uma das coisas mais erradas que existiam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                              *


Notas Finais


Então...? Tá com raiva de mim? Aposto que sim...

POIS É povão, aconteceu o que aconteceu, não tem como eu voltar atrás...
Semana que vem, no próximo capítulo, as coisas vão ficar um pouquinho mais calmas e quero que vcs vejam toda a beleza de Camelot <3
JAMAIS deixem de comentar o que acharão pq quero a opinião sincera e a critíca construtiva de vcs tbm! <3


Um big beijo de Nutella e até a próxima! :3 o/


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