História The Blue-Eyed Boy - Capítulo 37


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Bucky, Clint Barton (Gavião Arqueiro), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Natasha Romanoff, Personagens Originais, Sam Wilson (Falcão), Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Natasha Romanoff, Romanogers, Stasha, Steve Rogers, Stevenat
Visualizações 112
Palavras 1.047
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey! Acham que eu estou postando rápido demais? Confesso que estou aproveitando o tempo sem fazer nada, acho que termino essa semana mesmo e talvez poste outra já semana que vem c:

Capítulo 37 - All for you


Fanfic / Fanfiction The Blue-Eyed Boy - Capítulo 37 - All for you

“Segurei-a perto de mim, com os olhos fechados, perguntando-me se alguma coisa na minha vida já havia sido tão perfeita, e, ao mesmo tempo, sabendo que não. Eu estava apaixonado, e a sensação era ainda mais maravilhosa do que eu jamais poderia ter imaginado.” -Nicholas Sparks, Um amor para recordar. 

STEVE

Seu médico não autorizou a permanência de nenhum acompanhante durante a noite. Pouco me importei, eu não iria embora. Sua família se hospedou em nosso apartamento. Minhas chaves já estavam com Clint e eu o autorizei a ir embora com meu carro para descansar. Seu pai insistiu que eu fosse com eles, mas eu não cedi; disse que dormiria na sala de descanso dos médicos, mas não foi o que fiz. Depois que todos se foram, subi novamente até a UTI e subornei o enfermeiro da noite para que eu pudesse ficar ao seu lado, arrastei uma cadeira até sua cama e me sentei.

Não preguei o olho um minuto sequer. Eu acreditava que você acordaria e, quando o fizesse, eu queria ser a primeira pessoa que você veria.

Você não acordou.

* * *

Na manhã seguinte, sua família voltou ao hospital no momento em que você era transferida para um quarto, para ter mais privacidade e uma comodidade melhor. O quarto era mais espaçoso e possuía dois sofás e uma pequena varanda. Fiquei mais tranquilo porque, com tanto espaço, eu não precisaria abandoná-la para que outras pessoas a vissem, eu não sairia do seu lado.

Anastásia: Querido, eu trouxe algumas roupas – disse sua mãe me entregando uma sacola de papel. – Pedi para James pegá-las em seu guarda-roupa, espero que você não se importe. – Sorriu um sorriso fraco e cansado, sorriso de quem não tinha conseguido pregar os olhos durante a noite.

S: Claro que não. – Fiz um esforço para sorrir, mas assim como ela, encontrei dificuldade. – Eu agradeço.

C: Você não saiu do lado dela, não foi? – perguntou ao se sentar.

S: Não – admiti.

C: Quanto custou? – perguntou, sorrindo. Ele já sabia que os enfermeiros da noite só não vendiam as mães porque era difícil achar comprador.

S: Bem menos do que ela vale. – Ficar ao seu lado não tinha preço, era tudo o que eu mais queria.

Anastásia: Querido, você tem que ir para casa descansar – aconselhou sua mãe.

I: Deixa o garoto em paz – ralhou seu pai. – Se ele quer ficar, deixa ele ficar.

S: Eu não vou embora, senhora Romanoff – afirmei, sentando-me ao lado do Clint. –Não até ela acordar.

C: Isso pode levar dias – disse, franzindo os olhos. Como se eu não soubesse.

S: Não me importo – respondi, dando de ombros.

* * *

Mais uma noite chegou e você não acordou. Todos foram embora. Como eu deixei bem claro que não sairia do seu lado, sua família achou melhor voltar para o apartamento para descansar. Arrastei uma poltrona para perto de sua cama e peguei novamente sua mão. Encostei a cabeça em sua barriga e adormeci.

Fui acordado por alguns cutucões.

C: Acorda, cara – falou, de pé ao meu lado. – Você precisa comer alguma coisa.

Pela luz do sol que entrava através das persianas fechadas, deduzi que já era de manhã. Minhas costas doíam e meu coração também. Olhei para o seu rosto. Seus olhos ainda estavam fechados, você não esboçava nenhuma reação. Minha Bela Adormecida. Sim, eu assisti ao desenho. É o preço que se paga por ter uma irmã mais nova. Eu me perdi em pensamentos olhando para sua boca. Eu queria beijá-la outra vez. Será que você acordaria como a princesa do conto de fadas?

S: Não vou sair daqui – respondi. Eu teria que desenhar?

C: Toma, eu trouxe comida, achei mesmo que você fosse responder isso –disse ele, me entregando uma sacola. Levantei da poltrona e fui me sentar no sofá para tentar comer. Não consegui engolir nem metade do sanduíche. Clinton se sentou perto de você, mas virou a poltrona de lado para poder me olhar.

C: Você realmente a ama, não é? – disse, sorrindo um sorriso verdadeiro.

S: Sim – afirmei, abandonando o sanduíche.

C: E a criança? – perguntou.

S: O que tem ela? – A falta de confiança das pessoas em mim já começava a me tirar profundamente do sério.

C: Não é todo cara que cria o filho de outro, você sabe bem disso. Você está preparado para tudo o que vem por aí? Trocar fralda, comprar leite, essas paradas? – perguntou confuso.

S: Estou.

Eu estava morrendo de medo. Nunca me passou pela cabeça ter um filho, mas também nunca me passou pela cabeça que eu fosse fazer de tudo por uma mulher até conhecer você. Eu estaria mentindo se dissesse que não tomei um choque quando liguei os pontos e deduzi que você estava grávida, quando continuou a passar mal. Mas no momento em que eu vi os testes darem positivo e você cair escorada em uma parede, eu soube. Soube que também faria de tudo pela bebê.

C: Serão noites sem dormir, uma mulher gorda e irritada, e uma criança que precisa de roupas, sapatos, escola. Tudo isso é responsabilidade dela, mas se vocês ficarem juntos, uma hora ou outra vai cair no seu colo. Você tem certeza de que está preparado? – insistiu.

S: Você acha que eu já não pensei em tudo isso? – respondi de mau humor. - Minha resposta não vai mudar, eu amo a sua irmã e eu quero essa criança.

C: Você é incrível – disse admirado –, eu não faria isso por mulher nenhuma.

S: Você diz isso porque nunca se apaixonou.

C: Como você sabe que não é passageiro, cara? – Ele ainda parecia ter dúvidas.

S: Porque eu nunca senti por ninguém o que eu sinto por ela. Porque ela é única, é linda, é meiga e extremamente chata como só ela conseguiria ser, porque ela é meu primeiro e último pensamento do dia, porque seu cheiro me deixa louco e seu sorriso me desarma. Eu faria tudo por ela – olhei para a cama. - Eu trocaria de lugar com ela se pudesse.

C: Ela nunca vai acreditar em você – disse Clint, parecendo triste. – Ela levou uma porrada boa da vida.

S: Eu vou provar pra ela – respondi determinado.

C: Como?

S: Ainda não sei.

Mas eu pensaria em alguma coisa. Disso eu tinha certeza.



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