1. Spirit Fanfics >
  2. The Boy I Love Has The Perfect Voice >
  3. Capítulo V

História The Boy I Love Has The Perfect Voice - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Esse capítulo é na visão do taeil.


Boa leitura.

Capítulo 5 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction The Boy I Love Has The Perfect Voice - Capítulo 5 - Capítulo V

Capítulo V ;

Strong enough


— Por favor, eu prometo que essa foi a última vez! — murmurou pedinte enquanto tinha as duas mãos em "oração", enquanto a expressão no rosto alheio do mais velho era completamente impassível. — Eu realmente não queria chegar tão tarde, chefe! — mentiu, já que o motivo de ter se atrasado era culpa toda sua.

Escutou um suspiro pesado vindo do mais alto que sentou-se novamente em sua mesa empilhando alguns papéis e logo em seguida cruzando os dedos das mãos. — Eu vou ser bem sincero com você Lee Taeil. — iniciou, enquanto o de cabelos ruivos o encarava suando frio. — Já fazem cinco meses que você presta serviços aqui na empresa. — o Lee apenas concordou. — E vou dizer a verdade que com o passar das semanas as reclamações apenas se tornaram cada vez mais constantes quanto ao seu desempenho aqui. — prosseguiu em tom severo sendo acompanhado pelo rosto em um misto de surpresa de Taeil.

E agora ali estava ele olhando os portões de saída do seu antigo trabalho o qual o fazia apenas pela quantia elevada do salário a qual era dada para os funcionários, as especificações não era muitas e tinha de admitir que ficou bem triste ao ser demitido. O dia fora da empresa era bastante ensolarado tanto que sua pele ardia em tamanho calor, não ficou muito tempo ali já que havia esquecido sua sombrinha, rapidamente foi até ao estacionamento e recuperando o fôlego entrou em seu carro o qual tinha os assentos de couro extremamente quentes.

— Aiai — resmungou soprando as áreas do corpo que entraram em contato com o material, apenas as mãos, contudo as suas coxas agora ardiam. — Merda, o que eu faço agora? — indagou a si mesmo batendo com ambas as mãos no volante arrependendo-se de tal ato assim que suas mãos arderam. — Porcaria.

( ... )

— Foi isso o que houve mãe. — falou cabisbaixo escutando uma risada descontraída da mulher que acariciou gentilmente o topo de sua cabeça.

— Você continua assim, hehe, não deveria ficar se preocupando com isso, você é muito jovem pra ter cabelos brancos. — disse, enquanto Taeil continuava com a cabeça no colo alheio. — o ruivo suspirou um tanto irritado com a progenitora que fazia parecer que nada lhe passava mas o Lee sabia que não era bem assim.

— Mãe, por favor fique forte. — falou segurando firmemente a mão da progenitora. — Você sabe o quanto eu preciso de você. — continuou enquanto a mais velha que ainda sorria afávelmente. Taeil sentia as mãos alheias agora tremerem fazendo seu coração acelerar.

Olheiras profundas, uma expressão cansada, e a bolsa de soro já pela metade. Observava a outra que agora dormia naquela cama branca. A inquietação da mãe a denunciava, Taeil sabia que a mulher escondia algo e tal cheirava a um segredo desastroso.

O que devia ter feito naquele terrível dia? Se perguntava se tudo seria diferente.

— Senhor, Senhor. — foi retirado de seus pensamentos os quais o culpavam a todo momento. Era um dos médicos que olhava por sua mãe.

Com o olhar posicionado sobre o homem a sua frente. — Ah, sinto muito, o que houve? — indagou, ao outro que pediu que o seguisse para fora do quarto. — Está tudo bem Doutor? — indagou recebendo uma reação negativa do homem.

— Sua mãe, pode parecer imperceptível a olho nu, mas, a saúde dela está cada vez mais frágil. O tratamento não parece surtir efeitos. E além de tudo a doença tem causado perda de apetite e insônia. — dizia, enquanto o ruivo parecia desmoronar a cada palavra dita pelo profissional.

— O-O que — sua voz saía trêmula junto ao seu corpo que tinha dificuldade para se manter de pé naquele exato instante.

— Você precisa manter a calma, não vai fazer bem pra ela se exaltar muito. — disse, agora passando a mão pelo ombro alheio na tentativa de acalmá-lo, o mais novo assentiu respirando profundamente para recuperar-se. — Certo, a última coisa, o tratamento irá continuar durante duas semanas, é necessário deixá-la em repouso sem muito contato. — Lee concordou, recebendo mais algumas informações quanto a mãe.

Agora na frente de uma máquina depositou uma moeda, pegando sua garrafa de água. — Ah! — suspirou, sua cabeça doía. Estava na em uma praça próximo ao hospital, já era noite entretanto o céu tampouco estava estrelado, e a lua se escondia atrás de uma nuvem espessa que tampava metade do seu intenso brilho. 

Tudo ficaria bem, tudo teria de ficar bem, - pensava consigo com a expressão chorosa, já que, não podia chorar. Tinha de ser forte, mais forte do que algum dia teria sido.

Continua



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...