História The brother of my best friend...- Imagine Min Yoongi - Capítulo 64


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts
Visualizações 140
Palavras 1.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mil desculpas pelo atraso :(


Boa leitura ^^

Capítulo 64 - Enganados


Fanfic / Fanfiction The brother of my best friend...- Imagine Min Yoongi - Capítulo 64 - Enganados


--- P.o.v S/n ---


Todos daquela sala permanecerão quietos e olhavam diretamente para Namjoon. Sua respiração estava desorientada,  como se seu coração saísse a qualquer momento. Parecia que ele escondia algo até mesmo para a sua namorada, já que a mesma o encarava com certa dúvida.

– E o que voce tem a nos dizer? – Jimin questiona.

– Eu conheci um homem em que pode nos ajudar. 

– E quem seria este homem? – Jiyoon pergunta serena. Nam engole o seco, olhando para a loira. 

– Seu nome é Chung-hee, em poucos minutos ele chegará.

Suspirei pesado. Estava frustrada com tudo isso. A minha preocupação é com Hana, finalmente ela aceitou o fato de que teria um filho, e que por algum ato nosso ela pode o perder, o que pioraria o seu problema emocional. O meu medo neste momento seria que este tal de "Chung-hee" seja um dos aliados de Hoseok, o que poderia prejudicar principalmente Hanny e seu filho. Lembro muito bem do que o primo de Jin fazia comigo enquanto fui obrigada a "ama-lo", mas entre eu e Hana há uma diferença enorme, isso me dá medo.

Ao meu lado estaba Taehyung, sentir sua enorme mão encostar na minha, entrelaçando-as. Um ato simples, mas que me faz sentir segura. 

– Mas Nam, quem é ele? Digo, o que ele faz? – Pergunto.

Ele coçou o nariz.

– Ele é o dono da Pain control. 

Todos fizeram silêncio absoluto. Respirei e inspirei, Pain Control é uma das mais perigosas e importantes empresas do mundo. Muitos dizem que lá há muitas diversidades de armas e treinamentos pesados. Como o próprio nome já diz, Controle de Dor, há também muitad formas de mortes, até das mais "simples" como comprimidos fatais até máquinas de última geração. Isso são apenas pequenos boatos em que muitos acreditam, mas que nunca foram confirmados já que a área é restrita. 

A ajuda deste homem certamente seria muito boa, mas as probabilidades de dar certo é menor do que as chances de dar errado. 

Apoiei minha cabeça nos largos ombros de Taehyung, que desentralaçou nossas mãos para fazer um pequeno e desajeitado carinho em meus fios – que agora – estão na altura do ombro.

 – Vai ficar tudo bem, anjinho! – Sussurrou rouco

– Tenho minhas dúvidas, Tae – Meus olhos estão fechados, na minha mente havia apenas as piores coisas. 

– Não torne as coisas piores pensando que doem mais do que você realmente está sentindo. 

Não o respondi, até porque ele está certo.

Admiro o otimismo de Taehyung, mesmo nos piores momentos ele sempre tenta se manter firme e calmo, mesmo que, por dentro não esteja. Aliás, o fato dé o mar estar calmo nao significa que algo não esteja acontecendo nas profundezas. 


(...)


Alguns minutos havia se passado e até agora ninguém havia chegado. Meu olhar era fixo ao uma parede com detalhes geométricas com cores neutras, minha vida está idêntica à esta parede: uma loucura, mas que por fora tento permanecer calma.

Pensamentos iam à mil assim como os batimentos do meu coração. A ansiedade era perceptível pelo fato das minhas pernas estarem sendo balançadas freneticamente.

Atrás do sofá em que estava sentada, pude ouvir as vozes de: Jimin, Minah e Jungkook; que conversavam assuntos em que eu não conseguia compreender. Meus ouvidos estavam atentos, mas minha mente não. 

Minha única preocupação no momento é em relação a Hana, nada mais me importa a não ser ela.

O som irritante da campainha soou em toda a sala. Balancei a cabeça de um lado para o outro com a tentativa de afastar todos aquelas perturbações que insistiam em me preencher.

Em passos largos Nam foi até a porta feita de madeira. Seu andar era firme, mas sua expressão era nervosa. Ao abrir a porta deu um espaço para o homem entrasse. Todos aqueles que conversavam pararam no mesmo instante e começaram a encara-lo.

