História The Bite Marks - JungKook - Capítulo 31


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Jay Park
Personagens Jay Park, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun
Tags Amor, Bite Marks, Bts, Bulimia, Drama, Família, Hibridos, Hoseok, Jay Park, Jimin, Jungkook, Marcas Da Mordida, Medo, Romance, Sobrenatural, Superação, Taehyung, Tristeza, Vampiros, Yoongi
Visualizações 33
Palavras 3.533
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAA CONSEGUI TRAZER CAPÍTULO HOJE!!! AEEE!!!
Eu prometi que ia trazer o mais rápido possível e aqui estou eu com várias surpresas, achei que ia ser sacanagem fazer vocês esperarem tanto tempo, então aqui estou.

O capítulo de hoje foi feito com muito carinho, espero que agrade as expectativas de todas.

MUITO OBRIGADA PELOS 520 SEGUIRES NO PERFIL!!! Nunca achei que chegaria tão longe, sério, estou orgulhosa de mim mesma e grata a vocês.

BOA LEITURA

Capítulo 31 - Rancor


Fanfic / Fanfiction The Bite Marks - JungKook - Capítulo 31 - Rancor

Pov's JungKook 

Se isso é um sonho, eu não quero acordar.

— É mesmo você. — Afirmo e nos separamos do abraço. — Eu pensei que... Como você...

— Temos que conversar bastante, primeiramente, não sabe o quanto estou feliz em te ver.

— Eu deixei você no hospital, os médicos não pareciam acreditar na sua sobrevivência, depois no dia seguinte sua mãe ligou chamando pro seu enterro. Eu não entendo mais nada.

— Podemos no sentar? — Ela pergunta e eu dou espaço pra ela passar.

Vejo a mesma andar até o sofá, se sentar delicadamente e observar a casa. Por um instante ela sorri, sua beleza me hipnotiza e seu jeito me encanta. Eu não a perdi, ela está aqui, perto de mim. Seu vestido florido e rodado faz um ótimo par com suas sapatilhas de cor avermelhada. Seu cabelo está solto, e comprido nas costas, seus lábios carregam uma cor discreta, porém convidativa, e seu perfume se mistura ao aroma da casa e deixa tudo mais agradável. Eu a amo.

— Bom, vamos começar por partes?

— Perdão. — Eu disse me sentando ao seu lado. — Eu não queria seu mau.

— Sim, eu sei, mas vim aqui lhe dar explicações. Só. — Diz e vejo um tom ríspido em sua voz.

— Ficou triste comigo?

— Alimentei uma dor por três anos. — Ela desvia o olhar e brinca com os dedos. — Você sumiu, só Jimin sabia do seu paradeiro, mas você o fez prometer que não ia contar a ninguém.

— É verdade, eu não queria sofrer mais. Quando deixei você naquele hospital foi como se meu coração tivesse parado de bater como antes. Eu não vi opção melhor que ir embora daqui.

— E agora pode me dizer pra onde foi? — Volta a olhar pra mim.

— Canadá.

— Depois que você saiu do hospital minha mãe chegou lá, eles me internaram e fiquei em coma por algum tempo. Recebi muitas doações de sangue. Meu caso era grave, mas eu tinha chances de sobreviver. — Ela funga e passa a mão discretamente pela bochecha. — Minha mãe tentou fazer contato com você, mas você nem ao menos a deixou falar, disse que precisava ir ao enterro do Taehyung, e depois desligou. — Volta a olhar pra mim. — Quatro meses se passaram e eu saí do coma, ainda tinha que ficar internada, em observação por causa do meu estado. Tentamos entrar em contato várias vezes mas só depois de inúmeras tentativas descobrimos pelo Jimin que você havia trocado de número. Pedimos o número novo mas ele negou, e disse que não podia nos passar, nem dizer onde você estava pois tudo fazia parte de uma promessa. — Ela se cala por alguns breves segundos e volta a falar. — Fiquei triste nesse dia, me senti insignificante pra você. Senti que eu não tinha importância mais, e que você não estava nem aí pro meu estado. Eu, tive raiva de você por um tempo. Mas Jimin dava sua palavra de que você realmente achava que eu estava morta.

— Perdão, eu sofri também. Meu irmão morreu, e logo após você, pelo menos eu acreditava nisso.

— Devia ter confirmado, passei três anos chorando e pedindo pra que voltasse.

— Quando saiu do hospital?

— Um ano depois.

— Queria de verdade, ter estado lá em todos os momentos. Mas quando... — Fraquejo. — Não consegui aceitar que tinha morrido.

