História The blue Fox - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter
Tags Amor, Draco, Harry, Hermione, Hogwarts, Romance, Rony, Sexo, Voldemort
Visualizações 13
Palavras 2.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dedico esse capítulo à: Drafaela e à Uttsad... gente... sério obrigada por comentar. Amei muito. Fiz o capítulo maior em homenagem à vocês. Aos leitores fantasmas, divirtam-se e aproveitem esse capítulo amorzinho de delícia. Só queria acrescentar que a Jade... realmente existe kkk A personagem é inspirada na minha melhor amiga e com direito a adicionais. .

Capítulo 2 - King Cross, Seleção e parceiros


Harry caminhava animadamente ao lado de Hagrid, estavam em uma das estações de Londres, a estação King Cross. Hagrid comentou algo sobre uma plataforma 9, 3/4. Mas o moreno nunca ouviu falar sobre a mesma, e agora a contemplava com os próprios olhos.

Ao se aproximar, notou um punhado de ruivos amontoados de frente à uma parede.

- Hagrid! - exclamou uma senhora ruiva e baixinha - que bom vê-lo novamente,  quem é esse?

- Muito bom lhe ver, Molly. Esse é Harry Potter - disse o meio gigante.

- Potter? - a mulher sorriu - o menino que sobreviveu, ah! Um prazer conhecer você Harry. Agora, vamos meninos ou vão perder o trem.

Como que respondendo aos comandos da mais velha, os dois gêmeos mais velhos atravessaram a parede. Isso mesmo! Atravessaram, Harry assustou-se e o ruivo mais novo sorriu.

- Não precisa ter medo - disse o garoto - É um portal... E eu sou o Rony Weasley.

- atravesse com o Ronald, Harry - sorriu a sra Weasley.    

Harry sentiu um misto de confusões ao atravessar, Edwiges piou, Harry havia comprado uma coruja branca, e a mesma estava elegante em sua gaiola. Do outro lado, uma confusão de bruxos e seus filhos se aglomeravam ao lado do expresso de Hogwarts. Hagrid ajudou o garoto com as malas e o moreno entrou no trem junto com o novo amigo ruivo.

Caminhavam animados em busca de uma cabine, Harry distraído do jeito que é, acabou trombando em outra pessoa.

- Mais oqu...?! - Exclamou um garoto platinado.

- des-desculpe eu... Nã-não vi você - Harry guaguejou.

- vejo que o Weasley pobretão arranjou um amigo - o loiro riu em escárnio. 

- Não fale assim com ele! - repreendeu Harry.

- Não ligue para as ofensas do Malfoy, Harry - Rony segurou o ombro do amigo.

- Harry? - O loiro pareceu interessado - Harry Potter? Acho que você deveria andar com pessoas melhores, se quiser pode ir para a minha cabine, longe da ralé bruxa...

- Prefiro beijar um mendigo - o moreno respondeu e seguiu caminho à frente, abrindo a primeira porta que vira, não antes de ouvir o loiro sussurrar:

- O que é um mendigo?

POV's Jade

- Harry? - chamei confusa ao ver o garoto entrar furioso pela porta da cabine em que eu estava.

- Oi Jade - ele respondeu - se importa se eu e Rony ficarmos aqui com vocês?  

- claro que não - sorri - essa é a minha amiga Hermione

- Oi - disse a morena quase sem desgrudar os olhos do livro. Hermione e eu nos conheciamos desde o colégio primário, mal consegui conter a felicidade quando soube que ela era uma bruxa assim como eu e que também iria a Hogwarts. Logo engatamos uma conversa animada sobre a escola e acabamos dormindo. Quando chegamos em Hogwarts já era noite, ouvimos Hagrid gritar algo como: "Alunos do 1 ano, me sigam" e seguimos o meio gigante até o castelo.

Quando entramos, me maravilhei com a beleza do Salão Principal. As quatro mesas das casas dividindo espaço no salão, as bandeiras sobrepostas, os alunos conversando animadamente e os fantasmas flutuando sobre as cabeças. Logo vi o diretor entrar sendo seguido por um dos professores, trazendo consigo um chapéu velho e surrado. O homem o colocou sobre um banquinho e o  chapéu criou vida, cantando uma canção sobre a escola e a seleção. Estava ansiosa para saber onde eu iria ficar e isso só aumentou quando os nomes foram sendo convocados.

Treze nomes depois, Hermione foi chamada, minha amiga sentou no banquinho e ele murmurou algo sobre a inteligência da mesma se encaixar numa das casas, murmurou algumas coisas e por fim gritou:

- GRIFINÓRIA! - Uma grande chuva de aplausos foi ouvida.

