História The avenger - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bottom!jungkook, Kookv, Taekook, Terrorismo, Top!taehyung, Vkook, Yoonmin
Visualizações 116
Palavras 2.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola Docinhos! Desculpem a demora. Espero que tenham uma ótima leitura.

Leiam as notas finais, Amo vocês 💜

Capítulo 2 - Proposal


Fanfic / Fanfiction The avenger - Capítulo 2 - Proposal

– É para matar os pais dele? – Yoongi perguntava, alisando sua arma.

———

– Não, eles vão sofrer de outra forma. Enquanto, esse Park Jimin, traga-o aqui. Preciso recompensa-lo. – falou, pensativo. – Você demorou pra me trazer pistas, mas eu vou meter um beijo em você.

Yoongi fez uma careta.

– Sai pra lá, Taehyung. Pra você sou hétero. – levantou-se.

– Ah, mas eu nem queria meter nessa sua bunda seca mesmo. – soando ofendido, levantou-se também.

– Para onde você vai? – Yoongi perguntou, desconfiado.

– Fazer o que estou com vontade de fazer há muito tempo.

– Desnecessário.

O garoto deu as costas.

– E você? – Taehyung perguntou.

– Multiplicar minhas pistas com Park Jimin. – falava dando uma piscadela e Taehyung sorria da tamanha audácia de seu amigo.

•••

Taehyung dirigia de volta para casa, com alguma música tocando na rádio e divagando em seus pensamentos. O quanto Jungkook tinha sofrido durante sua vida, naquele lugar. O ódio subia e ele conduzia em uma velocidade fora do normal, aquelas palavras que ele lia, a sensação de queimação nos olhos aumentava. Ele era órfão, nunca teve a chance de ficar com seus pais. Jungkook parecia ser uma pessoa legal, por quê? Parou no estacionamento deixando o carro de qualquer jeito e foi para a cozinha.

– Hejin. – gritava o nome da mesma que instruía o cardápio do almoço para as cozinheiras.

– Senhor, aconteceu algo? – perguntou, receosamente.

– Cadê o garoto?

– Está no quarto. Ele não sai de lá, espero que não fique com raiva. Algumas vezes ele desceu e ficou aqui conversando conosco. – ressentiu. Taehyung não falou nada por um tempo.

– Reúna todos os funcionários na sala, quero dar um aviso. – massageou as têmporas.

– Sim, senhor.

Quando ele entrou na sala todos já estavam lá, ao redor do local arrumando seus uniformes e esperando o chamado. Se pôs na frente deles e ponderou antes de falar.

– Escutem, só irei falar uma única vez. Tem um garoto aqui que se chama Jeon Jungkook, ele ficará aqui. Não quero ninguém o tratando mal, chama-lo e trata-lo como alguém da família, entendido? – Taehyung perguntou e todos assentiram em uníssono. – Era só isso. Voltem aos seus afazeres. Não se machuquem.

Curvaram-se saindo do cômodo e Taehyung subiu para o quarto, girou a maçaneta devagar e se deparou com uma cena... fofa? Quanto tempo que ele não pensava essa frase. O garoto estava ali sentado, acima dos tapetes do Himalaia e comendo um salgadinho, assistindo desenho. Parecia uma criança. A raiva se fez presente outra vez quando lembrou de outrora a pasta que tinha em suas mãos. A vida miserável que o mesmo teve, tinha vontade de socar com toda força os responsáveis. Odiava injustiça, odiava quem maltratava pessoas inocentes, e Jungkook era uma delas — um inocente nas mãos de pessoas asquerosas — sua presença no quarto fez com que o moreno arregalasse os olhos. Analisou o mesmo e quase salivou quando encontrou-o com uma de suas blusas largas com as coxas desnudas. Os olhos fixos nas coxas de Jungkook, o garoto se moveu tirando a atenção de Taehyung que subia seu olhar até o seu rosto inocente mas que não deixava de ser tão lindo.

– Desculpe, é que... – se perdeu nas próprias palavras e passou a apertar a almofada com força.

– Espera, Jungkook. Deixa eu falar, mas antes coloca uma roupa e me encontre no escritório. – falava Taehyung, apressadamente. Estava demais para os olhos dele a visão de Jungkook apenas com uma blusa. Tinha receio.

Depois das palavras proferidas pelo mais velho, o moreno levantou-se para ir ao closet mas o mesmo não queria deixa-lo desconfortável então se despediu do mesmo e pediu para que não demorasse. E saiu, deixando um Jungkook confuso. Tinha medo de ser mandado embora e ter que conviver com a rua de novo. Tirou os pensamentos ruins da mente, pegou uma calça moletom que vestiria com a blusa que estava. Não queria abusar das roupas do outro. Mesmo que tenha passado um bom tempo naquele lugar, ainda tinha muito receio de tudo. Mexeu um pouco no seu cabelo no banheiro e estava pronto pra encarar Taehyung — ou não tão pronto assim.

