História The Beauty And The Creepypasta - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Beauty And The Killer, Beauty And The Monster, Ben Downed, Comedia, Desespero, Drama, Fanfic, Romance, Sobrenatural, Songfic, Terror, Tragedia
Visualizações 41
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Oi rapozinhas ^u^ tudo bem? Esta é uma hisória que me passou pela cabeça e eu achei k era boa para postar, espero que gostem X3.

Capítulo 1 - Amigos.....


Daisy Pov´s On....

Eram 7 da manhã e como sempre sou acordada por mais uma das invenções do meu pai. Aquela invenção tinha um pequeno relógio e quando os ponteiros indicassem sete horas da manhã, o “braço” de madeira agarra nos cobertores suavemente e puxa-os violentamente enquanto que com o outro “braço” abana a cama de leve para não magoar alguém. No inicio a minha vontade era de pegar num chinelo e atirar naquele maldito braço que me roubou o quentinho, mas agora já estou habituada, agora mal sinto o frio repentino, salto da cama e vou tomar banho. Visto uns jeans pretos e uma blusa larga nas mangas e justa no corpo, não muito.  Desço as escadas quase a voar por elas abaixo até chegar à sala onde vou calçar os meus ténis dourados com uma fita dourada como atacadores. Vou até à cozinha onde sou servida de umas panquecas e uma caneca de leite morno pela mais nova invenção do meu pai, um cozinheiro.

-Bom dia pai. – saúdo enquanto me sento aconchegadamente na cadeira de madeira.

-Bom dia minha pequena. – sorri o meu pai calorosamente

Tomo o pequeno almoço e vou até à entrada onde estava um cabide com a minha mochila. Peguei nela e saí de casa para ir para aquele inferno que atende pelo nome de  escola.

Como sempre entro no grande portão preto e recebo os bons dias do porteiro. Mike, um homem com os seus 40 anos, bastante simpático e adora dar os bons dias a todos os alunos.

Entro pelos corredores sem fim enquanto ouço as pessoas a gozarem comigo dizendo coisas como : “Aquela rapariga é estranha.” ,  “ Não é aquela a filha do louco?”, “Olha o pequeno monstro”, “nerdzinha”… Apelidos irritantes vindos de pessoas igualmente irritantes e ingênuas. Quando a hora do almoço chega eu vou para o meu lugar favorito e o lugar aonde ninguém vai. Sento-me perto da rede de segurança para que ninguém caísse e observo a floresta que estava ao lado da escola, um lugar bastante quieto e silencioso, sempre me quis aventurar por lá, mas tinha medo de me perder e de nunca mais ver o meu pai de novo. Estava tão concentrada na paisagem que não reparei que alguém tinha acabado de vir para o terraço. Ouço a porta bater e olho para trás assustada. Era um rapaz loiro que aparentava ter a mesma idade que eu (10 anos), com olhos verdes que me encarava com o que eu acho ser curiosidade ou confusão.

-Que fazes aqui em cima sozinha, não deverias estra com as meninas? – perguntou.

-Eu não tenho amigos, além disso este é o sitio onde ninguém me faz bullying comigo. – respondo.

-Agora tens um. Prazer sou o Benjamim. – disse apertando e abanando a minha mão.

-Então eu sou tua amiga? – perguntei confusa.

-Claro, afinal eu também não tenho amigos, dizem sempre que só presto atenção em jogos. – respondeu um pouco tímido largando a minha mão e sentando-se ao pé de mim.

-Já temos uma coisa em comum. – respondi alegre.

-Eu… - tentou falar, mas foi abafado pelo toque de entrada.

-Nos cacifos ao fim do dia? – perguntou.

-Ao fim do dia. – confirmei.

Um amigo finalmente, é de uma turma diferente, mas já é bom.

Passei o resto do dia ansiosa pelo seu final, aqueles que me viam com olhar triste agora veem um sorriso de orelha a orelha. Em 10 anos consegui o meu primeiro amigo e não o tencionava perder.

3 horas se passaram….

Saí da sala que nem um foguete, pronta para encontrar o meu amigo. Meu amigo, a palavra ecoa pela minha mente, mas ainda não consigo acreditar que finalmente tenho um amigo. Para chegar aos cacifos da entrada eu tinha de atravessar cinco corredores enormes. Com a ansiedade com que estava eu nem fui normalmente fui mesmo a correr que nem demente. Passei pelos três corredores atropelando toda a gente e quando chego ao quarto sou jogada contra a parede.

Olho para cima na tentativa de ver quem foi, mas a minha visão estava embaçada demais. Tudo o que consegui entender foi que estava no chão com algo em cima da minha barriga.

-Ora, ora, então a esquesitóide hoje anda feliz hem? – perguntou uma voz familiar, bastante familiar até.

Pisco os olhos várias vezes e quando a nevoeira que eu via deu lugar a uma Raquel a pegar-me pela gola da blusa e com a mão aberta a tomar balanço para acertar no lado esquerdo da minha cara, o que iria deixar marca. Mas que mal é que eu lhe terei feito.

-Isto é por não me teres deixado copiar no teste. – Grunhiu ela enquanto a sua mão se aproximava perigosamente.

Por puro reflexo fechei os olhos com força e encolhi-me enquanto esperava o violento embate da sua mão já toda esticada pronta para ação, contra a minha bochecha direita. Porém o embate nunca chegou a acontecer. Abri os olhos receosa e deparei-me com o Benjamim a agarrar no pulso dela e a Kelly, a melhor amiga da Raquel a fugir que nem sei lá eu o quê corredor abaixo.

-Quem pensas que és para bater na minha amiga? – perguntou.

-Raquel Maria de Sousa. Alguém com quem não gostarias de meter. – respondeu sacudindo o seu pulso.

-Porquê? Vais fazer o quê? – perguntou empurrando-a de cima de mim.

-Vais-te arrepender. – Resmungou.

-Cão que ladra não morde. – respondeu.

De seguida ele estende-me a mão com um sorriso no rosto e levanta-me do chão.

-Obrigado. – respondo envergonhada.

-É o que os amigos fazem. – responde.

Saímos da escola e fomos juntos para casa a falar se coisas totalmente aleatórias. Chegando a porta da minha casa dei conta que a casa dele era basicamente à frente da minha.

-Hey disseste que gostavas de jogos, não é? – perguntei alegre.

-Hum sim...porquê? – perguntou totalmente à toa.

-Eu tenho um jogo em que estou bloqueada a muito tempo e não consigo derrotar o chefão. – respondo com cara chateada.

-qual é o jogo? – perguntou.

-Super Mário Bros. – respondi.

-PAHAHAHAHAHAHA.  Esse jogo é super fácil, vou perguntar a minha mãe e depois digo-te alguma coisa. – responde correndo para casa.

Cinco minutos depois ele volta com um sorriso nos lábios

….continua…..


Notas Finais


Espero que tenham gostado, se sim não se esqueçam de comentar e/ou favoritar se gostarem?
Tchauuu beijos de magia....


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...