1. Spirit Fanfics >
  2. The beautiful foster sister - fillie >
  3. "você só me tem quando te convém"

História The beautiful foster sister - fillie - Capítulo 31


Escrita por:


Capítulo 31 - "você só me tem quando te convém"


— O que aconteceu Honey? Que gritos foram esses? – Apatow perguntou preocupada.

— Nada Íris, briga de irmãos, vamos. – Finn pegou na mão de Íris e saiu estressado.

— Aonde nós vamos?

— Íris? Vem! 

Íris e Finn saíram pela porta rapidamente sem darem explicação alguma a Noah, que olhava confuso tentando entender, ele apenas se preocupou com Millie e subiu as escadas correndo, indo diretamente para o quarto da garota.

Toc toc toc. – Batidas soaram na porta.

— Entra. – Millie disse sentada em sua cama, com o rosto inchado e meio abalada, mas seu choro cessou.

— Boneca, tá tudo bem? – Schnapp perguntou entrando no quarto e sentando ao lado dela.

— Tá sim. – Respondeu cabisbaixa.

— Você chorou, não chorou? – Ele perguntou segurando a mão dela.

— É... Chorei. Mas não faça perguntas porfavor, eu só quero ficar quietinha por um tempo.

— Tudo bem.

Noah deitou a cabeça de Millie em seu colo e foi fazendo cafuné na cabeça da menina até ela adormecer calmamente. O garoto a deitou na cama, e saiu, fechando a porta devagar para não acorda - la, após isso ele foi para casa e pediu para que Marina cuidasse da Millie quando ela acordasse. Millie dormiu bastante e acabou acordando só as 17:56 da tarde.

— Ai. – Millie resmungou sentando - se na cama e colocando a mão em sua cabeça.

A garota desceu da cama sonolenta e com muita dor de cabeça, Millie desceu as escadas e teve a pior visão do dia, Finn encostado no balcão chorando calado, ao ver o menino naquele estado ela se sentiu mal, sentiu - se mal por ter agido como criança ao beijar Noah, sentiu - se mal por ter gritado com Finn, sentiu - se mal por tudo o que acontecera mais cedo, mas de certa forma ainda sentia uma ponta de raiva por Finn ter jogado coisas em sua cara, e ter agido de tal forma com Íris, então ao vê - lo chorando ela não fez nada, apenas se moveu até a geladeira para pegar uma água, o menino assim que viu ela na cozinha limpou as lágrimas rapidamente e fingiu estar bem.

— Nossa, você tá acabada. – Finn riu de canto, ainda com cara de choro.

— Só tô com a cabeça explodindo, toda descabelada, rosto inchado e crise existencial mas tô bem. – Millie respondeu normalmente tomando alguns goles de água.

— Quer que eu pegue um remédio pra você? – O garoto de cabelos cacheados perguntou.

— Não, obrigada. Eu mesma vou. – Millie respondeu curta mas educada.

Após isso Millie se dirigiu até o quartinho de remédios deixando Finn sozinho na cozinha, ele também se sentia culpado, se sentia culpado por ter gritado com a mesma, por ter passado a mão em Íris, por ter bajulado a loira enquanto ele só queria bajular a sua garota! Então, arrependido, ele foi atrás dela, foi para o quartinho de remédios, Millie estava virada de costas, procurando nas prateleiras algum analgésico, ele entrou de fininho, trancou a porta, e correu devagarinho até ela, Finn abraçou a menina por trás, colocando as mãos na cintura dela. A menina tomou um susto de início mas logo percebeu que era o irmão.

— Finn... – Millie disse baixo tentando recuar do abraço dele.

— Me perdoa Mills, porfavor. – O garoto de pele pálida disse.

— Finn... É que... – Millie não conseguiu terminar de falar. 

Finn a interrompeu com beijos em seu pescoço, antes que Millie fosse falar algo ele abocanhou o pescoço dela, dando beijos calmos e molhados, Finn ainda estava a abraçando por trás, a menina grudou nos cachos dele incentivando - o a continuar a beijando. 

— Finn...

— Cala a boca. – O garoto segurou a cintura de Millie e a virou de vez fazendo com que a menina ficasse de frente a ele.

O garoto rapidamente atacou os lábios de Millie, em um beijo intenso, apaixonante e um pouco rápido, a menina não hesitou nem um pouco, uma mão Millie levou ao rosto dele e a outra em seu pescoço, Finn estava com as mãos na cintura da menina, em um passe rápido ele empurrou Millie e a prensou contra as prateleiras, fazendo com que vários remédios caíssem no chão. 

— Eu te amo. – Finn começou a beijar novamente o pescoço de Millie e a garota arfou. 

— E - e - eu te amo mais. – Millie disse suspirando em meio aos beijos que ele dava na extensão do pescoço dela. 

Millie estava cansada de Finn sempre estar no controle na hora da pegação, ele que a prensava, ele que beijava seu pescoço, ele que a torturava com suas mãos quentes sobre seu corpo, ele que a deixava rendida, sempre ele! Então ela encorporou o espírito de vadia e resolveu tomar controle da situação. Millie o empurrou separando os beijos e fazendo Finn ficar bem longe.