Aparentemente, ele tinha a mesma idade de meu pai, seus olhos azuis brilhantes davam ainda mais destaque ao seus fios negros, dando uma ar jovial.

Comecei a olhar para todos que estava naquela sala, olhei para o lado e vi Yoongi, que olhava o homem com uma certa dúvida, parecia que tentava reconhece-lo de algum lugar. Resolvo ignorar e prestei atenção no centro da sala.

– Olá! – Cumprimentou. Sua voz era totalmente grossa e arrepiante. – Eu sou o...

– Espere! – Yoongi gritou, tendo a concentração de todos – Você é o ex-namorado de Hye Sun-Hee, certo? 

O senhor cruzou os braços sorrindo de lado.

– Infelizmente. Eu soube que você também já a namorou e que também a matou, certo?! – Seu olhar era fixo e ao mesmo tempo matador. 

– Como sabe? 

– Tenho os meus truques... – Fez um barulho com a boca, um tanto quanto irritante. – Graças aos meus funcionários, conseguimos rastrear o suposto local onde Hoseok está, juntamente com Hana. – Pôs seus braços para trás.

Um sorriso de felicidade estampou em minha face, um dos mais sinceros sorrisos em que já tinha dado. Olhei para meu lado esquerdo vendo Taehyung com o seu famoso "sorriso quadrado", o abracei de lado tendo meus braços em volta de sua cintura.

– Eu te disse, anjinho! – Murmurou rouco.

– Sim, você me disse. Obrigada! 

– Vocês sabem usar armas? – Nos questiona.


(...)


A van movimentava de um lado para o outro, mas nem por este motivo fez com que desmanchace nossa alegria de poder, finalmente, ver Hana. 

Estava ansiosa e olhava atentamente a cada estrada em que passamos. Chung-hee havia nos dito que era provável em que Hoseok tivesse em Busan, que por nossa sorte é mais ou menos quarenta e nove minutos de Daegu – que era onde estávamos.

O local em que nos encontrávamos era bem diferente de quando eu vim para cá quando mais nova. Eram aqueles locais em que ninguém visitava, nem mesmo passava em jornais algo do tipo. As casas eram pequenas e com pouca estrutura. O tempo estava quente, já que todas as árvores que tinhas eram totalmente secas.

– Aqui estão as armas de voces  – Entregou para todos nós – Lembre-se: atirem quando for necessário. Haverá seguranças aqui por perto da van e conosco. Não façam nada sem me consultar, isso pode ser perigoso – Chung-hee nos orientou. As calçadas feitas com buracos fez com que pulassemos mesmo estando sentados.

O motorista estacionou em um beco em que facilitaria caso precisamos fugir. Ao parar totalmente o enorme veículo, o senhor pôs sua máscara preta o que fez todos nós repetir o ato. 

Empurrou a porta para o lado fazendo um pequeno ruído. Olhou atentamente para os dois lados e saiu, com os braços erguidos para frente, ao ver que estava "seguro" fez um sinal com atentamente mãos simulando para que eu descesse. Imitei o seu ato assim como todos os outros, que sabiam mexer com armas, fizeram. No final da nossa "pequena" fila tinha um segurança, que assim como nós, estava equipado.

O velho começou a andar com cautela, eu olhava atentamente para os lado e vi que não havia nenhum ser vivo, apenas pombos se alimentando de entulhos. 

Ele parou em frente a uma pequena casa, que assim como as outras, era pequena e estreita. A porta feita de madeira foi chutada brutalmente pelo homem, o que a fez cair sem esforço.

Sem fazer barulho entrei na casa que, por conta da poeira extrema, fez com que eu fechasse os olhos com força mordendo os lábios por inalar o forte cheiro de mofo. Com um dos braços segurando a arma a a outra fazia movimentos de um lado para o outro afastando toda aquela fumaça. Com dificuldade, abri os olhos vendo muitos móveis quebrados, também tinha muitos cactos de garrafas de bebidas.


– Eles não estão aqui! – Chung disse saindo do suposto porão.

    



Notas Finais


Aí aí
Muitas emoções
Vocês prestarão atenção no nome da defunta/lombriga anêmica?? Hehehehhee ☻


BESOKAS @1yoongikookie


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