História The Best Teacher - Capítulo 7


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens All For One, Chiyo Shuzenji (Recovery Girl), Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Eri, Gran Torino, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Hizashi Yamada (Present Mic), Inko Midoriya, Itsuka Kendo, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mei Hatsume, Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Ochako Uraraka (Uravity), Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Tenya Iida, Toga Himiko, Tomura Shigaraki, Toru Hagakure, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui, Yuga Aoyama
Tags Bakudeku, Boku No Hero, Deku, Kacchan, Yaoi
Visualizações 60
Palavras 2.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ INTERNET!!! Turu bom? Desculpa mesmo pela demora... Teve uns problemas aqui em casa e na escola. Mas isso não importa agora!
Aqui esta o novo cap! Espero que gostem e Boa Leitura!!!!
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Capítulo 7 - Capítulo 7: Banheiro


Fanfic / Fanfiction The Best Teacher - Capítulo 7 - Capítulo 7: Banheiro

— V-Vocês estavam com fome mesmo… —


Nosso querido Izuku se encontrava nesse momento em um dos restaurantes mais gordurosas e conhecidas da cidade, era até considerado ponto turístico por conta de várias pessoas famosas já o terem visitado e consequentemente vivia lotado, por sorte Midoriya conhecia o dono do restaurante. Havia levado Eri e Kota para almoçar, já que os dois não tinham nem lançado direito no recreio, parecendo dois mini selvagem devorando seus hambúrgueres com rapidez.


Como era conhecido da tia das crianças não teve problema em levá-los, Aizama sabia também que Deku é uma boa pessoa e não faria mal aos mesmos, pediu para que o porteiro avisa-se Shino para encontrá-los na Praça da cidade. Caso ela chega-se mais cedo.


— Isso é tão bom! — diz Kota de boca cheia e com um brilho nos olhos ao responder Izuku que riu da cena do garoto completamente sujo de ketchup.


— Deku-kun! — Eri chama o mais velho que aparentava estar distraído com os guardanapos a sua frente.


— Sim, Eri? — 


— Podemos fazer isso de novo? —


— Como assim? —


— Vir almoçar com o senhor! Todo dia! —


— Podemos ver com a tia de vocês. — o esverdeado diz sorrindo para garotinha que fica empolgada com a possibilidade de sua responsável concordar com aquilo.


— Professor, de onde veio esse apelido, "Deku"? —  Kota perguntou de repente, deixando o professor confuso, começando a caçar em suas memórias.


— Bom… um antigo amigo me deu esse apelido, ele dizia que significava "inútil", porque eu nunca conseguia me defender e sempre precisava de ajuda, mas depois de alguns anos uma pessoa muito gentil me contou que Deku também significa "Você consegue!". Então eu gosto de pensar que mesmo as vezes sendo inútil eu posso conseguir!  — Izuku fala sorridente se lembrando de quando conheceu Uraraka no primeiro dia de aula.


Os dois alunos pareciam intrigados com a história, comendo os lanches engordurados pensativos, quando de repente uma dúvida surgiu na mente da pequenina garota de olhos vermelhos que logo encarou Deku.


— Deku-kun, quem é Kacchan? — Eri indagou curiosa observando o esverdeado engasgar-se com o refrigerante que estava tomando naquele momento. Kota estava confuso no momento e apenas continuou em silêncio, queria saber o que Midoriya iria responder.


— A-Ah… Bem… É o Bakugo. —


— O QUE? —


— Eu dei e-esse apelido pra ele quando éramos crianças…N-Não é nada dema- —


— Aquela bomba relógio?! Nossa… eu vou chamá-lo desse jeito agora! — Kota estava incrivelmente feliz e ao mesmo tempo parecia armar um plano contra o professor de matemática que sempre deixava-o de recuperação, Izuku pareceu pálido por um momento.


— Eu também! — Eri concordou, as duas crianças estavam rindo animadas. Já Izuku… suava frio enquanto imaginando o motivo do seu enterro.


