História The calendar boy (Fevereiro) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), CL (Chaelin Lee)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bottom!taehyung, Bts, Taekook, Top!jungkook, Vkook, Yaoi
Visualizações 109
Palavras 3.797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei, eu demorei, desculpa. Guardem as pedras e os xingamentos pra mais tarde, ok?
Gente, conheci uma fantasminha a algum tempo pelas mensagens aqui do spirit.
Eu sei que, mesmo acompanhando e gostando da história, vocês podem não ter o que comentar ou ficaram tão impactados que nem têm palavras ksksksksks (parei) mas é importante.
Autores iniciantes costumam desistir por falta de comentários ou favoritos. Não se sentem motivados a continuar mesmo sendo um bom escritor (não é um aviso, calma, eu vou continuar aqui, larga essa faca!)
Então se esforcem um pouquinho, sim?
Já enrolei demais aqui, vamos ao capítulo~
Eu sei que é chato pedir depois da bíblia do início mas... deixa um comentário aí, por favor, senhor×. Favorita também, meus irmão precisa de alimento
Tá, chega ksksksks
Até o próximo capítulo~

Capítulo 6 - Six



— Eu me amo — As palavras queimaram meus lábios como ácido.

Jungkook ficou os olhos nos meus. Eu estava apoiado na ilha da cozinha e tinha acabado de encher outra taça.

— É mesmo? Eu posso ter me enganado — ele respondeu, irreverente, antes de tomar um grade gole de vinho.

— Você acha que me conhece? Depois de apenas alguns dias? — Rangi os dentes e franzi as sobrancelhas.

Os lábios de Jungkook formaram um bico. Ele virou a cabeça e olhou para mim. Aquele olhar dizia tudo. Frustração, teimosia e algo mais.

— Acho que o conheço melhor do que você mesmo ou, pelo menos, mais do que você admitiria para si mesmo. — Ele se aproximou e segurou meu rosto. Afastei suas mãos e pulei em um pé só, protegendo meu tornozelo.

— Ah, é? Só porque é um "artista", você acha que tem algum tipo de habilidade especial para ler pessoas? Se for esse o caso, a sua magia não está com nada, francês, porque a última pessoa que eu quero por perto é você! — Bati minha taça no balcão e o vinho espirrou para todos os lados. — Merda! — Manquei até as toalhas de papel e puxei freneticamente o rolo, pegando uma quantidade absurda para o tantinho de vinho derramado.

— Deixe que eu faço isso. — Jungkook tentou pegar o papel toalha. Mais uma vez, eu o empurrei para longe.

— Pode deixar. Eu limpei a minha bagunça e a de todos os outros a minha vida toda. Posso lidar com um pouco de vinho derramado. — Funguei, segurando as malditas emoções que estavam a ponto de transbordar. Eu não me permitiria desabar agora, de jeito nenhum. Ele me veria como fraco e inútil.

Jungkook se afastou e ergueu as duas mãos, as palmas viradas para mim.

— Tudo bem, tudo bem. Je suis désolé. Desculpe — ele repetiu em inglês.

Eu sabia que estava sendo um cretino. Não era culpa dele. Jungkook não fizera nada que justificasse tratá-lo mal. Assim que limpei a sujeira, ele me entregou uma garrafa que havia acabado de abrir. Servi mais em minha taça.

— Fale comigo, mon joli. Estou aqui. Quero ouvir você — ele disse com suavidade. Observei seus olhos atentamente e pude ver que ele estava sendo sincero. Não havia pena em sua voz ou em seu olhar. Só preocupação.

— Jungkook, me desculpe. É só que, durante a sessão de hoje, quando você me pediu para pensar em um momento feliz, eu me lembrei de uma situação incrível. Mas essa lembrança foi esmagada por outra, muito dolorosa. Um momento da minha vida que eu ainda não consegui superar. É só isso. Não é com você. — Inclinei-me para a lfrente e envolvi meus braços ao redor de seu corpo, descansando a cabeça em seu peito quente. Eu me aninhei ali, sentindo seu aroma fresco e amadeirado. Ele me abraçou apertado. Uma mão deslizava para cima e para baixo em minha coluna, me confortando como só alguém do tamanho dele poderia fazer.

