História The Blast of Evil - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Aizawa Shouta, Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Personagens Originais, Todoroki Shouto, Yagi "All Might" Toshinori
Tags All For One, All Might, Amizade, Bakudeku, Bakugou, Bnha, Classe 1-a, Izuku, Katsuki, Shigaraki, Shouto, Todobaku, Todobakudeku, Tododeku, Triângulo Amoroso, Universo Alternativo, Vilão Bakugou
Visualizações 107
Palavras 3.608
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Luta, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii, voltei com mais um capitulo, logo avisando que tem de tudo, ate um Izuku se travestindo muahahahaha
Quando fui fazer isso com o Nagisa, não tive escolha a não ser fazer o mesmo com o Izuku né gente? kkkk

Aqui um pouco do que aconteceu com o pessoal durante o mês.
Capitulo final para começar o final gente T.T

AVISO: CROSSOLVER!!!

Capítulo 14 - Dentro de um mês


Fanfic / Fanfiction The Blast of Evil - Capítulo 14 - Dentro de um mês

 

Eles não podiam fazer muito sobre essa luta, dizer que estavam impotentes não seria a maior mentira de todas e mesmo assim ele se recusavam a aceitar. Eles treinaram o máximo que puderam ser exercer os limites, pra não preocupar ninguém, mas todos já estavam preocupados com tudo. A pressão esmagadora de não saber o que esperava acabava com todos.

Os heróis já tinham aumentado a guarda ao redor da escola e dentro. Muitos heróis investigavam o máximo possível sobre os inimigos. E com a ajuda de Karma e Nagisa, Izuku e Shouto puderam encontrar os conhecidos do Esquadrão Bakuhatsu. Os dois alunos também conheceram Rin e Kirito. Um vínculo se estabeleceu sobre eles. Eles também estavam só esperando tudo começar ou atrapalhar para começar.

- Então, poderemos vê-lo realmente? – a menina de cabelos loiros perguntou, seu nome, Elizabeth Thompson. Há muito tempo queria ver seu querido amigo que salvou ela e sua irmã das ruas.

- Sim. – Izuku concordou. – Vocês poderiam vê-lo. Mas não sei quando isso irá acontecer.

- Tudo bem. Esperamos pela luta! – o menino de cabelos azuis, com uma estrela no braço sorriu orgulhoso. Seu nome era Black Star. – Quando lutamos, irei bater tanto na cabeça daquele idiota do Kid que ele vai se arrepender.

- Não comece baka. – o garoto de cabelos brancos ao seu lado bateu em sua cabeça, esse era Soul Eater Evans. – Maka, coloque um pouco de juízo na cabeça deles.

- Não seja idiota Soul. – a loira disse seria. – Precisamos levar o Kid-kun de volta logo. Shinigami-sama está tão preocupado.

- Nee-chan, Kid-kun ainda vai ser o mesmo? – a mais nova das Thompson, Patrícia, perguntou curiosa. – Faz tempo que não o vemos, estou com saudades.

- Eu também Patty. – diz Liz abraçando a mais nova suspirando.

- Vamos ter calma. – pediu Tsubaki, a mais calma do grupo.

- Eu não quero dizer isso... mas... é melhor ter cuidado ou o Kid vai matar vocês. – disse Karma pensativo. Ele tinha conseguido um tempo e fugido do esconderijo sem ninguém saber. Nagisa como sempre estava ao seu lado, mas não pode arrastar Rin ou Kirito junto pois os estavam ocupados, na verdade, o ruivo acreditava que Rin apenas arranjou uma desculpa para não ver o irmão mais novo.

- Eu apenas quero ver o Rin, Yuki-chan. – Moryama Shiemi diz com os olhos vermelhos para o Okumura mais novo que apenas esconde os olhos com os óculos.

- Não se preocupe Moryama-san, vamos levar o Nii-san de volta. E garantirei de matar o Bakugou no processo.

Ao ouvir isso, Shouto lançou um olhar frio ao moreno, rosnando levemente pra ele, alertando pra ter cuidado com as palavras, mas o Okumura não ligou muito. Pra Yukio, o fato  de não ter conseguido levar seu irmão de volta foi por Bakugou ter intervindo. Então não podia compreender como alguém que causou tanta destruição e mortes por vontade própria simplesmente tem duas pessoas dispostas a arriscar tudo por ele.

