História The Bodyguard (Imagine Jin - BTS) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Amor, Bangtan Boys, Bts, Clichê, Drama, Fluffy, Hentai, Imagine Jin, Jin, Kim Seokjin, Kpop, Romance, Seokjin, Twoshot, Xputh
Visualizações 2.906
Palavras 2.459
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi! Voltei bem rapidinho, não? 💗

Quero agradecer a todo mundo que favoritou e comentou. Eu amo vocês demais! Fiquem com a segunda e última parte do imagine do Jin. ^^

Música Sugerida: Frances - What Is Love.

Boa leitura. 🌸💖

Capítulo 2 - We fell in love in days.


Fanfic / Fanfiction The Bodyguard (Imagine Jin - BTS) - Capítulo 2 - We fell in love in days.

Sábado. Onze de Agosto.

Acordei com alguns raios solares em meu rosto. Resmunguei baixinho e me xinguei mentalmente por ter esquecido de fechar a janela na noite anterior. Fechei os olhos buscando dormir novamente, mas de nada adiantou. Bufei e sentei sobre o colchão, coçando os olhos e bocejando. Arrumei a minha cama e adentrei o banheiro, fazendo minhas higienes matinais. Após tomar um banho quente, vesti um moletom qualquer e desci a escada, sentindo o meu estômago roncar. Dulce estava despejando os biscoitos de chocolates já assados em uma vasilha de plástico e eu me aproximei, assustando a mais velha.

— Céus, menina! — Exclamou com os olhos arregalados, cobrindo a boca com uma das mãos.

— Desculpe. — Soltei um risinho e sentei na bancada, servindo uma caneca com bastante café para comer com os biscoitos. — Cadê o meu pai?

— Saiu. Disse que vai almoçar fora e que o guarda-costas está ao seu dispor. — Sorriu fraco.

Dulce sabia como eu me sentia em relação ao meu pai. Ela entendia toda a proteção do meu pai comigo e até eu passei a entender. Sorri para a mais velha e continuei comendo, vez ou outra molhando o biscoito no café. Eram os meus preferidos. Após comer, despedi de Dulce e deixei a cozinha. Ao passar pelas enormes janelas de vidro, vi SeokJin no jardim lavando a limusine que papai tinha comprado recentemente. Abri a porta principal e caminhei até o castanho, o observando de costas. Seus ombros largos o deixavam ainda mais bonito ao meu ver. Foi impossível não lembrar da noite anterior, onde nos beijamos em meu carro.

— Bom dia. — Falei baixinho, me aproximando do Kim.

— Bom dia, senhorita. — Ditou sério, sem me olhar.

— Você está bem? — Observei o seu maxilar trincado e em como sua franja caía perfeitamente em sua testa. SeokJin ficou em silêncio. — Não vai me responder?

— Vá para dentro, senhorita. — Me olhou por breves segundos, contudo, logo quebrou o nosso contato visual e continuou enxugando os vidros da limusine.

— Por quê? — Busquei seu olhar, porém não fui correspondida.

— Porque sim. Aqui fora está frio, não quero que se resfrie. — Respondeu sério e um pouco rouco.

Mordi os lábios e o observei calmamente, como se minha mente quisesse gravar cada pedaço de seu corpo. Eu me sentia vulnerável perto do meu guarda-costas e isso me assustava de certa forma. Não nos conhecíamos o suficiente para aquele sentimento aflorar-se dentro do meu peito. SeokJin me olhou por cima do ombro e eu devolvi o olhar, fitando seus lábios grossos e doces. Suspirei profundamente e não movi um músculo, continuando ali, parada e o fitando. Jin exalava masculinidade dentro daquele terno preto tradicional.

— Podemos conversar sobre ontem? — Perguntei quase em um sussurro, lembrando-me do nosso beijo.

— Não. — Negou.

— SeokJin... — Respirei fundo e tomei coragem, parando em sua frente. Tirei o pano de sua mão o qual o Kim secava o carro, olhando dentro de seus olhos profundos e escuros. Eram intensos. — Foi você quem me beijou e agora vai continuar agindo assim?

— Foi um erro! — Ditou seco, me assustando. — Não misturo vida pessoal com o meu trabalho, senhorita. Agora volte para dentro e facilite as coisas, por favor.