A mesa onde os três estavam era a mais animada do local, recebendo até olhares por conta disto, as risadas que faziam, de vez em quando, contagiava o restaurante. Quem não os conhecessem achariam que era um pai almoçando com seus filhos, uma cena realmente fofa ver os três juntos jogando comida uns nos outros.


Sem perceberem uma moça bastante alta de rabo de cavalo se aproximava da mesa em que a nossa querida família falsa estava. Ela usava um vestido vermelho, com um grande decote que realçava seus seios que já chamavam a atenção, também emanava um sorriso que só fazia com que sua beleza fosse vista por todos.


— Izuku! Que saudade! —


— Meu Deus! Momo! —


Momo Yaoyorozu uma dos chefes do restaurante e uma das amigas da escola de Deku. Ela é a assistente do prefeito da cidade, também uma das pessoas mais famosas que já pisou naquele lugar. As crianças estavam encantadas pela beleza que a moça incrivelmente alta mostrava, até Kota se lembra de já tê-la vista na TV ficando surpreso e nervoso em sua presença.


— Peraí! V-Você é M-Momo Yaoyorozu!? —


— Ah! Olha que fofurinhas! Quantos anos vocês tem? —


— Momo estes são Eri e Kota eles são meus- —


— Filhos? O.Meu.Deus! Eles são a sua cara! Por que não me contou antes? Eles são lindos! Nem me chamou pra ser madrinha né? —


— M-Momo! E-Eles não são meus f- —


— Izuku estou decepcionada com você nem pra me contar que adotou uma criança! Eu tenho certeza que não se casou porque convidaria a cidade inteira até o pessoal que você não conhece pra assistir e iria te matar se não fosse convidada. —


— N-NÃO! Eu sou virgem aind- —


— Acho bom ouvir isso! Evitou todo mundo quando foi pra faculdade! Ninguém sabia onde estava, Deku! —


— D-Desculpa… Mas eles n- —


— A partir de agora crianças serei a madrinha, ou melhor tia de vocês! Vou passear com vocês e comprar um monte de presentes! —


— SÉRIO? —


— Com certeza! —


— Momo é sério, eles não são…— Os três ignoravam completamente o esverdeado que apenas balançava a cabeça em negação enquanto sorri forçado para Momo abraçando seus alunos. — Quer saber, desisto. —


Depois de uma promessa de quase 100 presentes que Momo prometeu para as crianças. Eles foram embora do restaurante, porém a nova tia que haviam feito tinha que resolver algo na prefeitura e teve que seguir outro lugar, despedindo-se da família falsa que Izuku agora tinha feito.


— A tia Momo é muito legal! — Eri diz empolgada sorrindo para o esverdeado que revira os olhos, já que a sua amiga literalmente comprou as crianças com promessas de presentes, deveriam trocar a palavra "legal" para "rica".


— Ela falou que vai me dar um Nintendo Swift! Um Nintendo! Aquele com cara de cachorro! — Kota estava mais empolgado que o normal, andando alegremente a Izuku e Eri de mãos dadas para não se perderem.


— Sim… super legal… — 


As duas crianças perceberam o tom de voz que o maior havia usado lembrando-se de quando sua tia o usava, quando estava com ciúmes. Os dois se entreolharam e abraçaram Midoriya que quase se desequilibrou com a atitude de seus alunos.


— Você também é super legal, Izuku! — as crianças gritaram empolgadas, rindo logo em seguida enquanto abraçava mais forte o professor.


Izuku riu junto aos dois, devolvendo o abraço, fazia tempo que o mesmo não se sentia tão feliz… se lembrando de uma pessoa especial em sua vida. Sentindo seus olhos prestes a derramarem, limpando-os o mais rápido possível para que os menores não vissem.


— Nossa professor! Você só chora! —


— E-Eu… tá bem, talvez eu seja um pouco emotivo. —


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Depois de uma tarde agitada e divertida com seus alunos, Izuku agora repousava na frente da escada da entrada da escola enquanto as crianças brincavam de pega-pega a sua frente. Logo se cansando e sentando ao lado do esverdeado que sorria com seus lábios finos. Os três nunca havia divertido-se tanto como naquela tarde.


