História The change of my life - Capítulo 8


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Categorias Shadowhunters, Supernatural
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Clary Fairchild (Clary Fray), Dean Winchester, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jo Harvelle, Jocelyn Fairchild, John Winchester, Magnus Bane, Mary Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 160
Palavras 700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteei!!
Boa leitura!💙💚💛

Capítulo 8 - ENCONTRO?


P.O.V CLARY

Eu sempre gostei de um garoto que estuda comigo desde a 5° série, Justin Webber, nós conversamos umas vezes, porém nada me mais.
Estava na aula de biologia, quando um bilhetinho cai na minha mesa, abro e me assusto com o que eu leio:

"Deixei um presente no seu armário, espero que goste.

Ass: J.W"

Olho para trás o Justin pisca para mim; aiii Cristo, não acredito. Se acalma Clarissa, foi só um bilhete, nada de mais. A aula termina e Mag, Mah, Jo, Alec e Iz me chamam, mas eu dou qualquer desculpa e quase voo até o meu armário, quando chego lá um pouco depois está o Justin com alguns amigos, abro meu armário e vejo uma rosa vermelha, linda, abro um pequeno sorriso, cheiro a mesma e a guardo, mas antes de fechar o armário percebo que tem outro bilhete, pego e o abro:

" me encontre hoje 19:30, na rua ******, prédio 3, apartamento n°578
Ass, J.W"


Guardo o bilhete e sigo para o refeitório, o intervalo é, basicamente, resumido em risadas, das piadas do Jace, das opiniões sobre a roupa dos outros do Mag, as loucuras da Mah (e minhas) e os ciúmes da Sasha com a Emily.
- Eu estou falando sério Shannon Pullman, quero você longe da Paige. - e Sasha fala séria.
- Amor, a Paige é só uma colega de time, é você que eu amo. -  ela fala e beija a mão da Sasha.
- Não interessa! Quero ela a 30 metros de você. - ela fala fazendo a gente rir mais ainda.
- Ok, sem Paige McCullers. - a Shay fala e a Sasha sorri.
- Isso meu amor!
Todos gargalhamos.
○○○

As aulas passaram voando, almoçamos na lanchonete de sempre, e fomos para casa, comecei a me arrumar, coloquei uma saia rosa de camurça, uma ombro a ombro branca de manga comprida e uma bota de salto preta também de camurça, estamos no inverno, mas para ver o crush eu vou de biquíni para o polo norte (mentira, vou de biquíni na praia, aí sim), olhei para o relógio e eram 19:15, chamei um táxi, não queria interromper o pai e o Dean no escritório, e nem a mãe, que está cuidando da Val; desço e vou para a cozinha, onde a mãe está dando comida para a Val.
- Beijo mãe, to indo. - já tinha avisado para ela.
- Não quer que eu  te leve mesmo?
- Não mãe, pode ficar tranquila. Eu pedi um táxi. - falo dando um beijo nela e na Val.
- Pelo menos toma o dinheiro para voltar. - ela me dá o dinheiro, mas depois eu falo para o meu pai colocar na bolsa dela.
- Ok, tchau, te amo.
- Se cuida. - ela fala e eu lhe dou um joinha.
Entro no táxi e dou o endereço, chego no prédio na hora exata, como estava caindo um dilúvio lá fora, eu tive que correr para dentro do prédio, fui direto para o apartamento, a porta estava encostada, quando entro vejo uma pessoa sentada de costas para a porta, meu primeiro pensamento foi: Justin, mas eu estava enganada, assim que encostei na pessoa ela virou e caiu, não, não era uma pessoa, era um manequim, escuto risadas e estou cercada pelos amigos do Justin e pelo mesmo.
- Vocês... seu idiotas! - falo com lágrimas nos olhos.
- Que é? Não gostou da brincadeira? - um gordinho fala.
- Palhaço. - tento sair, mas ele pega meu pulso. - me solta. - nada, ele só aperta mais forte, puxo mais ainda. - ME SOLTA. - grito e ele me solta, mas perco o equilíbrio e caio em uma mesinha de centro de vidro, o vidro se desfaz e me corta o braço, um corte bem profundo. Me levanto o mais rápido possível e saio dali, e não, não foi correndo, sai andando calmamente, por mais que meu braço esteja doendo para um cacete, eu ainda tenho meu orgulho.
Quando chego na rua a chova engrossa, não vou pegar um táxi assim, estou encharcada e chorando como se não ouvesse amanhã, saio correndo na direção de casa, mesmo com um salto agulha.


Notas Finais




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