— Tenho a sensação de que você passou boa parte da vida cuidando dos outros, oui?

Em vez de responder, só assenti com a cabeça em seu peito, sem querer olhar em seus olhos. Ele respirou fundo e me apertou.

— Então agora, mon joli, é hora de cuidar de si mesmo, oui?

Mais uma vez eu assenti, na segurança do meu esconderijo.

— Vou ajudar você. Esse projeto, Amor a óleo, vai ser uma válvula de escape. Nós dois, perante os olhos do espectador, vamos encontrar a paz para você. E eu vou lhe mostrar, através da arte, quão perfeito você é. — Ele segurou meus ombros e me afastou. Enxuguei as lágrimas com com uma mão. Nem percebi que estava chorando, até que olhei em seus belos olhos. Eles estavam muito serenos, com calorosas manchas marrons, num alegre turbilhão. Eu não conseguia desviar o olhar, e também não queria. — Esse vai ser o meu melhor trabalho, e com ele você vai encontrar a peça que está faltando para seguir em frente. — Jungkook abriu um grande sorriso e se inclinou em minha direção. Finalmente, me beijou. E do jeito que eu queria ser beijado desde que o vira pessoalmente pela primeira vez.

Profundo.

Molhado.

Demorado.

Seus lábios se moldaram aos meus. Ele pressionou meu corpo até que eu estivesse preso entre ele e o balcão, seus braços um em cada lado do meu corpo. Levantei as mãos e, começando em sua barriga, o senti. O abdome primorosamente esculpido, cada gomo uma estrada por onde eu queria viajar com minha língua. Seu peitoral era formado por placas duras de músculos sob o tecido fino da camiseta. Ao chegar ao pescoço, deixei meus dedos sentirem a seda de seus cabelos. Jungkook inclinou minha cabeça para ter acesso mais profundo, e suas mãos entraram em campo. Eu estava definitivamente apreciando sua versão de "brincar".

Jungkook acariciou meu corpo como se estivesse pintando uma tela. Traços suaves aqui, mais fortes ali. Todos feitos para seduzir. Eu queria suas mãos sobre mim — sem roupa. Meu pé estava começando a latejar conforme eu tentava apoiá-lo no chão para ficar na ponta dos pés. Eu queria chegar mais para cima, para poder pressionar mais partes do meu corpo contra o dele. Frustrado, recuei subitamente, seus lábios deixando os meus com um barulho audível.

— Qual o problema? — ele perguntou, respirando pesadamente. Senti sua respiração em meu rosto. Seus olhos demonstravam preocupação, mas toquei sua bochecha e acariciei com o polegar seus lábios úmidos.

— Meu pé... está doendo. Eu preciso... deitar. Na cama? — falei, tão sem fôlego quanto ele por causa do beijo.

Ele deu um sorriso largo, colocou as mãos em minha bunda e me levantou. Instantaneamente, envolvi minhas pernas em sua cintura.

— O prazer é meu, mon joli. — E começou a subir lentamente a escada, me tratando como uma carga preciosa e deixando beijos suaves ao longo do meu pescoço. Ao chegarmos à cama, ele me segurou forte, colocou um joelho no colchão e se inclinou, sem me deixar cair. Pensar em sua força e seu poder pairando sobre mim despertou uma espiral ascendente de desejo em meu corpo.

Assim que fui pousado sobre a cama, coloquei as mãos sob sua camiseta para chegar à pele. Atrapalhado, puxei a peça, e ele se inclinou, tirando-a da cabeça e a jogando para trás. Então, abriu os botões da calça jeans. Eu não conseguia ver nada além da pele nua, os músculos saturados e um pouco de seu pau duro. O francês não estava usando cueca. Fascinante.

— Pronto para entrar em ação? — Sorri.

Suas sobrancelhas se franziram.

Quoi? — Ele balançou a cabeça. — O que?

Coloquei as mãos em sua cintura e as deslizei para a parte de trás de sua calça, onde agarrei sua bunda nua. Ele gemeu e flexionou o quadril.

— Você não está usando cueca.

