História The Apocalypse Of Hell - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie! Espero que curtam!

Capítulo 2 - Em direção a área B


•Ainda na área central da cidade•

P.O.V Felps

Acordei com uma dor de cabeça maldita, e o pior, eu estava meio zonzo, mal conseguia levantar, avistei Zelune olhando a paisagem na janela.

O mesmo percebe que eu acordei e sorri.

-Ei cara, ta tudo bem com você? Zelune me pergunta, receoso, e vem até mim.

-Não, estou bem... Só uma dorzinha de cabeça, nada mais. Eu falo e coloco a mão na cabeça, que estava doendo.

Quando me senti um pouco melhor, me levantei e olhei a janela, estava amanhecendo, aquilo parecida um filme de apocalipse zumbi... 

Bem, quase isso por que aliás, aquilo ERA um apocalipse zumbi

-E então, vamos voltar para o barraco? Eu pergunto, Zelune só faz um sim com a cabeça.

Descemos as escadas do prédio, e saímos do mesmo.

-Então... Sobre ontem... Que eu perguntei sobre sua família... Zelune fala olhando para os próprios pés em movimento.

-Tudo bem... Eu falo olhando para ele.

Zelune sorri amarelo, e continua andando.

~~Flashback on~~

-Oi! Voltei!!! Eu falo abrindo a porta do pequeno apartamento, vendi a pessoa que eu mais amo no mundo.

-Pai! Sou recebido com um abraço de minha filha.

Mesmo eu tendo meus vinte e quatro anos, eu fui pai bem jovem, com dezessete anos.

E a mãe? Nem sei onde ela se encontra hoje em dia.

-Oque você vai fazer para o jantar? Ela me pergunta dando pequenos pulinhos.

-Hum... Que tal um bolo de carne? Eu pergunto, a pequena faz um sim com a cabeça e se desfaz do abraço.

Fui para a cozinha, enquanto ouvia a tv da sala ligada.

-O vírus está criando vida própria segundo os cientistas! A repórter fala eufórica.

-Então nos dizemos: fujam! Salvem suas vidas! EVACUEM A CIDADE!!! Dito isto eu rapidamente fui para o quarto, esquecendo de tudo lá na cozinha.

-Papai oque está acontecendo? Minha filha pergunta, enquanto eu arrumava algumas roupas.

-Você vai... Viajar! E e-eu vou ficar aqui cuidando da... Casa! Eu falo sorrindo sem graça.

-O resgate para evacuar a cidade, passara as 20:00 no centro! A repórter diz, e em seguida, desligo a tv.

Sai do apartamento fechando o mesmo.

Quebra de tempo...

Foi triste ter que ver ela ir embora... Mas foi o melhor para ela. Espero do fundo do meu coração que ela fique bem...

~~Flashback off~~

Eu só queria saber aonde ela está, se está bem, ou se... Ela está morta... Eu aprendi a aceitar isso, por maia que seja difícil.

Avistei o barraco, e suspirei aliviado por não ser morto por nenhum zumbi.

-Eae gente! Guaxinim fala.

-Então, e o seguinte: por que a gente não... Explora as outras partes da cidade? Zelune fala e os dois morenos olham para nós pasmos.

-COMO ASSIM? Saiko pergunta elevando a voz.

-DE JEITO NENHUM! Guaxinim fala comendo mais um colherada de sua sopa se ervilha.

-Ok... Mas mesmo assim eu vou! Eu falo saindo do barraco, com um pouco de raiva.

Eu me afasto do local, andando em passos largos... Eu sabia que essa não era uma boa ideia!

-FELIPE ESPERA! Ouço alguém me chamar e me viro vendo Zelune.

-Eu vou com você! Tudo bem? Zelune fala com a mão em meu ombro.

-A gente precisa de gasolina! Eu falo, e sorrio em seguida.

Por um motivo desconhecido, eu gosto, mesmo sendo um pouco, da companhia do Zelune.

Novamente eu e Zelune saimos, dessa vez em busca de gasolina.

Andamos por um longo tempo, e nada, nada de posto nenhum.

-Eu quero que você confie em mim! Zelune fala enquanto a gente caminhava.

-Vai ser difícil... Eu sussurro, mais Zelune parece ter escutado.

-Que tal a gente se conhecer melhor? Ele pergunta, apenas concordo com a cabeça.

-Bem... Eu não tinha filhos... Nem namorada... Mas eu morava com a minha mãe, e ela era bem importante pra mim... Ele fala e em seguida continua.

-... E todo o dia eu me pergunto: ela ta viva? Ele diz e uma lágrima escorre em seu rosto. Eu a seco e o abraço de lado.

-Bem... Eu tinha uma filha. Eu falo e Zelune me olha pasmo.

-E... Ela ta bem né? Ele me fala, e eu começo a rir sem graça.

-Nesses últimos dois longos meses... Eu nem sei mais oque pensar! A última coisa que eu vi viva, tirando vocês, foi uma gravação de uma reportagem de dois meses atrás! Eu digo me referindo ao repórter que mandou todos fugirem.

-Você queria encontrar ela né? Ele me pergunta.

-Claro! Eu daria de tudo para saber aonde ela está! Eu falo e minha voz sai fonha.

-Ela evacuou da cidade? Ele me pergunta.

-Sim! Com mais um milhão de pessoas! Eu falo.

Zelune para e me abraça, eu não aguento e desabo em seu ombro.

-Tudo bem! Ela deve estar bem! Ele fala e eu concordo.

-Olha! Um posto! Eu falo e aponto para o mesmo.

Fomos até lá e, por sorte, tinha um carro com uma gasolina razoável.

-Ei! Você vai gostar disso! Zelune grita dentro da loja de conveniências eu adentro a mesma, e o acho agachado no chão.

-Oque? Eu pergunto curioso.

Ele levanta e me estende um facão, sorrio de orelha a orelha e o olho.

-V-valeu... Eu falo pegando a faca em mãos.

-De nada! Ele responde.

Saímos da loja, e entramos no carro dei a partida e por sorte novamente, o carro ligou.

-Ok siga naquela direção, e continie seguindo reto! Zelune fala olhando no mapa e aponta para a uma estrada estreita.

Apenas o obedeço, e começo a seguila, sem nem ao menos checar o mapa. Estava confiando em alguém...

Estava entardecendo, oque significava que a viajem iria demorar. Olhei para zelune, o mesmo estava dormindo.

5:09 P:M

Eu já estava bem cansado, mal conseguia abrir os olhos.

-Ei, quer que eu dirija? Zelune pergunta e boceja em seguida.

Não falei nada, apenas estacionei o carro, e desci, indo para os bancos de trás.

Quando o carro foi ligado, fechei os olhos, e adormeci daquele mesmo jeito.

Continua...


Notas Finais


Oi! Oque acharam?


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