História The best - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Iris, Kentin, Lysandre, Morgan, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya
Tags Amor Doce, Drama, Lgbt, Romance
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Palavras 1.293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eaiiiiii
Lindos de mamãe, como vão?
Bom, hoje estou aqui lhes trazendo uma glamorosa estória do loiro mais perfeito da face da terra.
Nathaniel!
Espero que gostem e me falem nos comentários o que acharam e se acham que o loiro vai fazer muitas cagadas ao longo da fic.
Fui e boa leitura!

Capítulo 1 - Como tudo começou



Os pasos largos do garoto loiro e alto despertavam alguns animais que estavam a espreita, observando-lhe passar pela rua quase que correndo.

Sei que não sou bom... mas não consigo viver naquele sofrimento todo...

Replicava o garoto sentindo as lágrimas descerem, rasgando-lhe as bochechas meladas pela composição iodada e salgada que agora inundava e enxarcava a camisa azul escura que se encontrava a seu corpo musculoso e robusto.

Desgosto.

É o que seu pai pensara que recebeu de Nathaniel. A algumas gerações da família do loiro, várias pessoas conseguiram montar uma gigante fábrica de produtos inovadores e totalmente revestidos em tecnologia avançada. Robôs dos mais diversos tamanhos e funcionalidades.

Todos operavam na construção das tecnologias.

Isso mesmo, o pobre coitado foi obrigado a cursar robótica e informática. Isso nunca foi sua área. Nunca foi seu estilo, mas mesmo assim prosseguiu com os estudos forçados.

Depois de um tempo saíram os resultados. Nathaniel passou.

Mas tinha um porém... Nathaniel passou em 2° lugar.

Isto enfuereceu seu pai. Começou a gritar e a espancar o garoto, dizendo-lhe absurdos e desaforos, nos quais nunca se aplicaram ao loiro.

Naquele momento, só queria alguém para abraçar e desabafar. Alguém com que pudesse contar. Confiar.

Nem que tivesse que esperar. Esperaria.

Esperaria por mil anos.

Mas esperaria...

Correu sem coerência e sem rota pelas ruas de Londres, esperando um milagre. O que salvaria Nathaniel daquele seu pesadelo: seu pai. O único e mais temível pesadelo.

A cabeça atordoada de Nathaniel voava longe. Sentou-se ao banco úmido de um ponto de ônibus vazio e inabitável.

Naqueles minutos sentado, pensou em como seria seu anjo.

Queria alguém frágil e inocente por fora mas que precisasse ser totalmente imensurável por dentro. Algo selvagem, mas delicado e compreensivo, que estivesse consigo o tempo todo.

Queria alguém que o amasse de verdade.

Por um momento, vacilou pensando que queria ter uma namorada ao seu lado. Um riso sarcástico e irônico saiu por entre seus lábios congelados devido ao frio que a aquela noite emitia.

Por alguns momentos, deu-se ao luxo de pensar em como seria a morte do seu pai: lenta e tortuosa. Queria algo sangrento.

E já conseguia se imaginar no velho cemitério para ladrões, fugitivos e prisioneiros de Londres, cujas as árvores secas, a névoa densa e o clima úmido causavam-lhe arrepios. Conseguia imagina-lo ali ao lado de sua mãe e sua piranha de estimação loira, afagando-lhe os ombros provavelmente magros e totalmente preenchidos por ossos, da mulher chorosa. Seu sorriso seria triunfante. Faria questão de pagar-lhe o mais baratos dos caixões, só por precaução de que iria guardar aquele dia como um dos mais felizes de todos, daria lhe uns pequenos tapinhas no rosto e sussurraria no ouvido do difunto: "Check-mate seu Urucubaca maldito.". E o deixaria apodrecer naquele lugar que tanto o causava repulsa.

Sorriu sem humor algum diante dos pensamentos sombrios que rondavam seus pensamentos. Queria que o pai sofresse por ele o mesmo que ele está sofrendo pelo pai. Queria de verdade, acabar com a vida daquele canalha desgraçado. Mas tudo se resumia a uma coisa: ele era seu pai.

Chorou amargamente por não ter desejado ter aquela vida, mas de qualquer jeito, foi o que lhe restou.

Levantou-se ainda choroso e voltou para casa involuntariamente, enquanto preparava seus punhos semicerrados como uma carta surpresa para a próxima rodada.

Chegando em casa, o casal estava em seu quarto com uma coisa incomum: a porta trancada.

Não deu bola para o que seus pais fariam ou deixariam de fazer, aliás, não era de sua conta. 

Trancou a porta da frente e subiu as escadas rapidamente, apenas com sua cama em pensamentos. Queria descançar.

