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História The beautiful foster sister - fillie - Capítulo 39


Escrita por:


Notas do Autor


Primeiramente, quero parabenizar uma leitora _wolfhard_11, parabénssss meu amoor, quero desejar muitos anos de vida, saúde, prosperidade e paz pra você, sou muito grata por te ter sempre presente aqui na fic, nos comentários... Desde o início você esteve presente e espero que continue assim, curta bastante que hoje o dia é seu! 🥳❤️ Amo voooocê.

Ps: Cap não revisado, qualquer erro, relevem pfvr

Boa leitura xuxus 🥰

Capítulo 39 - Hawaii, here we go


Pelo visto a decisão de Cara e Joe não haveria mais volta. Após o jantar, Millie e Finn subiram para arrumar as malas, eles iriam embarcar logo cedo. Millie pegou duas malas, em uma ela colocou roupas, biquínis, maiô e produtos de higiene, em outra ela pois sapatos, sandálias e alguns acessórios. Finn fez o mesmo, em uma mala ele pois suas camisas preferidas, principalmente blusão moletom, calças e produtos de higiene, em outra ele pois seus diversos tipos de tênis. O garoto também estava levando uma cartela com 10 camisinhas, nunca sai de casa desprevenido.

— Ansiosa? – Finn apareceu na porta do quarto de Millie.

— Pra conhecer o lugar sim. Parece ser lindo. – Ela respondeu naturalmente.

— Vem cá, você vai usar isso mesmo? – O garoto riu maliciosamente ao olhar para o biquíni cavado que a menina colocava na mala.

— Não nessa vida. A mamãe que tá me obrigando a levar. – Millie riu.

— Se eu fosse você usaria, deve ficar lindo no seu corpo. – Ele disse sentando - se na cama.

— Provavelmente não. Bom, de qualquer forma, eu não vou entrar na água mesmo. – A garota de cabelos ondulados disse fechando a mala e a colocando no chão.

— Você tá indo pro Havaí e não vai entrar na água? – Finn riu franzindo o cenho.

— Aham.

— E porquê você não vai?

— Tenho medo de água. – Ela disse apreensiva.

— Medo?

— Ai Finn, não debocha porfavor, eu não gosto de mar, nem piscina, nem nada do tipo, morro de medo, mal mal entro na minha banheira. – Ela gargallhou.

— Eu hein. O mar é a melhor coisa que existe, você... Se sente livre, é como se seus problemas acabassem por um tempo, quando você tá na água e sente a leveza das ondas batendo no seu corpo é uma sensação única, sensação de paz espiritual. Você fica bem consigo mesmo. – Finn disse entretido com as próprias palavras e ao fim suspirou fundo.

— Olhaa, Aristóteles. – Millie riu.

— Sou um ótimo filósofo, eu sei, eu sei. Poupe - me de elogios. – Ele gabou - se

— Metido.

Os irmãos foram dormir, pois no dia seguinte deveriam estar de pé logo cedo. O alarme soava ás 04:00 horas quando despertou no quarto dos dois.

— iiiih Havaí, aí vamos nós. – Millie deu gritinhos de felicidade e levantou da cama animada como se nem tivesse acabado de acordar.

Enquanto isso.

— Mas que porra hein. Sadisgraça tem que ficar berrando uma hora dessas Vey. – Finn brigava falando sozinho com o despertador, levantando sonolento da cama.

Millie e Finn levantaram e foram diretamente para o banheiro fazerem suas higienes pessoais, Millie optou por uma calça pantalona estampada, blusinha branca amarrada na frente e uma rasteirinha dourada. Finn optou por calça jeans, camisa azul e um tênis escuro, o cabelo ele acabou não finalizando então os cachos ficaram bem bagunçados, o que ele sinceramente adora.

— Eiii não vão se despedir de mim? – Cara os repreendeu ao ver os filhos descendo as escadas correndo.

— Claro que vamos. Fica com Deus mãe. – Millie disse largando as malas e dando um abraço apertado na mãe.

— Vai com Deus querida, tenho certeza que você vai amar o Havaí.

— Vou sim.

— Tchau mamãe. – Finn disse dando um abraço apertado na mãe.

— Ooo meu bebê, vai com Deus, que você e a Millie sejam ungidos pelo espírito santo nessa viajem. – Cara disse fazendo o sinal da cruz na testa de Finn e Millie.

— Sim, sim, agora temos que ir. – O garoto disse apressando - se.

— Tchau meus amores, se cuidem! – Buono gritou uma última vez.