- Okumura Yukio, estamos de acordo pra poder fazer isso funcionar, mas, nenhum de vocês vai encostar no Katsuki. – disse Shouto frio. – Não me interesso pelos motivos ou raiva de vocês. Eu apenas vou leva-lo de volta pra casa e se me atrapalhar eu vou mata-lo.

- Seu amigo matou muitas pessoas. Por culpa dele, o Nii-san fugiu de mim.

- Desculpe dizer, mas se ele fugiu é por que algo você fez. Além disso, O Okumura Rin também matou pessoas. – respondeu na mesma moeda.

- Ok, Ok vocês dois.... – Karma mexeu a mão, chamando a atenção dos dois. – Eu não reúne vocês aqui pra ver vocês brigarem, nossas vidas estão em risco aqui e gostaria de não ter que ameaçar a vida de ninguém pra proteger o Nagisa. Por isso se acalme. – se eles fossem falar de olhar e aura assustadora, Karma teria vencido nessa ocasião. Seu olhar foi duro e ameaçador, até mudou, a aura que emanou foi densa e pesada. Nagisa ao seu lado segurou seu braço, o confortando com um sorriso.

- Karma, se acalme. – Nagisa pediu.

- Isso mesmo Shoucchan. – Izuku assentiu e o chamou com a mão, para o ruivo de cabelos brancos sentar ao seu lado. Shouto o fez sem reclamar, recebendo um carinho na cabeça ao se encostar na cabeça do menor. Ele admitia que estava estressado esses dias. – Pronto, pronto.

- “K-Kawai!” – as meninas na sala pensaram ao mesmo tempo ao verem os dois casal se confortando.

A imagem de Kid, sorrindo ao ajudá-la quando não sabia a tarefa em questão, surgiu em sua cabeça, fez Maka se sentir angustiada. Ela apertou o punho na frente do coração. Dessa vez, quando o encontrasse, diria como se sentia de verdade. Asuna, sentada há poucos metros deles abaixou a cabeça,  pensando em seu namorado que fazia tudo isso por ela. Ela levantou, chamando a atenção de todos pra ela.

- Então, precisamos tirar a Inoue-san das mãos desse tal Ulquiorra certo? – Karma concordou. – Nesse caso deixe comigo.

- Yuki-san sua convicção é boa, mas acredito que perderei um membro se te deixar lutar contra um oponente contra aquele. – Karma respondeu tenso. Kirito era calmo, mas quando com raiva era assustador.

- Ela não irá sozinha. – disse Maka. – Nós meninas podemos entrar no local onde ela trabalha como voluntária certo? Além disso, somos capazes.

- Mas só meninas... – Izuku sussurrou.

Karma deu um sorriso de lado meio maldoso, virando para os dois meninos mais femininos na sala. Seu sorriso parecia a de um demônio, sua calda até surgiu e ficou balançando de um lado pro outro animada. Ao reconhecer esse olhar, Nagisa se arrepiou.

- K-Karma-kun e-eu já sou co-conhecido do Ulquiorra-san!

- Não se preocupe Nagisa-chan! – os olhos do ruivo voaram até Izuku. – Midoriya-kun, se importar?

- Mais claro que sim! – exclamou vermelho. Shouto lhe deu um olhar pateta, imaginando a imagem do namorado vestido de mulher, parecia interessante de se ver. – Shoucchan por que está me olhando assim?

- Você precisa fazer isso Deku! – Shouto disse com muita seriedade. Karma sorriu, ele estava entendendo as coisas. – Além disso... – puxou o celular do bolso. – Eu precisarei gravar esse momento pra mim e depois mostrar pro Katsuki claro.

Izuku ficou mais vermelho ainda.

Eles acabaram cedendo, Izuku colocou uma peruca preta, de cabelos longos e uma roupa feminina fofa – blusa de mangas verde escura, saia rodada preta, meia 7/8 preta, uma botinha de salto marrom, uma tiara vermelha e uma garrafinha azul –, Shouto tirou uma foto assim que ele saiu do vestuário com Nagisa ao seu lado – saia vermelha rodada e meio curta, blusa normal preta, meia 7/8 e sapatos pretos. Seu cabelo foi solto e trancado e uma tiara rosa nos fios azuis –. Karma estava tendo uma hemorragia nasal, sorrindo malicioso tirando fotos de vários ângulos. Shouto até tentou esconder a dele, sem muito sucesso. Os outros meio que riram da cena, principalmente Shiemi, Patty e Asuna, Yukio e Tsubaki ficaram com uma gota.

