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História The Breakfast Club - Capítulo 19


Escrita por:


Notas do Autor


GENTE BATEU SEIS MIL PALAVRAS MDS! Espero que gostem!!!!

E que ódio eu não consigo colocar os banners de capítulo!!!!!

Capítulo 19 - Aquele com as Spice Girls


The Breakfast Club

Sakura


 EU MEXIA OS meus dedos nervosamente. Minha perna balançava inconscientemente e um dos policiais encarava nós dois de forma suspeita. 

E bem… Claro que é uma cena bem suspeita na visão desses velhos. 


— E-eu… — Sasuke deu uma pausa. — Eu não acredito na cara de pau desse velho caquético! Quando eu ver ele de novo, eu vou- 


Shh, Sasuke. — fiz um sinal para ele calar a boca e ele o fez, emburrado, mas fez. 


 Minha perna lotada de roxos e curativos, assim como a minha cara que ardia. Sasuke com certeza não estava diferente uma vez que tinha um roxo enorme por trás de sua franja. 


 Sasuke rosnava como um cão para os policiais que os encaravam com cara de julgamento enquanto eu apenas sorria amarelo. E levou tempo até um cara alto, bem bonito digo de passagem, nos chamar para uma outra sala. 


— Sasuke Uchiha e Sakura Haruno? – os policiais se assustaram ao ouvir o sobrenome de Sasuke, evitando olhar nos olhos do mesmo. O garoto apenas estalou a língua irritado enquanto resmungava algo que nem mesmo eu fui capaz de ouvir. 


— Sim? — disse tentando não gaguejar e de alguma forma deu certo. 


— Me acompanhem por favor. — o homem disse, se virando e eu troquei olhares com Sasuke que deu de ombros se levantando. 


(…) 



 Descobri que o homem se chamava Tobirama e o mesmo estava acompanhado por um tal de Izuna que nos levou até uma sala de interrogatório. Primeiro eu, que disse tudo o que havia acontecido e depois Sasuke. 


 Nesse exato momento, eu estava numa salinha escura com alguns botões e um vidro que permitia com que eu visse Sasuke em frente ao tal Izuna em uma mesa de metal. 


— Bem, acho que já sabe o porquê está aqui, não? — disse e Sasuke assentiu. 


— Sim, eu bati num velho nojento para defender a minha… namorada. — disse e eu arregalei os olhos. Na minha vez, apenas disse que ele era alguém muito próximo à mim, com medo de dizer algo que nos prejudicasse. Mas ele, como sempre, literalmente jogou o fodase.


— Já ouvimos a versão da sua namorada.— Izuna disse e eu chorei levemente dando graças a Deus por não ser possível ver a minha cara. — Agora quero que me conte a sua. 


 — Bem…Sakura vinha agindo estranho há algum tempo, inclusive teve várias crises de pânico na minha frente. O que acredito eu que não seja algo muito normal vindo de alguém que vive em um "ambiente familiar saudável". — eu vi o veneno escorrendo de sua boca quando o vi recitando as palavras que meu progenitor disse, ou melhor, gritou. Porque nós dois ouvimos. E acredito eu, que a delegacia inteira ouviu. 


— Continue, por favor. — pediu e o mesmo continuou. 


— Eu e Sakura estamos no mesmo grupo de trabalho. E depois do ensaio eu a levei até a rua de sua casa. Mas ela esqueceu o casaco no meu carro com algumas coisas pessoais. — foi vago. — No dia seguinte fui tentar devolver para a mesma, até a vizinha da frente que tem um gato horroroso e possuído me viu indo para lá, uma vez que a mesma me disse onde exatamente era a casa dos Akasuna. Na porta, o Senhor Akasuna não quis me deixar entrar e se recusou a chamar Sakura, dizendo que ela estava indisposta. O que foi em estranho porque assim que eu gritei o nome dela, ela me respondeu. — a acidez estava presente em cada palavra dita pelo Uchiha juntamente à raiva disfarçada de ironia. — Já que uma moradora da casa me chamou para entrar, eu entrei, e obviamente não vi uma cena muito legal. O cara tava cheirando à bebida e o chão estava cheio de cacos de vidro. Ele tentou dar uma desculpa esfarrapada e me ameaçou quando tentei subir as escadas. Mas fiz do mesmo jeito. 


— Vamos direto ao ponto principal. Onde Sakura estava? 


— Dormindo na banheira do seu quarto. Coberta de machucados e chorando. — mas é claro que ele não iria dizer que abriu a minha porta com um grampo. — Quando tentamos sair, o velho agarrou ela e disse coisas horríveis. Coisas que um pai que "preza tanto pela segurança da filha" não diria de jeito nenhum. Então o afastei com um empurrão, Sakura foi correndo para o meu carro e eu aproveitando que o velho caiu no chão fui embora em menos de dois minutos. 


