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História The Author - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa Leitura ; )

Capítulo 2 - Patrick


City EUA 

2 ANOS ATRÁS

Estou regressando a minha cidade natal nos Estados Unidos, vou seguir minha viagem de trem por que sempre gostei de transporte publico hoje é muito difícil depois que eu me tornei famoso mas sempre que possível faço. Estou voltando de uma reunião com a imprensa de negócios e esse ano vou fazer parte da entrevista na maior revista de empreendedores do século, eu fui o representado, as vezes acho que eles me elevam demais e eu não sou essas coisas que o publico idealiza, afinal tudo o que eu faço é por eles e topo qualquer coisa por sei que eles gostam. Amo muito o que faço, eu sou um escritor, tenho 32 anos e me chamo Patrick, comecei minha carreira por acaso, sempre gostei de ler e escrever tudo o que eu pensava eu transformava em algo surreal, eu sempre viajei em histórias de terror e em animes, criei um mundo particular e dei vida a um livro com 57 capitulos e 500 páginas, eu tinha algum problema, confesso. Fiquei conhecido em uma rede social por ter o maior número de seguidores em um aplicativo de histórias anônimas, na época eu tinha 23 anos, então eu percebi que eu não era um louco, havia milhares de loucos como eu e quando as empresas de livrarias me convidaram eu lancei o meu primeiro livro chamado ‘’Vozes no deserto’’ que alucinaram o país. Só mais tarde fui conhecido pelo mundo depois de lançar minha primeira triologia chamada ‘’lugares sombrios’’. A partir daí qualquer coisa que eu crio se torna um fenômeno.

 São 14:00 estou embarcando em um dos trens, minha viagem vai durar 3 horas e nesse tempo vou começar a ler um livro indicado de um amigo meu sobre psicologia. Eu sempre me interessei nesse assunto, se eu não tivesse seguido a minha carreia de escritor teria feito psicologia, sem dúvida.

Estou no ultimo vagão do trem,na primeira classe, poucas pessoas e quanto menos gente, mais espaço e melhor concentração para minha viagem seguir tranquila. Começo a ler o primeiro capitulo do livro quando uma assistente do transporte me pergunta:

 

- Senhor, gostaria de ver nosso cardápio?

- claro!

só que não

ela me entrega o cardápio mas não vejo nada de interessante.


 

- espera! Você é Patrick o cara do vozes no deserto? Cara eu sou muito sua fã dês daquela época. Poderia me dar um autografo?

ela estende o caderno de pedidos me entregando o lápis

- tudo bem, Qual é o seu nome?

- mona

 

para mona de seu Autor Patrick

 

- nossa obrigada! Eu vou guardar isso pelo resto da minha vida

 

ela sai dando pulinhos e beijando o caderno


 

Eu volto para ler quando meus olhos se prendem a uma mulher que acaba de subir no vagão, ela observa o espaço e se senta bem próximo ao meu lado um pouco a frente de mim. Ela parece triste, coloca os fones de ouvido sem fio e encosta a cabeça na janela fechando os olhos para se concentrar na música. Eu puxo uma caneta no bolso da minha calça e escrevo algumas palavras no livro em que comecei a ler. Não sei exatamente o que estou escrevendo só sei que estou expirado em retratar a história de uma desconhecida. Já me perguntaram várias vezes aonde eu encontro expiração para escrever, eu confesso que se eu soubesse, já teria uma coleção de livros em casa só com os meus pensamentos, mas comigo elas simplesmente aparecem e formam uma história conforme vou escrevendo, quando término já criei a primeira página de algo que eu nem imaginei, as vezes me impulsiono a fazer por que eu gosto e as vezes me deixo levar.


 

Chego ao meu destino, sigo para pegar um táxi sem carro particular dessa vez, aqui eu estou em casa e não me sinto ser eu quando faço essas atitudes aqui, meus fãs já sabem disso e quando eles querem me ver, fazem questão de vim para os Estados Unidos.

Nenhum táxi aparece na frente da estação, fico preocupado por que é muito raro isso acontecer, dou uma olhada no relógio de pulso aguardando mais alguns minutos.


 

? - Você por aqui Watson!

olho para o lado e vejo Alex, um amigo que conheci na coletiva de imprensa ano passado

- Alex, o que está fazendo por aqui?

pergunto curioso

- eu que deveria te perguntar, por que um cara rico iria passear de trem?