— O que foi? – O garoto perguntou confuso ao ver a menina parando tudo.

A resposta veio rápido, Millie tomou impulso e pulou no colo do garoto, ficando com uma perna de cada lado, Finn colocou um sorriso safado no rosto e voltou a beijar seu pescoço.

— Para. – Millie tirou a boca dele do pescoço dela.

— Porquê? – Finn novamente voltou a se confundir. 

A resposta também veio rápido, Millie atacou o pescoço de Finn, dando beijos EXTREMAMENTE LENTOS pois ela sabia que assim ele ficava louco.

— Porra... – Finn arfou.

O garoto estava nas nuvens com Millie em seu colo, sendo segurada por ele e ela o beijando, aquilo estava bom demais... Millie foi descendo as mãos pelo peitoral desenhado do garoto, ela apertava levemente, Finn agarrou os cabelos de Millie com uma mão, e a outra ainda segurava o peso dela. Ela explorou todo o pescoço do menino chegando ao lóbulo da orelha dele e mordiscando, ela sabia que ele adorava aquilo, Finn gemeu baixo e Millie sorriu ao escutar aquele som, depois ela foi subindo os beijos até chegar nos lábios de Finn e eles começaram a se beijar, Finn segurou o peso dela com as duas mãos agora, o beijo era lento e calmo... O garoto mordiscou o lábio inferior da menina e algum tempo depois ela fez o mesmo nele. Em meio a beijos e mordidas tudo o que aconteceu se passou na mente de Millie e ela pirou.

— Chega. – Millie separou os lábios dela dos dele sem dificuldade nenhuma e colocou uma expressão séria no rosto.

— Que foi? Agora você vai me chupar é? – Finn riu maliciosamente.

— O quê? Não! – Millie arregalou os olhos. 

— Me põe no chão. – A mesma falou e Finn a olhou sem entender nada.

— ME PÕE NO CHÃO! – Ela gritou.

— Tabom. Calma. – Finn a desceu para o chão assustado. 

Millie simplismente pegou o analgésico e ia saindo.

— Ei. O que foi? – O garoto de cabelos cacheados a olhou incrédulo.

— Isso não tá certo.

— O quê não tá certo?

— A gente. Tudo isso... Olha eu cansei de você. – A menina disse convicta.

— Você o que? – Finn franziu o cenho.

— Me cansei de você. Finn, sério, as vezes parece que você só me usa, você sabe que eu sempre acabo sedendo, em todas as discussões ou brigas no fim eu acabo sedendo e correndo pros seus braços e isso tá errado, você só me tem quando te convém! – Ela disse séria.

— Você tá ficando louca? Não são assim as coisas! Você sabe que não são assim! Usar alguém vai além dos meus ideais! – O garoto disse bravo.

— Aah qual é Finn? Você vivia e vive traindo a Íris, ontem me disse coisas absurdas, disse que não queria mais nada comigo e agora vem atrás de mim na despensa pra me agarrar, você acha isso bonito? – Ela perguntou.

— Você também me disse coisas absurdas Brown! Você gritou comigo e fez questão de jogar na minha cara que o Noah é melhor que eu! Então estamos Kits.

— Não! Não estamos Kits, você passou a mão na Íris, e em todas as nossas discussões Finn, EM TODAS AS NOSSAS FUCKING DISCUSSÕES você faz questão de jogar na porra da minha cara que eu sou orfã! 

— Eu...

— EU JÁ SEI QUE SOU ÓRFÃ, sempre soube, eu vivi num orfanato horrível por uns 14 anos da minha vida! E você vem e fala "orfãzinha, órfã, morta de fome" ISSO DÓI, eu não tenho culpa de não ser podre de rica como você é, não tenho culpa de não ter um pai e uma mãe que se matam por meus caprichos como você tem, eu não tenho culpa de não ter nascido em berço de ouro como você nasceu, e eu não tenho culpa por meus pais serem dois lixos o que não é o seu caso! – A garota gritou já com lágrimas nos olhos. 

— EU SINTO MUITO POR ISSO E EU SEI QUE SOU UM IDIOTA! – O garoto gritou também chorando.

— Ainda bem que você tem consciência disso. Jogar coisas na minha cara não te faz ganhar uma briga Finn. – Millie disse finalmente destrancando a porta e saindo.

— Millie espera... Espera porfavor!

A menina apenas passou na cozinha, tomou seu remédio e retornou ao quarto, Finn ficou na despensa.

— Meu Deus como eu sou idiota! Porque eu sou assim? A spellman deveria ter me matado! Eu não tenho direito de viver... Agora perdi a menina que eu mais amo na vida, e pra sempre. – Finn soluçava dizendo consigo mesmo. 

 


Notas Finais


Oh misericórdia, eles estão bem, depois não estão mais... Meu coração chega dói escrevendo isso.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...