— Seu relatório bate com o da garota. O do pai é totalmente sem sentido. — disse e se levantou, suspirando baixo. — O resto será resolvido com advogados. Mas preciso que liguem para um responsável para que saiam da delegacia hoje. 


 Quando o meu "mais novo namorado" ouviu aquilo, respirou fundo. E eu claramente consegui ler a sua espressao frustada. 


— Pode ligar para o seu irmão se quiser. Soube que ele foi escalado para uma missão aqui bem perto de Konoha. Tenho certeza que viria assim que ouvisse seu nome. — Izuna disse e eu fiquei bem confusa, vendo Sasuke estalar a língua no céu da boca. — Acho até que ele deve achar graça. O velho literalmente cavou a própria cova. — riu sozinho enquanto abria a porta da salinha e Sasuke o seguia. 


— Deixe Itachi fora disso, por favor. — e foi a última coisa que ouvi. 


(…) 


Narrador



 Matsuri terminava de ajeitar a saia de prega vermelha e sua blusinha preta com algumas estampas geométricas néon, olhando a sua figura no espelho rapidamente. Seus cabelos estavam um tanto bagunçados, havia feito um delineado gatinho no intuito de deixar seus olhos maiores, um pouquinho de protetor solar como sempre, corretivo nas olheiras e algumas manchinhas e espalhou o batom vinho no centro da boca com os dedos mesmo, completando com uma bela camada de gloss avermelhado. Sorriu para a sua própria imagem. 


  Não ficava feliz sabendo que seu irmão é sua futura cunhada estavam na delegacia, longe disso. Mas não iria perder a chance de sair de casa sem o seu cão de guarda observando cada passo que dava. 


  Desceu as escadas saltitando com seu amado all star creme enquanto cantarolava, agarrando a sua bolsa. Mal percebeu a presença de Tenten, jogada no sofá enquanto comia pipoca, até a mesma pigarrear. 


— O que foi? — disse cínica e a morena no sofá sorriu da mesma forma. 


— Onde vai toda produzida, hein? — riu. — Já diziam os sábios: quando o gato sai, os ratos fazem a festa. — provocou e a garota mais nova deu a língua para a mesma. 


— Digo o mesmo para você. Acha que eu não vi as cervejas no freezer? — disse e Tenshi revirou os olhos dramaticamente. 


— Oh meu deus! Me pegaram! — dramatizou. — Faça-me o favor, Matsuri. Sabe que eu não sou dedo duro. Nós temos um pacto. E tanto você quanto Sasuke tem material o suficiente para me ferrar por mais de dois anos. — disse e deu um gole na garrafa de soda. 


— Justo. — deu de ombros. — Vou na casa de uma amiga terminar o trabalho de artes. — se explicou e Tenten deu de ombros. 


— Só vê se não volta tarde. O casal do ano deve chegar atrasado mas nem tanto assim. Não vou conseguir te cobrir por tanto tempo. — disse e a outra apenas assentiu, pegando as suas chaves e se virando até a porta da garagem, para pegar a sua bicicleta. 


 Não gostava de ficar enchendo o saco do motorista que nem seu pai. Enquanto subia na sua bicicleta, acenou para o porteiro que abriu os portões assim que viu a menina vindo em alta velocidade. 


 Tenten, dentro de casa, assistindo um anime aleatório na televisão sobre robôs que provavelmente Sasuke era fã de carteirinha, ela pareceu colocar os neurônios para funcionar enquanto mordia um sonho de creme. 


 Ela era do grêmio, logo sabia de todas as atividades recentes. E até onde sabia a professora de artes estava de folga e não passou trabalho algum por que estava no hospital. Abriu a boca chocada. 


Aquela safada! — grunhiu chocada vendo uma explosão na televisão enquanto os dois robôs lutavam. 


 

 Matsuri parou em frente a uma casa moderna. O jardim não era lá a coisa mais perfeita do mundo, afinal, quem morava na casa eram dois adolescentes e um jovem adulto pra lá de irresponsável. Não podia culpá-los. Bateu na porta dando o seu toque de sempre, no mesmo ritmo. 


  Percebeu que a porta estava aberta. Por isso, entrou na casa, casualmente. Murmurando pelo corredor, vendo a bagunça que fizeram com as compras em cima do balcão que separava a cozinha da sala. Estalou a língua no céu da boca. 


 A casa apesar de grande, tinha somente um andar. Por isso, não demorou muito para constatar que saíram na pressa e esqueceram a porta aberta. Tsc. Revirou os olhos. 


  Idiota. Não acredito que saíram e não me disse nada! Pensou. 


 Ao se virar para ir embora, bateu de cara com algo quente. 


— Por que vocês homens tem mania de andar quase pelados pela casa hein? — alfinetou de mau humor. Nada fora do normal. — Agora vai eu andar de sutiã pelos corredores da minha casa pra ver se não levo esporro? Tsc. — disse e ouviu a risada do maior. 