— Se é assim que você quer! — Falei com raiva, magoada, voltando para dentro da mansão em passos rápidos.


Sexta-Feira. Dezessete de Agosto.

Chequei se não estava esquecendo nada e fechei o zíper da minha mochila. Minha turma iria para um acampamento fora da cidade, o qual ficava há duas horas de Chicago. Meu pai custou me deixar ir meses atrás e agora estava mais aliviado porque o meu guarda-costas iria comigo. Kim SeokJin me ignorou a semana toda. Não falamos uma palavra sequer para o outro, apenas trocamos olhares. Preferi deixar as coisas daquele jeito e tentar esquecer o seu maldito beijo. Me olhei no espelho mais uma vez antes de descer a escada. SeokJin estava em pé perto da porta, já meu pai digitava algo em seu notebook. Apertei a alça da minha mochila e me aproximei do mais velho.

— Tem certeza que pegou o repelente, querida? — Indagou.

— Tenho. — Assenti. — Eu volto amanhã à tarde, papai. Não é como se eu fosse passar a semana toda acampando.

— Venha cá me dar um abraço. — Disse sorrindo, se levantando.

Meu pai abriu os braços e eu me aconcheguei entre eles, sentindo o seu perfume preencher as minhas narinas. Depositei um beijinho em seu pescoço e me afastei, sorrindo marota.

— Amo você, pai. — Falei com a voz embargada.

— Eu também te amo, querida. — Sorriu novamente. — Tome cuidado, está bem? SeokJin não a deixe sozinha em nenhuma circunstância. Se possível durmam na mesma barraca, mas não deixe a minha filha sozinha.

— Tudo bem, senhor. — O Kim curvou-se brevemente e eu ofeguei ao pensar em que poderíamos dividir a mesma barraca.

Despedi do meu pai outra vez e deixamos a mansão. Jin e eu iríamos de carro para a minha segurança. Coloquei minha mochila no banco detrás e ocupei o banco do passageiro, passando o cinto de segurança ao redor do meu corpo. Conectei o fone em meu celular e pude ver SeokJin me encarar por alguns segundos. O castanho suspirou pesadamente e eu aumentei o volume do meu fone, escorando o corpo na janela do veículo. Encolhi o meu corpo por causa do ar-condicionado e o Kim aumentou a temperatura, me deixando sem jeito. Duas horas depois chegamos ao local e o ônibus da faculdade já se encontrava ali.

— Amiga! — Jade acenou sorridente.

Acenei de volta com um sorriso, pegando minha mochila no carro e indo para perto da Jade, da Carla e do Christian. Olhei por cima do ombro e o Jin me seguia sem nenhuma expressão, apenas com o maxilar trincado. Cumprimentei meus amigos e a professora fez a chamada para ver se todos estavam presentes. Ela e mais alguns professores passaram as instruções para nós universitários e fomos liberados para montarmos as nossas barracas. Deixei minha mochila no chão para começar a montar a minha, no entanto, SeokJin quem a montou rapidamente, deixando todos admirados com a sua capacidade.

— Não precisava ter feito isso. — O olhei séria.

— Mas eu fiz. — Me olhou da mesma forma, com as sobrancelhas franzidas. — Vou pegar as cobertas no carro.

Dei de ombros e Jade me cutucou com um sorrisinho perverso.

— Que homem mais lindo, amiga. Parece que foi esculpido! — Soltou uma risadinha.

— É, ele é realmente lindo. — O observei de longe, enquanto o Kim ia em direção ao carro.

— Vocês não conversaram sobre o beijo? — Carla perguntou curiosa.

— Eu até tentei, mas ele não quis me ouvir. — Mordi os lábios. — Acho que gosto do SeokJin.

— Muito aquele filme mesmo! — Christian comentou entre risinhos atrevidos. — Tão clichê...

— Não enche, Chris. — Bufei, cruzando os braços.

— Vamos amigos, o boy dela tá vindo. — Jade comentou sorridente. — Ou melhor, o guarda-costas bonitão.

Eles fizeram de propósito armando as suas barracas do outro lado, deixando a minha e a do Jin muito próximas. Papai mesmo disse que teríamos que ficarmos perto um do outro, porque mesmo estando em uma floresta, era perigoso.