A porta então se abriu, revelando Hatsume, Uraraka e Kirishima. Eles pararam ao verem a cena. Hatsume riu alto, já os outros dois coraram ao verem Izuku daquela forma.

- Podemos ir? – Hatsume perguntou tentando conter o riso.

- Agora podemos. – Shouto respirou aliviado ao bater a última foto de Izuku e guardou o celular cansado. – Cansei.

- NÃO FALE DESSE JEITO! – Izuku gritou envergonhado, mas naquela roupa só o deixou mais fofo.

- Karma, acho que você gosta de me humilhar... – Nagisa resmungou desanimado. Karma segurou seu rosto com os dedos, dando um delicado beijo em seus lábios.

- Do que está falando? Eu não permitirá que nenhum idiota te tocasse.

- Karma...

Mais uma vez, as meninas pensaram como a cena foi fofa, dessa vez incluindo Izuku, Uraraka e Kirishima. Mas aí, todos começaram a ficar vermelhos com os beijos dos dois e com os gemido que Nagisa dava.

- JÁ CHEGA VOCÊS DOIS! – Maka gritou irritada.

- Meu Deus... – Yukio bufou e Shiemi riu.

- Podemos ir? – Shiemi perguntou correndo. Ela também tinha se trocado.

Todas as meninas colocaram roupas normais e fofas, para se disfarçar na multidão. Eles estavam cientes, eles deviam executar o plano com cautela. Conseguir pegar a garota deixaria o inimigo sem poder se regenera e mais fraco, assim melhorando a chance deles de poderem derrotar a Liga dos Vilões e terem seus entes queridos de volta.

 

...

 

Como quase todos os dias, Orihime levantava-se, tomava banho, comia e era levada pro seu trabalho. Ulquiorra não era de conversar muito, raramente falava e quando falava era sobre os desejos da Liga, ela tinha que escutar tudo atentamente.

No início ela tentou fugir e como percebeu que não tinha como, desistiu e aceitou por hora. Ela não tinha contato com muitas pessoas além de Bakugou, Tomura, Sensei, Kurogiri e Dabi. As únicas pessoas com quem falou fora eles e seu guarda costas era Yuno, Toga e Tokisaki, pois de acordo com Bakugou, seria estranho pra ela isso tudo. Na verdade achou bem legal da parte dele levar isso em consideração.

- Qual o problema? – perguntou friamente seu guarda-costas, lhe assustando. Ele era tão calado que as vezes esquia que ele estava ali.

- N-Nada! – voltou a andar. Não queria ser levada de volta à aquela prisão, o fato de terem deixado ela sair e poder fazer algo já era algo incrível, então não queria despertador a chance de ficar do lado de fora.

Rapidamente eles estavam no prédio, lá não era exatamente um hospital, eles cuidavam de pessoas pobres e tudo mais, ela adorava trabalhar lá pois podia ajudar pessoas. Mas nunca a pensou que um dia seria levada pra curar um cara como Sensei.

Ulquiorra deixou-a sozinha ao entrar, ele nunca ficava dentro com ela, sempre o lado de fora, observando quem entrava e saia de lá, mas sempre sentido sua presença com seu poder.

Deixando ele de lado, ela foi até o quarto de algumas crianças, precisava verifica-las hoje. Ela sorriu ao ver aqueles doces e gentis rostos. Dando-lhe os remédios, ela cuidou de cada um antes de sair do quarto e ir para o próximo, mas antes de poder adentrar nele, uma garota de cabelos laranjas segurou seu braço e sorriu.

- Podemos falar um pouco, Inoue-san? – pediu dando um olhar significativo a ruiva.

- C-Claro. Mas espere eu terminar de verificar as crianças. – pediu também, curvando-se levemente antes de sair para o quarto.