— Bom dia pra você também. Acordou de mau humor, foi? — provocou e a mesma deu a língua para o garoto. 


 — Não. Mas eu jurei que você tinha saído e me não me falou nada. — cruzou os braços abaixo dos peitos e ele revirou os olhos levemente avermelhados. 


— Sabe que eu não faria isso. — sorriu de canto e ela arqueou uma sobrancelha. Não negava ser tão próxima de Sasuke, agiam igual. 


Sei


Sabe. — ele estreitou os olhos e agarrou pela cintura a puxando para perto. 


Assim como Sasuke sabe que você jamais encostaria um dedo na preciosa irmãzinha dele? — comentou ácida e o mais alto revirou os olhos. 


— Você joga baixo. — constatou e ela suspirou. 


— Desculpa. Fiquei irritada. — murmurou contragosto com um bico e ele mostrou os dentes.


— Não precisa ficar assim. Eu gosto desse seu humor ácido. — disse roubando um beijo da mesma que arregalou os olhos olhando em volta. 


— Não me agarra assim no corredor seu maluco! E se seus irmãos voltam? Tenho certeza que eles não iriam gostar nadinha de te ver de samba canção me agarrando no meio do corredor! — ralhou e o de olhos esverdeados revirou os olhos fazendo um caminho bem conhecido pela garota. 


 Assim que Gaara fechou a porta, Matsuri o agarrou. Pedindo passagem com a sua língua para dentro da boca do mesmo que não ficou nada surpreso com a rapidez da garota. Inclusive, sorriu diante a ousadia. Quando se separaram, ela olhou dentro dos olhos do mesmo, com os olhos castanhos cerrados. 


 — Vai tirar o pai da forca? — disse e ela revirou os olhos enquanto ele a observava tirando a blusa preta lentamente. Como ele amava aquele sutiã de moranguinhos! Pensou. 


— Cala a boca e me beija. — mandou e ele o de eu sem nem pestanejar. Quando se separaram para tomar ar, ela sussurrou baixo. — Tenho até às seis da noite. — sorriu de forma sapeca e ele correspondeu. 


— Perfeito. 


 E se beijaram novamente, afundando no colchão macio em meio aos lençóis. 


(…) 


 Dentro do carro, Sakura encarava Sasuke de braços cruzados, de forma suspeita. Ele estava assim desde que haviam ligado para seu responsável, mais conhecido como Madara. Tudo para não ter que ligar para o irmão. 


 Estava ansioso. Ela percebeu apenas pelo fato do mesmo estar com as mãos suadas e tremendo um pouco. Muito inquieto. 


— Eu posso dirigir também. Sabe disso né? — comentou e ele negou com a cabeça, rejeitando a oferta com educação. Sem nenhuma piadinha. Bizarro. 


 O garoto permaneceu quieto o caminho todo. Apenas ligou o rádio em uma estação qualquer. O que foi mais esquisito ainda uma vez que ele era bastante seletivo na hora de escolher as rádios. 


 Quando o carro parou no sinal, Sakura se pronunciou. 


— Desembucha. — disse e ele, olhando para a janela, evitando o rosto da mesma suspirou. 


— Não é nada. Quer que eu troque a estação? — tentou mudar de assunto e ela riu irônica. 


— Eu reconheço quando você tá estranho, Sasuke. Não tente mudar de assunto. — disse e ele mordeu o lábio, insistindo em puxar o maldito piercing. 


— Eu acabei de sair de um interrogatório, em uma delegacia. Ainda liguei para Madara Uchiha, meu responsável legal conhecido por todos os alunos de Saint Lúpus pela sua carranca e humor azedo. — respondeu incomodado e ela estreitou os olhos. 


— Ele foi te buscar depois de ter passado uma noite em uma cela por causa de uma briga, Sasuke. Você não ficou nervoso desse jeito. — disse e ele suspirou, sabendo que não tinha como mentir para ela. 


— Eu realmente não quero falar sobre isso. — disse baixo e ela assentiu parecendo um pouco decepcionada. 


— Tudo bem. Não é como se eu tivesse direito de exigir algo de você. — deu de ombros. — Mesmo sendo sua suposta "namorada". — disse e conseguiu arrancar uma pequena risada do mesmo. 


— Não me lembra disso, por favor. — corou levemente, o que passou despercebido pela rosada uma vez que já estava escurecendo. Ela arregalou os olhos fingindo estar ofendida. 


— Por que? Eu seria uma namorada tão terrível assim? — brincou, mesmo sabendo que tinha uma pequena curiosidade sobre isso. 


— Não — hesitou. — Não é isso. Você seria uma namorada perfeita. — murmurou. — apesar de ser um pouco perigosa levando em conta o seu histórico. — completou e riu quando sentiu um tapa fraco na sua coxa. 


