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História The Avengers: Coulson's Daughter - Enemy Among Us - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Capítulo 3. Christmas Tree Farm (Part. 2)


Capítulo 3. Christmas Tree Farm (Part. 2)

 

POV. Mabel Hale Coulson Rogers

 

“Bons sonhos com azevinho e fita/ Erros são perdoados/ E tudo é gelado e azul/ E você estaria lá também/ Sob o visgo/ Assistindo ao brilho do fogo/ E me dizendo, "eu te amo"/ Só de estar em seus braços/ Me leva de volta para aquela fazenda/ Onde cada desejo se torna realidade...” – Christmas Tree Farm, Taylor Swift.

 

Na volta para casa, Steve e eu acabamos parando no Queens para deixarmos Peter em casa com segurança. Não era como se ele precisasse, já que era um super-herói, contudo, havia começado a cair uma forte nevasca durante o tempo em que estivemos no Saint Lucius, e não o deixaríamos andando sozinho no frio. Meus pais decidiram que levariam Pietro e Wanda para a Torre e que de lá seguiriam para terminarem as compras de Natal, mesmo com um tempo daqueles, já que, em razão da correria que havíamos tido nas últimas semanas, eles não haviam comprado todos os presentes que queriam. 

-Seus pais são muito gentis, Sra. Rogers. Acho que é de família. -Peter elogiou de maneira educada enquanto nos despedíamos em frente à sua casa ainda dentro do conforto de Weddy que mantinha o ar condicionado do carro em uma temperatura agradável. -Vejo todos vocês a noite?

-Sim, vamos nos aprontar e dentro de algumas horas nos encontraremos lá. Vocês querem uma carona? - Perguntei me referindo a Peter e sua tia, May, recebendo um sorriso agradecido do garoto.

-Obrigada, mas não queremos incomodá-los. -Ele sorriu de maneira gentil, demonstrando agradecimento.  -May e eu podemos chamar um táxi ou um Uber.

-Não será incômodo, Peter. Estaremos aqui para pegá-los às 8h, ok?

-Mas… - Tentou argumentar.

-Foi uma pergunta retórica, Peter. -Brinquei o deixando sem saída e o mesmo sorriu novamente, entendendo que não havia mais o que ser discutido sobre aquele assunto. 

-Está bem, obrigada. Até mais tarde, Sr. e Sra. Rogers!

-Até, Peter. -Steve e eu respondemos em uníssono e partimos assim que vimos Peter entrar no hall de entrada de seu prédio. -Ele é um garoto excelente. - Steve comentou alguns metros à frente. 

-Realmente é. -Concordei. - Um amor de pessoa e uma alma muito bondosa em meio a todo o mal deste mundo. -Steve assentiu em concordância e estendeu sua mão para mim por cima do câmbio automático do carro. A peguei sem pestanejar e o mesmo beijou o dorso da minha. Eram estes momentos, cheio de carícias e demonstrações de afeto só nossas, que nos fortalecia a cada dia. - Estive pensando em conversar com Tony sobre Peter. -Decidi continuar o assunto. - Vi brilho e bondade nos olhos de Peter enquanto ele estava ajudando aquelas pessoas hoje. Peter nasceu para ser um herói e merece ser escalado para Vingador em tempo integral. 

-Você poderia treiná-lo, assim como a Wanda e a Pietro também. Quem sabe formar uma nova equipe. Talvez, Os Jovens Vingadores, que tal? Sei que você sente falta do campo e da ação. Está feliz realizando o seu trabalho ao lado de Tony e Pepper, mas está no seu íntimo ser uma agente. E você era extremamente sexy sendo uma. - Revelou com um sorriso travesso nos lábios e ri de maneira espontânea. 

-Era? No passado? -Questionei entrando na brincadeira. 

-Você sabe que não. Você é a mulher mais sexy e atraente deste mundo. Sou realmente um homem de sorte.

