História The clumsy girl (Kim Taehyung - ThreeShot) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Citação De Jikook, Colegial, Desastrada, Kim Seokjin Você, Kim Taehyung
Visualizações 124
Palavras 3.403
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou nessa de postar mine fics com todos os membros.. Não coloquei ser era two shot ou three porque ainda não sei :/ Espero mesmo que gostem.

Capítulo 1 - First talk


Fanfic / Fanfiction The clumsy girl (Kim Taehyung - ThreeShot) - Capítulo 1 - First talk

Era engraçado de se ver, seu jeito atrapalhado e desastrado. Eu a observava a algum tempo, e nunca entendi muito bem o porquê dela ser assim. No começo, achei que as derrubadas de livros e as trombada em pessoas, eram uma forma de chamar atenção, até que percebi que ela se machucava. Batia a perna, a canela e as vezes até mesmo batia com força a cabeça, logo depois de pegar algo do chão. Foi aí que percebi, era algo dela mesmo e não acho que se machucaria de propósito por atenção. Bom, ela conseguiu minha atenção. Eu reparava na garota de óculos grandes e andar desajeitado todos os dias, via suas trapalhadas e inclusive os risos voltados a si. E não, nunca fiz nada para que parassem, era algo realmente engraçado e nunca vi ninguém fazer mais do que rir, então não era algo a tão ruim assim. Era? Bom, eu nunca a vi reclamar, só sair apressadamente, com o rosto abaixado de vergonha e acabando por tombar em algo por causa disso.

Ver aquela cena repetindo, era engraçado, mas para mim era muito fofo. . Por mais que rir parecesse errado. A garota chegou em seu armário, ao ter dificuldade para abri-lo o forçou, fazendo assim a porta do mesmo ir de encontro com sua testa, a fazendo derrubar os livros, mas ela não fechou a porta, logo ao levantar, bateu sua cabeça dessa vez e deixou tudo cair ao chão, inclusive seu óculos. Se você já viu alguém desastrado, com certeza essa pessoa perde para S/N, minha crush desastrada. Decidi ajudá-la. Eu nunca havia me dirigido a mesma, apesar de sermos do clube de artes, ela é um ano mais nova, logo não é de minha sala. Digamos que nunca tenho como chegar na mesma, o professor a colocou no fundo da sala, porque ela meio que acabava derrubando as telas e trombava na mãos das pessoas, e como todos de lá sempre queriam minha atenção, ela nunca pode ser direcionada a mesma, que pelo seu rosto eu conseguia perceber sua frustração em ficar atrás. Ela não tinha amigos, pelo menos era o que eu via.

- Fica parada não se mexa. - A garota parou na hora que escutou minha voz. A mandei ficar quieta, pois ela iria novamente bater com a cabeça na porta do armário. Abaixei até ficar de frente para mesma, logo depois  encostar a porta. - Oi, posso te ajudar?

- S-sim. - Disse quase num sussurro.  Peguei os seus óculos, colocando em seu rosto com cuidado, acho que ela só conseguiu me enxergar naquela hora, pois deu um pulo para trás e acabou caindo sentada. - V-você? A-artes.. Clube... P-popular. - Tentei procurar sentido em suas palavras, mas não consegui muito bem. Juntei seus livros e me levantei, os segurando e estendendo a mão para a mesma.

- Segure, vou te ajudar a levantar. - Em hesitação ela segurou minha mão e a puxei, a fazendo dar um pequeno pulo e quase cair, mas conseguiu se equilibrar dessa vez. - Sou Kim Taehyung. - Balancei nossas mãos em cumprimento.

- Eu s-sei quem você é. - Pegou os livros de minha mão e guardou em seu armário rapidamente, ainda olhando para mim.

- Então eu posso saber quem é você, não é? - Como seu eu não soubesse... - Seria justo assim.

- S-sou S/NC. - Fez uma breve reverência. - P-preciso ir. - Bateu a porta do armário, mas não viu que seu dedo estava lá. - AH! - O tirou rapidamente.

- Você está bem? - Perguntei preocupado e puxei sua mão para mim.

- Não se preocupa oppa, essa aí não tem mais jeito. Uma hora ela ainda vai cortar a própria garganta sem querer. - Sun, chegou ao meu lado.

- Não diga coisas assim. - Virei para a repreender. Rir era uma coisa, mas dizer isso já era demais.

- Por que? É verdade ué, é o que ela sabe fazer de melhor. - Deu de ombros e assim que fui olhar para S/N e pedir desculpas, ela já havia saído dali. E só pude ver seu corpo se trombando a outros e seus tropeço, já distante.

- Olha o que você fez! - Olhei furioso para garota.

- Esquece ela oppa, você sempre riu dela. Vamos continuar aquilo, huh? - Aquilo que ela se referia era passada de mãos que ela deu em minhas coxas e eu não tive tempo de negar, pois o sinal havia tocado.

- Primeiro, você é mais velha, não me chame de oppa. Segundo, aquilo nem teve começo para ter alguma continuação, agora, se me der licença. - Disse e deixei uma loira bem raivosa para trás.

Mas eu realmente não poderia fazer nada, se a dona dos meus pensamentos estava por aí, com seus dedos machucados e provavelmente arranjando mais deles.

                           ~*~

Corri até a enfermaria e peguei alguns curativos e pomada para dor, a enfermeira me amava, então nem perguntou muito quando entrei como um louco e peguei tudo rapidamente. Eu a procurei em todos os lugares, mas não conseguia encontrar.

- OK se eu fosse a S/N, onde eu me esconderia? - Pensei, pensei mais um pouco. - Sala de artes! - Gritei para mim mesmo e sai correndo em direção a sala.

