História The Bodyguard (Imagine Jin - BTS) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Amor, Bangtan Boys, Bts, Clichê, Drama, Fluffy, Hentai, Imagine Jin, Jin, Kim Seokjin, Kpop, Romance, Seokjin, Twoshot, Xputh
Visualizações 2.695
Palavras 2.180
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ AMORES! 💖

Tia Brubs chegou com uma TwoShot clichê com o Jin. Faltava escrever algo com ele e aqui estou eu.

➤ É inspirada no filme O Guarda-Costas. Um lindo filme, recomendo caso gostem desse tema;
➤ Terá apenas dois capítulos;
➤ É de minha autoria;
➤ Jin será o único a aparecer por aqui;
➤ Você tem vinte anos e ele vinte e cinco;

É isso. Tenham uma boa leitura. 🌸💗

Capítulo 1 - Sweet and addictive lips.


Fanfic / Fanfiction The Bodyguard (Imagine Jin - BTS) - Capítulo 1 - Sweet and addictive lips.

Chicago, Illinois, Estados Unidos.

Sexta-Feira. Dez de Agosto.

Northwestern University.

Entrei na faculdade atraindo os olhares de todos que estavam ali, até dos professores e zeladores. Respirei fundo e me dirigi até a minha sala, buscando ignorar todos os cochichos e conversas a respeito do meu pai. Ser filha de um bancário milionário tem suas prioridades, mas eu não me vanglorio por isso em momento algum. Ser tratada de forma diferente pelos professores é ridículo, apenas por ter um pai que sempre está a disposição da faculdade. Digamos que toda a Chicago me conhece e isso se torna chato e exaustivo ao meu ver. Papai sempre me proibe de sair, mesmo eu tendo meus exatos vinte anos. Desde que perdemos mamãe ele se tornou ainda mais protetor comigo.

Por um lado eu entendo perfeitamente a sua proteção, no entanto, o que mais quero é cursar a minha faculdade e ter o meu emprego na área. Quem não me conhece realmente diria que sou uma bonequinha dessas que adora fazer compras, arrumar o cabelo no salão e unhas postiças. Contudo, sou totalmente ao contrário. Gosto de ter o meu estilo próprio e tomar minhas próprias decisões, mesmo que meu pai interfira em todas elas. Cheguei a sofrer alguns assaltos quando estava a caminho da faculdade e perdi as contas de quantas vezes tive o meu celular furtado. Como eu disse, ser filha de um bancário milionário não é tão bom assim. Há alguns meses atrás fui sequestrada, mas consegui fugir do galpão por uma falha de um dos sequestradores.

Adentrei a sala de aula e caminhei até a minha carteira, deixando minha bolsa ali. Peguei o meu celular e comecei a navegar em minhas redes sociais, apenas para passar o tempo. Alguns minutos depois o professor Kenedy entrou na sala e começou a ministrar sua aula de Direitos Humanos. Meus amigos conversavam entre si, porém eu prestava atenção nos slides que eram passados. Anotei algumas coisas em meu caderno e logo as duas primeiras aulas acabaram, trazendo o intervalo. Jade, Carla e o Christian foram na frente e eu peguei a minha carteira, assim deixando a sala. Nós somos amigos desde o colegial e temos algumas aulas em comum. Os três são os que mais confio de todos os que dizem ser meus amigos.

— Quais os planos para hoje, amores? — Jade perguntou sorridente.

— Não sei ainda, Jade. — Christian riu. — E vocês?

— Estava pensando em beber alguma coisa. Uma social, que tal? — Carla sugeriu sorrindo.

— Eu apoio. — Jade concordou.

— Eu também. — Christian sorriu.

— E você, amiga? Acha que consegue fugir da prisão? — Carla indagou e todos rimos.

— Acho que sim. — Ri fraco. — Na casa de quem?

— Pode ser na minha. — Jade, a morena, comentou.

— Às oito? — Chris sorriu.

— Às oito.

As meninas e eu concordamos, voltando a conversar sobre o que iríamos beber. A manhã passou rapidamente e eu agradeci por isso. Ao chegar em minha casa tive uma surpresa, meu pai conversava com um rapaz muito alto e de feições asiáticas. Fechei a porta da sala e me aproximei em passos lentos, a fim de entender o que os dois conversavam. No entanto, acabei esbarrando em um vaso e isso fez com que os dois homens me olhassem. Observei o belo rapaz e fiquei encantada com a sua face, piscando algumas vezes. Eu nunca tinha o visto em minha casa, ou em qualquer outro lugar. O rapaz sorriu gentil e curvou-se brevemente, o que me fez revirar os olhos. Toda aquela formalidade me irritava.

— Querida esse é o seu guarda-costas, Kim SeokJin. — Verbalizou o mais velho em um tom ríspido.

— Guarda-Costas? — Indaguei incrédula, cruzando os braços.

— Sim, algum problema? — Arqueou as sobrancelhas.

— Sério isso, pai? — Ri sem ânimo. — Eu já sou bem grandinha pra ter um segurança. — Balancei a cabeça negativamente.