-Seu bobo! - Ele riu e continuou a dirigir com tranquilidade pelas ruas de Nova York. 

 

POV. Steve Rogers

 

-Mabel, você está magnífica. -May elogiou minha esposa assim que subimos até o apartamento que ela e Peter dividiam para esperá-los para sairmos. O jovem herói havia se atrasado em um ronda pelo Queens e estava terminando de se vestir, então, May nos convidou para subir. -Você também, Steve. -Elogiou por fim e Steve soltei um “obrigado”. 

-Obrigada, May. - Mabel respondeu com gentileza, enquanto May tomava um pouco da água. -Você está espetacular. Happy ficará babando. -Brincou e a mulher a sua frente começou a tossir discretamente tendo com a surpresa se afogado de leve com a água. 

Eu apenas ri. Mabel que comparecia mais vezes na Avengers Tower durante a semana do que eu havia me contado que não era de hoje que Happy e May pareciam dois adolescentes um na frente do outro, apesar de se conhecerem há pouco tempo, e dias atrás, ela havia aparecido de supetão perto de Happy para lhe dar um susto e o encontrou olhando admirado as fotos do Instagram da tia de Peter. Ela achou graça da situação, já que o susto maior dele foi Mabel tê-lo pego em flagrante. 

-Você não presta. -May devolveu com os olhos semicerrados em direção à ex-agente e concordei rindo. Mabel e Tony poderiam ser irmãos. -Eu vou ver se Peter já está terminando. Fiquem à vontade. -Assentimos e nos sentamos no sofá para esperá-los. 

-Você é maldosa. -Brinquei depois que ficamos sozinhos e ela riu. 

-Eu sei que sou, Capitão. -Sorriu genuinamente e piscou para mim.

Meia hora depois, estávamos todos na Avengers Tower desfrutando da companhia de nossos amigos e aproveitando a noite de Natal. Ana e Thor estavam sentados perto do bar, ela com um coquetel em mãos e o louro com uma enorme caneca - de ouro? -  em mãos entalhada com a frase “Se você é um deus e nunca bebeu hidromel, você não é um deus fraco”. Natasha e Bruce, sentados em algumas poltronas mais para o meio da festa, conversavam sobre alguma coisa que fazia a ruiva sorrir com regularidade e o grande cientista a olhar admirado. Tony e Rhodes conversavam com Hill e Visão sobre uma das missões do Máquina de Combate, alguma coisa relacionada com um tanque, um general e algo como “BOOM! Era o que você procurava?!”, mas não prestei muita atenção. Os pais de Mabel estavam sentados junto de Pepper e May conversando algumas amenidades, enquanto Johnny, Peter, Pietro e Wanda, os mais jovens da festa, disputavam em um jogo de dardos.

Ah, e havia Loki. Sim, o filho da… o asgardiano irmão de Thor estava conosco desde dois dias atrás. Mabel não havia gostado nada daquela história, é claro. Ela entre todos nós era a que mais o odiava. E com razão. Contudo, ainda, o respeitava e ainda não havia voado no pescoço do mesmo (como ela mesma havia dito) em respeito a Thor que esperando alguma mudança positiva no irmão o havia trazido para a Terra como forma de fazer com que o mesmo criasse algum tipo de juízo. 

Eu duvidava que aquilo funcionasse, e assim como os outros, principalmente, Mabel, estávamos somente esperando Loki dar o passo em falso que sabíamos que ele daria.

-Ela será um excelente mãe, cara. -Sam, que também estava na festa, afirmou convicto observando Mabel e Laura, esposa de Clint, há alguma distância assim como eu. Estávamos jogando sinuca os três juntos - eu, Clint e Sam - enquanto as duas conversavam perto da enorme árvore de Natal que havia sido montada no local. Mabel mantinha Nathaniel, o filho mais novo do arqueiro com sua esposa, nos braços e sorria encantada para o menino, enquanto os filhos mais velhos do mesmo, Cooper e Lila, se aprumavam ao seu redor, não dando atenção para a mãe, mas apenas para àquela que eles chamavam de “tia Bel”.

