História The Capitain's secret - Capítulo 2


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Janet Van Dyne (Vespa), Laura Barton, Loki, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Personagens Originais, Phillip Coulson, Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Bucky Barnes, Clint Barton, Natasha Romanoff, Sharon Carter, Steve Rogers, Tony Stark, Vingadores, Yelena Beleza
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Palavras 1.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Era para ter postado terça, mas na minha cabeça eu jurava que eu havia postado numa sexta... De qualquer modo eu postei o capítulo, isso sim o que importa.

Boa leitura.

Capítulo 2 - She Knows


Base dos Vingadores, Estados Unidos.

— Rogers, sem delongas, onde você estava? — Tony pergunta, e, sem dar chances para Steve responder, solta alguns argumentos. — Você tem feito isso nos ultimos 7 anos, você não permanece aqui. Pega folga todo o terceiro sábado para ir para o meio do nada. Quero explicações.

— Eu vou lhe responder educadamente, porque, apesar de querer muito que você pare de cuidar da minha vida, ainda te considero um amigo. — Steve faz uma pausa e se ajeita na cadeira. — Eu estava na Rússia.

— Disso eu sei, criatura! — impaciente o Homem de Ferro passa as mãos no rosto. — Quero saber por quê?

— Simples: queria ficar em paz. — encolheu os ombros. — Passo o tempo todo lutando e empregando a ordem no mundo e tudo mais, nunca tiro um tempo para mim. Todos nós precisamos de um. Percebeu que nos últimos 7 anos o meu percentual de luta elevou? É porque estou relaxando.

Tony fita Steve por alguns segundo e então muda seu olhar para Romamoff que observava o soldado com deboche.

— Stev — abaixou a cabeça por alguns segundos. Ela sabia que ele estava mentindo, muito mau a propósito, mas não iria entrega-lo de bandeja para Stark. — esta liberado.

— O que? — tanto Steve quanto Tony pareceram surpresos.

— Ele está certo, Tony, todos nós devemos tomar um tempo só para nós, certo? E o percentual de luta dele realmente evoluiu. Ele está mais agiu, rápido, mais seguro... — dá de ombros — Está liberado.

Steve ainda pensando ser uma piada e encarou Natasha. Se levantou e saiu da sala. Foi para o corredor onde Sharon o esperava com a filha de 3 anos no colo.

Sorriu para a pequena bebê que esticava os bracinhos na direção do pai, e voltou ao olhar sério para Sharon.

— Ela sabe. — foi a única coisa que disse antes de pegar a criança no colo.

(...)

Em algum lugar mais ao norte da Rússia.

Yelena pousa o quinjet e caminha até James que, no momento, se encontrava dormindo nos fundos do quinjet. Ele estava rodeado de brinquedos e uma coberta jogada apenas em suas pernas.

A loira se abaixou e balançou os ombros do filho.

— Syn* — ele se remexe mas não abre os olhos. — Chegamos. Você vai adorar aqui, tem cavalinhos lá fora.

Ele se senta rapidamente e corre até a porta.

— Abre! Abre!

Yelena aperta puxa a alavanca da porta e James corre para fora. Tinha bastante neve, ele rapidamente pulou sobre ela. A neve o cobriu até a cintura e Yelena se assustou achando que havia pousado no lago, mas James ria tentando sair do buraco.

— Mãe! Tô preso! — imitando uma foca saindo da água, James saiu do buraco e caminhou mais lentamente até chegar a casa feita de troncos de pinheiros.

A casa não era tão grande, era completamente feita apenas de madeira, as janelas eram de vidro temperado e à prova de balas. Possuia uma pequena varanda na frente da casa, e na varanda tinha um balanço também de madeira. Estava cheia de neve, então Yelena presumiu que a mulher que era paga para cuidar dali não vinha há semanas.

Enquanto o garotinho caminhava conta dificuldades até a casa, a espiã pegava as bolsas e os brinquedos do filho. Ela calçou sua bota, uma feita especialmente para andar sobre a neve com aquela espessura, e saiu do quinjet. Assim que saiu a nave entrou em modo furtivo.

James já estava na varanda da casa chamando Yelena e perguntando sobre os cavalinhos.

— Onde têm cavalinhos?

A loira entrou na área e colocou as bolsas no chão.

— Está vendo aquela cabana lá no canto? — apontou para uma cabana de onde saia fumaça pela chaminé. — Têm vários cavalinhos lá.

— Posso ver?

— Amanhã. Em algumas horas vai anoitecer e nesta época do ano temos apenas algumas horas de noite. — ela abre a porta e James entra correndo.

Bem diferente da antiga casa, aquela parecia a casa de algum lenhador das fábulas que a russa contava para o filho. Possuia um sofá e uma poltrona, ambos de couro marrom. O carpete era felpudo e castanho. Possuia uma mesinha de centro. Nada de televisão.