— Dois cobertores e o seu travesseiro.

— Obrigada. — Contemplei o seu belo rosto, fitando a sua boca carnuda e avermelhada. — Mais tarde o pessoal vai fazer uma fogueira e contar algumas histórias.

— Interessante. — Deu de ombros.

— Por que está falando assim comigo? — Indaguei inconformada, com a voz fraca e embargada.

— Você ainda não percebeu que fica vulnerável quando estamos perto? — Questionou irritado.

— E o que isso tem a ver? — Me aproximei, ficando frente a frente com o Kim.

— Nada. — Balançou a cabeça em negação, entrando em sua barraca e guardando as suas coisas.

— Jin... — Murmurei.

— Para, por favor. — Pediu rouco, ainda dentro da barraca. — Não sabe como está sendo difícil para mim.

— Saia aqui a fora e assuma isso em voz alta! — Senti os meus olhos marejarem.

SeokJin puxou o zíper de sua barraca e a fechou, me deixando sozinha e confusa. Joguei as minhas coisas dentro da barraca e saí a procura dos meus amigos, enxugando as lágrimas que insistiam em cair e molhar o meu rosto. A turma estava animada com à noite no acampamento e até me animei um pouco, mas sempre sentia os olhos do meu guarda-costas em meu corpo, mesmo que fosse de longe. Já tinha escurecido e todos estávamos em volta da fogueira, sentados em troncos de árvores. Meus amigos estavam concentrados na história que a senhora Belinda contava, uma das nossas professoras mais velhas. Como eu estava mais afastada do grupo, me levantei silenciosamente e caminhei até a minha barraca. Jin mantinha-se encostado em uma das árvores e fitava todos os meus passos, inclusive o meu corpo.

— Não percebe que eu gosto de você? — Sussurrei, sentindo o meu coração batendo forte.

— Mas nós não podemos. — Ditou sério.

— Por que você é o meu guarda-costas? — Me aproximei em passos lentos.

— Porque se ficarmos juntos, não poderei protegê-la. — Falou um pouco mais baixo, desviando o olhar e fitando as folhas secas no chão. — A sua segurança é importante.

— Mais do que você sente? — Timidamente coloquei minhas mãos em seu peitoral, o fitando com cautela. — Jin...

— Sim, mais do que eu sinto por você. — Retirou as minhas mãos com delicadeza e as beijou, me arrepiando por inteira. — Agora volte para lá. Estarei te observando daqui.

— Quero ficar com você. 

Encostei a cabeça em seu peito e o abracei sem nenhuma escapatória, circulando sua cintura com os meus braços.

— Por que é tão teimosa, hm? — Riu soprado.

— Me abrace também. — Sussurrei, esfregando a minha face em seu abdômen. — Por favor.

Com um pouco de receio, SeokJin contornou a minha cintura com seus longos braços, beijando os meus cabelos. Nós dois arfamos baixinho e continuamos naquela posição por vários minutos. Eu não queria sair de seus braços nunca mais. Levantei o meu rosto para olhá-lo e para a minha surpresa, ele também me olhava. Alternei o meu olhar entre seus lábios grossos e seus lindos olhos, sorrindo tímida.

— Viu? Eu te deixo vulnerável. — Colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha, beijando o meu nariz. — Só podemos ser amig...

— Não, por favor. — Levei minhas mãos frias e trêmulas até o seu rosto, o segurando pelas laterais. — Uma noite é tudo que eu peço.

— Você é muito teimosa. — Riu nasal, me apertando. — Uma noite para que?

— Você sabe... — Sussurrei e senti o seu corpo estremecer.

— Tudo bem. — Murmurou. — Uma noite.

Sorri e percebi que havia me apaixonado em poucos dias por Kim SeokJin, o meu guarda-costas encantador. Coloquei uma mão em sua nuca e o puxei para um beijo, sentindo os seus lábios pressionarem os meus deliciosamente. SeokJin me puxou para ainda mais perto, tomando-me para si. Toquei seus fios lisos com as pontas dos dedos, sentindo toda a maciez destes. Deslizei minhas mãos por seus braços fortes, adentrando a sua camisa e sentindo suas costas tremerem ao sentirem os meus toques. Jin separou nossas bocas ofegante, tomando fôlego e sorrindo para mim. Entrelaçou nossos dedos e me guiou para dentro da sua barraca, a qual era enorme. Deitei entre os travesseiros e cobertores, o puxando para baixo e o beijando novamente.

