História The Attendant. - Jikook - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Got7, Jikook, Kookmin, Monsta X
Visualizações 113
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, antes de começar o capitulo, queria deixar claro que; em uma parte o Jooheon vai estar em itálico e o Jimin normal. Não é a historia toda, vocês vão entender. Só estou tentando evitar um possível spoiler. Boa leitura. ❤

Capítulo 11 - XI. De quem são aqueles lábios?


– Olha, eu não me importo tanto com isso, então não precisa se incomodar, Jungkook. — Jimin mentiu, pois sabia que aquilo o deixava extremamente constrangido. 

– Bem, é que... Pessoas assim me irritam. — Jungkook tentou disfarçar, pensando na possibilidade de Jimin achar que ele havia ficado com ciúme de seu hyung. — As pessoas podiam ser menos atiradas, não incomodaram tanto.

– Tem razão. 

– Jimin hyung! — chamou Jungkook.

– Sim?! — o menor de virou para o outro.

– Você... — Jungkook estava nervoso; queria chamar o mais velho para sair consigo. Mas não como um casal, apenas como amigos. Queria, pela primeira vez desde seus 9 anos, conhecer melhor alguém. Porém, por conta de seus anos se isolando de tudo e todos, sentia vergonha do que poderia acontecer ali. Se o menor rejeitasse sair com seu dongsaeng? Se Jimin achasse que Jungkook segundas intenções com ele e não gostasse disso? Se desconfiasse que Jungkook era gay, e o odiasse. Afinal, conhecia bem o acinzentado, porém, não o suficiente para saber o que achava disso. Reuniu todas as forças que haviam em seu corpo, e novamente tentou chamar o mais velho para sair consigo. — Jimin hyung, você... Quer sair comigo? Para tomar um café? Quer dizer, não com segundas intenções, apenas como amigos, sabe? Eu realmente gostei de você, tipo, você é uma ótima pessoa, q-queria ser seu amigo. — Jungkook havia se embolado no meio de sua frase, porém, Jimin havia entendido.

– Tudo bem, Jungkook. Que horas quer sair? — disse dando seu eye-smile

– Pode ser... As 4:00? 

– Combinado. Até amanhã, Jungkook. — Jimin disse pronto para sair da loja, pois seu turno havia terminado.

– Até, Jimin. — retribuiu com seu sorriso de coelhinho.

[...]

Jimin havia acabado de chegar ao endereço que Jooheon lhe mandara dizendo ser sua casa, estranhando o fato de tudo estar fechado, decidindo então mandar uma mensagem para o namorado.

• Mensagens On •

Joohoney! [4:30 PM] - não visualizado

Tá em casa? [4:30 PM] - não visualizado

Tô aqui na frente. [4:30 PM] - não visualizado

Seria legal se você abrisse aqui pra eu entrar.[4:30 PM] - não visualizado

Só caso você queira, mesmo. [4:31 PM] - não visualizado

• Mensagens Off •

Guardou o celular no bolso, esperando que o mesmo fosse apitar em alguns segundos. 10, 20, 30, 40, 50 segundos, um minuto, dois minutos, cinco minutos, dez minutos. 

"Ok" pensou Jimin "Algo errado não está certo".

Apertou a campainha mais uma vez e pela vigésima vez durante aqueles dez minutos, abriu o google, para ver se sua internet não o havia abandonado. Não, ainda funcionava. Então Jooheon realmente não o havia respondido. Ao perceber que ninguém havia abrido a porta ainda, decidiu fazê-lo. Encostou sua pequena mão na maçaneta fria, a empurrando para baixo, e descobrindo que a mesma se encontrava trancada.

Mas que merda! — vociferou para si mesmo — Droga, Jooheon! — disse pegando seu celular, desbloqueando a tela e em seguida ligando para Lee.

° Ligação On °

– Alô?! 

– Jooheon? Tô aqui no portão da sua casa faz séculos. Colocou um par de batatas no ouvido?

– Eu já vou descer. Só um minuto. 

° Ligação Off °

Jooheon encerrou a ligação antes que Jimin pudesse respondê-lo. Esperou alguns minutos, até que a portJimin e, destrancada e Jooheon abriu-a, com os olhos menores do que o de costume, seu rosto inchado e um semblante desanimado.

– Pode entrar. — disse dando espaço para que Jimin passasse. Ao adentrar o local, Jimin percebeu o quão escuro estava aquela casa. Só se via a luz vinda da rua pela porta que fora aberta, porém, Jooheon a fechou em poucos segundos.

– Você está bem? O que está acontecendo, Joohoney? 