— Você terá um guarda-costas sim e não falemos mais disso! — Ditou rudemente.

— Eu odeio essa vida! — Falei com raiva, subindo para o meu quarto.

...

Passei o dia inteiro trancada em meu quarto. Ora lendo alguns artigos da faculdade, ora assistindo filmes. Tudo estava combinado para a social na casa da Jade, algo que fazíamos com frequência nas sextas-feiras. Sei que é perigoso sair à noite, ainda mais com o sobrenome que carrego, mas acho excitante quebrar as regras do meu pai. Quando o relógio marcou sete da noite, separei um short jeans rasgado, um tênis branco e um cropped da mesma cor. Deixei as peças sobre a cama e peguei minha toalha, adentrando o banheiro. Me despi e liguei o chuveiro, sentindo a água quente relaxar meus músculos tensos.

Após o banho quente e relaxante retornei ao quarto e me enxuguei, logo em seguida vestindo a roupa que separei. Passei apenas um gloss labial e penteei meus cabelos, o deixando solto. Abri a janela que dava acesso a sacada do meu quarto, olhando ao redor. Estava muito silencioso e isso me deixava aflita de certa forma. Guardei o celular no bolso, junto a minha chave do carro e olhei para baixo, visualizando a grama e o local em que eu iria pular. Não era tão alto como parecia e já tinha feito aquilo inúmeras vezes, não seria como a minha primeira fugindo de casa para beber com os meus amigos.

— Céus... — Praguejei ao cair sobre alguém, sentindo o impacto de nossos corpos.

— Você está bem? — O rapaz perguntou com os olhos levemente arregalados, fitando todo o meu rosto.

— Já estive melhor. — Falei seca, me levantando um pouco sem graça pelo ocorrido.

— Está fugindo? — Semicerrou os olhos, também levantando do chão.

— Não. — Menti.

— Sugiro que retorne para o seu quarto, senhorita. — Me olhou profundamente e eu findei a distância entre nossas físicas. — Vou dizer ao seu pai que...

— Gosta de receber ordens? Porque eu não gosto! — Cruzei os braços.

— É o meu trabalho. — Respondeu sério, arrumando o seu paletó.

— Olha aqui... — Pigarreei. — Eu tenho uma junção na casa de uma amiga e você não vai me impedir de ir.

— É arriscado. Não posso deixá-la sair sozinha, senhorita. — Suspirou.

— Não quero saber. Eu vou e pronto. — Sorri amarelo e caminhei até a garagem, adentrando o meu carro e sendo seguida pelo guarda-costas.

— Vá para o banco do passageiro, eu irei dirigir. — Falou sério e rouco, o que me fez morder o lábio inferior.

— É assim que se fala. — Gargalhei e o rapaz continuou sério.

Movi o corpo até o banco do passageiro, passando o cinto de segurança ao redor do meu corpo. SeokJin suspirou e fez o mesmo, dando partida no porsche. O observei rapidamente, contemplando a visão do seu maxilar trincado e de sua expressão séria. Ele era muito bonito e sério, isso o deixava ainda mais sexy. Suas vestes eram escuras e seu cabelo estava bem penteado. Seus lábios grossos pareciam serem macios e doces. O Kim percebeu que eu o olhava e retribuiu o olhar, me deixando sem graça. Virei o rosto rapidamente e observei as ruas movimentadas de Chicago. Informei o endereço e o guarda-costas apenas assentiu, continuando com os olhos vidrados nas ruas. Não trocamos uma palavra sequer durante todo o trajeto.

— Ficarei aqui fora. Volte antes da meia-noite. — Pronunciou seriamente, sem me olhar.

— Sério isso? — Bufei.

— Sim. — Me olhou por breves segundos, mas logo quebrou o nosso contato visual.

Saí do carro e bati a porta, caminhando pela calçada sentindo o olhar do Kim sobre mim. Respirei fundo e toquei a campainha da casa da Jade, sendo atendida por esta.

— Você demorou, gata! — Me abraçou, logo me puxando para dentro. — O que quer beber?

— Cerveja. — Respondi simplista, tirando o meu tênis e sentando no sofá.

— O que aconteceu? — Carla indagou confusa.

— Meu pai contratou um guarda-costas para ficar no meu pé vinte e quatro horas por dia, acredita? — Estalei a língua.

— Que droga, hein? — Christian fez um bico inconformado.

— Ele é bonitão como o Frank Farmer do filme O Guarda-Costas? — Jade perguntou maliciosa e me entregou a cerveja que pedi.

— Pior que é. — Respirei fundo. — Tenho que voltar antes da meia-noite.

— Nossa amiga... — Carla sorriu fraco.

— Infelizmente amigos. — Dei um longo gole em minha cerveja, fechando os olhos e saboreando o gosto levemente amargo da Heineken. — Vamos beber e esquecer um pouco da minha vida tumultuada.

— Isso aí! — Chris exclamou empolgado, levantando a sua cerveja.

— Então, animados para o acampamento no próximo final de semana? — Perguntei.

— Claro! — Jade riu. — Acho que vai ser muito bom.