— Então porque disse aquilo? — perguntou. — apesar do meu "histórico duvidoso"? — implicou e ele revirou os olhos sorrindo de canto. 


— Aprendi com uma pessoa que quanto mais familiarizado você estiver com a vítima menos julgamentos você vai ter. — disse e ela aceitou aquela resposta. 


 Ela o encarou o caminho todo. Mesmo sentindo que o clima ficou mais leve, ainda sentia uma pontinha de preocupação e curiosidade. 


 A tal pessoa seria o seu irmão? Itachi? O que estava em missão? Quis perguntar, mas não queria forçar a barra. Sabia que ele iria lhe contar quando estivesse pronto. Não queria forçá-lo a dizer algo que o incomodava, assim como ele não o fez quando viu os seus machucados no dia do ensaio. Iria respeitar o seu tempo. 


 Entretanto, não deixava de se sentir mexida por aquilo. 


 Sasuke ao mesmo tempo que parecia ser tão aberto com ela, continuava sendo uma incógnita. E isso era esquisito. 


 O que mais será que aquele nerd esconde? Pensou. 


 Deixou o assunto de lado quando chegaram em frente o casarão. Ela se sentia bem mais leve. Fora informada que Sasori havia sido levado para a casa de sua mãe, numa cidade vizinha. Sabia que ele estava em boas mãos. A mãe trabalhava muito, mas a avó dele, a velha Chiyo, era um amor de pessoa. E nas poucas vezes que a viu, a mulher a tratou com muita gentileza, quase como se fosse neta de verdade da mesma. 


  Sasuke agarrou a sua mão sem nem ao menos perceber ao entrar em casa. Passaram pelo grande corredor e Sasuke olhou atônito para Tenten que estava jogada no sofá na mesma posição desde que haviam saído, rodeada de guloseimas enquanto todas as cortinas estavam fechadas em um breu total. 


 — Tenten! — berrou a de cabelos rosados e a mesma se assustou, caindo do sofá. 


— S-sakura? Meu Deus! O que foi? — gaguejou parecendo perdida enquanto Sasuke olhava para a televisão com um ponto de interrogação na cara. 


— Desde quando você gosta de Evangelion? — franziu a testa reconhecendo o anime na televisão. 


— Bem, eu comecei a ver porque tava no tédio e acabou que realmente é muito bom. Pelo jeito estavam maratonando porque até agora não acabou. — disse e ele revirou os olhos desligando a televisão com o controle. — Ei! — berrou. 


— Você sabe que horas são? — ele disse e ela pareceu pensar um pouco. 


— Sei lá, umas quatro horas? Ainda falta muito, Sasuke. — fez um bico, se jogando no sofá novamente. 


— Tenten, são cinco e quarenta e três da tarde! — disse Sakura e Tenten quase caiu do sofá novamente. 


— O que!? — gritou. — E-eu-


— Não importa. — interrompeu o único homem ali. — Temos uns quinze minutos para ajeitar esse lugar. — disse indo até a cozinha enquanto Sakura colocava os controles no lugar certo. 


— M-mas como eu vou terminar de ver? — choramingou e ouviu a voz de Sasuke da cozinha. 


— Eu tenho essa merda toda em CD no meu quarto. Depois você termina. — gritou e a de cabelos róseos conteve uma risada. 


Mas é um nerd mesmo… — murmurou baixinho. 


— Eu ouvi isso! — ele gritou. 


— E eu não menti! — ela berrou de volta enquanto Tenten empurrava o sofá para o canto da sala. Ao ver o que a mesma fazia, ela foi ajudar. O sofá era muito pesado. 


 As duas suspiraram, e Tenten a chamou para ir até a garagem pegar algumas caixas com aparelhos de som. E enquanto voltavam, deram de cara com um Sasuke confuso descendo as escadas. 


— Cadê a Matsuri?


 Sakura estranhou quando Tenten arregalou os olhos levemente enquanto corava um pouco. 


— Ela foi na casa de uma amiga fazer um trabalho de artes. — deu de ombros como se não fosse nada. Mas Sakura franziu o nariz. 


Mas a professora de artes não- 


— Sakura isso tá pesado pra caralho, vamos deixar isso na sala, sim? — arregalou os olhos para mesma enquanto Sasuke apenas deu de ombros acostumado com o comportamento histérico de Tenten indo para a cozinha de novo. 


(…) 


  Temari havia acabado de chegar em casa com várias outras compras. Fez as compras do mês e acabou largando tudo em cima do balcão quando percebeu que as folhas da lista de comprar estavam coladas uma na outra e que faltava metade ainda. 


— Gaara? Kankuro? — chamou, mas ninguém respondeu. — Tsc, inúteis. — xingou os dois irmãos enquanto levava as compras para a cozinha. 