— Mas eu não morri.

— Jimin devia ter me ligado.

— Não coloque a culpa no Jimin. — Ela se levanta.

— Eu sei, mas a culpa também não é minha. Foi tudo um mau entendido. — Me levanto. — Pensei em você todos os dias, todas as noites, em todo o momento. Não me esqueci da nossa história. Isso não é suficiente? Você não foi a única que chorou e sofreu por três anos.

— Não quero brigar, eu nem vim aqui pra falar sobre você e eu. — Diz e suas palavras me deixam preocupado comigo mesmo. — Lembra da minha gravidez?

— Perdeu o bebê não é mesmo? Eu sinto...

— Não. — Ela me corta. — Com muita dificuldade eu tive o bebê.

Por um segundo toda preocupação se esvai e eu me sinto bem. Sorrio sem perceber e meus olhos brilham.

— Sou pai. — Digo a mim mesmo pra acreditar. — É menino? Ou menina?

— É um garotinho, ele vai fazer dois anos e assim que soube que você tinha voltado não pensei duas vezes em vir aqui.

— Temos um filho. — Eu a olho. — Como ele é? Se parece comigo? É um vampiro? Do que ele gosta?

— Ele é um garoto agitado, se parece muito com você, é um híbrido e gosta de fazer várias coisas. — Ela sorri. — Ele sente falta de um pai.

— Quero muito fazer parte da vida dele Amanda.

— Não vou tirar isso de você, só quero que entenda uma coisa. — Ela faz uma pausa e depois volta a dizer. — Nós dois...

— Sei que no fundo tem raiva de mim por ter te deixado e não ter procurado saber notícias. Eu sinto muito, e sinto ainda mais por ter sido motivo de angústia pra vocês. — Digo sem olhar em seus olhos. — Agi por impulso e me precipitei, apenas quero ver meu filho, conhecê-lo e te dar o tempo que precisar pra que possa me perdoar de novo. — Finalizo e olho pra mesma.

— Obrigada.

— Prometo te ajudar com despesas, e quero dar presentes a ele.

— Tudo bem.

— Quando posso vê-lo?

— Ele está em casa, com o Danbi.

— Danbi? Ele está com vocês?

— Ele é como uma babá pro Jinho. — Ela diz e deixa escapar o nome. — O nome dele é Jinho, Jeon Jinho. Eu esqueci de dizer.

— Deu a ele meu sobrenome?

— Não podia ter feito diferente. — Seu olhar se encontra com o meu e por breves segundos me perco no tempo. Ela também. — Bem, podemos ir agora se quiser.

— Eu quero.

— Então vamos. — Ela segue até a porta.

Eu pego a chave a tranco a casa, lado a lado começamos a caminhar.

— É longe daqui?

— Não. — Ela responde. — É logo ali no final da rua.

— Moram apenas vocês dois?

— Não, minha mãe mora com a gente, a casa é dela na verdade.

— Entendo.

Enquanto caminhamos a observo, como eu queria agora dar um abraço e beija-la pra matar a saudade que ainda se faz presente. Tirar ela da casa onde está e traze-la junto com nosso filho pra morarmos todos juntos. Eu sofri tanto acreditando na sua morte, que mesmo que vê-la aqui ao meu lado me faz querer pular! Sei que no fundo Amanda está magoada comigo, eu entendo. Esse é o preço por ter me afastado tanto deles, mas prometo a mim mesmo que as coisas vão mudar.

— O que vão fazer amanhã?

— Amanhã? — Ela pergunta. — Por quê?

— Quero visitar vocês sempre que der, quero poder compensar todo o tempo que passei longe.

— Você pode ir visitar ele quando quiser, como eu disse, ele também é seu filho.

— Seria bom se você estivesse presente nos nossos encontros. — Digo.

— Sou mãe dele, sempre estarei lá. — Ela desvia o olhar pra mim. — É aquela casa.

— Que fofa. — Digo sem pensar. — Quer dizer...

— É realmente muito fofa. — Ela diz e sorri. — Obrigada. — Ela finaliza e eu apenas sorrio, caminhamos até a entrada e ela abre a porta. — Minha mãe não está em casa, saiu pra trabalhar. 

— Onde ele está? — Pergunto ansioso.

— No berço, vou pega-lo. Pode esperar no jardim, lá é mais tranquilo. — Ela diz e me direciona a uma porta nos fundos, apenas sigo até lá e ela vai em direção ao quarto.