Dados uma hora depois, Orihime se encontrou com Asuna e Shiemi na cafetaria, onde era aberto e tinha um vidro, dando uma visão de fora. Os outros ficaram escondidos, Maka com Tsubaki numa mesa ao fundo, as Thompson em outra mesa, Izuku escondido em um canto e Nagisa em outro.

- Então... o que querem falar? – Orihime perguntou bebendo um pouco de café, tentando passar uma expressão normal pois sabia que seu guarda costas estava vendo.

- Queremos tirar você daqui. – Asuna respondeu sorrindo calma. – Sabe, nos sabemos que foi levada sobe aquelas circunstâncias. Queremos te salvar.

- Isso seria legal. Mas como?

- Temos várias pessoas aqui dentro, mas ainda ter que enfrentar o Ulquiorra é perigoso pra nós e pra quem estar com a gente. Temos que ser cautelosas. Você concorda?

- Claro. Adoraria ajudar.

- Então nesse caso, nos encontramos daqui a uma hora naquele mesmo quarto que nos vimos pela primeira vez. – Shiemi disse passando a mão nos fios loiros. – Tudo bem?

- Sim. Obrigado por virem até aqui. – curvou-se educadamente e saiu. Asuna e Shiemi ficaram conversando mais um pouco para dar uma impressora normal.

De onde estava, Nagisa enviou uma mensagem a Karma que deu certo por hora. Agora seria com eles. Nagisa sabia que não deveriam ter mentido assim, mas foi o único jeito, Shouto concordou que Izuku não deveria cair nas mãos dos vilões de modo algum, nem ele próprio deveria. Por isso, mesmo que fosse arriscado, eles matariam Ulquiorra, assim levariam Orihime. Isso ficou entre os três na verdade.

 

- X -

 

Karma olhou pro corpo desmaiado do bicolor na sua frente, suspirou. Puxou o zíper da jaqueta, dando um sorriso triste.

- Desculpa Todoroki. Não me perdoaria se você ou o Midoriya se machucassem. – sussurrou e então o ruivo sumiu em uma fumaça vermelha.

Karma estava completamente são de seu plano, que lutaria sozinho com um cara forte e de que não poderia voltar, mas não tinha muita escolha, ele faria por que era o único que poderia e único que não hesitaria de matar Ulquiorra.

A sombra apareceu ao lado de Ulquiorra, na mesma hora, uma lâmina chegou até o pescoço do ruivo. Ele sorriu quando ela parou sem nem mesmo toca-lo. Os olhos verdes o miraram tão friamente quando possível.

- O que faz aqui? – o moreno perguntou guardando a espada na bainha.

- Aha, foi mal... É que eu... Preciso te matar. – seus olhos mudaram, sua calda surgiu, foi tão rápido quando um flash, ele atravessou a mão no meio do moreno, sem dar-lhe a chance de revidar. Ele puxou a mão, sua expresso sombria e sádica, um coração vermelho, com os tubos sanguíneos rasgados pingando sangue no chão na sua mão. Ele não podia usar de meios tradicionais, tudo dependeria de um ataque surpresa, além disso, ele era um assassino. – Desculpe. Você precisava morrer. Prometo que cuidarei da Inoue Orihime que você tanto ama por você. – largou o coração no chão, virando de costas. Seu olhar não diminuiu a frieza e por um momento, se perguntou se ele poderia mesmo ser salvo. Mesmo que eles se arrependessem, todos mataram, se uniram a Liga dos Vilões e a Bakugou por que quiserem, ninguém foi obrigado.

Todos estavam no mesmo barco. Todos gostavam do que faziam. Eles eram realmente vilões afinal?!

 

[...]

 

Tomura bebeu um pouco de água, ouvindo a notícia de Dabi, foi uma informação irritante na verdade, o irritou realmente. Mas ele suspirou, controlando sua raiva através dos arranhamento no pescoço. Não tinha chegado a pensar que Ulquiorra era tão fraco. Mas de acordo com informações, foi um golpe certeiro pelas costas, alguém especializado fez isso. Nenhum herói faria isso, muito menos Midoriya e Todoroki. A não ser que eles estivessem muito desesperados, mas isso não parecia como eles.

- Chame o Katsuki pra mim.

Dabi concordou saindo do bar, andou brevemente entre os corredores vazios, encontrando Katsuki com Kid e Tokisaki, não sabia do que falavam, mas o dois pertencentes ao Esquadrão Bakuhatsu pareciam irritados com algo.