 Respirou fundo, encarando o relógio de gatinho na parede — obra do irmão mais velho. Estavam atrasados para o ensaio. 


 Encarou as compras resolvendo pegar apenas um engradado de cervejas e alguns petiscos para levar na bolsa. Depois guardava o resto das compras. 


 Abriu a geladeira, pegando uma garrafa de chá gelado enquanto prendia seus cabelos em um coque. Tomou um banho rápido, tendo noção do seu atraso e colocou uma roupa normal. Uma blusa de botões amarela que mais parecia um moletom com uma estampa colorida na frente e um short jeans azul claro junto ao seu inseparável tênis branco. Encarou as unhas descascadas com desinteresse. Todas iriam quebrar. Suspirou, colocando vários anéis nos dedos. 


 Fez sua maquiagem básica de sempre. Uma base leve, seu lip balm rosado, penteou as sobrancelhas loiras para cima com seu truque secreto do sabonete e passou um rímel. Revoltada sempre, feia nunca. A pele ficou viçosa e reluzia de uma forma bonita. 


 Ao sair do banheiro, ouviu uns barulhos esquisitos e resolveu bater na porta de seu irmão para levá-lo logo para a casa dos Uchiha. Ele não respondeu nada, provavelmente por causa da música alta que ela identificou de longe. Um metal bem estourado. 


— Garoto abaixa esse som! — berrou mas a sua voz fora abafada pelo som de Slipknot estourando. Resolveu abrir a porta do mesmo jeito e arregalou os olhos com o que viu. 


 A filha do diretor, irmã mais nova de consideração de Sasuke Uchiha, melhor amigo de seu irmão mais novo, cavalgava no colo de seu irmão ao som de Psychosocial. Ela berrou alto e no mesmo instante os dois abriram os olhos. A garota caiu para trás, enquanto Gaara se cobria com o edredom. 


— Você não sabe bater?


 Ele gritou para a irmã enquanto a mesma abaixava o som. 


— Os dois! Roupas! Agora! — mandou e eles apenas obedeceram enquanto ela saia do quarto esperando os dois do lado de fora.


   Dentro do carro, Matsuri estava extremamente desconfortável no banco de trás enquanto pensava na sua bicicleta nos ganchos da parte de trás do carro. Esperava ela que seu irmão não reconhecesse a bicicleta se os visse na rua. 


 Até então, Temari não havia dito uma única palavra. E os dois não fizeram diferente. Apenas o som de Down with the Sickness estava presente nos autofalantes do carro. Assim que viu o portão de sua casa, Matsuri abriu a janela, acenando para o porteiro que abriu o portão. O mesmo reconheceu Gaara como o garoto que vivia indo lá junto com um loiro. 


 Matsuri mordeu os lábios com força quando viu Sasuke a esperando na porta de casa. Já começara a rezar quando o carro estacionou. 


— Onde você foi? — foi direto e a mesma engoliu seco. Temari abaixou o vidro do carro. 


— Encontramos ela andando com a bicicleta no caminho e ela parecia bem ofegante. Achei que deveria estar cansada depois de tanto tempo sentando. O banco da bicicleta é muito incômodo. Digo isso como uma mulher. — Gaara engoliu seco ao ouvir a voz da irmã percebendo o veneno escorrendo. Mas Sasuke engoliu a resposta vendo a bicicleta pregada nos ganchos do carro. 


— Entrem de uma vez. Quase todo mundo já chegou. Só faltam os Hyuuga. – especificou e entrou em casa acompanhado por Matsuri. 


 Gaara estava preparado para sair, mas assim que ameaçou abrir a porta do carro, Temari ativou as travas automáticas e ele engoliu seco. 


— O que foi? 


— O que foi? — ela repetiu incrédula. — Eu quero uma explicação!

 

 Ele estalou a língua. 


— E desde quando eu lhe devo satisfações sobre a minha vida sexual? — disse e ela deu um beliscão forte na coxa do mesmo que se contorceu de dor. — Aí porra! Para! — disse e quando ameaçou devolver o beliscão a mesma o encarou de forma mortal. 


— Você é idiota!? Desde. Quando. Isso. Tá. Acontecendo? — a cada palavra era um tapa na nuca ou na cabeça. 


— Sei lá! 


 Ela arregalou os olhos de forma ameaçadora. 


— Fevereiro? — disse e ela suspirou fundo, agarrando a orelha do mesmo. 


— Tantas garotas, Gaara Sebaku. Tantas, e você foi logo com a filha do Madara! — choramingou e ele estalou a língua. 


— Eu gosto dela! — berrou. — Gosto muito… — completou com um bico e ela suspirou, largando a orelha dele. — O que eu posso fazer? — perguntou retóricamente e ela deu de ombros. 


