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História The Bodyguard - Capítulo 14


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Notas do Autor


Estou de voltaaaa! Sei que depois de um tempo considerável, perdão :( mas com um super capítulo, aproveitem!!

Capítulo 14 - The Police Station: chapter XIV


Fanfic / Fanfiction The Bodyguard - Capítulo 14 - The Police Station: chapter XIV

Moon mal havia conseguido dormir, a pasta amarelada que descansava na sua mesa de cabeceira parecia roubar seu sono. Sabendo que não iria conseguir dormir, no meio da madrugada, a policial decidiu estudar o caso que poderia ser seu, caso ela o aceitasse no dia seguinte. Havia muito para se pensar. Medo e insegurança varriam suas veias pela primeira vez em anos. Ela nunca fora uma menina que se assustava fácil, da mesma forma, nunca havia se sentido como se estivesse pisando em cascas de ovos. Seu futuro seria decidido, seria mudado, caso aceitasse o caso.

 Talvez ela não estivesse pronta para uma mudança tão impactante. Moonbyul se levantou da cama com dificuldade, suas costas e lateral do peito doíam fortemente. Se movimentando com uma lentidão nada usual para uma policial ágil como ela, Moon pegou a pasta amarelada como se contivesse explosivos e se dirigiu até a mesa de jantar a qual abrigava espaço para seus convidados e suspirou fundo. A pasta estava na sua frente agora, implorando para ser aberta, quase gritando para ser lida. Sabendo que poderia declinar o pedido, Moon suspirou fortemente antes de murmurar um antigo pedido por forças e coragem. Abrindo a pasta, ela folheou por entre os arquivos de um mercenário rico que atuava politicamente em Jeonju. Moon deveria proteger o homem que estava, atualmente, fazendo comércio com o mercenário. Um homem rico, diretor de uma empresa de entretenimento famosa na Coreia do Sul.

 Levantando uma sobrancelha interrogativa, a policial se perguntou qual seria o motivo mais plausível para um CEO de uma empresa internacional fazer negócios com um mercenário procurado. Moon deveria prender o mercenário e investigar o seu cliente, ainda que sua prioridade fosse prender ambos os homens. Pensando acerca do caso, Moonbyul estava inclinada aceitá-lo com um condição: ela não seria uma agente de campo, ela seria uma guarda costas, um bom disfarce para camuflar sua verdadeira identidade. Como o cliente do homem no caso de Moon corria um sério risco de vida por ter se metido eram problemas vomitar o contratante, alguém deveria lhe promover segurança, não por misericórdia, mas para prevenir que a única testemunha do caso fosse morta. Seria um caso interessante, a policial poderia agir com segurança, sem arriscar sua vida e nem a de colegas, e, ainda poderia fazer parte das investigações. Moon tinha seu veredito. Ela não iria fraquejar, mas ainda sentia os fantasmas do passado lhe perseguindo, lhe atordoando. A mulher não iria efetuar mais nenhum disparo de arma de fogo, somente quando fosse extremamente neessário, suas memórias eram constantemente mórbidas e sombrias quando pensava no dia em que foi atingida. Ela não queria se pôr em risco novamente, pois sabia que se algo lhe acontecesse, sua família teria muitas dificuldades para seguir em frente sem uma filha e sem um irmã.

