História The Bet - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura!!
(Segunda tentativa, espero que essa dê certo)

Capítulo 1 - Prólogo


1997, Portland, Oregon

— Ariana, espera! — Zayn corria atrás dela, com lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto rir. Ariana era sua melhor amiga, mas só no coração dele. Na vida real, ela o odiava, e ele não sabia por quê. Aos 8 anos, fazia o possível para mostrar que gostava dela, mas Ariana sempre terminava magoada.

As meninas eram bobas.

Seu irmão mais novo, Justin, finalmente os alcançou.

— Por que você fez isso, Zayn? — E o empurrou para o lado.

A língua de Zayn de repente pareceu grossa na boca. Queria explicar os motivos para fazer Ariana tropeçar, queria mesmo, mas as palavras não saíam. Ele odiava gaguejar. Era tão difícil falar assim, e isso só acontecia quando ele estava se esforçando demais ou na frente de Ariana.

— Argh! — Justin chutou a terra. — Agora ela nem vai me beijar!

— Beijar você? — exclamou Zayn, horrorizado só em ouvir o irmão falar a palavra beijar, quanto mais pensar em fazer uma coisa dessas com Ariana. Além do mais, por que o irmão de 6 anos de idade beijaria antes dele? — Ela nem gosta de você desse jeito. — E cruzou os braços.

Zayn pelo menos sabia disso — meninas não gostam de meninos. Elas gostam de homens, e ele estava perto de se tornar um homem. Na verdade, tinha acabado de encontrar um pelo no queixo. Provavelmente começaria a se barbear até o fim da semana. Inflou o peito e olhou de cara feia para o irmão.

— Ah, é? Bem, ela te odeia. — Justin mostrou a língua. — Ela me disse isso, e... — Colocou as mãos nos bolsos e respirou fundo. — Eu vou casar com ela.

— Vai nada!

— Vou, sim!

— Vai nada! — Zayn empurrou o irmão, que caiu no chão. — Eu sou maior. Ela vai casar comigo.

Justin mostrou a língua e limpou a sujeira da calça.

— Quer apostar?

— Quero! — zombou Zayn. — Aposto. Um milhão de dólares!

— Ótimo! — Justin cuspiu na mão e a estendeu. — Aperta aqui. Juramento de sangue.

— Mas não tem sangue — observou Zayn.

— Dã! A mamãe mataria a gente se tivesse sangue. Vale do mesmo jeito. A Ariana que disse.

— Ótimo. — Zayn cuspiu na mão e bateu na mão do irmão.

Justin fez uma careta.

— Que nojo.

— Vê se cresce. — Zayn revirou os olhos e procurou Ariana no quintal. Não queria ter feito com que ela tropeçasse. Bem, na verdade, queria, mas tinha um bom motivo para isso.

Ele sabia que Ariana adorava histórias de princesas. Ela falava de como as meninas devem ser tratadas como princesas e os meninos devem ser príncipes.

Mas como ele poderia ser um príncipe se não havia dragões para matar?

Como poderia provar seu valor se não havia monstros?

O bom é que ele era o garoto mais esperto da turma. Sabia exatamente o que fazer. Tudo que precisava era causar o problema e depois salvá-la.

Primeiro, ateou fogo na boneca dela, mas isso não funcionou conforme o planejado. Na verdade, a boneca agora estava na lata de lixo. Como ele poderia adivinhar que o extintor de incêndio não estava funcionando?

Depois, colocou uma cobra no saco de dormir de Ariana. Quando ela acordou gritando, ele correu para agarrar a cobra, mas não conseguiu encontrar o bicho. Justin o entregou, e Ariana ficou com tanta raiva que chorou.

Na última tentativa de impressioná-la, amarrou os cadarços dela para ela cair, depois se ajoelhou para ajudá-la.

Mas ela estava tão irritada que deu um tapa nas mãos dele para afastá-las, arrancou os sapatos e saiu correndo chorando.

Meninas.

Ele nunca as entenderia.

Afinal, ele estava tentando ajudá-la o tempo todo.

E o tempo todo ela o afastava mais.

Isso só significava uma coisa. Para ganhar a aposta, ele teria que se esforçar mais. E sabia exatamente o que fazer.

— Ei, Justin? Sabe onde tem pedras?


Notas Finais


Continua...


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