- Jade Elizabeth Wester - chamou o diretor e eu juro, senti meu coração parar enquanto caminhava até lá, todos os olhos vidrados em mim.

Sentei no banquinho e o chapéu foi colocado sobre minha cabeça.

- ora ora - disse o pedaço de pano - inteligente e ambiciosa, hmmmm, vejo que és vingativa, mas algo me diz que é só com quem lhe importuna. Mais veja só - ele riu - um segredo! Será difícil esconder não é mesmo, uma mestiça, sua família gostava de Kitsunes?  Sonserina seria uma boa casa para você... Mas és corajosa demais para aquela casa e eles tão pouco gostam de raças mestiças, mas vejo que não hesitaria em salvar teus amigos. GRIFINÓRIA!

Respirei fundo... A casa dos meus pais. Mais alunos foram convocados e sorri com a notícia de que Harry e Rony também foram para a casa dos leões. Dumbleodore recitou suas palavras de boas vindas e deixou claro que não deviamos ir à floresta proibida.  

Após o jantar, subi para o meu dormitório e notei minha cômoda cheia de luvas, cachecóis, gorros e camisas da grifinoria, sorri com a cena e acomodei o restante das minhas roupas ali. Ainda tinha uma ou duas horas antes do toque de recolher então decidi caminhar pelo castelo.

Encontrei uma escada que levava à uma torre alta e a céu aberto, a torre de astronomia. Caminhei até a beirada e me escorei, permitindo por fim meus olhos terem sua verdadeira tonalidade, uma tempestade. Coloco o cabelo atrás das orelhas, revelando-as pontudas, retiro as luvas pretas que sempre uso e sinto a energia vibrar entre meus dedos. Era ótimo estar livre.

POV'S HARRY

Eu estava curioso a respeito de como meus pais morreram, e também queria descobrir o motivo de todos me chamarem de "o garoto que sobreviveu". Sobrevivi a quê? Porque todos me tratam como uma celebridade? Quando o diretor me chamou pra seleção todos os alunos se calaram ao ouvir meu nome e depois disso parece que me tornei o Brad Pitt ou sei lá quem... Muitas pessoas tentaram fazer amizade comigo só por conta do meu nome e da da fama que ele tem. E isso é o que eu menos quero. Agora que tenho a oportunidade de ter amigos, queria ao menos que todos fossem reais.

Saí do dormitório em que dividia com Rony e Neville e andei sem rumo pelo castelo, notei uma cabeleira loira conhecida subindo um lance de escadas e resolvi segui-la. Eu não sabia bem o que estava acontecendo mas toda vez que a via, sentia uma vontade imensa de estar  por perto, protegê-la, cuidar... Hoje a noite quando ela subiu até o chapéu e eu vi alguns meninos a olhando de um jeito malicioso, senti vontade de arrancar a cara de cada um na base do soco, ela é linda e isso todos podem ver, mas eu queria tanto chama-la de minha.

A escada deu espaço para um local aberto e com vista para as estrelas, Jade se encostou na mureta e eu notei algo diferente, ela retirou as luvas e suas unhas eram mais parecidas com garras, colocou o cabelo atrás da orelha e eu jurei que elas eram pontudas, engoli a seco. O que era aquilo?

Me assustei ao vê-la farejando o ar e logo depois me encarando, isso era realmente estranho. Ela me olhava assustada e surpresa, os olhos turquesas substituídos por uma tempestade de raios, colocou as luvas rapidamente e me olhou preocupada.  - o que é você?  - perguntei.

- eu vou te explicar se você prometer não me odiar.

- por que eu odiaria? - falei - É um mundo novo pra mim, não é? Eu ainda não sei tudo sobre o mundo bruxo - esclareci.     

- e muito menos sobre as criaturas das trevas não é? - ela suspirou- É isso que eu sou.  

- se você prometer não arrancar minha cabeça ou beber meu sangue - comentei divertido arrancando risadinhas - eu não corro.

- Idiota - ela riu - não vou.

- estamos quites então - sorri e me sentei no chão, queria que ela estivesse mais perto - senta aqui e explica tudo pro Harryzinho aqui.

Ela caminhou receosa e sentou a minha frente com as pernas entrelaçadas, seus olhos voltaram ao turquesa e o rosto estava corado e nervoso.

- Kitsune - ela disse rápido e pigarreou - eu sou uma híbrida, meu pai é filho de uma mestiça veela e minha mãe é a primeira filha de uma Kitsune pura. 

