História The city suicide (Emison) - Capítulo 2


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Emily Fields, Maya St. Germain, Personagens Originais
Tags Drama, Emaya, Emison, Festas, Mudança, New York, Romance, Suicida
Visualizações 18
Palavras 685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii, vou deixar esse capítulo pois não tenho previsão para o próximo, favoritem a história e deixem seu comentário se quiserem e gostarem da história, isso é muito importante pra mim...
Acho que o capítulo ficou curtinho mesmo, mas espero que curtam, enjoy 💕

Capítulo 2 - Garota mistério


Fanfic / Fanfiction The city suicide (Emison) - Capítulo 2 - Garota mistério

Numa nova cidade, agora tudo diferente, ela sabia que as coisas iriam mudar agora é completamente, Maya foi seu primeiro e único amor, ela não se acha nada atraente ou coisa do tipo, amava que Maya ajudava a aumentar sua autoestima, então mesmo se quisesse achar outra pessoa achava que essa probabilidade não seria válida.


Emily Fields- Point of view
Há 5 quilômetros de New York


Aqui estou eu há poucos minutos para chegar em New York, quando meu carro para, sim para, a burra aqui não pôs gasolina o suficiente, que saudades da Maya que era super prevenida, mas aqui estou indo para uma nova vida exatamente pra fazer o contrário do que estou fazendo, sentir saudades. Eu me sinto um pouco melhor agora, mas não lembrar dela é inevitável, ela era motivo dos meus "ufa" quando eu achava que tinha me metido em alguma enrascada, e agora? Eu digo porra.
Fico parada no meio da estrada, juro que até me encostaria na beira dela e choraria até não aguentar mais e ficar desidratada, lembrando e remoendo esse meu passado nem tão distante assim, eu faria isso com muito prazer e desgosto se não fosse por um pequeno detalhe: estava prestes a cair água do céu, havia uma nuvem enorme e escura em cima da minha cabeça.
Por quê Deus? Por quê?
Eu decido andar pra procurar ajuda, ficar aqui não vai adiantar nada, e a trouxa aqui não pretende voltar pro carro com o cheiro da Maya, sentindo a Maya, num futuro breve se eu sobreviver vou me livrar dele.
Quem sabe me molhar não me ajuda a tirar toda essa angústia das minhas costas?
Céus, tenha piedade de mim, literalmente.
Ando por 3 longos quilômetros, juro que está sendo difícil sentir minhas pernas, estava quase lá, na chegada de New York. Ando mais um pouco e começa a chuviscar, com muita raiva grito:
-Deus, eu te odeio!
Quando de repente um carro quase me atropela, parando a menos de um metro de mim, não, é Deus que me odeia.
Que carro chegay, o que dá na cabeça de alguém comprar um carro dessa cor? Ah, já sei, pra dar realmente a impressão cheguei.
Uma loira com um salto gigantíssimo e um batom extremamente forte vermelho saí do carro, ela estava indo pra onde? Um puteiro?
Ela chega até mim e me dá um sorrisinho de canto, sério, a peste nem pra se desculpar?
-Deus não te odeia, você que é muito distraída e azarada. -Ela diz séria, que bom pois estaria debochando da minha cara, eu não sou assim, mas resolvi não retrucar.
-Eu acho que quase te atropelei.- Sério? Acha? Penso.
-É, você quase me matou! - Digo dando ênfase no quase pra ela perceber o quão idiota foi, mas minhas poucas palavras reconheço que com certeza deu pra notar o meu tom de ignorância.
Ela aponta o dedo pro longe me mostrando uma grande placa. "Welcome To New York". Ah vá, sério mesmo que chegamos a New York?
-"Bem-vinda a New York garota mistério, para os mais íntimos, cidade suicida".
-Garota mistério? -Juro que ia dizer isso só no meu pensamento, juro, mas essa menina é tão petulante que acabei falando alto demais.
-Sim, quando te olho consigo enxergar pontos de interrogação como se enxerga estrelinhas quando os personagens se machucam em desenhos animados.
Essa foi boa, seria cômico se não fosse trágico.
-Você precisa de um banho, tem terra no seu joelho!
Que? Ela estava olhando pro meu joelho? Essa menina perdeu totalmente a noção do ridículo. Fiquei tão indignada que não notei que ela agarrou meu pulso e estava me levando até seu carro.
-Aí -suspirei, mas ela pareceu nem se importar, aquelas unhas grandes do Paraguay estavam me machucando.
Pera, tomar banho? Aonde? Aí meu deus sem misericórdia de mim! Que menina petulante, ridícula, extravagante, descarada, oxigenada e abusada!
Não havia mais xingamentos e ofensas, entrei no carro não sabendo como será minha vida daqui pra frente, mas de uma coisa eu tive certeza, essa petulante, ridícula, extravagante, descarada, oxigenada e abusada, ainda me trará graves problemas!


Notas Finais


Vimos que a Emily realmente é muito ignorante ;-; a própria reconhece isso, mas perdoem ela mesmo muitas vezes não tendo como defendê-la, ela está passando por um período difícil...
Será que esse jeito dela vai complicar ainda mais as coisas?


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