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História The Blue Eyes - Capítulo 36


Escrita por:


Notas do Autor


GENTE DO CÉU TÔ DE VOLTA
eu vou "explicar" pq sumi nas notas, então leiam, MAS MUITO MUITO OBRIGADA PELOS 204 FAVORITOS E OS COMENTÁRIOS NO ÚLTIMO CAP! sério, é muito especial pra mim saber que vcs gostaram do nash e da lottie juntos finalmente🥺🥺🥺🥺

bjo bjo até as notas finais!

Capítulo 36 - Me bata e bata por mim


(Lottie) 


Taylor estava certo, afinal. Nash me beijou. Então, se Nash me beijou é porque ele gosta de mim.

. Nash gosta de mim? Ouvir a mim mesma dizer isso mentalmente soa ainda mais esquisito que saindo da boca de Taylor. Por outro lado, mesmo que não estivéssemos falando nada, da boca de Nash soava incrível.

Seus lábios eram macios e sua mão na minha cintura fazia minha pele formigar mesmo que estivesse por baixo da roupa, enquanto sua outra mão estava no meu pescoço desde o início do beijo, de vez em quando acariciando meu maxilar. Eu ainda tinha a lembrança fresca dos dedos dele raspando sem querer na minha clavícula quando ele foi pegar meu rosto. Causou um arrepio gostoso. 

Nosso beijo tinha gosto de juventude. Não especificamente o gosto de ser jovem, mas do jeito que todos falam que é se sentir jovem, feliz e vivo. Daqueles beijos que despertam mas não aceleram o coração. Como se ele brilhasse dourado no peito por um momento.

- Ah, não fode! - a voz de Taylor invadiu minhas orelhas e eu jurei ser só uma lembrança que surgiu de repente, mas Nash se separou de mim e revelou meu amigo bem ao nosso lado.

Rolei os olhos, tentando ajeitar meu batom que eu nem precisava ver para saber que estava borrado. Taylor não disse mais nada, só ficou nos encarando como uma mãe brava porque suas crianças quebraram um vaso. Melhor, ficou encarando Nash como se ele fosse uma criança que quebrou um vaso de porcelana francesa.

Franzi as sobrancelhas. Se alguém tinha o direito de ficar brava, era eu. Ainda mais depois da nossa conversa mais cedo.

- Taylor? - chamei, já que ele não disse nada. 

- Você perdeu a virada do ano pra isso? - ele perguntou e eu arregalei os olhos.

- Quê? Já virou o ano? - perguntei sentindo minhas bochechas esquentarem de vergonha. Nash também estava surpreso e, quando percebeu que eu o olhava, seu pescoço tomou um tom de rosa.

- Qual o seu problema? - ele perguntou a Nash quase furioso e eu franzi as sobrancelhas.

- Ei, que isso, Taylor? - perguntei me aproximando dele - Se acalma.

- Não, sério, por que você tá com ele?

Franzi as sobrancelhas. O que ele queria dizer com isso?

- Ei, calma lá, Tay, você não tem o direito de questionar isso. Não tô fazendo nada demais - respondi, já começando a me estressar também. Ele interrompeu um beijo muito bom e ainda vem nervosinho para cima de mim.

- “Nada demais” - zombou, e eu estava prestes a dar uma resposta bem feia quando seu celular tocou. Ele atendeu. - Alô?...Quê?...Puta que pariu, Matt!...Tá...Que merda!...Tá...Tá bom, porra...Tô indo. 

- Que foi? - perguntei.

- Becky e Maddie estão brigando lá na sala - ele respondeu, passando a mão na testa por baixo da bandana - Essa festa só piora.

- Não fode - eu disse, chocada. 

- Pois é - disse ele e me segurou pelo braço - Vamos.

- Me larga! - disse, me soltando dele - Eu não vou lá, a Madeline que se vire!

- Mas é claro que vai, Charlotte! Matt disse que elas estão matando!