Jooheon ignorou as perguntas de Jimin, o abraçando logo em seguida. Jimin levou sua mão para as costas de seu hyung, e então a voz do mais velho ecoou pelo local.

– Senti sua falta. — disse e deu uma pausa, voltando a falar alguns ssgundos depois — Desculpa por isso — disse se afastando e dando um sorriso sem jeito enquanto levava a mão a nuca —, sei que toda essa história de namoro é só um plano, mas... Ah, esquece.

–Yaa, não tem problema, Joohoney. — disse Jimin, puxando o maior de volta para o abraço. — Por mais que seja só um plano, não significa que não sejamos namorados. De certa forma agora namoramos, certo?

– Aigoo! Você é tão fofo, Jimin. Como foi seu trabalho? — disse colocando os braços em volta da cintura do menor.

– Foi... Legal? — disse assim que Jooheon se separou de si e deixou um selar em seus lábios. — Como deveria ser? Interessante? Legal? Divertido? Não sei.

– Me conte como foi. — disse puxando o menor delicadamente para o sofá.

– Bom... A dona da loja saiu, mas seu filho ficou lá. Várias pessoas entraram e saíram, e eu atendia a maioria delas. Não foi tão interessante, sabe?

– Filho? 

– Sim.

– Quantos anos ele tem?

– 18. — Jimin o olhou desconfiado.

– Vocês conversaram?

–Sim. Por que, Joohoney?

– Por nada, amor.

Desculpa, o que disse? — Jimin perguntou sem acreditar no que havia ouvido.

– Por nada. — Jooheon disse sem entender o que Jimin quis dizer, e em seguida vendo o namorado fazer um sinal com a mão para que continuasse. Só então entendeu, e abriu um sorriso, repetindo sua ultima palavra. — Amor.

– Aigoo, que fofinho. — ambos sorriram. Estavam felizes. Por um momento esqueceram de todos os seus problemas, só por estarem um com o outro. Ambos não se conheciam totalmente, mas se conheciam o suficiente sabiam disso. Sabiam também, que se o outro não fosse quem dizia ser, seria apenas uma consequência por seu ato, mas ignoravam isso, e apenas viviam o agora, esperando que ele nunca mudasse, mas, caso mudasse, fariam questão de lembrar do passado, e esqueceriam o agora. Só queriam saber dos momentos bons, afinal, ninguém quer lembrar de momentos ruins, não é?

– Por que "colocou um par de batatas no ouvido"? Essa frase sequer faz sentido 'pra você?

– Eu fiquei horas te chamando, Joohoney. E você não ouviu. — disse fazendo bico.

–Aish, eu sou um merda. Desculpa, mochi, prometo que...-

–Yaa, eu só estava brincando. — disse sorrindo. 

Os dois ficaram conversando e rindo por horas, e vez ou outra trocavam carícias e gestos fofos, até que Jimin resolveu ir para sua casa, e Jooheon decidiu o acompanhar.

– Seu cabelo ficou lindo assim — Jimin disse ao ver a nova cor do cabelo de seu namorado. O - antes - moreno, agora estava platinado. — Eu estava pensando em pintar o meu também, só ainda não sei de que cor.

– Rosa ficaria legal em você. Ou ruivo, quem sabe. Até loiro. Você ficaria bem com qualquer cor de cabelo. — Jooheon ainda falava, porém, Jimin se desligou do que o maior falava quando viu um menino, aparentemente novo, com uma blusa preta com capuz, sendo agredido por outros dois rapazes, que o batiam como se este tivesse matado um de seus familiares. Jimin gritou de longe, rezando internamente para que eles não viessem para cima de si e de seu namorado. 

– O que estão fazendo? Deixem ele em paz!

Os dois rapazes saíram correndo dalí - para o alívio de Jimin - e o menino que apanhava sentou-se no chão, escondendo o rosto em seus joelhos. Ao se aproximar, Jimin percebeu que o rapaz chorava e em uma tentativa falha de ajudá-lo, aproximou sua mão do ombro do mesmo, que a retirou dalí com firmeza, dizendo um "vai embora" que Jimin quase não escutou. Jooheon chamou a atenção dos rapazes, perguntando se o agredido ficaria bem, chamando o menor para sair dali o quando antes. Depois de alguns minutos com os dois rapazes tentando convencer Jimin a sair dali, o acinzentado cedeu aos pedidos e deixou o local, chamando a polícia e explicando o que havia acontecido. Porém, com aquela boca desenhada, em sua mente. 

Jimin a conhecia?

O que aquele cara fazia lá?


Notas Finais


Obrigada por lerem, qualquer erro me desculpem, um beijo e um queijo. Até o próximo capitulo. 💕


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