História The Alpha (ABO) - Capítulo 16


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alan, Alfa, Amizade, Amor, Bdsm, Depressão, Drama, Gay, Lemon, Lésbico, Lgbt, Matt, Mpreg, Ômega, Originais, Romance, Separação, Suícidio, Tortura, Violencia, Yaoi, Yuri
Visualizações 52
Palavras 1.599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Vou mudar o bicho do cronograma de novo. Eu tenho um probleminha de ansiedade e consequentemente não quero seguir o cronograma, mas eu vou tentar.
🌈♥️

Capítulo 16 - Não quero vacilar


Fanfic / Fanfiction The Alpha (ABO) - Capítulo 16 - Não quero vacilar

(Matthew narrando)

Parei a frente aos outros na mesa, e me sentei em seguida.

— E o filme, foi bom?

— Uhhh! Incrível! – Os mais novos disseram, com exceção de Alan. Ele realmente estava chateado.

— O que há Alan? – Seu amigo perguntou.

— Você me abandonou! Me trocou pelo seu namorado. Você disse que seria legal, que eu iria me divertir, mas você me arrastou a um encontro para que eu ficasse de vela?! – Zach me encarou. Levantei.

— Zach, deixa eu pôr isso no seu carro. – Me entregou a chave. Saí do local e guardei a sacola no carro do garoto. Não contive minhas lágrimas de tristeza. Eu realmente perdi as manhas, e o jeito pra encarar certas situações. Me ajoelhei pedindo aos céus ajuda. Onde está você, Lorenzo?! É agora que você me ajuda!

E como um sinal vi o menor passar apressado entre os carros, a caminho dos táxis.

— Alan! – Seu amigo gritou. Fui até ele e antes que entrasse no automóvel, fechei a porta. Ele me olhou incrédulo com lágrimas em seus olhos.

— O que houve?

— N-não quero falar sobre isso.

— Mas... Okay, não entre no carro.

— Por que não?!

— Vou te levar pra casa. Vamos... – Segurei gentilmente um de seus dedos. Voltamos para o estacionamento, precisava pegar o capacete e pagar a taxa que fiquei ali.

— Alan, escuta... Eu não te troquei pelo Zach. Eu queria que conhecesse pessoas novas, como o Matt. Zach disse que ele é uma pessoa legal e alguém do seu tipo.

— Não vim pra arrumar encontros! Vim pra assistir a um filme com você, na sua companhia! Amanhã a gente conversa. – O amigo voltou pra dentro e o garoto pra perto de mim.

— Toma. – Lhe entreguei o capacete enquanto prendia o cabelo. – Oh... A-alan.. não chora. – Escondeu o rosto.

— Eu tô bem. – Limpei seu rosto e o ajudei a pôr o objeto na cabeça. Subi na moto, e percebi o seu receio. – V-você vai sem capacete?

— É, não tem problema.

— Não. Eu vou de táxi.

— Ei, não tire. Eu vou te deixar em casa. – Assentiu. – Pode subir. – O garoto segurou meus ombros e se pôs a minha garupa. – Suas mãos.

— O que tem?

— Precisam ficar na minha cintura.

— O-o.. quê?

— Anda, segure minha cintura.

— A-ah... Eu tô bem assim.

— Questão de segurança. – Dei partida e apenas senti a ponta de seus dedos acima de meu quadril. Puxei uma de suas mãos até minha cintura e a outra logo veio. – Ei!

— Hã?

— Qual o nome da cafeteria?

— Lucille Café! – Sorri de ladinho. Sabia onde ficava aquele lugar, ia bastante ali com o Sik. Com mais alguns minutos chegamos lá. O garoto desceu da moto rapidamente. Tirei a chave e peguei o capacete. Passei a mão nos cabelos e estava pronto pra entrar. – Você quer entrar?

— Sim. – Sorriu alegre. O lugar não estava cheio, apenas algumas mesas ocupadas e atrás do balcão estavam duas mulheres, ômegas e já marcadas.

— Oi filho. Pensei que estivesse com o Dylan, no cinema.

— Longa história. – Sentamos ali. – Ah, mãe... Esse aqui é o... Matthew.

— Prazer. – Apertei sua mão.

— Oi... Tudo bem?

— S-sim.

— Vai querer alguma coisa?

— Seu filho disse que seu capuccino é delicioso.

— Oh, é sim. Vou agora preparar um. – Agradeci com a cabeça.

— Que foi? – O garoto parecia envergonhado.

— Ela vai te encher de perguntas. Rose... – Chamou pela mulher ao lado.

— Sim Alan?

— Me dá aqueles biscoitos e chocolate quente.

— Uhum.

— Acho que elas não repararam no seus olhos ainda.

— Aqui está Matthew.

— Obrigado. – Experimentei e realmente é delicioso. Apenas sorri pra mulher e ela entendeu.

— Seus olhos azuis são a resposta. – Encarei o mais novo. – Quando se conheceram?

— Hoje.

— Aham... E vocês planejam um novo encontro? – Passei a língua na bochecha (internamente).

— Mãe!!!

— Quantos anos tem Matthew?

— Vinte.. e cinco. – Torceu a boca.

— Vinte e cinco é...? Mas e o seu cabelo? É naturalmente prateado?

— É. Sem química.

— Gostei de você. E se sinta lisonjeado, não é a muitos que digo isso.

— Tá bem.

— Mãe.. e o papai?

— Ainda não chegou. Daqui a pouco, quem sabe. Querem mais alguma coisa, garotos?

— Ah, eu não. – Respondi. – Quanto deu?

— Ah, nada.

— O que?

— Por conta da casa.

— Ah, mas...