O quarto de seus pais era do lado do seu, pois quando criança, a piranha de estimação loira de sua mãe, que Urucubaca ensistia em chama-la de sua irmã, era muito medrosa e chorona, então dormia do lado do quarto de seus pais. Já o loiro dormia no último quarto no final do corredor, onde podia assistir pornô a vontade.

Arrancou as roupas, ficando apenas com sua box branca, atirou-as por algum canto do seu quarto e deitou-se na cama grande e espaçosa, que involuntatiamente, ouviu ranger um pouco.

Voltou a pensar em um método mais espantosamente caótico de fazer o velório de seu pai. Por um momento, pensou em nem anunciar o falecimento do homem, pensou apenas em colocá-lo em uma caixa de madeira qualquer, cavar um buraco e joga-lo lá, esperando que sumisse da face da terra.

Em meio aos pensamentos atordoados, o garoto pegou no sono lentamente, até que seu corpo se entregou a aconchegou-se no colchão macio.

E de repente, seu sono foi interrompido por gemidos e arfadas vindas de algum lugar por perto de si.

- Será que estava assistindo pornô e esqueci de desligar? - o loiro preocurou em torno de si, por baixo das cobertas aquecidas, mas nada.

Em um pensamento, colocou a orelha na parede na qual o som estava mais elevado. E para variar, a parede que fazia parte do quarto de seus pais, o som estava mais forte e elevado.

Não sei nem como minha mãe consegue ficar com um homem canalha igual aquele.

Já estava de saco cheio o bastante para ficar escutando tal falta de vergonha. Vestiu sua camiseta preta polo, uma calça jeans qualquer e colocou seu blaser. Seu tênis allstar veio por último junto as meias que havia ganhado de sua mãe no natal passado.

Abriu as portas e saiu sem rumo a qualquer discoteca ou balada que ainda estivesse de pé.

Andando algumas quadras, uma luz forte e colorida envadiu seu campo de visão, chamando-lhe a atenção. Era um lugar estreito, pequeno por fora, mas amplo por dentro.

Resolveu entrar na boate o quanto antes. Seus olhos correram pela bixaria que rolava solta por aquele ambiente.

Varias mulheres com as mais variadas roupas, desde as mais curtas, até as mais longas. Varias feições e gêneros.

Beijou várias. Bebeu pouco mas aproveitou, pois garantiu que ficaria dormindo o resto do dia amanhã.

Meio que cambaleando, Nahaniel saiu da boate reluzente e seguiu caminho a qualquer outro lugar.

Enquanto estava andando, algo lhe veio a sua cabeça: beijei várias, mas... por que não me convem nenhum? Por que nenhum foi tão bom quanto eu esperava?

Perguntas como essas rondavam a mente do garoto sonolento, que andava sem rumo por Londres. Andou mais um pouco e encontrou um casarão todo iluminado e várias pessoas esperando por fora.

Pareceu-lhe uma grande oportunidade de conhecer pessoas novas, quem sabe alguém que ele se interessava? Criou coragem e foi atravessar a rua. Atravessou lentamente até que quando chegou no meio, um barulho alto ensurdeceu seus ouvidos e algumas luzes acabaram-lhe cegando. Quando olhou de novo, seus olhos se arregalaram, mas era tarde de mais, pois já estava caido e nocauteado no asfalto gélido.

Sentiu uma dor imensa percorrer uma de suas pernas e um líquido quente vindo de sua testa, traçar caminho rumo ao asfalto.

De repente, uma voz doce e melódica, um tanto que feminina, encheu seus ouvidos perguntando-lhe se estava bem e o que iria fazer. Parecia mesmo a voz de um..

- Moço! Moço! O senhor está bem? - perguntou-a sacudindo-o.

- Claro que estou, não está v-

De repente, o que nunca sentiu antes, veio. Seu corpo inteiro se desestabilisou e praticamente, voltou ao "ponto morto". Sua mente parou de funcionar e sua visão estava quase que escassa.

E simplesmente apagou.

Não se lembra do que aconteceu depois, mas preferia ter morrido. Não queria encarar seus pais novamente.

Mas, só se lembrava de ter escutado a voz de um anjo falando consigo e o acalmando aos poucos, tentando neutralisar seus desespero. "A voz do meu anjo", pensou ele.

O melhor anjo.



Notas Finais


Eai? Quem quer continuação?
Eeeeeeeeu!
Lembrando que a fic ainda está sendo devidamente desenvolvida, mas assim que puder, vou arrumar a sinopse e postar mais capítulos.
Beijos e até a próxima!
Fui!


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