História The Apocalypse - Capítulo 36


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 23
Palavras 1.631
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 36 - A morte bate à porta - Asmodeus


Fanfic / Fanfiction The Apocalypse - Capítulo 36 - A morte bate à porta - Asmodeus

Que homem pode viver e não ver a morte,                                                                                                   ou livrar-se do poder da sepultura?

Salmos 89:48

 

Acordei assustada com um barulho vindo do andar de baixo, me levantei rapidamente e desci as escadas, mas quando estava na metade vi do que o barulho se tratava.

-Cuidado Jungkook. – Hanna sussurrava enquanto ajudava Jungkook a se levantar.

Ele estava caído no chão com os pés em cima da mesa de centro, supus que ele  havia tropeçado nela e por isso havia caído. Ele e Hanna começaram a rir bem baixinho da situação que eles se encontravam. Eles ficavam muito fofos juntos, senti alguém ao meu lado, virei minha cabeça dando de cara com Jimin.

-Você também acordou com o tombo do garotão ali? – Jimin sussurrou com a voz levemente rouca perto de meu ouvido me causando arrepios, afinal não esperava que ele fosse fazer isso. Concordei com a cabeça e ele sorriu. – Vamos deixa-los sozinhos.

Eu e Jimin subimos as escadas novamente e quando estava prestes a ir para meu quarto Jimin me chamou me fazendo recuar alguns passos e encara-lo.

-Se você não for dormir agora pode vir comigo? Quero te mostrar algo. – Jimin disse com um doce sorriso em seus lábios.

Concordei com a cabeça e o sorrido de Jimin se abriu mais. Ele começou a andar pelo corredor comigo em seu encalço até chegarmos ao final onde não havia mais para onde ir. Olhei para Jimin com uma cara de duvida e ele me lançou uma piscadela antes de erguer sua mão e puxar uma escada do teto, a qual nunca havia reparado. Ele subiu a escada e me incentivou a fazer o mesmo. Assim que terminei de subi-las senti o vento frio da noite vir de encontro com meus braços. Estávamos em uma pequena “varanda” se é que podíamos chamar assim, no telhado da casa. Jimin retirou sua blusa e a colocou sobre meus braços.

-Desculpe, esqueci que estava frio. Devia ter dito para pegar um casaco. – Ele disse sorrindo constrangido.

-Não se preocupe, mas e você? Não vai ficar com frio?

-Estou acostumado. – Ele disse se sentando no chão e fechando os olhos. – Não precisa se preocupar.

Me sentei ao lado dele e encarei seu rosto, ele ainda mantinha os olhos fechados enquanto sentia a brisa da noite bater de encontro com seu rosto.

-Como encontrou esse lugar? – Perguntei fazendo com que ele abrisse os olhos e me olhasse.

-Nas noites em que eu não conseguia dormir eu saia andando pela casa até que encontrei esse lugar, agora quando não consigo dormir eu venho até aqui, olhar as estrelas. – Jimin disse e olhou para o céu enquanto sorria.

Eu segui seu olhar e vi milhares de estrelas acima de nós.

-Por que não consegue dormir? – Perguntei ainda olhando para as estrelas.

-Não é nada demais... – Ele disse antes de ficar em completo silencio.

-Jimin... – Disse me virando para ele. – Eu já me abri varias vezes com você, se quiser falar pode confiar em mim. Mas se quiser deixar esse segredo com você eu não vou força-lo a falar.

Jimin me encarou e sorriu antes de suspirar.

-Sonhos ruins... – Ele disse desviando o olhar novamente para as estrelas. – Com as coisas que eu fiz, eu machuquei muitas pessoas... principalmente você.

Jimin se virou para mim e me encarou nos olhos.

-Por mais que eu tenha tido dificuldades de fazer com que minha mente lembrasse que você não é mais Luxuria eu sempre soube que você nunca fez nada, foi ele quem te usou, você não tem culpa de nada Jimin, nunca teve.

-Vindo de você isso significa muito pra mim, mas mesmo assim, eu me culpo Eunseo e não vai ser fácil eu me perdoar por todas as atrocidades que eu... que aquela coisa fez. Mas tenho fé que um dia irei supera-las.

-Você fala muito de fé, não é?!

-Dizem que a fé move montanhas. – Ele disse sorrindo docemente antes de se deitar e fechar os olhos. – Sua presença me acalma. – Ele sussurrou, mas foi alto o suficiente para eu ouvir.

Me deitei ao seu lado e fiquei encarando o céu.

-Por que?

-Não sei dizer, mas é como se eu encontrasse a paz depois de séculos de tortura e só acontece quando estou com você. - Senti meu rosto esquentar e me sentei o que arrancou uma risada de Jimin. -  Não precisa ficar com vergonha Eunseo.

-E-eu na-não...

Comecei a gaguejar o que arrancou mais risadas de Jimin. Ele se levantou e limpou as roupas com suas mãos.

-É melhor entrarmos, a não ser que queiramos ficar doentes.

-Eu sou um Nefilin, não fico doente.

Jimin sorriu ladino e se curvou ficando com o rosto bem próximo ao meu.

-Então você quer ficar aqui fora comigo?!

Desviei meu rosto de seu olhar e me levantei limpando minha garganta e batendo as mãos em minhas roupas as limpando.

-É melhor entrarmos. – Disse e Jimin riu antes de me guiar até as escadas.