 Ela não queria ser egoísta, sua integridade física e necessária para ser a policial e investigadora que sempre quis ser, no entanto, havia um momento na vida que o fato de acordar todo o dia sem saber se iria ser capaz de voltar viva para a casa tomava proporções inimagináveis. Moon gostava demais de sua vida e de seus amigos e família para acordar com tamanha incerteza varrendo os confins de sua mente. Portanto, quando amanheceu, ela desligou o notebook no qual pesquisava sobre o mercenário alvo de seu caso, trocou o pijama folgado por um conjunto de terno escuro e uma camiseta de botões de cetim verde escura. Ela pegou o ônibus que comumentemente passava às oito horas no ponto e, colocando os fones nos ouvidos, Moon deixou que uma melodia eletrizante tomasse vontade de seu corpo. Adrenalina e nervosismo tomavam conta de si. Atônita, Moon quase perdeu a parada de descida em frente ao Madeirinha, no entanto, logo que saiu do ônibus, ela sentiu a sensação de nervosismo avançar sobre si. Passando pela porta de vidro fume da delegacia, Moon recebeu olhares surpresos, alegres, duvidosos, e até mesmo, furiosos. Dando um sorriso firme como resposta, ela subiu as escadas que levavam até o segundo andar levando o dobro do tempo que normalmente levaria caso não estivesse se recuperando de um tiro.

 Segundo até o final do corredor claro, repleto de fotos de policiais renomados, ela parou em frente a portas duplas, onde a sala do diretor da polícia ficava em seu gabinete. A policial bateu na porta três vezes e esperou, nervosa, até ser chamada. A pasta em seu braço parecia pesar uma tonelada.

 — Oh, coronel! Passe, ele está lhe esperando. — sorriu a secretária do Diretor. Moon deu um sorriso leve como resposta antes de adentrar à sala ornamentada. Ela foi recebida com aplausos pelo Diretor, que parecia estar com um bom humor. Moon pensou rapidamente em como a maioria dos seus colegas daria sua vida para receber elogios e sorrisos do chefe. 

 — Nossa melhor agente está enfim de volta! Fico feliz em ver que está se recuperando bem. Sente-se. 

 — Foi muito difícil voltar, Senhor. Mas eu sinto que não estaria completa caso não voltasse a fazer o que amo. — Moon respondeu ao Diretor com um sorriso amarelo no rosto.

 Nem sempre era um bom sinal a convocação do Diretor para uma reunião. Ela adentrou a sala e se sentou ereta em uma das poltronas estofadas em frente à mesa de carvalho do Diretor. Han Seunghoo era um homem alto e corpulento, em sua juventude até poderia ter sido bonito, mas o avanço na idade retirou a atração de seu rosto sorridente. Moon adorava a animação e a devoção do diretor ao seu cargo; ele já havia sido alvo de tentativas de subornos para acabar com investigações com alguns agentes envolvidos em esquemas de corrupção, mas nunca aceitara os devidos de conduta. Moonbyul admirava aquele homem e seu senso de justiça, ele era, de fato, uma boa pessoa e agia com pulso firme quando necessário

. — Passar pelo que você passou e voltar com tanta garra… poucos agentes foram tão corajosos. Vejo e admiro sua trajetória aqui Moonbyul. Não a forçarei a voltar caso não se sinta pronta.

 — Não tenho a mesma voracidade que antes, senhor; passar por meses de recuperação me fizeram pensar que ainda não devo retornar à missões em campo. Sinto que devo mudar os ares, entende? Se fosse possível, sei que posso atuar como antes, mas sem me envolver diretamente em investigações.

 — O que sugere, então? Sei que quando você tem uma ideia, todos devemos ouvi-la. — o olhar curioso do homem era quase questionador.

 — Esse caso. — Moonbyul retirou a pasta de onde ela descansava - seu colo - e a depositou sobre a mesa escura de madeira. — Uma das testemunhas necessita de proteção, e eu poderia investigar o suspeito de dentro da casa da testemunha. Quero permissão para atuar como guarda-costas. Moonbyul falou a última frase com uma certeza que não sabia que tinha. 

O Diretor respirou fundo, pegou a pasta sem tirar os olhos de Moon e folheou as páginas do caso como se quisesse absorver os detalhes nos quais Moonbyul poderia investigar. Ele considerou a fala da policial com um silêncio perturbador, antes de falar ele deixou um olhar impossível de ler para a policial.