O jardim não é grande, nem tão pequeno. Tem o tamanho ideal eu diria. Rosas, margaridas e diversas qualidades de flores estão espalhadas por todo o local. No centro há um balanço de madeira com um estilo pergolado, e bem ao lado da porta há um banco, me sento nele e espero Amanda. O som que escuto no minuto seguinte me faz ficar nervoso, e ainda mais ansioso, ela se aproxima abre a porta e eu me levanto.

— Ele estava dormindo? — Digo tentando disfarçar meu entusiasmo em ser pai.

— Sim, tive que acorda-lo, mas ele não ficou bravo.

É realmente muito lindo, sua pele é sensível e clara, seus olhinhos são puxados e parecem jabuticabas de tão brilhantes, suas bochechas fartas o deixam ainda mais fofo, seus fios negros meio amassados pelo sono da tarde caem levemente pela sua testa e seu rostinho está na curvatura do pescoço de Amanda. Meu filho.

— Posso pegar ele? — Pergunto afoito.

— Pode. — Ela se aproxima e com cuidado me entrega ele. — Segure assim, é melhor pros dois essa posição. — Diz e eu o ajeito em meus braços.

Seu bracinho passa por meu ombro e sinto seus dedinhos em minha nuca, sua roupinha fofa o deixa mais lindinho. Ele usa uma bermudinha confortável e uma camisetinha colorida, o bico está preso em sua blusa e meias cobrem seus pequenos pezinhos. Ele me olha profundamente, me analisa e eu me seguro pra não desabar, reparo cada detalhe seu, o nariz, as fartas bochechas, seu lindo rostinho, sem contar seu cheirinho gostoso. Seu próximo ato derrete meu coração, ele abre a boca e boceja, posso até ver seus pequenos caninos afiados.

— Ele é tão doce. — Digo e a olho. — Parece estar com sono.

— Ele dorme a tarde, Danbi também acabou cochilando.

— Ele é assim com todos?

— Na maioria das vezes, você seu sorte hoje.

— Ele fala?

— Só algumas palavras, como mamãe, vovó, Danbi, ele pede algumas coisas também, diz não e sim. É um garoto esperto.

— E andar?

— Sim, ele anda pra todos os lados. — Ela sorri.

— Ele não parece ser agitado.

— Ele acabou de acordar, daqui alguns minutos não há quem o segure.

— E as presas?

— Estão crescendo junto com os outros dentes de leite. O médico disse que ele é um híbrido, como meu pai, por você ser um vampiro puro e eu ter sangue de híbrido de lobo ele herdou as duas genéticas.

— Que inacreditável.

— Sim.

— Ele sabe sobre mim?

— Falei muito sobre você pra ele. — Ela diz. — Acho que vou deixar vocês a sós.

— Tem certeza?

— Vou fazer algo pra comermos, e ajeitar umas coisas. Qualquer coisa me chame. — Ela diz e sai.

Assim que fico sozinho com ele me sento no banco e o coloco sentado sobre minhas coxas, seguro seu corpinho para que não caia e ele ainda me olha.

— Ei, tudo bem? — Digo atraindo mais sua atenção. — Eu sou seu pai garotão. — Ele então se mexe em meu colo e eu o coloco de pé sobre minhas coxas, seguro sua cintura e sorrio. — Como você é lindo.

Seu próximo ato me faz sorrir mais ainda, Jinho ergue sua mão até meu rosto e me belisca. Eu faço uma careta pela dor e o vejo sorrir. Seu sorriso é parecido com o da mãe.

— Danbi. — Diz e faz bico.

— Não sou o Danbi, sou seu pai. Diz papai.

— Mamãe.

— Papai. — Repito.

— Pap... Pa...

— Papai. — Repito, e o vejo bocejar novamente.

Ele não diz mais nada, nem faz nenhuma tentativa. Apenas me abraça e se deita em meu ombro, eu o pego e me levanto. Entro em casa e vejo Amanda na cozinha.

— O que houve?

— Ele quase disse papai.

— Mesmo?

— Sim. Mas acho que ele está com sono, melhor ele ir dormir.

— O quarto é ali, pode colocar ele pra dormir se quiser.

— É só colocar no berço?

— Uhn. — Ela vai até mim e o olha. — Ele ainda está acordado, tem que ninar e quando ele dormir o coloque no berço. — Ela diz e pega o bico que estava preso em sua roupa. — Vou ficar com isso.

— Acha que consigo fazer ele dormir?

— Você pode tentar.

— Confia mesmo em mim?

— Sim.

— Okay. — Digo e sigo até o quarto.

