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História The Cases - Capítulo 2


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Notas do Autor


Resolvi postar o segundo caso hoje mesmo hehehe.

Espero que gostem!

Capítulo 2 - The second case (O homem do machado pt. I


Fanfic / Fanfiction The Cases - Capítulo 2 - The second case (O homem do machado pt. I

O Homem do Machado de Nova Orleans


O “Axeman” aterrorizou Nova Orleans durante 1918 e 1919. Seu apelido surgiu da sua escolha por uma arma na hora de matar: um machado. Ele costumava bater em casas e atacar quem estivesse por lá. Surpreendentemente, o assassino enviou uma carta para a imprensa afirmando que iria matar novamente em 19 de março. No entanto, ele garantiu que não mataria quem estivesse ouvindo jazz. Assim, naquela noite, os salões de dança de Nova Orleans estavam transbordando, bandas tocando em festas por toda a cidade. Ninguém foi naquele dia, porém o serial killer fez pelo menos 12 vítimas.

O assassino foi retratado na série “American Horror Story”, durante a terceira temporada.

[...]

Eu pesquisei e achei também uma outra versão não tão diferente dessa anterior, mas nela diz que ele matou um certo número de mulheres. 

Entre 1911 e 1919, um misterioso 'homem do machado' aterrorizou a cidade de Nova Orleães (Estados Unidos). A maioria das suas vítimas, maioritariamente mulheres, era morta de forma brutal e masoquista com um machado - a arma que utilizava sempre.

Muitas pessoas acabaram por morrer assassinadas por este misterioso homem, o qual nunca foi encontrado, sendo que a sua identidade permanece um mistério até aos dias de hoje. Outras teorias dizem que o Homem do Machado era um espécie de máfia constituída por vários assassinos.


[...]


Mas depois de procurar ainda mais sobre o caso, eu achei a seguinte história:


Os Moores eram só mais uma das várias famílias que levavam uma vida pacata e comum na cidade de Villisca, no condado de Montgomery, no estado de Iowa, nos Estados Unidos. Apesar de abastados, eles moravam em uma antiga casa branca no fim de uma rua que ficava a quatro quarteirões da igreja e do colégio locais.

A família era composta pelo casal Josiah B. Moore (43), a esposa, Sara Moore, e os quatro filhos: Mary Katherine (10), Herman Montgomery (11), Arthur Boyd (7) e Paul (5). Muito empáticos, eles eram conhecidos pelo engajamento com a comunidade e pela maneira como eram sempre solícitos e gostavam de receber visitas.

No entanto, por alguma razão desconhecida, alguém nutria algo muito ruim pelos Moores para invadir a casa deles no fatídico 1912. Na verdade, essa pessoa, que é uma sombra de identidade perversa e misteriosa até hoje, não deveria nutrir nada de bom por absolutamente ninguém.


No início da noite de domingo, em 9 de junho de 1912, Josiah e Sara levaram as crianças para comemorarem o Dia das Crianças em um serviço na Igreja Presbiteriana. O evento social era codirigido por Sara, e os filhos tinham o costume de atuar em pequenas peças produzidas pela paróquia.

As irmãs Lena e Ina Stillinger, de 12 anos e 8 anos de idade, respectivamente, eram vizinhas da família e sempre estavam por perto. Naquele dia, elas pediram permissão para os pais para passarem a noite na casa dos Moores após as celebrações na igreja. O serviço acabou perto de 21h30, e os paroquianos partiram para casa. A noite festiva dos Moores foi acompanhada por deliciosos biscoitos caseiros e um pouco de leite antes de as crianças serem colocadas na cama e todos dormirem.

No dia seguinte, mais especificamente às 7h, a vizinha Mary Peckham achou estranho que nenhum dos Moores tinham saído para realizar as tarefas da manhã. Curiosa e preocupada, a mulher bateu à porta da frente da casa, mas ninguém respondeu. Ela tentou abrir a porta, mas estava trancada. Mary decidiu soltar as galinhas da família e chamar Ross Moore, o irmão de Josiah. Mais uma vez, apenas o silêncio respondeu quando ele bateu à porta.

Usando uma cópia da chave, o homem decidiu entrar na casa, enquanto Mary preferiu continuar na varanda. Na sala, a primeira porta que Ross abriu foi a do quarto de hóspedes, onde ele encontrou sangue espirrado na parede perto da cama e corpos sob lençóis tão ensanguentados que gotejavam no chão, formando uma poça.




Continua..... 





Notas Finais


Como a história é um pouquinho grande, eu deixei para fazer a parte dois.

Na parte dois (que eu posto ainda hoje) eu irei deixar o link de todas as fontes, no caso de vcs quiserem dar uma olhada.


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