A língua de Jungkook surgiu para umedecer o lábio inferior. Olhei para aquela boca como se ela tivesse todas as respostas do universo.

Oui. Eu não uso le caleçon. São desconfortáveis e desnecessários. Me impedem de chegar mais rápido aonde eu quero. Por exemplo, em você.

Imediatamente seu corpo montou o meu, seus lábios se arrastando pelo meu pescoço. Era bom. Mais que bom. Ele se inclinou para trás e tirou minha camiseta. Com os dedos, Jungkook traçou padrões pelo meu peito nu. Fechei os olhos e permiti que ele me tocasse dessa maneira. Como nunca havia sido tocado antes. Quase com reverência, como se eu fosse especial, e o meu corpo, precioso.

Vous êtes de l'art — ele sussurrou em francês, traçando as laterais dos meus mamilos e costelas. — Vous êtes l'amour. — Seus dedos deslizaram sobre o topo de cada mamilo. — Vous êtes la beauté. — Seus polegares circularam as pontas da carne rosada.

Engoli em seco e arqueei o corpo ao seu toque, leve como uma pluma. Suas palavras, além daqueles dedos mágicos, estavam me incendiando.

— O que você disse? — perguntei, em um sussurro ofegante.

Ele se inclinou e me beijou sobre o coração.

— Eu disse que você é arte. — Em seguida, voltou-se para meus mamilos e beijou a ponta carnuda de cada um. Prendi a respiração. — Você é amor — Sua língua despontou e girou ao redor de um mamilo, depois do outro, me arrancando um suspiro. — Você é beleza. — Sua boca rodeou o botão eriçado e o chupou com força, demoradamente, puxando até que a aréola estivesse se formigando e apertada como um nó.

Minhas mãos não paravam. Passei as unhas para cima e para baixo em suas costas longas, enrolando os dedos em seus cabelos. Com facilidade, Jungkook tirou minha calça e a cueca ao mesmo tempo. Então se posicionou entre minha pernas e levantou uma delas. Ele me beijou do peito do pé ao tornozelo e percorreu todo o caminho até a parte de trás do joelho, onde lambeu e mordiscou. Eu não fazia ideia de que essa área era tão sensível, mas, caramba... meu sexo estava implorando por atenção, e ele nem tinha me tocado ainda. Jungkook repetiu o movimento do outro lado, tomando cuidado para não tirar a tala do lugar. Quando chegou à parte de trás do joelho, eu estremeci visivelmente.

— Frio? — ele perguntou com um sorriso. Ele sabia que não era, mas gostava de brincar comigo. Tive de admitir que a expectativa do que ele faria a seguir se tornou parte da experiência, e eu estava adorando.

Balancei a cabeça em negativa enquanto Jungkook abaixava minha perna. Ele segurou meus joelhos e os afastou.

— Quero provar sua beleza com a língua. — Sua sobrancelha se arqueou, quase como se estivesse pedindo permissão. Ele esperou um longo momento, seu olhar preso ao meu. Ele estava pedindo permissão. Lambi os lábios e inclinei o queixo. Seus olhos escureceram, carregados de intenção. Como um jaguar, os ombros de Jungkook mudaram de posição. No momento em que olhei para baixo para observar seu belo corpo entre minhas pernas, ele atacou, muito rápido. Sua boca estava em mim, sua língua profundamente dentro.

— Ah, minha nossa! — rugi, agarrando sua cabeça. Seus movimentos não eram lentos como eu esperava. A maioria dos homens começa devagar, hesitante. Jungkook, não. Ele me devorou como se nunca mais fosse ter outra chance. Lá dentro, sua língua tocou delicadamente cada milímetro que pôde alcançar. Pequenos choques vibravam de dentro de mim para a superfície. Os sons eram animalescos: Jungkook grunhia, gemia e sussurrava com prazer enquanto meu corpo se retorcia contra seu rosto.

Seus dedos foram trazidos para a brincadeira. O polegar girou em minha glande enquanto sua língua procurava meu calor. Bati as mãos na cama e agarrei os lençóis, quando o orgasmo começou a se formar na base da minha coluna, se espalhando pelo meu corpo, me envolvendo de maneira poderosa. A superfície da minha pele vibrava com a necessidade de alívio.