 — Você é esperta demais para trazer à tona uma ideia sem fundamentos. Não creio que você deva se forçar a atuar como policial no campo sendo que não está preparada, não está mais em condições de arriscar sua vida para impressionar outros agentes. Você é a melhor desde a Academia, Moon, e continua sendo, você mudar de área não afetará sua trajetória, a tornará mais valorizada e provará a todos como é versátil. Creio que agir como guarda-costas será uma boa mudança para você, não há dúvidas quanto a isso. Tem a minha permissão para ser guarda-costas de uma das testemunhas. As investigações se seguirão por mais dois meses. Tenha esse tempo para pensar se ainda quer ser guarda-costas. Boa sorte, você continuará com sua equipe, não se preocupe. — O diretor falou com um leve sorriso antes de entregar a pasta de volta à policial e a dispensar com um sorriso alegre

. — Seja bem-vinda de volta. Antes de fechar a porta, ela foi pega de surpresa com a fala do Diretor, sentindo-se pronta para voltar ao trabalho. Entusiasmada, ela desceu as escadas e avistou algumas cabeças familiares que sorriam para ela.

 — Moonbyul! — O eco de vozes ressoou pelo saguão do primeiro andar. 

 Wheein, Taeri, Jeonki, Liu, Yang e Jong abraçaram a policial mas logo a soltaram com medo de tê-la machucado ou sufocado.

 — Como é bom vê-los! Senti tantas saudades! — Moon cumprimentou a todos com um sorriso radiante. 

 — Como é bom ver você. Ficamos tão preocupados com você, Moon. — Wheein disse ao cruzar suas mãos e apertá-las uma contra a outra. 

 — Pensamos que não fosse voltar para o Departamento. — disse Yang ao deixar um tapinha fraco nas costas de Moon. 

 — E que pudesse não voltar para nós. — Taeri falou visivelmente abalado. Jeonki estava com uma mão no ombro dele enquanto olhava para a policial com olhos suplicantes

. — Você vai voltar? Vai aceitar o caso, não é? — Liu indagou.

 — Conversei com o Diretor, dei uma sugestão, e ele a aceitou. Como também, aceitei o caso. Todos vibraram. Jong abraçou a policial e a parabenizou com muitas referência geek sobre ter voltado à ativa e sobre ser uma ótima Jedi. — Mas não serei a mesma de antes. Irei ser a guarda-costas de uma das testemunhas do caso, irei investigar o suspeito de dentro do casa da testemunha. Vocês ainda serão minha equipe e atuarão no campo. — Moonbyul disse enquanto olhava para cada um. Wheein olhou para Moon com medo, insegurança e algo além do qual a policial veterana não conseguiu decifrar. 

 — Vou voltar na semana que vem quando começaremos as investigações. Todos nós iremos atuar, ficarei na retaguarda na casa da testemunha e vocês me ajudarão a resolver mais esse caso. — Moonbyul falou como se, mais uma vez, estivesse prestes a sair para uma batida. 

 — Ótimo! Vamos solucionar esse caso com maestria. — Jeonki falou, animando a todos. Moonbyul se sentiu feliz como nunca antes, ela estava verdadeiramente segura com aquelas pessoas. Sua segunda família. Alguns dias depois, Moonbyul vestiu seu uniforme - camiseta de mangas compridas branca, um terno preto, calças pretas, com um cinto que continha duas armas e três facas, botas de estilo militar, um suspensório com um revólver e uma gravata preta longa - prendeu seu cabelo em uma trança e pegou sua bolsa de viagens enquanto fechava sua casa. 

Ela iria morar com a família Seo por tempo indeterminado, portanto não haveria ninguém para cuidar de seus animais de estimação, e chamou sua irmã para dar água e comida para eles enquanto estivesse fora. Moon esperou que o carro de Yang estacionar na frente de seu prédio com fones de ouvido acoplados em suas orelhas. Enquanto na delegacia, Moon discutiu os planos com todos da equipe, ela equipou a mala com um estojo de óculos de grau falsos; que serviriam para espionar e filmar a família e seus contatos, as filmagens seriam enviadas para Jong,que seriam analisadas pela equipe.

