História The Bad Girl - Peter Parker - Capítulo 1


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), S.H.I.E.L.D., Tom Holland
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Natasha Romanoff, Nick Fury, Peggy Carter, Pepper Potts, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang (Homem-Formiga), Thor
Tags Agents Of Shield, Hydra, Peter Parker, Tom Holland, Vingadores
Visualizações 64
Palavras 2.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Ficção Científica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma fic do Homem-Aranha ? Claro, por que não? Kkkkk

Essa foto maravilhosa também foi feita por Martinezstudios.

Espero que gostem ❤

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction The Bad Girl - Peter Parker - Capítulo 1 - Prólogo

                               Ruby 

Nojo. Raiva. 

Nenhuma palavra  me definiu tão bem esses últimos meses quanto essas. 

Tudo aqui me dá nojo. Essa base, meu alojamento. O símbolo que sou obrigada a usar. 

A somente alguns metros de distância, avisto dois agentes. 

Os dois homens pareciam estar em uma conversa agradável, já que estavam rindo como dois velhos bêbados. 

Eu podia sentir o metal em seus uniformes. 

O mais alto estava com um sinto afiado, e o mais baixo, estava com uma corrente. 

Seria tão fácil matá -los.   

 - Bom dia, agente Collins. - O maior  disse com um sorriso simpático.

Forcei o melhor sorriso. 

- Bom dia. - Respondi. 

Aquele lugar me dava dor de cabeça. 

Mais alguns metros, já estou quase na porta. 

Uma voz me atrapalhou: 

- Agente Collins. Vai sair? 

Você só pode estar brincando. 

Me virei e dei de cara com Fury e com a única pessoa que me faz feliz aqui: Alexader Pierce 

- Vou sim.- Respondi a Fury com um sorriso falso. 

Me esforcei para não revirar os olhos. 

Pierce olhava para mim com uma cara de "não estrague as coisas". 

- Estávamos falando de seu desempenho ao decorrer  desses meses.- Fury disse. 

Foram os meses mais longos da minha vida. 

- Ah, claro - Sorri. - Na verdade, é uma honra fazer parte de algo tão especial quanto a SHIELD. 

Na verdade,  eu nem sei o que a sigla significa. 

Superintendência Human... Ah, sei lá o quê. 

Fury permaneceu com seu rosto sério. 

Desse jeito, eu até poderia acreditar que ele não era tão burro. 

O silêncio permaneceu. 

- Então...- Eu disse com uma voz lenta e aguda.- Eu já vou indo. 

Me viro de costas e ando um pouco mais rápido ao ouvir os passos de alguém na minha direção. 

- Ruby.- Escuto Pierce me chamar e me viro para ele. 

- Sim, senhor?- Perguntei a ele que deu uma leve risada. 

Pierce era como um pai para mim. 

- Eu e Fury estávamos conversando sobre uma nova missão. 

- Uma missão? Pra mim?- Perguntei  surpresa.- Isso é bom, não? 

- Muito bom para falar a verdade. Mas Fury ainda não decidiu se vai mesmo te passar a  missão ou não . - Ele disse.

- É claro que não decidiu.- Falei irônica. 

- Então, tudo o que você tem que fazer por enquanto é não se meter em nenhum problema. 

- Falou com a pessoa certa, senhor. - Brinquei. 

Pierce sorriu para mim, mas logo depois ficou sério. 

- Faça seu pai se orgulhar de você.- Ele disse firme. 

Assenti. 

- Farei.- Respondi. 

Pierce se aproximou o suficiente para ninguém escutar. 

- Hail Hydra. - Ele sussurrou. 

Sorri. 

- Hail Hydra. 

            *Flashback on*

- Infiltração? Na SHIELD? Sério? Essa foi a missão que você passou para mim?  - Perguntei irritada. 

- São só dois anos.- Pierce disse olhando para suas papeladas de anotações sem me dar muita atenção. 

Eu odeio isso! 

- Dois  anos naquele lugar? 

Pierce não me respondeu. Só olhou para mim por um segundo, e depois voltou a mexer em sua  papelada. 

Fiquei furiosa. 

- Meu pai...

- Seu pai está morto, Ruby.- Ele disse friamente. 

Senti meu sangue ferver. 

Como ele ousa? Depois de tudo o que meu pai fez para ele. 

- Escuta - Pierce disse.- Sei que sente falta de Daniel Whitehall, mas você tem que entender, ele se foi. Essa missão é muito importante para o futuro que ele planejava. 

- Eu sei, mas...

- Daniel foi uma ótima pessoa, liderando a HYDRA com toda sua força. Ele tinha planos para essa Organização. Tinha planos para você.  E tudo isso acabou por causa de um homem...