Desceu as escadas da mansão indo ao escritório, conhecia o lugar todo muito bem já que descia sempre pra ficar fazendo companhia a governanta, a mulher que o tratava super bem e o dava carinho, se sentia confortável quando estava com ela. Quando estava chegando próximo do escritório suas mais começaram a suar e o nervosismo tomava conta de si. Então, deu três batidinhas fracas logo ouvindo uma voz vir de dentro. Girou a maçaneta e adentrou, fechando a porta atrás de si. Caminhou até a mesa do Kim que estava em sua cadeira e fez menção para que o mesmo se sentasse. Seu olhar parecia impenetrável. Taehyung percebeu que o garoto estava nervoso, então não quis prolongar mais a conversa que mal havia começado.

– Jeon Jungkook, filho único de pais alcoólatras. – pausava em partes. – O que tem a me falar sobre sua vida, huh?

– C-como você sabe?

– Isso não importa. Eu só quero que me fale sobre você. – O Kim suspirou e Jungkook abaixou a cabeça. Tinha medo que o mesmo levasse ele de volta para casa. Sabia que nunca um cara como Taehyung iria lhe dar abrigo e cuidar de si. Parecia irônico, mas não era. De modo algum.

– Eu não tenho pais. – falou, desesperado. – Eles não são os meus pais.

Não queria saber de seus pais biológicos, tinha nojo de lembrar deles e preferia morar na rua que voltar para aquela vida miserável.

– Calma, Jeon. – O Kim tentava deixa-lo calmo, estava uma pilha de nervos. – Tudo bem, não vamos mais falar deles. Tem uma semana que você está aqui. Não é uma pessoa curiosa e espero que continue assim, certo? – Taehyung o encarava e o mesmo acenava com a cabeça, afirmando.

– Estou ciente disso, senhor.

– Você não era pra estar aqui, mas Yoongi se sentiu obrigado a te trazer. Você só estava no lugar errado e na hora errada. E eu gostaria que você apagasse aquela cena da sua mente, para a gente começar a se entender, tudo bem?

– Mas eu não vi nada. – Jungkook falava, tímidamente.

– Garoto, que bom que você aprende rápido. – sorriu minimamente. – Quero te informar também que eu não te sequestrei ou algo do tipo. Você apenas estava aqui até eu encontrar a sua família, então você pode ir embora a hora que quiser.

Essas palavras deixou Jungkook arrasado, ele não queria ir embora. Ele não tinha para onde ir. Queria nem que fosse um trabalho para poder ter um canto pra dormir e comer. O mais velho sentiu a tristeza nos olhos do moreno, por mais que lutasse mentalmente, algo dentro dele queria que o mesmo ficasse. Apesar de todas as ordens deixada na mansão, tinha esperança que Jungkook não fosse embora um dia. Por mais que a sua vida fosse complicada para ter um relacionamento ou cuidar de alguém, não queria desfazer do moreno com os olhos tão assustados.

– Não vai falar nada, Jungkook? – perguntou, olhando-o e esperando por alguma decisão. Não podia obrigar o moreno a viver consigo. Queria que o mesmo decidisse.

– E-eu não quero voltar para lá. – as mãos repousavam em suas pernas, seus olhos marejados e perdidos encontravam algum ponto escuro daquela sala. – Prefiro morar na rua.

– Mas você não precisa ir pra nenhum dos dois se você não quiser. – falou descontraidamente arrumando os papéis. Era tudo novo para o mesmo, ele nunca precisou se preocupar com ninguém que não seja Yoongi. A garganta seca para fazer a proposta, mas não conseguia formular uma palavra sequer. Foi interrompido pelo moreno quando ia falar algo, e agradeceu muito em silêncio.

– Eu posso trabalhar para o senhor. – Jungkook sorriu vagamente, mordendo suas bochechas internas.

– O que você sabe fazer, Jeon? – Taehyung perguntou, curiosamente, esperando pela resposta do mesmo que coçava a cabeça pensando brevemente. A fofura alheia atacando novamente.

– Posso ajudar a senhora Hejin até aprender mais. Tenho muita facilidade em aprender as coisas então eu não daria tanto trabalho. Por enquanto eu fico só para dormir e comer, quando eu aprender muito e ser alguém inteligente como Yoongi, você me paga um salário. – falou inocentemente e Taehyung jurava que seu coração batia agravadamente pela doçura que era o garoto á sua frente.

– Inteligente. Da onde você tirou isso, garoto? Yoongi só me traz, ah, esquece. – Taehyung ia falar, mas não quis terminar a frase. Poderia magoa-lo e não queria desmanchar o sorriso que tinha em seus lábios. _ Vamos fazer assim, você vai trabalhar diretamente para mim. Quando eu precisar eu te chamo pra me servir bebidas, arrumar esses papéis aqui colocando em ordem alfabética, está uma bagunça aqui, hein. Vai precisar se esforçar muito. – Taehyung falava tentando colocar brilho naqueles olhos tão distantes.