- Bakugou. Shigaraki quer te ver. – Dabi disse cortando a conversa dos três.

- Já estou indo. – respondeu. – Kid, Tokisaki, fodam-se, eu ainda vou ficar com os dois. Não é da maldita conta de vocês! – rosnou sombrio obrigando os dois a recuar.

Dabi estreitou os olhos para a cena, ele estaria morto, mas quem pegaria Todoroki seria ele. Sorriu de lado. Iria brincar com ele, tortura-lo. Seria divertido acabar com o bicolor de todas as formas possíveis. Talvez então-

Dabi só pode senti a dor atravessado seu peito e seu corpo ser jogado contra a parede de forma violenta, um bolo de sangue forçou-se em sua garganta, ele quase engasgou com o próprio sangue. Ele pôs as mãos na barriga respirando com dificuldade. Olhou pra cima com dificuldade quando uma sombra assassina pairou sobre ele.

Katsuki tinha um olhar negro e sombrio, a aura ao seu redor era assustadora e opressora, Dabi achou mais difícil ainda respirar, seus músculos pareciam ter sido travados completamente. Katsuki se abaixou na sua frente, apertando seu queixo.

- Shouto é meu. Da próxima vez que pensar besteiras dele de novo eu arrancarei seu pau e enfiarei pela sua goela. Entendeu? – sua voz foi mansa e calma, dando mais medo ainda a Dabi que não conseguiu responder e aos dois atrás deles tremendo e suando frio. Ele levantou, virando para Tokisaki e Kid. – Mais alguma coisa sobre o Shou e o Deku?

Ambos Tokisaki e Kid negaram ao mesmo tempo. Olhou Dabi, o vilão tentou dizer algo, o fazendo tossir mais sangue. Nada saiu de sua garganta,, Katsuki também não esperou para ouvir, deixou o lugar para se encontrar com seu irmão logo.

Dabi fechou os olhos ao gemer de dor. Tokisaki correu ao seu lado para ajudar, sabia que Dabi tinha esquecido completamente que Katsuki podia ler mentes ou se comunicar mentalmente e tinha um sentido muito bom sobre o que as pessoas poderiam estar falando de seu interesse.

- Dabi-sama, o senhor sabe, Katsuki-sama não gosta que pense no Todoroki-sama dessa maneira. – disse limpando o sangue dos cantos de seu lábio. – Katsuki-sama quer os dois, não acho que seu desejo de tê-lo será perdoado.

- A-Aquele pirralho.... Ele vai... ver...

- Por favor, também não o ameace na nossa frente. – Kid lembrou, colocou as mãos nos bolso. Ao contrário de Tokisaki não se importava de Dabi morrer.

- Kid-kun, se acalme. – Tokisaki pediu. – Dabi-sama, eu o ajudarei. Venha, se apoie em mim.

 

Katsuki pensou que deveria ter matado Dabi por todas as vezes que pensou em Shouto em alguma forma desrespeitosa ou algo além de que Shouto pertencia restritamente a ele e Izuku. E os dois pertencia a ele. Bem, ele era possessivo. Não iria perdoar alguém que desejasse seus namorados ou os machucasse. Sensei disse que ele poderia os ter, contanto que roubasse seus poderes, o faria dessa vez, desse modo, eles ficariam juntos. Sua família estaria completa finalmente.

- Ah, Katsuki. – Tomura o chamou. – Você acha que o Akabane ou o Shiota podem estar ajudando o Midoriya e o Todoroki? – não achou que devesse ser menos do que sutil, sempre foi sincero com seu irmão e verse versa.

Por um momento o olho de Katsuki se contraiu. Ele riu. Era provável que sim. Afinal, Karma tinha caído nos encantos de Izuku quando se falaram, criando um grande carinho pelo amor que ele e Shouto tinham.

- Não acho. Por que? – disfarçou, havia um motivo pelo qual não disse nada a seu irmão. – O que aconteceu?

- Alguém matou o Ulquiorra e levou a garota.

- Entende. – bocejou. – Quer que eu pegue o culpado?

- Pode ter sido o Midoriya e o Todoroki.