Assim que voltamos para o corredor me virei para ele e devolvi seu casaco.

-Obrigada. – Disse sorrindo gentilmente.

-Durma bem Eunseo. – Jimin disse se virando para ir embora.

-Durma bem Jimin.

__________x__________

 

Andávamos pelas ruas de Seul no meio da noite a procura do restaurante onde Asmodeus estaria. Chang Wook havia descoberto que ele estava na Coreia e sinceramente estava aliviada de não precisar me aventurar por outros países, até porque tínhamos muito pouco tempo. Chang Wook parou em frente a um restaurante e suspirou.

-Estão prontos? – Ele perguntou suspirando.

Concordamos e abrimos a porta do lugar entrando no mesmo. Logo o horror dominou meus olhos e senti um calafrio subir pela minha espinha. Havia vários clientes no restaurante, mas havia um problema, estavam todos mortos. As moscas invadiam o local, o cheiro da decomposição estava bem presente, eles já deviam estar ali há dias, como ninguém havia notado?

Olhei em volta e percebi que havia uma única pessoa viva, um homem estava sentado em uma mesa enquanto saboreava um pedaço de torta, ele parou de comer e colocou os talheres na mesa pegando um guardanapo e limpando sua boca.

-Vão ficar parados ai ou vão se aproximar? – O homem disse, estava mais do que obvio de que ele era Asmodeus.

Jungkook tomou a frente e se aproximou dele ficando a sua frente o encarando. Asmodeus voltou a saborear sua torta enquanto Jungkook o encarava.

-Sente-se logo garoto, não temos todo o tempo do mundo afinal ele está a ponto de ser destruído.

Jungkook puxou a cadeira e se sentou, porem ele estava atento a todos os movimentos do homem que apenas saboreava a torta.

-Imagino que estejam atrás disso. – Asmodeus disse colocando seu anel em cima da mesa.

Jungkook o encarou depois de dar uma bela olhada no anel.

-E imagino que você não nos entregara ele tão facilmente. – Jungkook disse colocando os braços na mesa.

Asmodeus parou de comer e largou os talheres encarando Jungkook.

-Jeon Jungkook meu neto e a pessoa que herdou meus poderes. Me diga você ao menos sabe como deve usar os anéis?

Jungkook o olhou confuso e nos encarou e realmente não sabíamos, a única coisa que Chang Wook disse era que precisávamos juntar os anéis e que eles abririam a jaula de Lúcifer.

-Eu sei como usar, fui eu quem escreveu as tabuas. – Chang Wook disse.

Asmodeus o encarou antes de me olhar.

-E você já passou o feitiço para ela? – Asmodeus perguntou me encarando.

-Ainda não tivemos a oportunidade. – Chang disse.

Asmodeus suspirou e fez sinal para que eu me aproximasse, olhei em volta antes de ir em sua direção a passos lentos. Assim que me aproximei ele pediu para que eu me abaixasse um pouco e assim eu fiz. Ele colocou a mão com brutalidade em minha cabeça me fazendo cair de joelhos. Jungkook se levantou e todos fizeram menção de se aproximar para me ajudar. Minha cabeça pesada toneladas e uma dor insuportável a preenchia, mas não era só isso, milhões de informações passaram como um tufão em minha mente até que ela focasse em uma única coisa, o feitiço dos anéis. Assim que o feitiço foi totalmente gravado em mim Asmodeus retirou a mão de minha cabeça e eu cai no chão apoiando minhas mãos para que não desse de cara com o mesmo.

-O que fez com ela? – Jungkook perguntou entredentes

-Apenas a ensinei o feitiço que vocês precisam usar para ativar os anéis. Quanto mais rápido ela souber mais domínio terá sobre ele.

-Por que fez isso? – NamJoon perguntou.

-Por que quero prender aqueles dois idiotas tanto quanto vocês. – Asmodeus disse se levantando e me ajudando a ficar de pé. – O mundo humano é um lugar divertido, seria uma pena perder ele assim.

-Eu percebo que você gosta de se divertir. – Nam Joo disse enquanto cutucava um dos corpos com uma faca e fazia cara de nojo.

-Cada um tem sua maneira de se divertir. Humanos estão condenados a morrer de qualquer jeito, apenas acelerei o processo, ninguém pode fugir de sua sepultura. – Asmodeus disse sorrindo.

Jungkook pigarreou antes de falar.

-Então você vai nos dar o anel?

-Com uma condição. – Asmodeus disse e todos o encaramos. – Deem uma boa surra neles antes de prende-los.

Jungkook soltou uma risada e todos o acompanhamos.

-Com todo o prazer. – Jungkook disse.

Asmodeus pegou o anel em cima da mesa e arremessou para Jungkook que o pegou no ar.

-Pois bem, agora saiam daqui. A policia humana logo vai chegar. Boa sorte e não morram antes de prende-los.

Foram as ultimas palavras de Asmodeus antes de desaparecer. Eu e Jungkook nos unimos aos outros antes de ouvirmos ao longe a sirene da policia.

-Acho que essa é nossa deixa para ir embora! – Hoseok disse.

Todos concordamos antes de correr para fora daquele lugar.


Notas Finais


Finalmente alguém pra ajudar esse grupo.
Capitulo novo toda Segunda e Sexta.


Até segunda :)


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