- E o que eu tenho a ver com isso?

- Charlotte - Taylor disse como se repreendesse uma criança.

- Taylor, sério, já deu de Maddie para mim. O Cameron que resolva as briguinhas da namorada dele.

- Esse é o problema, não consigo achar ele e o Gilinsky em lugar nenhum. Sumiram com o resto dos garotos e ninguém quer separá-las, vai dar uma merda grande pra mim - disse Taylor, ajeitando a bandana branca na testa de novo, irritado.

- Como assim todos eles sumiram? - Nash perguntou e Taylor voltou a fuzilá-lo, mas respondeu.

- Evaporaram, tá só nós dois e o Matt que tem a força de uma criança de doze quilos.

- E você quer que a gente vá separar a briguinha delas? Você só pode estar de sacanagem comigo - respondi.

- Charlotte, deixa de ser ruim! Você ainda gosta dela, então vamos ajudá-la - Taylor disse, impaciente.

- No momento, eu quero que a Madeline exploda - respondi, passando a mão pelo rosto ainda lembrando da nossa conversa há alguns dias. Eu ainda estava furibunda - Ai que inferno! - praguejei, saindo na frente dos dois garotos em direção à sala.

Taylor me alcançou primeiro e colou do meu lado para Nash não passar entre nós. Infantil. Taylor aproveitava qualquer viradinha para olhá-lo feio. Ele estava muito esquisito.

Arqueei uma sobrancelha e o cutuquei na costela para chamar sua atenção. O que é isso, Caniff?

Ele ignorou minha pergunta silenciosa.

O puxei pela barra da camiseta.

- Pode parar com isso, Caniff - disse bem brava com seu comportamento - Que cara é essa.

- Não é nada, Lottie, vamos logo - respondeu, apertando ainda mais o passo.

- Claro que não é nada, só parece que você chupou um limão - ironizei, puxando-o mais para perto discretamente - Nem pense em ficar com essa cara só porque eu beijei seu amigo, nem sabia que você se incomodava com isso e você nem tem que se incomodar, aliás. Você tava praticamente me jogando em cima dele outro dia!

- Esse não é o problema, Charlotte. Não tô com ciúmes - disse ele, com gritos vindos da sala ao fundo.

- Então qual é o problema? - perguntei, mas não obtive uma resposta, já que fomos engolidos por uma pequena aglomeração de pessoas em frente à porta.

Cortamos caminho entre o mar de gente até chegarmos ao centro da sala, onde Madeline e Becky estavam. Mais especificamente, onde Maddie estapeava Becky sem parar. 

- Desgraçada! - Maddie berrou, proferindo um tapa estralado no rosto de Becky, que estava sob ela no chão.

- Bate! Mostre para todos a troglodita que você é! - Becky gritou de volta, quase como alguém que se divertia com isso, mas o corte na sua boca e as bochechas com marcas de dedos - além das lágrimas no canto dos olhos, mostravam o contrário.

Fiquei encarando a cena por alguns segundos, em choque, até entender o que estava acontecendo. Na verdade, não tinha como entender, por que elas estavam brigando no Ano Novo?

- Puta merda - reclamei, observando as duas trocando tapas e, sem pensar muito (na verdade, sem pensar em nada), me enfiei no meio delas.

- Charlotte do céu! - ouvi Nash dizer, mas foquei em segurar Madeline pelos ombros. 

- Madeline, para! Para de bater nela! - disse, tentando fazê-la ficar quieta.

- Sai, Charlotte! Eu vou acabar com ela! - Maddie rosnou para Becky, que tentava passar por mim para atingi-la. 

- Para com isso, Madeline! - insisti e Nash conseguiu puxá-la para trás pelos braços, enquanto eu continuava no meio das duas e Taylor segurava Becky. Maddie queria voar no pescoço da outra garota e, depois de sentir um puxão no meu cabelo, eu também queria.