— Vamos fazer isso de novo! Né?— Kota indagou otimista para o maior que suspirou em resposta. 


— Talvez. — Izuku disse calmo olhando para o céu do final da tarde.


— Ah… Vai Deku! Foi tão legal! — Kota novamente insistiu para o professor que riu docemente voltando a olhar seu aluno.


— Hehehe.Talvez amanhã, mas só se a sua tia deixar. — respondeu o esverdeado recebendo um abraço surpresa de Eri que pulou em suas costas, assustando-se, porém isso foi logo esquecido pela risada contagiante das Crianças.


— Midoriya. — uma voz rouca e cansada que Izuku conhecia a muito tempo chamou-o ao seu lado.


— Aizama, aqui! Como prometido, dois alunos inteiros! — o esverdeado fala empolgado abraçando Eri e Kota para que os dois não fugissem dele.


— Meus parabéns, até que não é tão ruim com crianças… quanto você gastou? — o porteiro indagou levantando uma sobrancelha para o professor que soltou às crianças do abraço para responder.


— ...meu salário inteiro… —


— Sabia. — Aizama disse sem muita surpresa, crianças são uma despesa gigantesca, agradecia por já ter passado pela fase de dar tudo o que eles querem. — A Shino me ligou, disse que está chegando.



Depois de meia hora. Shino chegou. 


Agradecendo Izuku e Aizama por terem ficado de olho em seus sobrinhos, ouve um imprevisto em seu trabalho, por isso acabou demorando. Eri e Kota já estavam acostumados com esses atrasos, fazendo a lição, estudando e copiando matéria com o porteiro enquanto esperavam por ela. Mas hoje havia sido diferente, foram almoçar fora (uma coisa que só faziam uma vez por mês), conheceram sua tia postiça, foram ao parque e ganharam doces por terem se comportado.


O esverdeado ganhou logo um abraço da tia das crianças que agradeceu ao mesmo por ter feito esse passeio com eles. Pareciam mais felizes que o normal, querendo que amanhã fossem passear de novo com o professor, Shino disse que pensaria no assunto e também se Midoriya concordasse. Deixando duas crianças implorando-a no banco de trás do carro, logo se despediram-se dos dois funcionários da escola e foram para casa.


— Ah! Porcaria… Aizama, me espera um pouco antes de fechar? Eu esqueci os trabalhos dos meus alunos na sala dos professores. — Izuku falou rapidamente, entrando na escola o mais rápido possível em direção a sala, o porteiro por outro lado suspiro cansado como resposta.


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Izuku já havia pegado todas as suas coisas voltando a correr pelos corredores. Estava mais escuro que o normal já que o sol estava se pondo, às luzes não estavam ligadas já que o horário de fechamento já havia passado fazia quinze minutos.


Continuou correndo pelo labirinto de armários sem conseguir enxergar um palmo à sua frente, usando apenas seu senso de direção de longa data daquela escola. Por algum motivo jurava ter ouvido passos um pouco distantes de si, mas pensava ser maluquice sua. Ninguém estaria na escola a essa hora… não é?


De repente, esbarrou em alguma coisa e caiu no chão, deixando todos os papéis que segurava caírem… xingou-se mentalmente por não tê-los guardados na sua bolsa. Pegando seu celular e ligando a lanterna do mesmo, estava ouvindo uma respiração ofegante a sua frente, decidiu mirar a luz para iluminar o que parecia ser um animal irritado.


Finalmente vendo um par de olhos vermelhos fogo a sua frente, o esverdeado sentiu um arrepio por todo o seu corpo, o dono dos olhos encarava o indivíduo que havia o esbarrado, estava bem irritado por causa da sua nova lança de café enquanto segurava uma caneca com o mesmo líquido.