-Concordo. -Clint observou fazendo um jogada e ganhando mais um vez. Era impossível ganhar de Clint quando o mesmo tinha a mira de um Gavião não só para o arco e flechas, mas para qualquer coisa que precisasse de ângulos precisos. Era o quarto jogo que Sam e eu perdíamos para ele naquela noite. -Vocês já conversaram sobre ter filhos?

Observei Mabel novamente com o menino em seu braços. Eu não tinha dúvidas que ela seria uma excelente mãe. Era visível pela paixão maternal e dever de cuidado que ela mantinha por Peter, mesmo que ele não tivesse idade para ser seu filho. A mesma paixão e dever de cuidado ela mantinha para com os pequenos arqueiros que estavam ao seu redor. Além disso, ser pai era uma das coisas que eu mais queria no mundo, ainda mais ser pais dos filhos da minha esposa, minha amada Mabel. Contudo, ainda não havíamos tido aquela conversa, a conversa sobre filhos. Mabel era muito nova ainda, tinha apenas 23 anos de idade, e tinha muito para crescer em sua carreira profissional ainda, principalmente se a S.H.I.E.L.D. se reerguesse como Coulson estava trabalhando para que ela o fizesse. Talvez ela não quisesse um bebê agora, talvez este não fosse o seu momento.

-Olha, eu nem mesmo tenho uma namorada para estar dando palpites na vida dos outros, ainda mais na vida de casados dos outros. -Sam brincou quando expliquei para eles o que pensava sobre a situação. -Mas não acho que Mabel pense assim. Pelo o que a conheço, ela lhe ama muito, Steve, e dá de ver que tudo o que ela mais quer é constituir uma família com você. Você sabe disso. 

-Sam tem razão, Steve. -Clint concordou. -Mabel adoraria ser mãe e constituir uma família com você. Não se deixe levar pelas inseguranças bobas daquele garoto franzino do Brooklyn que você era. Tudo o que vocês precisam é ter uma conversar como marido e mulher sobre o assunto. Você sempre a respeitou, não estará a pressionando. 

-E tem mais cara, se ela disser não sobre um filho ou uma filha agora, não quer dizer que ela não irá querer ter um filho com você para o resto da vida. -Sam debochou. -Ela morre de amores por você e por toda essa sua genética. - Fez um gesto abrangente para mim rindo acompanhado de Clint. -Uma hora acontece, vocês parecem ser bem ativos. -Tirou sarro e eu apenas neguei com a cabeça. Minha vida íntima com Mabel não dizia respeito àqueles dois idiotas. 

-Vamos voltar a jogar. -Disse por fim e os dois caíram na gargalhada. 

 

POV. Mabel Hale Coulson Rogers

 

Por volta das duas horas da manhã, somente nós Os Vingadores, Pepper, Hill, Rhodes, Sam e Loki - infelizmente - nos encontrávamos na festa e Tony nos reuniu para que pudéssemos fazer a troca de nossos presentes em um amigo secreto. Loki, ou Krampus, como preferir, já que estamos no Natal, é claro, não participaria do amigo secreto por motivos óbvios, e, por isso, preferiu ficar mais afastado observando o que ele chamava de “ridícula interação humana”. 

Devo admitir que eu sempre odiei amigos secretos. Sempre. Apesar de sempre dar presentes excelentes, nunca consegui ter a mesma sorte ao receber presentes, e sempre fui “agraciada” com uma coisa pior que a outra, até mesmo nos amigos secretos da família. O ano passado, em nosso Natal com Os Vingadores não havíamos feito amigo secreto, então eu esperava que este ano, iniciando uma nova tradição, minha má sorte com presentes de amigo secreto não tivesse me acompanhado.

-Bem, não quero dizer nada, mas, sem dúvidas, o meu presente vai ser o melhor daqui. -Tony se gabou e a maioria revirou os olhos com sua modéstia.