— Tão divino. Você é doce, mon joli. — Ele chupou os dedos antes de enfiá-los dentro de mim, movimentando-os para cima e para baixo. — Como o melhor dos champanhes. — Lambeu aquele ponto e eu gemi, o orgasmo pronto para explodir. — Talvez eu nunca fique satisfeito. Vou devorar a sua doçura até provar o seu creme, chérie. — Suas palavras eram positivamente obscenas, mas foram o empurrão de que eu precisava para me jogar do precipício. — Ah, sim. — Ele movimentou os dedos em meu interior atacou minha glande com a língua enquanto todo o meu corpo se contorcia prazerosamente em um nirvana extremo.

No auge da minha explosão, Jungkook tirou os dedos de dentro de mim e lambeu ao redor do pequeno orifício, o que me fez sacudir e tremer. Então ele sugou minha fenda, literalmente bebendo de mim. Quando meu orgasmo chegou ao fim, ele abriu ainda mais minhas pernas. Imaginei que deitaria sobre mim e colocaria o pau para dentro. Pelo menos era o que ele esperava ansiosamente, tanto que estava a ponto de implorar. Mas ele tinha outros plano.

Movendo lentamente a língua até o meu centro, ele colocou o dedo na pequena entrada e o girou, pressionando gradativamente para dentro. Engoli em seco e afastei os quadris, sem conseguir evitar os tremores de excitação que me tomaram quando ele me tocou naquele ponto. Jungkook era um homem observador. Notou minha resposta e, quando olhei para ele, sorriu e mordeu o lábio inferior. Eu queria fazer aquilo. Frustrado em todos os sentidos, deixei a cabeça cair.

— Me coma, Jungkook — implorei, agarrando os lençóis mais uma vez.

Non, pas encore — ele murmurou contra minha pele.

Eu não entendia o que ele estava dizendo, mas sabia que encore significava "de novo", e era totalmente a favor.

Dessa vez, quando sua língua me tocou, o movimento foi lento e deliberado. Era como se ele estivesse acalmando e memorizando a carne. Depois de um tempo, comecei a ficar impaciente. Meus quadris se moviam de um lado para o outro enquanto ele me acariciava com a língua e os dedos. Sem que eu esperasse, ele enfiou dois deles dentro de mim. Eu gemi. Finalmente! Mas, antes que eu pudesse desfrutar a alegria de ter os dedos finos exatamente onde queria, Jungkook os retirou. Não por muito tempo. Sua língua substituiu a mão, lambendo lá dentro e se movendo até o ponto mais quente. No momento em que o tocou, eu já estava a caminho de outro orgasmo inacreditável.

— Caramba, isso! — Levantei os quadris e agarrei seus cabelos, forçando seu rosto em minha direção. Ele não me desapontou. Entendeu a mensagem para ir mais rápido, com mais força, me dominando mais. Eu amei cada segundo. Estava tão longe na busca pelo segundo êxtase que nem percebi que havia um dedo umedecido circulando minha entrada. Ele o enfiou juntamente com sua língua, pressionando.

Profundo.

Molhado.

Delicioso.

Meus quadris tentaram subir, mas Jungkook os manteve no lugar, me comendo por trás com sua língua e seu dedo enquanto eu tremia. Aquilo era diferente. Era ardente e tão gostoso que comecei a fazer força em sua direção, querendo mais forte e mais rápido.

Très belle — ele sussurrou e lambeu minha glande. Jungkook era delicado com meu sexo, mas devastador com minha bunda, invadindo-a e me empurrando na cama. Eu sentia a força de sua mão investindo contra meu corpo e me deleitava com aquilo, permitindo que ele me conduzisse por aquele caminho obscuro. Meu francês.

Jungkook se ergueu, sentando-se em nos próprios tornozelos, mas manteve a mão trabalhando em mim. Com a outra, começou a acariciar o local onde eu mais precisava dele. Ofeguei e fechei os olhos, sabendo que ele estava me observando.