— … Merda. — 


— Seu… SEU IMBECIL! —


— D-Desculpa! E-Eu não conseguia enxergar nada! —


— ESSA ERA MINHA BLUSA PREFERIDA! —


Izuku levantou-se o mais rápido possível deixando sem querer seu celular cair no chão, iluminado o ambiente em que os dois estavam. Bakugo vinha a passos lentos em sua direção começando a acelerar, Izuku tentava manter espaço entre os dois indo para trás, mas quando o loiro estava prestes a atacar-lhe o esverdeado se protegeu e gritou.


— PORQUE VOCÊ FAZ ISSO? —

 

Uma pausa surgiu no meio do corredor, mas Katsuki continuou manter seu punho perto do mesmo, sem movê-lo .


— Não interessa. —


— Kacchan, não somos mais crianças… Por favor, por que você faz isso? —


Bakugou segura Izuku pela blusa o prensando na parede com tudo, assustando-o esverdeado


— Não interessa! —


— M-Me solta, por favor… —


Os dois se fuzilava com os olhos enquanto Bakugou prensava ainda mais Izuku contra parede causando certa dor nas costas do esverdeado.


— Se n-não parar com isso e-eu vou chamar a polícia.—


Katsuki, por um momento, encarou surpresos aqueles grandes olhos de esmeraldas a sua frente que estavam prestes a escorrer lágrimas, Deku estava apavorado até sentir ser solto pelo loiro que tinham uma expressão pasma, porém com ódio ainda.


— Você não faria isso. —


— E-eu só quero que pare com isso… não quero chegar todo santo dia em casa com dores em todo meu corpo tendo que esconder no dia seguinte os roxos nos meus braços com maquiagem. Não quero te prejudicar, mas eu não aguento mais! Eu não aguento! — Lágrimas.


— Deku… —


— Toda vez. Toda vez. Toda vez! Eu tento me aproximar de você, ser legal e o que eu recebo? Um belo murro na minha cara! AH POR QUE?— mais lágrimas.


— Eu… Eu… —


— EU O QUE? ME DÊ UM MURRO LOGO! —


— Eu não sei. —


 — NÃO SABE?—


— EU NÃO SEI POR QUE EU FAÇO ISSO!  —


— … Como assim?—


— Eu não sei! Ta bem? Toda vez que você está perto tenho uma sensação estranha, parecida quando quero bater em alguém, meu corpo esquenta, minha adrenalina sobe, uma estranho impulso nervoso as vezes! Mas quando eu vejo essa maldita cara de choro que você faz eu me sinto… me sinto mal. —


Um longo silêncio pairou naquela sala, os dois se encararam em silêncio sem entender ao certo o porque, Izuku estava confuso por um instante com as palavra do maior. O loiro apenas abaixou o rosto rendido, não acreditando no que havia falado, porém era o verdadeiro sentimento que sentia pelo outro. Bom pelo menos "ele" pensava assim…


— Kacchan… V-Você gosta de mim? —


Izuku nunca tinha visto o ex-amigo tão vermelho em toda sua vida, o esverdeado também estava com vergonha, tanto que até sentia um pouco suas bochechas estavam coradas. Porém a cara de Katsuki parecia um tomate perto da dele, o loiro não conseguia nem se pronunciar depois que disse aquilo.


— K-Kacchan, m-me desculpe! —


— A-Ah… —


— M-Me desculpe… a-a maneira c-como você falava sobre o-os seus sentimentos… e-era mes-mesma descrição de paixão. Eu a-apenas me confunde… V-Você nunca iria se apaixonar por mim! I-Isso é loucura! Descul- —


— EU PRECISO MIJA! —




Notas Finais


ESPERO DO FUNDO DO CORAÇAO QUE TENHAM GOSTADO! EU DEI DURO PRA FAZER ESSE CAPÍTULO! ESPERO QUE TENHAM GOSTADO! MUITO OBRIGADO POR LER ATÉ AQUI!

PS: Obrigado pelos comentários dos outros post! Eles me ajudaram muito a me incentivar a escrever! Agradeço muito a todos vocês!


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