— Apenas pegue a sua guitarra e aproveite o tempo de vida que lhe resta. — ela sorriu falsamente colocando uma mão em seu ombro enquanto ele arregalou os olhos. 


 A mesma saiu do carro, carregando uma caixa com alguns sacos e papéis enquanto ele pegava a sua guitarra na velocidade da luz, seguindo a garota que sorria. 


— O que você quer dizer com isso? 


 Ela o encarou. 


— Sabe…eu só não te bato mais por que sei que Sasuke vai te virar do avesso quando souber. — disse com uma solidariedade totalmente falsa e ele engoliu seco. 


— Você não vai contar pra ele, vai? — perguntou e ela não disse nada. Apenas entrou na casa, deixando o ruivo nervoso para trás. 


 Dentro da casa, Tenten e Sakura conversavam sobre alguma coisa enquanto Ino parecia debater algo completamente errado com Sasuke que revirava os olhos à cada duas palavras que a loira dizia. Naruto comia salgadinhos na velocidade da luz enquanto Matsuri não estava na sala. A mesma havia corrido para o seu quarto na primeira oportunidade de sumir que teve. 


— Chegamos! — Temari disse bem humorada enquanto pousava a caixa em cima da mesa em frente ao sofá. 


— Whoa! Quanta coisa! — Ino encarou a caixa e Sasuke assentiu se levantando para levar as cervejas para o congelador. 


 Ele voltou com alguns bowls de plástico coloridos e separou os salgadinhos com ajuda de Naruto, que bem, comia mais que ajudava. Gaara se sentou ao lado de Ino que o encarava com dúvida após cimprimentar os outros de forma educada. Ele começou a tirar a guitarra da capa e a conectou à um alto falante, testando alguns acordes. 


 Tenten, que entendia como mexer em todos os aparelhos por conta do clube de rádio e comunicação, começou a ajeitar os microfones nos pedestais no centro da sala. Sakura começou a ler a papelada com auxílio de Temari que lhe mostrava as músicas já ensaiadas e algumas que resolveram tirar de última hora. 


— Como assim vocês tiraram Black Sheep? — a de cabelo cor de rosa questionou incrédula. — Seria uma ótima música para a entrada. — disse e Tenten replicou. 


— Sim. Ficaria ótima com os jogos de luzes certos. — completou. — Posso pedir a ajuda do clube de rádio e comunicação. Eles entendem disso muito bem. — sugeriu e o resto concordou com a sugestão. 


  Naruto com a boca cheia, perguntou. 


— Tá, mas o que exatamente vocês dois — apontou para Sasuke e Sakura — vão fazer no palco? Tipo, ficar parado ou andando de um lado para o outro sem rumo não é muito legal não. — disse e Sasuke revirou os olhos. 


— Já disse mil vezes que pedi a ajuda da Fuu e da Misaki. Inclusive nós dois precisamos aparecer no auditório a semana inteira. — disse para Sakura que bufou. — Temos que sair daqui com o Setlist pronto. — decretou e Temari puxou uma mecha de seu cabelo, fazendo com que ele a olhasse feio pelo abuso. 


— Não é você que dá as ordens aqui. — disse. — Temos que sair daqui com o Setlist pronto. — repetiu a mesma frase que Sasuke disse e a rosada riu alto. 


 A campainha tocou e Matsuri abriu a porta, dando de cara com Hinata, que sorriu timidamente, pedindo licença. Ela estava com um rabo de cavalo alto, e sua franja perfeitamente penteada para frente. Os olhos claros até demais contornados com um lápis de olho escuro esfumado e uma sombra cintilante dando a falsa ilusão de ter olhos enormes. A boca ostentava a cor de um vermelho sangue. Usava uma simples camiseta preta com uma estampa de rosas e uma lua, uma bermuda cheia de bolsos e correntes que não apagavam a sua aparência angelical. As mãos sempre cobertas de pulseiras e anéis e as unhas pintadas de preto. Nas suas costas, estava o seu baixo que não largava de jeito nenhum. 


 — Ei, vocês podem ajudar o Neji lá fora? Ele tá um pouco atrapalhado com a bateria desmontada. — disse doce como sempre mesmo sabendo que Neji não iria gostar nadinha de receber ajuda. Ino se levantou, junto com Gaara e arrastou Tenten junto enquanto a mesma murmurava algo como “Eu não vou ajudar aquele cavalo!”. 


 A morena acenou para todos na sala, especialmente para Sasuke que sorriu a comprimentando de volta, para a surpresa de todos. Eles tinham uma pseudoamizade esquisita que ninguém jamais entendeu como surgiu, mas enfim. 