-Não se acha, Tony. - Rhodes tirou sarro do amigo.

-Depois não digam que não avisei. -Sentou-se ao lado de Pepper e continuou: -Já que eu sou o digníssimo anfitrião da festa, irei começar revelando quem eu tirei no amigo secreto. - O vaiamos de brincadeira e ele nos mandou ficar quieto pedindo silêncio. -Não quero ser inconveniente nem nada, mas a minha amiga secreta deveria ser presa por se aproveitar de pessoas de idade. -Ele brincou e toquei uma almofada nele. -Hey! Esta almofada poderia ter machucado o meu lindo rosto, Sra. Rogers. Ainda sou capa de muitas revistas.

-Acredito que era esta a intenção, Tony. -Bruce brincou e todos os presentes riram. 

-Até você contra mim, Verdão? Só não me vingo de vocês dois, - Apontou para Rhodes e Bruce - porque vocês estão entre os meus melhores amigos. E você é o Hulk, é claro. -Completou por fim apontando para Bruce e fazendo com que todos ríssemos. -Enfim, eu gostaria de dizer o quanto esta pessoa, que é a minha amiga secreta, é especial para mim. Eu amo todos vocês, todos são minha família. Não duvidem disso. Contudo, ela é especial de uma maneira somente dela. 

Tony olhou para mim e sorriu de maneira gentil, fazendo com que lágrimas que eu nem mesmo sabia que estavam prestes a se jogar em queda livre escorressem por minhas bochechas. Steve, que estava sentado do meu lado, gentilmente secou algumas delas e beijou o topo de minha cabeça compartilhando do mesmo sentimento de Tony e dizendo um “eu te amo” baixinho.

 -Quase todos aqui sabemos o caos que foram nossas vidas quando achamos que iríamos perdê-la. A encontrarmos naquele cativeiro não nos livrou nem mesmo por um instante da possibilidade de não a ter mais aqui conosco. -Tony continuou com o semblante triste, lembrando de meu sequestro e de quando estive entre a vida e a morte. -E eu nunca, nunca mais mesmo, em toda a minha vida, quero passar por essa sensação de novo. O mundo seria um lugar completamente obscuro sem ela, já que a minha amiga secreta é uma das pessoas mais iluminadas, gentis e bondosas que já tive o prazer de conhecer. E, além disso, eu só tenho a agradecer a ela por estar sem beber uma gota de álcool sequer há quase dois anos. Muito obrigada, Mabel! - Revelou, por fim, apenas para cumprir as formalidades da brincadeira, já que todos sabíamos que sua amiga secreta era eu.

Ambos nos levantamos de nossos respectivos lugares e nos abraçamos, agradecendo por podermos contar um com a companhia do outro em nossas vidas e por muitas outras coisas que faziam com que nosso laço de irmandade se fortalecesse a cada dia. 

-Espero que goste. -Tony desejou quando nos separamos e eu lhe dei um sorriso em resposta. O presente, no fim, não importava, apenas a intenção e o carinho da pessoa que o havia dado. Abri com cuidado a pequena caixa vermelho e dourada - extremamente previsível  - em que Tony havia colocado meu presente e quase desmaiei de felicidade: nela estavam dois ingressos para o último show que a Muse, minha banda favorita, faria com a Drones Tour em Nova York, inclusive, com permissão para o backstage e camarim. 

-Ah, por Odin! Muse! Eu não acredito, Tony! Os ingressos para a nova turnê deles estavam esgotados há meses! Como você conseguiu? - Questionei abismada. 

-Um mágico nunca revela seus truques, mas digamos que eu tenha o contato do Bellamy e de outros carnavais ele me devia um favor. Apenas decidi que era hora de cobrá-lo. E o cara é gente boa, nem mesmo se importou.

-Obrigada, Tony. Você nem imagina o quanto eu amei de paixão. -Agradeci extasiada e Steve me alcançou meu presente. Claro que Tony fez uma brincadeirinha ao olhar para o envelope em minhas mãos. 