— Tá tudo bem garoto.

— B-bom.. obrigado então.

— De nada! – Foi atender outros clientes.

— Ah, meu Deus. Ignora minha mãe. – Desceu do banco indo pro lado de fora. Peguei o capacete e saí atrás dele. – Bom, obrigado por ter me trago.. e ter me feito companhia.

— Se precisar. – Colocava as luvas.

— Deixa.. eu te ajudar. Prontinho. – Liguei o motor. Antes que pusesse o protetor segurei seu rosto.

— Uhm... Podemos.. nos ver de novo? – Estava arrumando um encontro?

— Ah-h.. claro. Quando.. estiver disponível.

— Sábado?

— Uhum.

— Nos vemos amanhã então, na faculdade.

— Uhum. – Mordeu o lábio.

— Então tá. Tchau. – Acenou quando acelerei. Me toquei que estava com a chave do Zach, e que deveria voltar ao shopping pra entregar a mesma. Ele já estava no lado de fora, quase bufando.

— Caramba, Matt! Foi até aonde?

— Deixar ele em casa.

— Menos mal.

— Aqui a chave.

— Ei, eu falei com sua mãe e vou dormir na casa dela hoje.

— Tá bem. Eu vou pra casa. Sabe onde é, se quiser aparecer.

— Falou! – Saí direto pra minha residência. Guardei a moto e Kim estava pra me receber.

— Boa noite, Matthew.

— Oi.

— Preciso falar com você.

— Diga. – Tirava as botas.

— Minha mãe. Ela está doente e mandaram me chamar pra cuidar dela. Não posso a deixar sozinha.

— Uhum. Tudo bem. E... Dispense a Lia.

— Mas o WonJu, posso deixar ele aqui? Já que ele ainda estuda.

— Pode. Claro.. nos damos bem. E Ha-Sung também irá?

— Sim.

— Okay.

— Sério?

— Uhum... É sua mãe. Pode ir, e.. eu vou cuidar do WonJu. Se precisar de mim, pode ligar.

— Obrigada Matthew. – Apertou minha mão. – Quer jantar? Não sabia quando voltaria, então não preparei nada.

— Não. Agora não. Eu faço alguma coisa.

— Então eu estou indo. Já falei com o WonJu sobre isso. Ele deve estar chegando. E não deixe ele sair pra longe com o Max.

— Não confia nele?

— Ainda não o conheço direito. Okay? – Assenti. – Tchau garoto! – Beijou minha bochecha e saiu. Fui até meu quarto tomar um banho morninho. Estava bem frio. Me troquei e desci me deitando no sofá. Ouvi um barulho de carro lá fora então decidi ir ver.

— Tá. Então a gente se vê! – WonJu e Max estavam ali, trocando carícias antes do mais velho ir embora.

— Okay. Me dá um beijo. – Apenas observava. – Oi Matt!

— Oi. – Acenei sorrindo fraco. O maior saiu e o menor passou por mim. – Ei...

— Sim? – Sorria bobo.

— Senta. Sua mãe já falou com você, né?

— Sim. Eu passei lá em casa antes de vir pra cá.

— Ótimo. Sou seu responsável. Okay?

— Aham. Ei.. você tá interessado no Alan?

— Eh? Bom... Ele é um garoto legal, simpático.. divertido.

— Ele perguntou sobre seu cabelo?

— Sim. Todos perguntam.

— Pois é.

— Coloca um filme. Você quer comer?

— Quero. – Fui preparar algo para comermos. Percebi que o menor tirou os sapatos ficando apenas com as meias, veio em minha direção e sentou ao balcão. – Você gosta dele?

— Gosto, assim como gosto de você.

— Não Matt. Tô dizendo de outra maneira. Queria que ele fosse seu ômega? Que fosse portador da sua marca?

— Ah, não me pergunte isso agora. Ainda não. Na verdade eu estou com medo.

— De quê?

— De o machucar, claro. Não quero o deixar mal, o magoar.

— Matt, isso acontece. Mas já é um grande passo. Quando é o próximo encontro?

— Ah, a gente.. combinou pra sábado.

— Uhm.. e onde vai levar ele? É de carro? Carro é melhor.

— Carro tá na reserva.

— Não é possível que daqui pra sábado não dê pra encher o tanque!

— Dá, claro que dá. Onde você acha que devo levá-lo?

— Que tal ao parque? E depois leva ele pra jantar.

— Jantar?

— Sim. Um starbuck. Algo tipo íntimo e simples. Senta do lado dele em um daqueles bancos grandes e o beija.

— Não está indo rápido demais? – Coloquei a macarronada em seu prato.

— Não. O beijo é o principal.

— Não quero que ele pense que estou agoniado pelo seu beijo. Quero que ele se sinta desejado por mim, e que aquilo nem precise acabar em algum beijo. Não quero pular nenhuma preliminar.

— Sei, sei. Você sempre diz isso.

— Só não quero vacilar. – Respirei fundo.

— Eu sei, e você tem toda a razão. Não precisa ser rápido.

— Coma! – Depois de jantarmos, o mais novo foi para o quarto, e eu apenas fiquei assistindo. De madrugada acordei com a TV ainda ligada. Desliguei os monitores e fui pro quarto. Me deitei e voltei a dormir.

[Quarta-feira, 6h44min]

— Acorda! Acorda! – Ouvi a voz do mais novo e pancadas na porta.

— Oi. – Disse quase sem voz.

— Você tem que ir pra faculdade, esqueceu? Ver seu ômega.

— Ele ainda não é meu!

— Tenho certeza que será!


Notas Finais


Cronograma: Segunda, quarta e sexta.


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