 Ela começou a ajeitar o seu baixo e conectar os fios ao amplificador de som. Testou alguns acordes da mesma enquanto via seu primo entrando na sala com a cara emburrada, acompanhado dos outros três que pareciam de bom humor. Bem, Tenten estava com a mesma emoção de uma pedra, mas ninguém deu muita atenção. Aparentemente Neji e Tenten não se bicavam porque: a garota achava que ele era um grosso mal educado sem emoções e mais outros milhares de adjetivos nada legais que Sasuke e Matsuri foram obrigados a ouvir, e Neji…, Neji não se bicava com ninguém além de Shikamaru. Sasuke conseguia conversar com o cabeludo às vezes, mas só isso. Não fazia muita questão de qualquer forma. Se falavam mais por causa de Hinata. 


 Montaram a bateria, se xingando várias vezes, mas terminaram de montar à tempo. 


 — Precisamos da opinião de vocês dois. — disse Sakura. — O que acham do Setlist? — mostrou três sugestões e os dois primos acharam a segunda sugestão mais interessante. 


 Até que Neji se pronunciou diretamente para alguém pela primeira vez no dia. 


— Como assim 'Genie In a Bottle'? Isso aí não é pop? — questionou confuso levando em conta o estilo musical que tocavam. 


— Isso foi ideia da Ino. — Sakura explicou. — Disse que precisamos tocar algo que não seja tão restrito e que abranja mais público. 


— Fora que: — a loira se meteu. — Covers de músicas pop no estilo de rock estão na moda hoje em dia. Vocês nunca assistiram MTV não? — perguntou incrédula para o mesmo que negou parecendo confuso.


 — Esse é o desafio de vocês hoje. Transformem essas músicas no estilo de vocês. Trabalho em equipe, amados. — disse Temari. 


— Podemos começar com a da Christina logo né? É a mais difícil eu acho. — disse Sakura e o resto deu de ombros concordado. 


 Ino deu play na música original várias vezes enquanto Hinata com Sasuke e Gaara testava os sons da guitarra e do baixo, tentando encaixá-los. 


 — Pausa aí rapidinho, Ino. — pediu a morena e a mesma acatou o pedido. 


 Ela tocou uma sequência de acordes e pediu para que Sasuke a acompanhasse. Até que pediu para ele parar de novo, pedindo o caderno para Gaara. 


— Aqui. Tente dessa forma. — mostrou e o mesmo repetiu gostando do resultado. — Gaara, na parte que o ritmo muda, tente fazer desse jeito. Eu acho que deve encaixar com o drop que dá. — sugeriu um pouco atrapalhada, mas o mesmo pareceu entender. 


 Erraram alguns acordes no início, mas logo chegaram à um consenso e uma ótima sintonia. 


— Neji? — chamou o primo que parecia distraído olhando para as meninas que discutiam no sofá. 


— Hm? 


— Tenta acompanhar a batida da música junto com a gente. — pediu e ele sorriu de canto, revirando os olhos. 


— 1…2…3…. — contou enquanto batia nos pratos da bateria e Ino deu play na música normal novamente. 


 Foi difícil, mas conseguiram acompanhar até a metade da música. 


 Hinata pareceu inspirada e anotava as mudanças no pequeno caderninho. Ela parecia saber exatamente o que fazia, coisa que não passou despercebida pelos companheiros. 


— Hinata? 


 Ela se virou para o único loiro ali. 


— Eu?


— Alguém já te disse que você é muito foda? — disse sem papas na língua e ela desviou o olhar chorando um pouco. 


— N-não é nada. Eu só gosto muito de compor. — disse um pouco tímida. Não sabia lidar com elogios muito bem. 


— Nada? Você parece que tá fazendo um milagre, Hina. — Sakura disse e ele assentiu concordando. 


 — Obrigada, eu acho… — sorriu voltando à sua atenção aos papéis novamente. 


(…) 


 Eles ensaiaram por bastante tempo, muito mesmo. Sakura chegava a estar com a garganta doendo. Até que sugeriram uma pausa até o dia seguinte. 


 Naruto fazia birra no sofá. 


— O que vocês fizeram comigo foi uma traição, isso sim! 


 Sasuke bufou. 


— Faça me o favor, Naruto. 


— Você sabe como eu gosto de cantar no karaokê! — berrou e antes que os dois começassem a berrar um com o outro, como sempre. 


— Não seja por isso. — Tenten disse já ligando o karaokê na televisão enquanto Sasuke quase bateu a cabeça na parede. Naruto cantava que nem o Pato Donald. E com vontade. 


— Você quer me deixar surdo, Tenshi-filha? — reclamou e ela estreitou os olhos para o mesmo. 


 Os amigos em volta seguravam a risada quase sem ar. Neji, que era branco como um papel, parecia um tomate. 


— Cante com vontade, Naruto. — estendeu o microfone para o mesmo que agarrou com vontade, beijando a bochecha da mesma empolgado. 


 Assim que ouviram o começo da música alguns se empolgaram, diferente de Sasuke que cogitava se jogar do segundo andar. 