Na verdade, a presença dele o confortava. Era um garoto normal, não tinha maldade em sua mente e nem em seu coração. O mais velho já havia visto de tudo em sua vida, e ter esse tipo de sentimento por perto era indescritível. Algumas pessoas sofriam mais que as outras, e elas só tentavam sobreviver com o que sobrava delas. Independentemente de tudo, não seria algo tão ruim assim. Eles meio que já se conheciam, não havia como voltar atrás agora. Taehyung já havia passado por todo tipo de engano e traição, pessoas que fingiam ser boas para conseguir o que queriam, eram inúmeras as situações. Mas ele sabia quando era verdade. Porque você não precisa por as mãos na água para saber se ela está gelada ou quente, depende da estação.

– Então eu vou ter um quarto de hóspedes para ficar? – Jungkook cortou aquela tensão que ficou de repente no escritório.

– Não precisa. Já faz algum tempo que eu não durmo em meu quarto, pode continuar lá. Durmo no quarto dos meus pais e me sinto bem lá. – Taehyung suspirou com semblante inativo que não passou despercebido, mas não perguntaria nada, um dia se quisesse contar ouviria cada história de sua vida.

– Mas e as suas roupas, senhor Kim? – perguntava, não queria invadir a privacidade dele.

– Não se preocupe, eu tenho roupas no closet dos meus pais e se eu precisar de algo irei pegar lá.

Pode desfrutar de qualquer coisa do meu quarto. Dos cremes, refrigerador, perfumes, banheira. De tudo.

– Tudinho?

– Tudinho, Jeon. – o Kim brincava com o mesmo agora, aliviado por não estar com alguém forcado em sua casa.

Jungkook abriu um sorriso mostrando seus dentinhos avantajados.

– Amanhã iremos sair para comprar roupas. Esteja pronto ás três da tarde, e um celular pra você. Estamos entendidos?

– Sim! Vamos. – falou, eufórico. Na verdade, queria sair gritando. Estava feliz, e foi aí que percebeu que suas suspeitas estavam certas, ele era uma boa pessoa. Por mais que o encontro não tinha sido um conto. Tinha sido bastante confuso.

– Ah, já ia me esquecendo. – fez uma pausa. – Você conhece Park Jimin?

Quando o nome foi proferido, Jungkook não se conteu, tinha medo de que algo poderia ter acontecido com o amigo e como Taehyung sabia dele. Eram tantas perguntas. Sentia-se louco por processar tanta coisa de uma vez.

– Conheço. – gaguejava ao falar. – aconteceu algo com ele?

– Ele está muito bem. – falava o deixando aliviado com sua última palavra. – Você tem vontade de vê-lo?

– SIM! Quero dizer, ah, perdão por gritar. Mas ele é meu melhor amigo e me...

– Eu sei. Depois eu te levo, ou Yoongi, para você ver ele ou ele vem aqui. Agora pode voltar a assistir, se eu precisar te chamo. Pode ficar à vontade, menos sair sem me pedir permissão, eu sou responsável por você. Eu vou subir pra descansar. – falou o Kim e logo Jeon se levantou.

Realmente tinha sido um dia cheio. O cheiro de canela invadia o local e as vezes o lugar ficava caloroso, o mais velho esperava o menor sair para ir em seguida. Talvez se Jungkook fizesse algo o outro ficaria irritado? Ele sabia que era normal, porque Jimin já o disse outras vezes e que faziam quando as pessoas estavam muito felizes. Poderia ser um bom momento para agradecê-lo. O Kim tinha sido tão bom para ele nas últimas horas.

– Desculpa, senhor Kim, mas é mais forte que eu. – Jungkook falou e foi em direção de Taehyung se aproximando e encostando seus lábios macios na face do outro por longos segundos, que pela primeira vez não teve nenhuma reação. Sabia que pelo menos a sensação dos lábios eram calorosas. – Obrigado por tudo, eu irei fazer o que você me pedir.

Curvou-se com as bochechas coradas e logo foi se distanciando até a porta, sendo interrompido.

– As três, amanhã. Esteja pronto pra irmos comprar algo pra você. – relembrou novamente da ocasião, Jungkook o respondeu e saiu feliz deixando um Taehyung confuso.

Passou a mão levemente em seu rosto onde o beijo foi selado. Ah, garoto, não brinca com o fogo. Não diz que vai fazer tudo que eu pedir.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

(comentem)

Eu amo um taehyung sensato e um jungkook baby 🐰
Os dois indo pro shopping it malia (tabomparei)

Volto logo meus anjos, atemais 💜


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