- Phillip Coulson.  - Seu nome saía da minha boca com um gosto amargo.

- Entende onde quero chegar? - Ele perguntou.- A SHIELD está recrutando agentes mirins, essa pode ser uma ótima oportunidade para a HYDRA de conseguir o que quer. E uma ótima chance para você conseguir vingar a morte de seu pai.

Era uma ótima proposta. Pensei. 

Phill Coulson matou meu pai. Seria lindo vê-lo morrer sufocado por sua própria corrente da Organização. Ou ver seu cinto perfurar a barriga e deixá-lo sangrar até a morte. 

Cruzei as mãos uma na outra arrumando minha postura e fui bem direta: 

- Quando começamos? 

              *Flashback of*

-  Living easy, living free. Season ticket on a one-way ride. - Cantarolava no meio das ruas do Queens. 

Estou com fome. 

Avistei um banco a poucos metros de onde eu estava. E logo depois, vi uma lanchonete logo do lado.

Don't need reason, don't need rhyme. Ain't nothing I would rather do. Going. down, party time. My friends are gonna be there too. 

Entrei no banco e fui em direção à fila do saque de dinheiro. 

Esperei longos cinco minutos até a minha vez. 

I'm on the highway to hell. On the highway to hell. Highway to hell. I'm on the highway to hell. - Continuei cantando baixo. 

Amo AC/DC de paixão. 

Parei na frente da máquina e saquei 50 dólares. 

Foi aí que os gritos começaram. 

- É um assalto! Todo mundo pro chão!- Ouvi a voz de um homem. 

Revirei os olhos. Não estava  ansiosa para isso. 

Mas Fury ficaria feliz de saber que eu acabei com cinco assaltantes bem armados. O que significa que Pierce ficaria feliz, o que significa que eu traria orgulho ao meu pai. 

Mas não podiam saber quem sou. Pensei. 

Olhei para o bolso do meu casaco e achei alvo que poderia me ajudar. 

Um lenço do AC/DC. Ok, talvez eu seja meio louca. 

Tirei minha blusa de frio enquanto as pessoas choravam e ficavam de joelho, como haviam mandado.

Amarrei o lenço na minha boca e meu nariz, cobrindo a metade do meu rosto. Só meus olhos estavam à mostra. 

Fiquei de pé em meio às pessoas.

- Ei, garota- Um dos homens disse apontando uma arma para mim. - Eu mandei se ajoelhar. 

- É, não sou surda - Falei debochada.

Ele ameaçou a atirar e eu já estava pronta. 

Mas fui atrapalhada por um vulto.

- E o Amigo da Vizinhança chega para salvar o dia!- Ouvi uma voz. 

O que esse babaca está fazendo aqui? 

O tal de Homem-Aranha me pega pela cintura e me leva até o canto do banco.

- Pronto mocinha, agora voc..- Ele foi interrompido por um soco meu na cara. - Ei!

- Não encosta em mim - Falei.

- Tudo bem. - Ele disse. - Eu só...

Os bandidos começaram a se manifestar contra nós. 

Eu usava todos os objetos de metal em meu favor. 

Enquanto o garoto desviava de todos os golpes dos bandidos. 

Até que ele é bom. 

- Eu nunca te vi aqui.- Ele disse pra mim enquanto socava a cara do bandido.   - Quem é...

Um dos bandidos o jogou para longe.

- Você.- Ele disse com a voz dolorida.

Dei uma risada nasal.

Idiota.

Peguei uma das facas que usei e cravei no ombro de um dos caras.

Ele gemeu de dor e eu dei um sorriso satisfatório.

- Ei!- O Garoto-Aranha disse.- Você não pode fazer isso. 

- E você não pode...

Senti uma pancada na cabeça e as vozes foram sumindo, assim como minha visão.  

Tudo ficou escuro.

                 (...)

Ai que dor de cabeça. 

Meus olhos foram abrindo lentamente enquanto ficava mais claro. 

Tentei colocar a mão no resto mais não consegui. 

Percebi que estava amarrada em uma cadeira. 

Mas não estava presa por cordas, mas por... teias de aranha? 

Olhei ao redor, eu estava em um quartinho pequeno e com muita umidade.  

Respirei fundo e senti meu hálito doce  voltando para meu nariz. 

Seja quem for meu  sequestrador, ele não tirou meu lenço por algum motivo. 

Olhei para o resto do quarto e quase levei um susto ao ver a pessoa .

Não acredito que fui sequestrada por  esse cara. 

O Garoto-Aranha inclinou a cabeça para o lado assim que me viu. 

Como um cachorrinho com seu dono. 