- Vaca - xinguei.

- Me solta! - Maddie gritou, se debatendo nos braços de Nash.

- Vem me pegar, sua vadia! - Becky rosnou.

- Você que é a vadia aqui! - Maddie gritou, ainda tentando se soltar. - Uma vadia mentirosa e manipuladora! 

- E o que mais? Continua, Madeline! Você só está tentando me culpar pelas más escolhas que você fez, mas, adivinha? Ninguém pode ser culpado por você ser uma pessoa ruim - disse Becky.

- Como você é cara de pau! Seu caráter é tão sujo que por onde você passa, deixa um rastro para trás. Já passou da hora de te exporem, mas nenhum desses paga-paus da escola têm coragem! - acusou Madeline - Você acha que é a rainha do colégio, não é?  A superior que pode controlar tudo e todos, mas a verdade é que você não consegue controlar nem seu próprio relacionamento! - Maddie berrou e o rosto de Becky se distorceu numa expressão de pura raiva. Madeline havia mexido em alguma coisa dentro dela. - Todo mundo paga pau pra você, menos o seu próprio namorado, não é Becky? Ele prefere garotas tipo a Charlotte

Nesse momento, foi como se eu tivesse pausado a cena de um filme de ação e pudesse ver exatamente todos os rostos em volta se virarem para mim. 

Que merda de informação é essa?

Nem tive tempo para pensar no que isso significava, porque, na distração de meio segundo, Becky quase me atropelou voando na direção de Maddie.

- Sua desgraçada! - Becky gritou, proferindo um tapa estralado no rosto de Madeline, que a olhou com tanto ódio que jurei que ela fosse desenvolver a visão de raio laser do Superman.

Por apenas um segundo, os lasers se direcionaram para outro foco e os olhos de Madeline refletiram um destino ainda pior que um tapa bem dado. E, sem cerimônias, ela jogou Becky em cima da árvore de natal feita de latas de cerveja, fazendo um estrondo de metal chocando na madeira e crânio ecoar pela sala.

- Montar deu um trabalhão, mas pra isso, valeu a pena - ela disse, com um sorrisinho no rosto. Eu gostaria de rir se não estivesse chocada demais.

- Eu vou te matar! - Rebeca trovejou, levantando-se num salto e dando um puxão de cabelo tão forte em Madeline que eu jurei ver seu couro cabeludo ficar branco.

Nash e Taylor puxavam as duas como se puxassem um cabo de guerra valendo cem cachorros-quentes, mas elas mesmas não queriam se desgrudar, agarrando-se pelos cabelos e vestidos. A cena não era bonita. Eu desisti da ideia de tentar ajudá-los a separá-las assim que a tive, já que a probabilidade de eu receber um arranhão na cara era de 100%. Somente conseguiram separar as duas quando Cameron e Jack Gilinsky resolveram aparecer, cada um ajudando de um lado do cabo de guerra.

- Cameron, me solta! - Madeline berrou, tentando acertá-lo nas costelas com o cotovelo. Por um lado, eu estava chocada com a cena por ele ser o namorado dela, e por outro, uma risadinha surgiu no começo da minha garganta, mas não deixei que ela saísse.

Eu sou uma pessoa horrível.

- Madeline, para! - disse Cameron, segurando-a mais forte - Sério, para, você não tá legal.

Com os quatro garotos contendo Becky e Maddie, a briga finalmente terminou e as pessoas que estavam ao redor começaram a se espalhar novamente pela festa. Até consegui ouvir alguns garotos reclamando pelo fim do “entreterimento”, um bando de sem noção. As duas ainda se encaravam com fúria nos olhos, mas, pelo menos, Maddie parecia estar mais calma.

- Deus - disse Taylor, suspirando ao finalmente soltar Becky.