Pov's Amanda 

Jeon segue calmo e delicado até o quarto e eu os observo até sumirem do meu campo de visão. Então vou a bancada e volto a picar alguns legumes, Danbi se aproxima e se senta perto de mim, enquanto maneio a faca penso em tudo que já aconteceu em tão pouco tempo.

Depois de três anos reencontrei o amor da minha vida, sim, ele voltou. Alimentei esperanças de que ele voltasse por muito tempo, admito que guardei certo rancor de JungKook por ele ter me deixado aqui com falsas provas sobre minha morte. Fiquei triste por ele não ter deixado nenhum número pra entrar em contato, tive medo de criar Jinho sozinha no começo, mas minha mãe me ajudou bastante com ele. Danbi nos protegeu e Sook vem nos visitar quando pode, levamos uma vida normal aqui em Vampcity. E o que faltava pra minha felicidade estar completa voltou, Jeon voltou.

Jogo os legumes picados na panela de água quente no fogão e acrescento alguns temperos enquanto Danbi me observa. Pego uma colher e misturo a sopa. Jinho sempre toma sopa no final da tarde, ele é sem dúvidas a cara do pai, se parece com JungKook em vários quesitos, é uma criança agitada e meiga. Se alimenta bem e não teve sequelas do meu acidente a três anos. É um garoto saudável, e lindo. Como o pai.

Admitir que JungKook ainda mexe com os meus sentimentos fere meu orgulho, mas é a mais pura verdade. Ainda o amo muito, não parei de amar em um só instante, mas a vida que levo agora é diferente. Sou mãe, tenho responsabilidades e devo cumprir uma a uma, dar educação ao meu filho e me cuidar. Um namoro da juventude não cabe mais na minha vida, por mais que eu quisesse tenho que dizer " não ".

Tampo a panela e enquanto deixo tudo ferver faço a mamadeira do Jinho, assim que termino confiro a panela e ando até o quarto, a cena que vejo derrete meu coração e sorrio. Jinho está no berço, Jeon o observa dormir e sorri, passa sua mão sobre a pele do filho e Jinho suspira.

— Você conseguiu mesmo. — Digo e chamo sua atenção.

— Achou que eu não era capaz?

— Talvez. — Coloco a mamadeira em cima da cômoda e ando até o berço ficando ao seu lado. — Deu trabalho?

— Não, ele é um doce. — Ele diz e passeia os olhos pelo quarto. — Foi você quem decorou?

— O quarto? Sim. Não é nada fixo, não quis mudar a casa da minha mãe.

— Moram aqui dês de que saiu do hospital?

— Sim, é um ótimo lugar.

— E você? Como tem passado?

— Estou bem.

— Conheceu alguém? — Ele pergunta incerto e eu seguro uma risada.

— Quer saber se estou namorando? — Pergunto como se fosse o óbvio.

— Não quis ser indiscreto.

— Não eu não namoro ninguém, minha vida agora é cuidar do Jinho. Só isso.

— Isso me inclui?

— JungKook. — Respiro antes de continuar. — Nossa história foi linda e me fez muito feliz, mas...

— Não precisa continuar.

— Foi por causa dessa maldita frase que você se afastou por três anos. Quando vai deixar se ser teimoso e ouvir o que as pessoas tem a te dizer? — Digo ríspida e ele se surpreende. — Sei que não tivemos um término oficial, mas entenda que entre nós não existe mais nada. Eu mudei, e você não cabe mais na minha vida.

— Sou pai do seu filho.

— Pode vir vê-lo quando quiser, dar presentes, buscá-lo pra passear. Ele também é seu filho, mas nós dois não existe mais. — Digo decidida e caminho pra cozinha, vou até o fogão e tiro a panela do fogo.

— Ei. — Ele aparece. — O que vai dizer pra ele quando crescer?

— Como é? — Largo a panela na pia e me viro pra ele.

— Jinho merece uma família completa.

— Não coloque o Jinho nessa confusão JungKook. Isso é apenas entre eu e você.

— Temos um filho agora, não acha que...

— Eu acho que você deveria ir embora, ele dormiu e se o conheço vai acordar só a noite. — Baixo o olhar e ele fica em silêncio.

— Vou voltar amanhã.

— Será bem-vindo.

— Não terminamos essa conversa. — Diz e vai até a porta. — Até amanhã.

— Tchau. — Digo ao vê-lo sair.

Assim que JungKook vai embora eu olho as horas, são seis da tarde. O sol está começando a se esconder, o céu laranja me faz pensar em nossa " quase discussão ". Não queria ter sido tão dura, ainda sim sei que ele não vai desistir desse relacionamento tão fácil.