 - Está com fome?- Ele perguntou erguendo um pacote com comida fast-food. - Gosta dos lanches do senhor Delmar? 

De quem? 

- Você... comprou lanche para mim?- Perguntei incrédula da situação. 

- Na verdade, eu estava morrendo de fome. - Ele respondeu dando de ombros.

- Não acredito que fui sequestrada por você. 

- Ah, eu não te sequestrei - Ele falou tentando se defender. - Você tinha levado uma pancada na cabeça e desmaiou. 

- E então você decidiu me trazer para esse... calabouço e me amarrar? 

- Em primeiro lugar, isso não é um calabouço, é uma indústria abandonada. E depois, só te amarrei porque você parecia perigosa.

- Que bom que você sabe disso.- Falei.

- Resolvi não tirar essa sua "máscara". Curte Led Zeppelin? 

Led Zeppelin?! Ele confundiu AC/DC com Led Zeppelin? 

Tinha tanto  metal  que eu poderia usar para atacá-lo, mas não usei. Não sei por quê.

 - Por que eu ainda estou falando com você?- Perguntei. - Onde estão os ladrões do Banco? 

- Na cadeia - O Aranha respondeu.- Era pra lá que você ia mandar eles, não era? 

- Na verdade, eu ia mandar eles para um lugar bem pior.- Respondi.

- Você não pode fazer algo tão ruim assim.- Ele disse. 

- Quem é você para decidir o que eu posso ou não fazer? 

- Eu sou o Homem-Aranha- Ele respondeu dando de ombros.- E quem é você? 

Pude ouvir o Humor em sua voz mesmo que abafada pela máscara ridícula. 

Não respondi. 

- Sério - O Aranha  falou mais sério. - Eu nunca vi você aqui. Controla metais, não? É algum tipo de uma nova heroí...

Ele foi tentar tocar na minha máscara improvisada, mas eu logo afastei meu rosto bruscamente. 

- Tudo bem - Ele disse se afastando lentamente.- Não vou mais tentar tirar sua máscara. 

- Bom mesmo.- Eu disse. 

O garoto pegou uma batata frita.

Ele levantou metade da máscara e comeu a batata.

- quer uma?- Ele perguntou com a boca cheia. 

- Eu até aceitaria, mas um idiota me prendeu em uma cadeira. - Falei cínica. 

- Bom, se você me falar quem é, talvez eu te solte e te dê uma batata frita.- Ele disse.

- Está tentando me subornar com comida? - Estava fazendo o possível para segurar a risada. 

- Funcionava pra mim quando eu era criança.- Ele respondeu dando de ombros.

Nao consegui segurar a risada. 

- Olha só, eu te fiz rir. Não me odeia tanto agora, não é?- Ele perguntou cruzando os braços. 

- Na verdade sim, eu te odeio tanto quanto antes. 

O Homem-Aranha deu um riso nasal.

- Não dá para ter tudo na vida. - Ele disse. 

- É, acho que não.- Falei. 

Um silêncio constrangedor surgiu no local. 

- Então senhor Aranha- O sarcasmo era muito aparente. - Acho que você já não tem mais nada para tratar comigo. 

- Ah, sim. - Ele disse meio atrapalhado. 

O menino pegou uma faca e começou a cortar as teias que me perdiam na cadeira. 

Ótimo. Quando ele cortar tudo, eu ataco. 

As teias foram totalmente cortadas e ele se virou para mim. 

Pulei em cima do "Amigo da Vizinhança" que caiu no chão.

Coloquei um dos meus joelhos em seu peito e coloquei uma faca em seu pescoço.

- Escuta aqui Garoto-Aranha...

- É Homem-Aranha. - Ele me corrigiu com com dificuldade por meu joelho estar em seu peito. 

Continuei: 

- Não se meta nos meu assuntos. Eu controlo metal, lembra? Esse poder já me ajudou a matar muita gente. E não pense que por causa de seu carisma eu não seria capaz de matar você. Você me  entendeu? 

- Sim, senhora.- Ele disse assentindo freneticamente. 

- Muito bem - Saí de cima do Aranha. 

Vi a sacola com lanches da lanchonete do senhor Delmar e peguei. 

- Acho que isso é meu.- Falei e vi o garoto se levantando com uma mão na barriga. 

Fui em direção à janela mais próxima.

- Espera.-  Ele disse. - Você não vai me falar o seu nome? 

Me virei para o garoto e dei um sorriso por debaixo do lenço. 

- Talvez na próxima. - Disse e saí andando. 

O pior sequestrador do mundo.

                    Continua....


 







Notas Finais


Esse capítulo ficou meio fraco, mas prometo recompensar...
Espero que tenham gostado❤❤


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