Mesmo com a guerra apaziguada, Cameron e Gilinsky estavam igualmente alertas a qualquer indício de movimentos bruscos, como dois seguranças. Talvez eles tivessem mais coisas em comum do que soubessem, como a escrotice, por isso se odiassem tanto. Dizem que os defeitos que vemos nos outros são o reflexo dos nossos próprios.

Nash e Taylor voltaram ao meu lado também com expressões idênticas; um misto de adrenalina e choque. E eu, olhei-os do mesmo jeito que estava quando cheguei ali; chocada.

- Maddie - Cameron chamou-a - Vamos.

- Não - disse ela.

- Maddie…

- Sabe, Becky, te vendo assim…- disse ela, o ignorando - Consigo ver que o bullying, as manipulações, as mentiras e a sua necessidade de controlar tudo é porque você é insegura. Você tem medo de sair desse holofote que você mesma criou e por isso bate em todos ao redor, para que ninguém chegue perto dele, mas saiba que quando a sua luz apagar, só vai te restar você e sua própria podridão.


(...)


Os 20 minutos seguintes à briga foram uma mistura de várias diversas cenas na minha cabeça.

Cameron limpando o rosto de Maddie na cozinha. Taylor puto ao telefone. Matthew surgindo com um pacote de doritos BRANCO (essa parte pode ter sido a embriaguez). Nash me dando um copo d’água. Maddie brigando com Cameron. Cameron gesticulando como um palestrante que cospe na plateia. Eu me intrometendo no meio dos dois e falando coisas antes do meu cérebro pensar nelas.

Eu não devia ter bebido tequila.

Tequila. Nash. Eu beijei Nash. Ele tá do meu lado. Maddie disse que Gilinsky prefere garotas como eu. Que frase ridícula. Jack Gilinsky gosta de mim?

Tipo, Jack Gilinsky?

Gilinsky?

- Que merda tá acontecendo? - perguntei, encontrando Nash confuso ao olhar para o lado.

- Também queria saber - ele respondeu.

- Puta que pariu! Minha mãe vai comer meu cérebro de colher! - Taylor disse ainda ao telefone, seguido de uma sequência de oito palavrões - Arranja um jeito de trazer a merda do vaso de volta pra cá, Scott!

- Ai Cameron eu não te aguento mais! - Maddie surtou, descendo da bancada da cozinha. Cameron a segurou pelo braço.

- Você não vai brigar com a Becky de novo! - disse ele.

- Claro que não, mas vou brigar com você se não sair de perto de mim - ela respondeu.

- Gente, gente, calma aí! Ninguém vai brigar com ninguém não - Nash interrompeu, aproximando-se dos dois.

- O pacificador - disse Matthew, juntando as mãos sujas de doritos religiosamente. 

Franzi as sobrancelhas.

- Uma briga por festa tá bom, baixa a bola, Madeline - disse e a puxei para sentar no balcão comigo.

- Não enche, Charlotte, agora quer dar uma de minha mãe? - ela rebateu, mas se sentou ao meu lado.

- Estou tentando te ajudar, mas posso cometer uma agressão maternal agora se você continuar a agir como uma idiota.

- Não fode - resmungou, revirando os olhos. 

- Você tá fora de controle - disse e eu ia me levantar para sair dali, mas a mesma me segurou. 

- Para de fugir de mim!

- Não estou fugindo de você - respondi, puxando meu braço, mas ela não cedeu.

- Tá sim! Você tá fugindo da nossa conversa!

- Talvez porque eu estava querendo te ajudar e não conversar! - respondi, quase saindo pela porta da cozinha se Maddie não tivesse corrido e me puxado para dentro novamente.

- Você está sendo imatura, Charlotte.

- Imatura? A única imatura aqui é você! Falando coisas que não devia e gritando com todo mundo, você está descontrolada, Madeline! - rebati, com vontade de vomitar de nervoso.

- Maddie, sério, chega de briga - disse Cameron, puxando a garota pelos ombros para longe de mim.