O motorista dos wolfhard levou rapidamente os dois para o aeroporto de Vancouver, chegaram lá após 30 minutos.

— Nossa, aqui é tão grandee. – A menina de olhos de mel disse fissurada ao entrar.

— Você nunca veio num aeroporto antes? – O garoto franziu o cenho.

— Quê que cê acha? – Ela perguntou óbvia.

— Quer comer alguma coisa? – Ele mudou de assunto.

— Doce! – Millie disse de imediato.

— Uma hora dessas? 

— E tem hora pra engordar?

Finn riu ao se lembrar que Millie havia dito a mesma coisa quando eles foram ver as estrelas... Por um momento ele sentiu falta desta noite, fora divertido, diria que romântica se não fosse a interrupção de Noah. Após algumas horas de espera Finn e Millie entraram no avião.

— Eu nunca viajei de avião, aiiii tô tão ansiosa. – A garota de cabelos ondulados disse eufórica ao se acomodar no assento, O garoto riu.

Pouquíssimos minutos depois o avião começou a decolar, Millie por nunca ter viajado de avião sentiu que todos seus órgãos estavam dançando em seu corpo, sentiu calafrios, um frio na barriga, tudo isso mais conhecido como medo.

— Aii minha nossa senhora do desterro. – Millie fechou os olhos bem forte e por impulso segurou forte a mão de Finn entrelaçando os dedos.

— Tá tudo bem. Fica tranquila. – Ele disse calmo segurando a mão dela.

Quando o avião se estabilizou no ar ela pôde respirar tranquila.

— Achei que eu ia morrer. – Millie suspirou, só depois percebendo o que fizera por impulso.

— É... Desculpa. – Ela disse soltando a mão de Finn.

— Cadê todo aquele teu empoderamento e valentia Brown? – O garoto riu.

— Nunca tive. – Ela gargalhou.

Algumas horas depois o avião pousou em Big Island. Um homem de terno preto parou em frente ao avião.

— Sr wolfhard? Sra Brown? – Ele apertou a mão dos dois.

— Sim?

— Sou convocado para ajudar vocês na viajem. Me acompanhem, mostrarei a vocês onde o carro está para que o Sr wolfhard tenha livre arbítrio para passear, e lhes mostrarei o resort particular em que ficarão, lá terá toda uma equipe para suprir suas necessidades. 

— Obrigada. – A garota sorriu simpática.

Pouco tempo depois eles chegaram ao local, tudo estava perfeitamente lindo e organizado, uma decoração praiana e rústica, com muitos adereços que remetem Big Island. Carlos, o cara que os acompanharam, após mostrar tudo aos patrões, saiu para que tivessem privacidade.

— Puta que pariu. Isso é mais lindo que nossa casa em Veneza. – Finn disse tirando seus óculos de sol deslumbrado.

— Vocês têm casa em Veneza? 

— Me diz um lugar onde não tem um pedaço dos wolfhard Millie. – O garoto riu.

— iiiiih eu vou ter um ataque, não creio que nós temos um resort só pra genteee!!! – A garota começou a pular no sofá. 

— Você tá parecendo uma criança quando vai pela primeira vez ao parque de diversões. – Finn riu.

— Eu tô feliiiz, como não parecer uma criança? 

— Seu sorriso é lindo, deveria sorrir mais vezes. – O menino de cabelos cacheados disse aproximando - se da menina que estava jogada no sofá.

— Pena que a vida não me proporcionar muitas ocasiões pra eu sorrir... – Ela disse entristecendo levemente o olhar e se afastando dele.

— É... Vamos na piscina? – Ele coçou a nuca sem graça.

— Vai você, eu vou arrumar as roupas no closet. 

— Ah qual é Millie? Tá só nós dois aqui, quem liga pra bagunça? A gente veio pra aproveitar. – O menino de olhos negros resmungou.

— Finn...

— Porfavor cara meu Deus. – Ele disse estressado.

— Tá. Tá bem. Vou colocar um biquíni. – Millie rendeu - se.

— Obaaa. – Finn comemorou como criança.

O garoto pois um shorts de banho branco, com estampas de coqueiro, e pois um óculos de sol. Millie optou por um biquíni ripple azul marinho quase preto e pois um chapéu praiano que convenhamos, caiu muito bem na morena. Após isso Millie desceu as escadas. Finn tentou desviar os olhos mas era quase impossível diante da visão que ele teve, os seios médios de Millie marcados, o bumbum com aquele biquíni cavado, tudo caía como uma luva. O garoto estava se segurando para não ficar excitado ali na frente da garota pois isso seria extremamente vergonhoso e ele iria parecer um pervertido, não que ele não seja, mas né... Manter a pose de durão é o lema de Finn wolfhard.