 Ainda, Moon colocou no lugar de um de seus piercings na orelha, uma escuta para grampear as conversas com o senhor Seo. 

 — Adeus, pessoal. Boa sorte para vocês aqui. — Moonbyul falou acenando para todos.

 — Tome conta de si, tudo bem? — Jong indagou retoricamente para a policial que colocava os óculos para a missão.

 — Não diga adeus, parece que você estará indo embora para sempre. — Taeri falou para Moon repreendendo-a com olhos felinos.

 Moon deu uma risada leve, meio repleta de nervosismo e êxtase, e foi para a viatura disfarçada. A policial mudou seu sobrenome e alterou todas suasinformações com o novo sobrenome. Mesmo sendo algumas partes verdadeiras, ela omitiu a maior parte da sua história para não ser reconhecida tão facilmente por possíveis suspeitos infiltrados na família Seo. A viatura lhe deixou em uma casa enorme, onde o carro da família Seo iria até lá e a levaria para a mansão Seo. A casa era modesta, sem muitas decorações, mas era enorme, possuía três andares e era alegada pela família Seo, que exigiu que Moon fosse até lá para ser levada à mansão. Moon contatou a família Seo através do telefone da empresa de entretenimento.

 Como poucas pessoas sabiam do envolvimento do CEO no caso de polícia, o próprio Seo aceitou os serviços de Moon, após checar as informações propositalmente falsas em um site do governo, no qual todos os policiais eram cadastrados. Lim Moonbyul era a mais nova guarda-costas do CEO Seo e deveria protegê-lo de Kim Pyeoon - o mercenário. Moonbyul fora vendada da casa modesta até uma rodovia fora da cidade, mas com seus aguçados sentidos de localização, ela pode notar que estavam indo para oeste - onde as casas mais luxuosas do condado e bem guardadas ficavam. Moon sentia a adrenalina crescer dentro de si, uma vez que nunca havia se infiltrado em um caso como guarda costas. Ela sentiu quando a venda fora desatada e seus olhos arderam com a luminosidade do céu claro. O carro estava entrando em uma saída de veículos formada por pedras de cor de mármore, um estilo de rocha que era normalmente usada para fins de mobília.

 Ela se perguntou de que tipo eram os móveis que estariam na casa. Quando o carro parou na frente de uma mansão de quatro andares, todos eles com várias janelas ao longo de sua extensão, ela deixou um suspiro sair. A casa era pintada em uma coloração escura, quase negra. Algumas pedras adornavam um lado da parede externa, dando um ar rústico à casa. As portas duplas brancas se abriram quando Mono saiu do carro estacionado em frente à passagem que continha um jardim e uma fonte enorme. Um homem de meia idade saiu de dentro da casa, ele usava um terno preto e luvas brancas. Um mordomo. Quem haveria de possuir mordomos hoje em dia? Ah, sim, pessoas que necessitavam de mordomia. 

 — Boa tarde, senhorita. Senhor Seo recomendou que você almoçasse antes de eu lhe apresentar o seu quarto. Ele está em uma reunião de trabalho, mas, pela noite, deve estar de volta. Vamos, me acompanhe. Sou Cho. — a voz quebradiça porém suave do senhor soou reconfortante aos ouvidos de Moon. Ela fez uma mesura de cumprimento e seguiu o mordomo para o labirinto de cômodos.

 Levaria anos para ela estudar cada um daqueles cubículos decorados com peças caras, mas enquanto Seo vivesse, ela teria tempo para investigar a casa e o relacionamento de Seo com Pyeoon. Após terminar o almoço que mais parecia um buffet repleto de opções asiáticas e ocidentais, Moon foi levada até seu quarto, no lado oeste da casa. Seu quarto era do tamanho do seu apartamento inteiro. Uma cama King size com várias almofadas na cor creme ficava no meio do quarto, uma parede era repleta de armas e munições - Moon torceu para serem falsas -, um closet imenso com roupas novas e de serviço - até mesmo um vestido de seda vermelho - e um banheiro enorme com duas pias e uma banheira que mais parecia um ofuro. Cho voltou ao quarto de Moon acompanhado de uma senhora elegante e de aparência majestosa. Era a senhora Seo. Com seus cabelos grisalhos presos em um coque, ela se assemelhava a uma imperatriz da disnatia Jeonseo. 