— Eu não deveria... — Sussurrou entre o beijo. — Mas não consigo parar de pensar em você, meu anjo. — Afastou nossos rostos, me olhando nos olhos.

— É recíproco. — Sorri manhosa, mordendo o lábio inferior. — Totalmente recíproco.

Jin sorriu e beijou o meu pescoço, passando o seu nariz em minha área sensível. Arfei baixinho e entrelacei minhas pernas em sua cintura, abraçando o seu corpo forte. Voltamos a nos beijar com urgência, um apertando o corpo alheio, sentindo as curvas e quase tudo o que as peças de roupa escondiam. Retirei a sua camisa, contemplando a visão de seu peito branquinho e levemente malhado. O castanho tirou a minha regata com facilidade, beijando os meus seios por cima do sutiã de renda que eu usava. Fechei os olhos, arqueando o corpo para trás quando senti o meu guarda-costas abrir o meu sutiã, tirando a peça e exibindo os meus seios.

— São lindos... — Alisou as minhas bochechas, me olhando profundamente. — Você é linda...

— Jin... — Gemi manhosa.

— Sem preliminares, por favor. — Pediu em um sussurro. — Não quero me apaixonar ainda mais por você.

O rapaz ficou de joelhos entre a minha cintura, onde se desfez da minha calça e da calcinha. O espaço era pequeno, então teríamos que ser cautelosos. Seu olhar penetrante contemplou a minha pele nua, o que me fez corar. SeokJin tirou a sua calça com um pouco de dificuldade, assim como a sua cueca branca. Não contive um suspiro ao visualizá-lo nu, totalmente meu àquela noite. Deitou sobre o meu corpo e encaixou-se entre minhas pernas, me penetrando lentamente.

— Morda o meu ombro e não faça barulhos, meu anjo. — Ditou baixinho, movimentando o seu quadril contra o meu.

— Jin... — Arranhei suas costas, fechando os olhos.

Alguns arfares roucos escapavam de sua boca, aumentando o meu tesão. Entrelaçou nossas mãos e virou o rosto, me olhando nos olhos. Uni nossos lábios em um beijo calmo e gostoso, sem língua, apenas um beijo de amor. Nossos corpos se encaixavam perfeitamente e meu coração batia acelerado, quase saindo pela garganta. Continuávamos nos conectando, em um encaixe que só Deus saberia explicar. SeokJin beijou o meu rosto, os meus seios e o meu ventre com carinho. Meu corpo queria o dele cada vez mais fundo e mais rápido, mas poderiam nos escutar.

— Jin... — O chamei em deleite apertando os olhos e me entregando ao delírio ali, em seus braços.

— Ah... — Rosnou, encostando a cabeça em meu ombro.

O único barulho presente era o de nossas respirações descompassadas. Depois de um tempo, o meu guarda-costas deitou ao meu lado e me puxou para o seu peito. Abracei o seu corpo manhosamente, bocejando e torcendo mentalmente para que o Kim me deixasse ficar ali. Nossas roupas mantinham-se espalhadas pela barraca, todavia, não nos importávamos com isso naquele momento. Ergui o olhar e percebi que Jin me olhava profundamente, como se quisesse desvendar a minha alma. Sorri tímida e senti minhas bochechas ruborizarem.

— Nós nos apaixonamos em uma semana. — Murmurou, acariciando o meu rosto.

— E eu não me arrependo. — Sorri fraco. — Por favor, diga que vai ficar comigo. — Pedi como uma menininha manhosa e ele sorriu assentindo, me fazendo sorrir largamente.

— Vou cuidar até da segurança do seu coração, meu anjo. Onde somente eu possa entrar.


Notas Finais


Fim.

Foi isso, espero que tenham gostado. 💗 Deixe o seu comentário e faça a tia xputh feliz, bebê.

Beijos. Brubs ama vocês! 😻💖


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