- Tá mas... O que é uma Kitsune?  - sorri gentil encorajando-a a continuar. - criaturas das trevas, causam pesadelos e o dominam fogo e as tempestades de relâmpagos - respirou fundo e continuou - minha avó é uma Kitsune pura que se apaixonou por um bruxo, meu avô, eles tiveram duas filhas, minha tia Florência nasceu com a genética idêntica à de uma Kitsune pura mas minha mãe não, nasceu bruxa. Parece que o gene pulou uma geração e eu nasci com parcelas de samgue Kitsune. Chamam a minha raça mestiça de Fox.

- raposa? - franzi o cenho - por que?

- eu posso me transformar em uma - ela sorri - mas minha transformação em humana é incompleta, as orelhas pontudas e as garras sempre ficam. Com dois anos eu consegui controlar a cor dos meus olhos e normalizar meus caninos. Sou obrigada a usar luvas pra não eletrocutar ninguém, ela ri - Só quem eu gosto pode me tocar.

- E... Veelas? - Perguntei - seu pai é um não é?

- ele é parte veela - ela corrige - em maioria são fêmeas mas as vezes acontece de um macho dominante nascer, puro ou mestiço, Veelas são criaturas belas e que produzem encantos parecidos com a porção amortentia...

- porção do amor - interrompo, Hermione havia falado sobre ela no trem.

- Sim... e as puras também se transformam em pássaros grandes que lançam bolas de fogo - arqueio as  sobrancelhas, isso deve ser legal - e eu sou isso, uma híbrida de três espécies,  uma das mais raras criaturas no mundo bruxo, uma bruxa, Veela e Kitsune. Tudo em um só corpo.

- você é incrível - falo sem pensar e ela cora.

- Você não tem medo de mim? - pergunta.

- Tenho medo de poucas coisas - digo - você não é uma delas.

- eu te daria um abraço se isso não fosse te eletrocutar - ela sorri.

- eu aguento - falo e puxo seu corpo contra o meu sem dar tempo de ela pensar.

- Harry você... - ela se cala.

- Não estou sendo eletrocutado - sussurro em seu ouvido. 

POV'S JADE.

Isso não era real, devia ser sonho.

Harry estava me abraçando, apertado e eu quase chorei de emoção. 

- Harry você... - comecei mas parei ao sentir um cheiro. Era doce e viciante, aspirei fundo, meu lado veela se agitou dentro de mim.    

- Não estou sendo eletrocutado - ele sussurrou baixinho e sua voz foi como música em meus ouvidos.

Eu sabia o que era aquilo... O que significava e sabia o risco que corria a partir daquele momento. Harry era o meu parceiro. Mas se ele não me quiser eu estaria condenada. Veelas reconhecem seu parceiro pelo cheiro, e são destinados a ficar juntos, porém se um deles não quiser o parceiro, o outro morre de tristeza. Ou se um dos dois morrer, o outro sente uma dor horrível e na maioria das vezes também morre. O parceiro sente o que o outro sente. É uma coisa única.  Se alguém se intrometer estaria encrencado, é o amor mais forte do mundo bruxo. Quando uma Veela conhece o seu parceiro, o beijo de outras pessoas ganha um gosto horrível. A união só é selada com o ato sexual. Harry é único para mim mas não tenho certeza de que serei única para ele.  

Me separo dele com a pouca vontade que me restou. Seu rosto era lindo, mas nada comparado aos seus olhos esmeralda. Um sorriso bobo brincava em seu rosto e eu ignorei a vontade de beijá-lo.

- Kitsunes só podem tocar quem elas gostam, né? - ele riu e eu corei forte - ponto pra mim.     

- Acho melhor irmos para a comunal - sugeri tentando mudar de assunto.

POV'S HARRY.

Abraca-la era algo incrível, eu queria repetir isso todas as vezes possíveis. Mas isso não seria possível ou ela pensaria algo errado. Eu a queria por perto.

      - Kitsunes só podem tocar quem elas gostam, né? - comentei sorrindo - ponto pra mim. 

- Acho melhor irmos para a comunal -  ela diz corada.

- claro - afago sua bochecha. - vamos.

Caminhamos lado a lado até o retrato da mulher gorda e eu disse a senha, berinjelas monstruosas, entramos e ela me deu um último abraço antes de subir para o dormitório feminino. Subi para o meu e passei o resto da noite pensando em como me aproximar mais dela sem deixá-la desconfortável. Isso era uma questão de honra.       


Notas Finais


Isso foi muito gay kkkkk mas eu necessitava de Jarry... gente eu fiquei com essa fic na cabeça por meses... perdoa os erros e não desistam de mim ♡ amo todos


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