— Finn?

— An? Oi? Que? – O garoto pôde acordar de seu transe.

— Tudo bem? – Millie franziu o cenho preocupada ao ver o garoto paralisado.

— Tudo. Claro, é... Vamos logo né?

— Vamos.

Os dois dirigiram - se para a piscina do resort, que venhamos e convenhamos, é gigante! Tem uma ponte que faz ligação entre uma ponta e outra da piscina, algumas partes são mais fundas e outras mais rasas, a água cristalina dava vista de frente para o mar. Tudo muito elegante e chique. Finn simplismente se jogou na piscina, Millie sentou delicadamente na borda colocando só os pés na água.

— Não vai entrar? – Ele perguntou se aproximando.

— Não gosto de água, esqueceu? – Millie deu de ombros.

— Aaah vem, só um pouquinho, a água tá uma delícia.

— Não obrigada, tenho medo. 

— Medo do que Millie? É só uma piscina, veem. – Finn disse insistindo.

— Não, obrigada.

— Millie! Veeem, só um pouco. – Ele continuava insistindo.

— Eu não quero Finn.

— Veeem. – Ele começou a puxar as pernas da menina.

— Me larga. Eu não quero! Não vou! – A garota disse já estressada.

— Então vai se fuder. – Finn deu as costas.

— O QUÊ?

— V A I   S E   F U D E R  Brown. – Finn disse pausadamente.

— EU JÁ CANSEI DAS SUAS GROSSERIAS FINN WOLFHARD! SÓ PORQUÊ NÃO QUERO ENTRAR NUMA PISCINA VOCÊ FICA FALANDO BOSTA! – Millie se levantou da borda da piscina estressada.

— VOCÊ VEM PRO HAVAÍ PRA VEGETAR É BROWN? VOCÊ TEM MEDO DE ÁGUA MENINA, ISSO É RIDÍCULO!

— RIDÍCULO SÃO SUAS ATITUDES, QUANDO VIM PRA ESSA VIAGEM NINGUÉM DISSE QUE EU PRECISARIA ENRUGAR MINHA PELE NUMA PISCINA!

— Garota Ridícula. 

— CALA A BOCAA! – Millie deu um grito histérico, o celular de Finn estava junto com a toalha em uma cadeira, Millie pegou o celular e jogou na piscina com tudo.

— VOCÊ TÁ LOUCA GAROTA? MEU CELULAR!

— SE GRITAR DE NOVO COMIGO DÁ PRÓXIMA VEZ TE AFOGO NESSA PISCINA, IMBECIL!

Millie estava realmente nervosa nesse dia, nem ela sabia porquê, mas a menina estava histérica. A garota pegou uma bolsa e saiu sem rumo, sem dizer para onde ia.

— AONDE VOCÊ VAI?

— PRO INFERNO! 

Após essa discussão, Finn não via Millie a um bom tempo, quanto mais as horas se passavam, mais preocupado Finn ficava, pois a última briga por mais que tenha sido um motivo bobo, foi tensa. E a garota estava totalmente descontrolada, Millie costuma ser calma mas quando chega a esse ponto ela é capaz de tudo. Finn ligou para Carlos, falou com os empregados do resort e ninguém havia visto ela. O relógio já marcava 21:00 horas da noite e nada de Millie aparecer. A garota estava na praia, deitada sobre a areia, chorando e refletindo sobre a vida.

— Porquê eu não posso ser feliz? Porquê tudo tem que dar sempre errado? Porquê o único garoto que eu gostei tem que ser um grosso? Porquê tudo é sempre uma droga? – Millie se perguntava chorando.

Até que ela se lembrou do que Finn havia falado.

" O mar é a melhor coisa que existe, você... se sente livre, é como se seus problemas acabassem por um tempo, quando você tá na água e sente a leveza das ondas batendo no seu corpo é uma sensação única, sensação de paz espiritual... Você fica bem consigo mesmo"

Millie enxugou as últimas lágrimas de seu rosto e decidiu perder seu medo.

— Vou mostrar pra ele que a água é um dos meus menores problemas! – Disse a si mesma

 


Notas Finais


Cap tá bem bosta? Tá. Tô insegura dele? Tô. Mas fds, vou postar assim mesmo, quem gostou bate palma, quem não gostou eu choro ksksks próximo cap tem hot amoreees. O tãoo esperado hot.


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