Ouvrez les yeux — ele disse, depois continuou em inglês: — Abra os olhos. — Fiz o que ele mandou. Os dele estavam negro. Nenhum sinal do castanho-dourado de sempre. — Eu gosto de ter você. Lembrar do seu rosto quando sua beleza interior está ainda mais brilhante.

Seu dedo continuava me penetrando. Ofeguei e impulsionei os quadris. Ele me fodeu com força só com o dedo, e, quando apertou minha glande entre o polegar e o indicador com a outra mão, eu levantei voo. Literalmente abandonei o avião em que estava e meu corpo se abriu, livre como um pássaro, enquanto Jungkook me dava asas.

Em algum lugar do meu subconsciente, ouvi o barulho de algo se rasgando e senti o cheiro de látex invadir minhas narinas. As mãos de Jungkook seguraram meus ombros e, em seguida, lá estava ele, enfiando todo o seu comprimento dentro de mim. O jeans raspava minhas coxas enquanto ele me penetrava profundamente. Era como se o prazer nunca fosse acabar. Eu ainda nem tinha me recuperado completamente quando ele enfiou o pau grosso em mim. Ele gemeu em meu cabelo, e passei as pernas ao redor de seu corpo, segurando-o bem apertado, adorando o calor de sua pela enquanto ele entrava e saía.

Chaud, soyeux et parfait — ele disse, depois de me beijar longamente. Abri a boca para deixá-lo entrar de todas as formas, me unindo a ele como havia desejado desde o momento em que vira sua foto. Ele era extenso, estava duro e fundo dentro de mim. Eu não queria que parasse nunca mais, porém queria mais ainda mais que ele gozasse. Que sentisse o que já havia me proporcionando duas vezes. Assim, com todas as minhas forças, desloquei meu peso e rolei por cima dele. E então cavalguei com energia.

Suas mãos imediatamente vieram para meus quadris e me ajudaram a subir e descer repetidas vezes em seu membro grosso. Ele estava magnífico. Os músculos de seus braços se retesavam e tensionavam a cada estocada. Um brilho de suor surgiu ao longo das elevações e depressões de seu abdome. Inclinei-me para lamber e chupar seu mamilo.

Putain oui — ele grunhiu, com os dentes cerrados, a mandíbula fazendo força. Mordisquei seu mamilo até que ele ficou escuro e duro, depois fiz a mesma coisa com o outro. Os dedos de Jungkook apertaram meu quadris, sinalizando sua necessidade de ser tomado com mais força. Eu me endireitei, joguei a cabeça para trás e o cavalguei... forte. Cada pressão sobre sua pélvis enviava faíscas de excitação entre minhas pernas e eu o apertava com os músculos internos, dando a ele tanto prazer quanto havia recebido.

Ele falou rápido em francês, e não consegui entender nada daquilo. Então se sentou e se arrastou, até encostar na cabeceira da cama. Inclinou me corpo para trás e me deslizou para cima e para baixo em seu membro. O francês observava seu pau entrar mais e mais em mim. Mesmo querendo que o prazer fosse dele, eu não podia evitar o que estava despertando em mim novamente. Meu corpo contorcia feito uma cobra, e ele sabia disso. Inclinou-se para a frente e chupou meu mamilo com força, tranformando-o em uma framboesa vermelha, até que não pôde mais aguentar.

Finalmente, sua cabeça bateu contra a cabeceira da cama e eu a agarrei, usando-a como apoio. E nesse momento nos levei para a beira do precipício, nos lançado em um turbilhão de coisas deliciosas e sem sentido. Os únicos sons do ambiente eram de nossa respiração enquanto gritávamos de prazer. Minha carne apertava seu eixo de um jeito que jamais imaginei ser possível. Ele me segurou ainda mais firme, pressionando os quadris embaixo de mim, até que os últimos tremores de prazer desaparecessem.

Ficamos assim, eu sentado em seu colo, ele ainda dentro de mim, e minhas mãos segurando a cabeceira da cama. Jungkook acariciava minhas costas, braços e coxas, como se precisasse me tocar para acreditar que eu realmente estava ali. Eu podia entender. Quando você se solta dessa maneira e o prazer é tão extremo, precisa de algo repetitivo para trazê-lo de volta.