Katsuki riu de novo. Isso sim foi uma piada. Izuku e Shouto claramente estariam disposto a  fazer qualquer coisa pra traze-lo de volta pro lado dos heróis. Mas não estavam disposto a fazer tal sacrifício assim. E caso estivesse, ficaria honrado em saber que ele valia tanto a pena prós dois.

Fazia um tempo que não os via, desde aquela dia da aposta. Tinha plena confiança de sua vitória, porém, treinou por medo de perder. Não iria machucar nenhum dos dois, só os heróis.

- Bom, se você acha isso. – Tomura deu pouca importância a isso. Se tivesse Katsuki ao seu lado, não seria possível perder, ainda mais com o único, possivelmente, forte o bastante pra derrotar todos os heróis. Bem, Midoriya e Todoroki eram dois problemas, mas Katsuki já tinha se decidido que os teria, não havia o que temer.

 

Mais tarde naquele dia, Katsuki entrou no quarto dos assassinos, dando um sorriso divertir o para a posição comprometedora que encontrou os dois, Karma em cima de Nagisa. O ruivo resmungou e o azulado coroou profundamente, se escondendo de baixo dos lençóis.

- O que foi isso? Invasão de privacidade? – Karma franziu a testa claramente irritado pela interrupção.

Katsuki cruzou os braços, se encostando na porta com um sorriso cínico. Desse sorriso, Karma sabia que não viria nada de bom.

- Não devia ter matado o Ulquiorra.

Karma riu.

- Eu? Matar o Ulquiorra? Ele era um Noumu sabia? – lembrou ao loiro, levantando para por sua blusa.

- Aquele Noumu certamente era forte, mas como tinha emoções e necessidades como qualquer um de nós, poderia facilmente ser morto por algum como vocês. – Katsuki também o lembrou, adorava esses jogos da verdade onde um tentaria enganar o outro. – Então... Estão ajudando o Deku e o Shou?

- Se eu disse quer sim... E então?

Os dois se encaram por um longo período de tempo, seriamente e ainda sim sorrindo, como se o jogo fosse manter mais firme que o outro assim e desse modo ganhar.

- Ah! Foda-se eu não me importo! – saiu do quarto, parando no meio do caminho, virando parcialmente a cabeça para olhar o ruivo por cima do ombro. – Continuarei fingindo que não sei nada, Karma. – sorriu perverso, deixando o quarto.

Karma suspirou e Nagisa abraçou o ruivo abrindo a boca pra dizer algo, sendo impedido no mesmo momento pelo outro. Karma balançou a cabeça em negação e apontou para os ouvidos, lembrando a Nagisa que Katsuki tinha os sentidos aguçados graças a um Quirk roubado. Os dois decidiram por não falar disso agora, deixariam pra depois.

 

[...]

 

Katsuki estava no seu quarto, na sua cama, pensava nos seus dois namorados e como queria vê-los, tinha saudade deles. Chegava a doer toda essa distância. Disse a se mesmo que logo acabaria e logo nenhum dos dois sairiam de seu lado nunca mais. Pra sempre eles ficaram juntos, como prometeram, três almas prometidas desde crianças.

Um sorriso malicioso e sombrio desenhou em seu rosto. Pegou o celular vendo a foto dos três. Ah, como amou cada momento com eles. Faria qualquer coisa pra vê-los nesse momento de novo. Mas nenhum dos dois lhe chamou, mesmo tendo seu número. Passou a língua nos lábios, talvez os dois estivessem aproveitando o tempo juntos, seria maldade, nem o chamaram pra festa.

Suspirou, estava começando a ficar louco. Respirou fundo, abrindo os braços e encarando o teto escuro. Tudo que precisava no momento era de paciência, em um mês, tudo acabaria.

Se virou de lado, abraçando o travesseiro sorrindo com as bochechas coradas.

- Eu amo vocês... Shou... Deku.

 


Notas Finais


Favoritem, comentem!! hihihi
Me digam o que acharam desse capitulo!!

AVISO: se eu passar uns tempinhos sem postar é porque meu celular, a Athena, caiu na água, ai tamo ajeitando. Ai se der problema vamos ter que mandar ajeitar, os capitulos reservas tão no cartão, mas eu digito pelo celular, ai ne? Entenderam ne? Mas vai dar certo, minha Athena é uma guerreira T.T

Bjs e ate a próxima povo divo!


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