-Pelo jeito do presente, ela não sabia o que comprar e deu um envelope com dinheiro para a pessoa que ela tirou comprar o que ela bem entender. -Disparou e Pepper lhe deu um cutucão. 

-Obrigada, Pepper. -Brinquei e a mesma assentiu com um sorriso zombeteiro no rosto. - Bem, meu amigo secreto é uma pessoa jovem, mas muito, muito especial. Se tornou novo integrante dos Vingadores há pouco tempo, e pela pessoa que ele é, amável e altruísta, que daria sua vida pelo mundo sem nem mesmo pensar nas consequências, o título de herói parece ser pouco para ele. Peter, meu amigo secreto é você, querido. 

Revelei sorrindo e as bochechas do garoto coraram quando o mesmo se levantou para me abraçar antes de trocarmos nossos presentes. Sorri mais ainda, pois, os abraços de Peter eram sempre verdadeiros e apertados como todos os abraços deveriam ser.

-Obrigada, sra. Rogers. Tenho certeza de que irei adorar. -Disse sendo educado. Peter era um menino de ouro. 

-Que isso, você pode não gostar também se não for do seu agrado. -Lhe respondi gentilmente. -Não haverá problema algum, apenas me fale que compramos outro presente para você. -Sorri de maneira travessa não contendo minha empolgação. O presente de Peter não havia sido comprado. Assim como Tony, eu tinha alguns favores para cobrar. -Vamos, abra logo. -Insisti e ele assentiu. 

Todos se mantiveram em silêncio esperando descobrir a reação de Peter ao abrir o presente, e, quando ele finalmente abriu o envelope, foi perceptível que adoração tomou o seu rosto, mas depois, uma seriedade súbita tomou o lugar daquela. 

-Sra. Rogers… eu, eu não posso aceitar. -Peter falou por fim, ainda sem revelar aos demais o que era o presente que havia ganho. 

-Apenas aceite o seu presente, Peter. -Sorri para o mesmo. -Não me custou nada consegui-lo para você. Ele foi pensado por mim de coração e você o merece, pode perguntar para qualquer um daqui. 

-Eu… eu... - O garoto não conseguiu terminar a frase e me abraçou novamente com os olhos cheios de lágrimas. - Obrigada. -Agradeceu por fim e nos separamos. -Muito obrigada mesmo. Eu nunca vou conseguir agradecer o suficiente.

-E nem precisa. -Sorri e o mesmo assentiu. 

-Não querendo ser intrometida como o Tony, - Nat pontuou. - mas, afinal, o que é o presente do garoto? 

-Assim como O Intrometido, - Brinquei e ele fez uma careta. - eu tinha alguns favores para cobrar, e quando tirei o nome do Peter no sorteio do amigo secreto, achei que já estava na hora de um deles ser cobrado. Falei com um “amigo” meu no MIT e consegui uma bolsa de estudos integral para o Peter, sem prazo de validade e para o curso que ele quiser. 

-Nossa, isso é incrível. -Clint elogiou o gesto. Todos sabíamos que Peter e May batalhavam muito em suas vidas. Os dois tinham condições de vida razoáveis, não passavam dificuldades, o que me deixava feliz, mas os custos de uma faculdade, ainda mais no MIT, poderiam mudar a situação na qual ambos viviam da noite para o dia, apenas com uma matrícula. É claro que, sem dúvidas, Peter seria capaz de ganhar uma bolsa de estudos por seu próprio mérito. Ele era um excelente aluno, espetacular para falar a verdade. Entretanto, senti que aquela era uma preocupação a menos que eles precisariam ter dali para a frente. 

-Definitivamente você perdeu o ranking de melhor presente da noite, Tony. -Nat tirou sarro e todos rimos. 

Aquele estava sendo, sem dúvidas, um dos meus melhores natais.


Notas Finais




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