- isso se chama aventura.

(ele ri)

- Bem, Eu vou para a califórnia, estou trabalhando lá.

- que ótimo, isso é bom cara. Quanto tempo esta na california?

- alguns meses. Pedi demissão aqui, por que as coisas estavam melhores por la

- mas você…

 sou interrompido por uma voz atrás de mim

- desculpa interrompe-los, aonde fica o ponto de onibus que segue para San Diego?

A mulher do trem (penso)

- Você Vai esperar meia hora se pegar o onibus

- Vou passar por lá, quer pegar um táxi comigo?

- pode ser

 ela diz preocupada

- alex, eu te ligo para conversamos depois tudo bem?

- claro, sem problema. Até mais

-até.

ele se afasta e eu me viro para conversar com ela

-você está bem?

 a expressão dela parece cansada

- um pouco

- É a primeira vez que está aqui?

- sim

 ela vira o rosto tentando disfarçar o encomodo

- olha você está muito apressada? Que tal tomar um café antes de pegar o táxi? Eu pago.

- tudo bem.

seguimos para uma cafeteria dentro da estação. Sentamos perto do caixa junto ao balcão aonde se encontrava alguns bancos, eu chamo uma garçonete que anota nossos pedidos e logo se afasta

- você tem família por aqui?

pergunto quebrando o silencio

- vou pra casa de uma amiga

- entendo. Acho que vai gostar de San Diego, lá tem muitas praias eu costumava caminhar por lá antes do nascer do sol. É um lugar incrível...

- não gosto de praias

isso foi como uma pontada no meu peito, talvez ela estivesse morgada demais para ouvir minhas baboseiras. Ficamos em silêncio até a garçonete aparecer e entregar nossos cafés. Quando percebi que passamos 10 minutos sem nos comunicar, eu insistir.

 

- se não tiver nada pra fazer esses dias, eu estarei no Central Park na inauguração de um museu de artes. Fui convidado para abrir o evento

ela continua em silencio, eu prossigo.

 

- o evento vai acontecer nesse fim de semana, está convidada. E caso você não saiba aonde fica...

eu retiro um cartão dentro da jaqueta

- pode me ligar

ela pega o cartão e observa as informações

 

? - Patrick, minha nossa não acredito que estou vendo você de perto?

 

Uma adolescente aparentemente na faixa dos 16 anos vem até mim e pula nos meus braços

- calma, sem escandalos

- pode tirar uma foto comigo? Por favor?

A menina implora quase chorando

_ posso sim, sem problema

Ela rapidamente estende o celular em nossa direção para tirar uma self

-obrigada, eu te amo muito. Quando vai lançar o próximo livro?

- não sei. Eu estou ocupado ultimamente

 me sinto incomodado com essa menina

-ta bom. Um beijo patrick. Me segue no insta é @taliacarpenter024

ela se afasta fazendo um coração com as mãos. Eu me viro envergonhado pela situação que me encontrei, eu olho para a moça que esta do meu lado e ela disfarça o incomodo olhando para o cartão

 

- desculpa, você sabe como eu sou.

- um estranho que conheci na estação?

ela soa despreocupada e eu noto que ela não faz a minima ideia de quem sou eu, como não percebi isso antes?

- Certo, vamos começar do começo, eu me chamo patrick e sou escritor aqui dos estados unidos

eu estendo a mão pra ela e ela retribui

- legal.

Ela força um riso

- E o você, como se chama?

Pergunto curioso desde o começo para saber

-hã… Kathe. É katherine na verdade, porém gosto que me chame de kathe.

Fascinante, estou encantado com essa moça. Kathe tem a cor dos olhos castanhos claros que parecem ser de vidro, o cabelo da cor dos olhos e um sorriso meigo. Mas acho que ela deve ser menos simpática do que sua expressão diz.

Queria muito conversar com ela mais já estamos meia hora aqui, ela tem coisas para fazer e eu também. Paguei a nossa bebida e voltamos para pegar o táxi, dessa vez eu liguei sabendo que iria demorar se fosse esperar. Uma hora depois, kathe desce do carro e agradece pela carona. Eu continuei a viagem pensativo e sem acreditar que a conheci, de repente, lembro do rascunho que escrevi no livro e outro pensamento e uma nova escrita me embala no caminho pra casa.

 

continua...


 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado ; )


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