— Cheguei. — Ouço minha mãe e vou até ela.

— Oi mamãe, a senhora demorou. — Pego a sacola que ela carrega e coloco na mesa.

— Pois é. — Sorri. — Cadê o meu netinho?

— Está dormindo.

— Dormindo? Você sempre o coloca pra dormir depois da papinha. — Ela coloca algumas coisas em cima da bancada.

— Deixei o pai dele coloca-lo pra dormir hoje.

— Conversou com ele?

— Sim, precisava ver como ele ficou apaixonado pelo Jinho.

— Só pelo Jinho claro.

— Nem começa mãe.

— Vou te dar uma trégua hoje. — Ela diz e se senta em uma cadeira. — Como ele está?

— Bem, lindo como sempre, educado, me respeitou e está morando aqui perto.

— Me refiro ao Jinho. — Ela ri e minhas bochechas queimam.

— Ah sim! E-ele pareceu gostar do Jeon.

— Aish Amanda, quero ver por quanto tempo vai conseguir ignorar seu sentimento pelo JungKook.

— Já disse que essa fase passou.

— Ele comeu?

— Não, saiu sem comer nada. — Digo preocupada. — Eu deveria ter o dado algo, nem sei se ele tem algo na casa dele, afinal, se mudou hoje.

— Me refiro ao Jinho novamente. — Ela da uma risada.

— Aigoo!! Cite nomes.

— Sua mente está pensando em apenas um nome pelo jeito. — Ela sorri. — Vou tomar banho.

— Vou terminar o jantar e ver o Jinho.

— Okay. — Diz e vai até o banheiro.

Eu sigo até o quarto de Jinho e vou até seu berço, o mesmo ainda dorme. Então quando vou sair do quarto reparo um pequeno papel em cima da cômoda ao lado da mamadeira, vejo que se trata de um número de celular.

— JungKook. — Digo a mim mesma. — Não vou te ligar. — Engulo seco e saio do quarto.

*Quebra de Tempo* 

Pov's JungKook 

Você sabe que eu cumpro minhas promessas. — Jimin diz do outro lado da linha. — Deveria ter pensado em todas as hipóteses quando me pediu pra prometer. 

— Aish, não é culpa sua.

Eu sei, a culpa é sua mesmo. Teimoso.

— Eu já entendi que deveria ter pensando em tudo Jimin, para de jogar na minha cara por favor? 

Aish, enfim, viu o garoto? 

— Sim, ele é lindo, igual ao pai.

Igual ao titio aqui. — Ele diz e me deixa curioso.

— Titio?!

Mesmo eu não falando sobre o seu paradeiro, Amanda deixou eu ser padrinho. — Diz vitorioso. — Eu e o Jin, mas ele gosta mais de mim com certeza. 

— Já eu prefiro o Jin, ele é mais responsável. 

Caguei pra você, a Amanda que me escolheu. 

— Ela está ainda mais linda.

Se segura JungKook, a Amanda ficou bem triste com você. 

— Eu sei, mas não tive culpa.

Eh, mas você tem que dizer isso pra ela, não pra mim. 

— Amanhã vou ver o Jinho e converso com ela de novo.

Ele acorda cedo, só pra avisar. 

— Ah, obrigada por dizer.

O que seria de você sem mim? — Diz convencido. 

— Eu teria menos problemas. 

Aish, vou ignorar seu comentário idiota okay? Tenho que desligar, nos vemos depois. 

— Okay, até mais! — Digo e ele encerra a chamada.

Apenas apago a luz do abajur e me cubro, olho pra janela e as estrelas brilham constantemente. Aos poucos o sono vem, junto com ele pensamentos sobre o dia de hoje também rondam minha cabeça. Não posso me imaginar sem ela, e nunca vou me cansar até tê-la de novo.

Amanhã será um novo dia, e quero aproveitar cada segundo.

— Nossa história ainda não acabou.

*  *  *


Notas Finais


Bom, sobre o próximo capítulo, ele já está pronto. Vou ver se consigo postar amanhã okay?

Obrigada por você que está lendo até aqui, e sobre o filho deles eu até tenho o link de onde peguei uma base, mas se não quiser entrar pra ver pode imaginar o Jinho como vocês quiserem, tipo, o bebê dos sonhos. Mas caso queira ver de onde tirei inspiração:
[ https://pinterest.com/pin/864620828435202552/?source_app=android ]

ATÉ MAIS!!!


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