Não… — choramingou se jogando no colo de Sakura que apenas riu mexendo no cabelo do mesmo, que estava bem grande inclusive. 


 — Gaara? — ouviu um sussurro perto de si. 


— Eu. 


— Você também tá vendo isso ou eu tô muito louca? — a loira disse arregalando os olhos para a cena enquanto assentia incrédulo. 


— Tenten o que você colocou no brownie? — questionou o ruivo para a morena que deu de ombros. 


— Vai ver o leite tava estragado. — deu de ombros e Neji, que comia o brownie com gosto, quase cuspiu. Arrancando uma risada da de coques que já tava meio “trilili”. 


 Naruto berrava Gimme Gimme Gimme do ABBA com gosto. E Sasuke nunca desejou tanto ser surdo. Ficou confuso quando Sakura o afastou de seu colo, ainda meio tonta pelas cervejas e arrastou Tenten consigo, junto a Hinata e Ino. Naruto se recusou a sair do karaokê. 


— Eu quero ser a Mel C! — berrou Tenten e quase entrou numa briga com Naruto que também queria ser ela por ser a sporty spice, mas se contentou em ser a Mel B que era igualmente foda como scary Spice. 


 Sakura disse que iria ser a Emma, a baby spice; Ino disse que seria a Geri, a ginger Spice e Hinata aceitou ser a Victoria, a posh spice. 


Ei, eu te direi o que quero, o que eu realmente quero. — Naruto começou e apontou para Ino, a ginger spice. 


Então, diga-me o que você quer, o que você realmente quer. 


Eu te direi o que quero, o que eu realmente quero. — ele respondeu seguindo a ordem. 


Então, diga-me o que você quer, o que você realmente quer. 


Eu realmente, realmente quero um zigue-zague, ah. — completou e apontou para Tenten que pulava pela sala. 


Se você quer meu futuro, esqueça meu passado. 


Se você quer ficar comigo, é melhor ir rápido. — Sakura, ou melhor, a baby spice completou. 


 Naruto respondeu em seguida de Ino. 


Agora não vá desperdiçar meu tempo precioso. 


Componha-se, nós podemos ficar bem juntos. 


Eu te direi o que quero, o que eu realmente quero. 


Então, diga-me o que você quer, o que você realmente quer. 


 — Eu quero, eu quero, eu quero, quero. Eu realmente, realmente quero um zigue-zague, ah. — o outro loiro completou rindo enquanto os dois dançavam como se estivessem em uma quadrilha, e ganhando os braços. 


 Se você quer ser meu namorado, tem que estar com meus amigos

Faça durar para sempre, amizade nunca acaba

Se você quer ser meu namorado, tem que conseguir se entregar

Conquistar é fácil demais, mas é assim que isto é. 


 Como os cinco sabiam a coreografia? Um mistério para todos na sala. Sasuke soltava uns gritos de fanboy indo na onda da Baby Spice que só ria ouvindo os “elogios”. 


 — O que você acha disso? Agora que sabe o que eu sinto… — Tenten rebolou encostada à Sakura a empurrando na direção de Sasuke. 


 A mesma, de meias, ficou em pé no sofá ao lado do moreno que estava sentado. 


Diga que pode lidar com meu amor, você é real? — foi até o chão levantando o queixo de Sasuke e deixando um beijinho bobo no seu queixo. 


Eu não serei apressada, eu te darei uma chance. — Naruto completou e Ino puxou o microfone de sua mão. 


Se você realmente me incomodar, então eu direi adeus. 


 Os dois já estavam errando as falas de cada spice o que fez com que os outros rissem alto. O refrão se repetia mais uma vez assim como o pré coro. 


 Sakura roubou o lugar da ginger spice cantando a parte do rap junto com Naruto. 


Então, essa é a história de A a Z. Você quer ficar comigo, você deve ouvir com atenção. Nós temos um lugar que gostamos no seu rosto. Nós temos G como MC que gosta disso sobre um-


Fácil V não vem de graça. Ela é uma verdadeira dama. E quando à mim, ah, você verá.


Jogue o seu corpo e gire-o ao seu redor. Jogue o seu corpo e gire-o ao seu redor. — Hinata completou girando em volta dos dois com a cara vermelha por conta da bebida enquanto os dois amigos riam. 


 Colocaram até mesmo Neji e Sasuke para cantar o final da música. E bem, o ensaio virou uma bagunça, como sempre. 


 Mas eles conseguiram tirar um grande avanço da bagunça. 









Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!!!!
Comentários são sempre bem vindos! Ainda não tive tempo de responder os do capítulo anterior então peço desculpas. Naruto maior fã de Spice Girls sim ou claro?

Enquete: Na festa de Halloween, quais as fantasias que vocês acham que combinam com cada personagem?

Até a próxima! <3


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