— Super animada, amiga. — Carla gargalhou. — Mas e então, por que não chama o seu guarda-costas para entrar? — Sorriu maliciosa.

— Ele é muito chato. É melhor deixá-lo lá fora. — Dei de ombros.

— Agora quero conhecê-lo. — Jade fez biquinho.

— Com certeza meu pai vai enviá-lo para a viagem da turma. — Suspirei, encostando minha cabeça no sofá. — Odeio toda essa proteção.

— Ele faz isso para o seu bem, meu doce. — Christian comentou. — Seu pai não quer te perder.

— É, isso é verdade. — As meninas concordaram.

— Ele só tem você. — Jade sorriu fraco, mexendo em seu cabelo.

— Vocês têm razão. — Pressionei os lábios, fechando os olhos por alguns segundos.

Ficamos conversando por longas horas enquanto bebíamos. Quando faltava cinco minutos para meia-noite, ouvimos o barulho da campainha soar pela casa. Jade quem atendeu a porta e SeokJin surgiu em meu campo de visão, sério e com uma expressão nada amigável. Despedi de meus amigos e deixei a casa da minha amiga com o sangue fervendo. Bati a porta do carro e coloquei o cinto de segurança, fitando o homem ao meu lado. SeokJin por sua vez relaxou os ombros e ligou o veículo, o manobrando até a minha casa. Mesmo querendo falar poucas e boas para ele, me contive.

— Por que age assim? — Questionou em baixo tom, desligando o porsche e me fitando.

— Porque eu gosto. — Respondi séria.

— Ele faz isso para o seu bem. — Alertou, se aproximando. — Então não é culpa minha, ok?

— E eu por acaso falei que é culpa sua? — Tirei o cinto, me aproximando.

— Você está cheirando a cerveja... — Constatou, suspirando. — Seu pai te ama muito, por isso todo esse cuidado.

— Não finja gostar do meu pai. — Falei entredentes.

— Respeito o seu pai, senhorita. — Defendeu-se e pude vê-lo fitar os meus lábios.

Fiz o mesmo e mordi o cantinho da minha boca, pensando em puxá-lo pela gravata e beijá-lo. Talvez fosse o álcool mexendo com o meu subconsciente. O ar pesou e continuamos na mesma posição, um observando o outro. SeokJin era um lindo homem, um dos mais bonitos que já conheci. A posição de guarda-costas combinava perfeitamente com ele.

— Por que trabalha com isso? — Indaguei, quebrando o silêncio que havia se formado.

— Porque eu gosto. É minha especialidade. — Respondeu simplista, intercalando o olhar entre meus lábios e meus olhos.

— Morreria por mim? — Me aproximei ainda mais, deixando nossos rostos em uma distância perigosa.

— Sim.

— Por quê? — Ofeguei.

— Porque é o meu trabalho. — Levou sua mão até o meu cabelo, colocando uma mecha atrás de minha orelha.

— Isso não é certo. — Murmurei. — Morrer por alguém que não conhece.

— Eu te conheço. — Deslizou sua mão até a lateral de meu rosto, o alisando.

— Não estou falando nesse sentido. — Ri fraco e o vi umedecer os lábios. — Já tomou algum tiro?

— Alguns. — Continuou alisando a minha pele quente, roubando todo o meu ar. — Nada demais.

— Nada demais? — Busquei os seus olhos e o Kim tinha um sorriso de canto.

— Nada demais. — Repetiu.

— Já trabalhou com pessoas famosas?

— Algumas. — Removeu os fios de minha testa, me olhando com cautela.

— Quais foram as regras do meu pai?

— Não te perder de vista, não deixá-la sozinha e... — Afastou-se minimamente e eu apoiei o meu rosto em sua mão, aproveitando o seu carinho. — Não me apaixonar.

— Entendi. — Fitei a sua boca e fechei os meus olhos, sentindo o Kim se aproximar aos poucos.

Ele me beijou calmamente, acariciando minhas bochechas com a ponta de seus dedos. Me entreguei ao ósculo adocicado, entrelaçando minhas mãos em seu pescoço e o puxando para mais perto. Suas grandes mãos deslizaram até a minha cintura, onde SeokJin a apertou demasiadamente. Arfei entre o beijo e inclinei o meu corpo até estar sentada em seu colo.

— Eu não posso... — Me afastou bruscamente, me deixando confusa e sedenta por mais beijos como aquele.

— Por quê? — Tentei beijá-lo outra vez, porém o Kim virou o rosto.

— Porque não misturo o prazer pessoal com o meu trabalho. Desculpe. — Suspirou pesado.

Abri a porta, saindo do carro e entrando em minha casa em passos rápidos, pouco me importando se meu pai poderia acordar. Fechei a porta e me joguei na cama, totalmente confusa. Coloquei a mão sobre os meus lábios e um sorriso se apossou destes, fazendo o meu coração disparar.


Notas Finais


E aí, gostaram? Deixem suas opiniões, por favor. 💗

A segunda e última parte sairá em breve, amores.

Amo vocês! 🤧💕


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