 — Boa tarde, senhorita Lim, somos muito gratos pelo seu serviço. Você se demonstrou a melhor candidata entre os demais, e soubemos que poderíamos contar com você para proteger a vida de meu marido. Ele vem sendo ameaçado por um homem perigoso há alguns anos, mas, há alguns meses as ameaças se tornaram mais impacientes, por assim dizer.

— Fico feliz com a oportunidade, senhora Seo. Nunca descumpri minha palavra, e, se digo que irei proteger sua família, assim o farei até morrer. — Moon falou antes de fazer uma mesura respeitosa à senhora.

 Seus olhos analisavam a guarda costas de forma felina, havia uma dureza e antipatia em seu olhar que fazia Moon querer descobrir quais segredos e dores a senhora Seo escondia em sua alma. Moon somente havia visto aquela dureza em poucas pessoas criminosas que havia posto na cadeia. Psicopatas torturadores. A policial sentiu um leve arrepio percorrer sua espinha. Se a senhora Seo guardava segredos tão profundos como o olhar que dirigia à Moon, a guarda costas deveria investigá-los a fundo, tanto para proteger sua própria vida, quanto a de seus contratantes.

 Ainda que não entendesse o que aquela família era, aquém de uma das mais influentes do país, Moon sentiu, com seu instinto policial e investigador, que havia muito mais. Muito mais do que a senhora contava. Muito mais do que proteger a vida de Senhor Seo.

 — Meu marido estará em casa somente para o jantar, assim, iremos pôr você a par da situação pela qual a contratamos. Tenha o dia para você, senhorita Lim, pois garanto que os próximos meses não permitirão distrações. — Com um sorriso o qual somente exalava frieza, a senhora Seo fez um gesto com uma das mãos e Cho entregou uma caixa de tamanho mediano para a senhora. 

 A madame se aproximou de Moon antes de lhe entregar a caixa com um emblema de cobra. Moon fixou os olhos na cobra ameaçadora e os arregalou de leve, espantada.

 — Iremos protegê-la contanto que faça seu trabalho. — sussurrou a senhora ao dar leves tapinhas nas mãos de Moonbyul. A guarda costas não notou quando as figuras estranhas saíram do cômodo, ela estava tentando raciocinar e assimilar que tipo de pessoas constituía aquela família.

 Vozes de palestras sobre mafiosos ecoaram em sua mente enquanto ela sentia os olhos da cobra rirem de si mesma. Moon deixou a caixa na cama com cuidado, como se houvesse uma banana de diante pronta para explodir ali dentro, suspirou e, sem saber o que esperar, abriu a caixa. 

 — Por favor, que eu esteja errada. Por favor, que eu esteja totalmente enganada e esteja somente criando teorias… — a policial sussurrou para si enquanto tocava na caixa de madeira colorida com a cobrá entalhada. A cobra parecia estar zombando dela. Moonbyul abriu a tampa da caixa com cuidado, e sentiu seu sangue gelar em suas veias.

 Dentro do compartimento, havia um terno escuro, de tecido caro, diferente dos que estavam no closet, um par de fones para escuta, um colar com um pingente de cobra, e uma pistola automática preta com munições prateadas, únicas de uma família de mafiosos. Moonbyul suspirou e fechou seus olhos. 

 — Que a deusa me proteja.   

 

 


Notas Finais


Um ótimo retorno, hein?! Não abandonei essa fic não, anjos, só estou sem tempo pra atualizar ela :(

nos vemos em breve, garanto

desculpem a falta da capa, ainda não tive como criá-lá de modo perfeito hehe


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