A casa era pequena, não possuia um segundo andar, assim como a antiga casa. Mas aquela casa continha apenas um quarto, que agora seria dividido para mãe e filho. Yelena deu para James seus livros de colorir e alguns brinquedos, foi para o quarto organizar as coisas dos dois.

A cama era grande, isso era bom. Antes de remover tudo de sua bolsa, a  russa se sentou na cama. Começou refletir se era aquilo que queria para o filho, fugir de ano em ano sempre que Romanoff ou até mesmo outras pessoas se aproximassem.

James estava crescendo e um dia precisava ir para a escola, não dava para cria-lo apenas em casas no norte da Rússia ou no meio do nada. Ela não queria aquela vida para ele.

Belova massageou os selhos e respirou fundo. James entrou sorrateiramente, se sentou ao lado e abraçou a cintura da mãe.

— Que foi?

— Nada, Jaimie.

— Nada significa muita coisa, papai sempre diz. — ele balança as pernas e desfaz o abraço. — Foi aquela mulher hoje?

— Sharon? Não. Ela é uma boa pessoa, ela só veio nos ajudar.

— Então o que foi?

Yelena cruzou as pernas e arrumou a postura, James se sentou de modo que ficasse de frente para a mãe.

— Lembra quando eu lhe contei que eu era uma pessoa ruim no passado? — o loirinho apenas balançou a cabeça concordando. — Naquela época eu fiz coisas muito ruins, e por isso fiz muitos inimigos, inclusive uma amiga do seu pai é minha inimiga.

Ele pressiona os lábios e sorri.

— Não poderia escrever uma cartinha? Ou chamar ela para um chá como as mulheres fazem?

A russa ri da inocência do filho.

— Não é tão simples James. — diz passando a mão nos cabelos do filho. — É exatamente isso que lhe impede de ir morar com o teu pai.

— Se eu for você não pode ir por conta da moça?

— Isso.

— Adultos são tão complicados, eu não quero crescer.

James se arrasta e deita a cabeça na coxa da mãe.

Enquanto isso na Base A, Steve trocava as roupas de Maggie, já Sharon andava de um lado para o outro preocupada com o que iria fazer em relação a Natasha Romanoff.

— Você tem certeza que a Natasha sabe? — para de andar e olha Steve que estava debruçado sobre a cama vestindo as roupas da filha.

— Acha mesmo que ela iria me liberar por acreditar que eu aumentei meu desempenho? — responde com outra pergunta lutando para saber como fechar o macacão da filha sem deixar tudo embolado. — Como... Atá entendi.

— Entendeu o que?

— Como fechar. — Assim que fecha o macacão levanta a garota no ar.

— Stev, foco!

— Você está preocupada demais. Eu sei lidar com a Nat.

— Ah, e você pretende chegar nela e dizer: hey, tive um filho com sua inimiga mortal, mas não se preocupa, ela mudou.

A feição do soldado deixava bem claro que aquele era o plano dele. A loira se sentou no sofá e passou a mão no rosto. Steve se transformou em uma pessoa totalmente diferente nos últimos anos. Antes era completamente focado em não deixar ninguém saber sobre James. Mas quanto mais o garoto crescia, mais ele queria que James viesse morar com ele e isso o fez perder a noção de quão perigoso isso poderia ser para a criança e, principalmente, para Yelena.

— Eu sei que você quer o James com você, Steve, mas desta maneira vai dificultar tudo.

Steve coloca Maggie no chão e se senta ao lado da esposa.

— Já passei da hora de enfrentar isso e mostrar o meu mundo para o James. Ele vive naquele frio, sem amigos, sem escola... — Rogers respirou fundo e encostou as costas no sofá. Ele olhou toda a extensão do quarto da pequena Maggie. Desejava que James tivesse um para ele, onde tivesse vários carrinhos ou bonecos de heróis. — No próximo mês... No próximo mês irei contar para o Tony.

— Você tem certeza?

— Não, mas eu não tenho escolha.

Base da SHIELD, Washington DC.

— Natasha Romanoff! — Maria Hill exclama colocando o tablet sobre uma mesa. — A que devo essa maravilhosa visita?

— Não precisa fingir Maria. — a ruiva para de frente para a diretora. — Sei que está louca para meter um tiro na minha testa, ou não estaria colocando a mão no coldre.

A morena olha para a própria mão e viu que foi um movimento tão involuntário que nem chegara a perceber.

— Não me leve a mal, mas o que  você quer agora?

— Você age de forma hostil comigo, mas sei que no fundo ama quando peço favores. — se senta na cadeira de Maria e começa a fuçar no computador.

— Sem gracinhas, o que quer? — bate a mão na mesa.

— Vasculhar a vida do Steve Rogers do pé a cabeça. — olhou para a diretora. — Steve está fazendo alguma coisa por debaixo dos lençóis faz 7 anos, preciso da sua ajuda para descobrir o que é. 


Notas Finais


*Syn: filho em russo (de acordo com o Google Tradutor — eu não falo russo.)

Eu espero que tenham gostado.
O capítulo foi esse, até a semana que vêm.

Bye.


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