Pouco a pouco, nossos batimentos se acalmaram. Coloquei os braços ao redor de seu pescoço e o mantive perto. Ele não me soltou, preferindo me tocar e beijar em qualquer ponto que conseguisse alcançar. Foi bom — bom demais, para ser sincero.

Por um momento, me lembrei de Jimin. O doce, lindo e transparente Jimin. O cara. O único homem por quem eu achei que pudesse me apaixonar. Respirei fundo e segurei as lágrimas. Eu não estava traindo Jimin. Eu. Não. Estava. Traindo. Jimin. No entanto, mesmo que eu ficasse repetindo isso, a culpa pairava sobre mim como uma guilhotina pronta para cortar minha garganta.

— Qual o problema? — Jungkook perguntou, afastando-me para ver meus olhos.

Balancei a cabeça. Eu não planejava compartilhar esses pensamentos com ele ou com qualquer outra pessoa.

— Só estou relaxando. — Beijei seu nariz e o acariciei. — Precisamos tomar um banho, cuidar do... — Olhei para baixo, e o olhar de Jungkook seguiu o meu.

— Ah, o preservativo. Sim, deixe comigo. — Ele me tirou de seu colo e se levantou. Puxou a camisinha, amarrando a ponta antes de enrolá-la num papel e jogá-la no cesto de lixo. Imaginei que a última coisa que ele gostaria de fazer seria descer as escadas para ir até o banheiro. Mas era exatamente disso que eu precisava. Deitei de costas e gemi. — O que foi?

— Preciso fazer xixi — murmurei e ele riu. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me levantou da cama e me carregou pelas escadas até o banheiro. Ao chegar em frente ao vaso sanitário, me colocou no chão e saiu.

— Vou fazer um lanche para nós, oui?

Oui — respondi e ele deu uma risadinha. Fiz o que precisava rapidamente e peguei o roupão atrás da porta. Tinha um tom bordô profundo e exuberante, e era incrivelmente fofo sobre minha pele. Eu não queria sair do banheiro completamente nu.

Pulei até a cozinha, onde Jungkook com uma bandeja em uma mão e duas taças de vinho na outra. Ainda estava nu, e eu gostei muito da visão. A tatuagem se estendia ao longo de seu corpo e me fez lembrar como eu queria traçá-la... com a língua.

Un moment — ele disse enquanto corria pelas escadas até o quarto. Antes que eu percebesse, estava de volta, com o pau balançando livremente. Eu sorri quando ele veio até mim. — O quê? — Jungkook perguntou, um belo sorriso enfeitando seu rosto. Quando estava feliz, ele parecia menos o artista intenso e mais o francês amigável. Embora eu gostasse muito dos dois.

Ao me alcançar, ele me puxou para seus braços e me carregou pelas escadas.

— Vejo que encontrou meu roupão — disse, simulando uma voz severa. Então me colocou no chão e eu me apoiei sobre o pé bom. Suas mãos foram até a faixa do roupão. — Isso é inaceitável. Eu já disse, mon joli. Gosto de ver o seu corpo nu.

Deixei que ele tirasse a peça e engatinhei sobre a cama, me acomodando. Ele colocou a bandeja na nossa frente e me entregou uma taça de vinho. O sabor rico da bebida se espalhou em minha garganta e caiu muito bem em meu estômago. A bandeja continha salame, pequenos pedaços de cheddar, uvas verdes e morangos.

Minha barriga roncou alto enquanto eu analisava as opções, escolhendo um pedaço de queijo. Combinava bem com o vinho.

— Obrigado. — Puxei o lençol até o peito.

— Por quê?

— Por tudo isso, por esta noite, por me pintar, por compartilhar seu trabalho comigo. Eu me sinto honrado por estar aqui com você.

Sua mão se aproximou e tocou minha bochecha.

— Você é meu muso, Taehyung. Foi feito para estar aqui. 


Notas Finais


Pensamentos sobre Jimin
Lemon vkook
Jungkook francês fofo
Quanto tiro, hein? BigHit, me contrata
Enfim, espero que tenham gostado desse capítulo mais longo, pra recompensar o tempo que eu sumi
Beijinhos e até o próximo~


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