- Eu te defendi! Ela estava falando um monte de merda sobre você e eu te defendi! Eu tô fazendo de tudo para tentar ser uma amiga melhor e mesmo assim você não consegue ter uma conversa comigo! - disse Madeline com lágrimas nos olhos.

- Ai meu Deus! - gritei, perdendo qualquer controle que eu tivesse - Por que de repente isso é sobre nós? Cara…- disse, passando as mãos nos meus cabelos e arrancando alguns fios com certeza. - Madeline, o que você quer que eu faça? Te aplauda? Magicamente te perdoe porque você resolveu se desculpar depois de meses me ignorando? Puta que pariu, cara! Que inferno! - surtei, só percebendo que tinha lágrimas nos olhos quando terminei de falar.

Agora nós duas estávamos chorando. Chorando no meio de uma festa e de um monte de gente. Desde que ela voltou, nós duas só nos machucamos uma a outra e eu estou cansada disso se repetindo toda vez que nos encontramos em qualquer lugar. Por que nós sempre perdemos o controle?

- Lottie, senta aqui - disse Nash, me puxando pelo cotovelo de volta para o balcão. Deixei que ele me levasse sem tirar os olhos de Maddie, que também me encarava. Ambas pareciam crianças frustradas, com lágrimas sobre as bochechas e um sentimento horrível na garganta. Eu queria falar com ela, eu precisava, mas não agora. Não aqui. Por que ela tinha que ser tão insuportável de teimosa?

Desviei o olhar para limpar as lágrimas das minhas bochechas e olhos, procurando Taylor com os olhos. Eu queria ir para casa.

Quando o olhei, vi que ele não encarava a mim ou Maddie, mas a porta da cozinha, por onde alguém tinha acabado de passar. Eu nunca tinha o visto olhar para alguém daquele jeito, Taylor parecia hipnotizado.

- O que aconteceu aqui? - a voz perguntou atrás de nós e eu quase caí da cadeira ao reconhecer de quem ela era.

Maddie e eu viramos quase ao mesmo tempo e eu teria quebrado a cara no chão se Nash não tivesse me segurado, mas não importava, nada importava. Na porta, com o pijama mais ridículo que eu já vi alguém usar, estava Polly, uma das minhas melhores amigas.

- POLLY! - Maddie exclamou.

Desci do banco do jeito mais desengonçado que alguém poderia ter feito e pulei no pescoço dela, em um abraço. Logo senti mais um par de braços se juntar à nós e tive certeza que nós três começamos a chorar ao mesmo tempo.

Não faço ideia de quanto tempo nos abraçamos. Pareceu cinco segundos, mas com certeza foi mais. Não faço ideia de como é possível Polly estar ali, na festa de Ano Novo do Taylor, me abraçando. Não faço ideia como é possível Polly estar ali no Ano Novo. Por que isso hoje? Por que isso agora?

Bom, não importava. Nada importava.


Notas Finais


EAIEAIEAEIEAI QUE SAUDADE DE POSTAR NESSE SITE
então galera perdão pela demora, eu tive uma puta crise de não conseguir escrever por nada no final do ano passado e no começo desse ano. aconteceu tanta coisa né, pandemia, eu tava nas provas finais e bem triste na época, mas agora to melhor e vou voltar a postar com frequência como antes! por favor não desistam da história, sério, por mais q tenha passado quase 4 meses eu não parei de pensar nela por um dia e minha meta é concluí-la esse ano, então não desistam dela e de mim!
Ok, várias informações jogadas mas também quero pedir paciência (mais?) pq esse ano eu tô no terceiro do ensino médio e toda fudida KKKKK ai socorro, tenho q estudar pra vestibulares e a escola q é pesada demais, mas isso não vai me impedir de escrever, só preciso que vcs tenham paciência comigo😊
É isso! Tô muito feliz em voltar a postar e espero que vcs tenham gostado do capítulo🥺

bjo bjo galera💙💜💙💜


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