Ao chegar, pude ver a porta meio aberta, entrei devagar e sem fazer muito barulho. Pude vê-la com a cabeça baixa, no fundo, onde ela ficava todas as aulas.

-S/N?- Ela pulou num susto e acabou derrubando o quadro a sua frente, o pegando rapidamente e colocando no lugar. Quer dizer, mais ou menos. - Desculpa, eu não queria te assustar.

- P-por que está a-aqui? - Perguntou nervosa. - Não veio rir de m-mim né? Aish, não f-faça isso...

- Ei, eu não vim rir de você. - Cheguei mais perto. - Porque viria até aqui, só para rir? - Perguntei confuso.

- E-eu não sei, todo mundo faz isso. - Deu de ombros e vi que ela estava um pouco mais confortável com minha presença.

- É que você tem que ver de longe, as vezes é realmente engraça... - Parei minha fala assim que vi sua feição. - Não, não tem graça nenhuma, nenhuma mesmo. - Disse querendo me socar internamente, aquilo a machucava, ter as pessoas rindo de si, parecia doer mais do que seus machucados.

- Eu sei que tem. Pode rir Taehyung-ssi. - Deu de ombros.

- Oppa. - Ela me olhou confusa. - Me chame de oppa, eu te dou a liberdade.

- Só se for para eu morrer assim que ouvirem eu falar isso. - Riu debochado e logo depois cobriu a boca espantada.

- Você não vai morrer, eu não vou deixar fazerem nada com você. - Me sentei ao seu lado e tirei minha mochila das costas.

- Wae? Você perdeu alguma aposta não foi? Olha você está atrasado, um garoto já fez isso semana passada. - Ri dela.

- Eu não perdi uma aposta. - Dei um peteleco em sua testa e a mesma esfregou rapidamente. - Não sou esse tipo de pessoa.- A olhei ofendido.

- Ya! O que você pensaria se a garota mais cobiçada da escola fosse falar com você, que é o desastre ambulante?- Ri da mesma de novo e neguei com a cabeça.

- Bom, você é popular de alguma forma. - Dei de ombros e tirei os curativos e pomada da minha mochila. - Me dê sua mão. - Pedi, estendendo a minha para mesma.

- Não, está machucada. Acho que nem vou conseguir desenhar amanhã. - Bufou olhando para seus dedos peguei sua mão e levei até mim. - Apayo... Hajima oppa! - Tampou a boca com a outra mão.

- Eu te pedi para me chamar assim, não fique com vergonha. - Passei a pomada em seu dedos com cuidado. - Apayo? - Ela assentiu com os olhos fechados. - Vou enfachalos então. Ok? - Ela me olhou com medo. - Vai melhorar e você vai poder desenhar S/N. Se doer pode apertar meu braço. - Ela negou e esperou eu enfachalos. Terminei e vi uma pequena lágrima em sua bochecha. Ela limpou na hora.

- O-Obrigada. - Assenti e bagunçando os cabelos dela. - Isso é estranho. - A olhei confuso. - Você aparecer do nada e cuidar de mim dessa forma. Isso é estranho, nós nunca nem nos olhamos direito. Creio que nem sabia que eu existia até agora. Por que está me ajudando assim? - Perguntou curiosa e olhando em meus olhos.

- Pare de tirar conclusões precipitadas. - Bagunçado seus cabelos. - Você que não olha para mim, eu te observo sempre que posso. Nós só não nos conhecemos, mas eu sei quem você é S/N. - Ri, pois seus olhos estavam arregalados.

- Tá bom, isso é uma brincadeira de muito mal gosto. - Disse se levantando e nem me dando a chance de falar. - Com licença e obrigada. - Pegou sua mochila e jogou nas costas, derrubando a cadeira que estava sentada, mas não voltou para arruma-la.

- Aish, eu não estava brincando. - Disse para o nada. - A culpa é minha se ela não consegue acreditar em mim?

- Falando sozinho agora Taehyung? - Pulei ao escutar a voz de repente.

- Aish, Jimin hyung. Você quase me mata de susto. - Ele riu e veio andando até mim, se sentando ao meu lado.

- Por que a sua crush saiu daqui daquele jeito? - Disse apontando pata a porta. - Ela até tropeçou em mim.

- É, esse é o jeitinho dela. - Suspirei e ele me olhou procurando uma resposta. - Eu tomei coragem de falar com ela, mas ela achou que eu estava brincando com sua cara. - Passei a mão pelos cabelos. Ouvi meu hyung rir. - Não tem graça, hyung.

- Eu sei que não tem Taehyung-ah. - Ele alisou minhas costas. - Olha, você pode até não ver o que fazem com ela como algo ruim, mas acho que ninguém chegou perto da mesma, se não for na intenção de rir dela. Então, ela tem razão de ficar com o pé atrás.

- Mas eu não sou assim.- Ela serrou os olhos para mim. - Está bem, eu posso ter rido dela algumas vezes. Mas é porquê para mim é tão fofo, hyung.

- Eu sei que não faz por mal saeng. Estudamos juntos a um tempo. - Ri fraco para o mesmo. - Você me lembra muito quando conheci Jungkook. - O olhei curioso.

- Ele também achava que você só estava brincando com ele? - Assentiu.

- Ele me odiava para falar a verdade. - Riu nostálgico. - E eu só sabia o admirar e nunca entendi a seu ódio. Quando falei com ele pela primeira vez, ele disse que não queria se meter com um popular comedor de piranha. - Gargalhou e eu o acompanhei. - Da para acreditar? Eu nem gosto de mulher. - Neguei com a cabeça.

- E como conseguiu o conquistar? - Ele respirou fundo.

- Bom, eu disse a ele que tinha mais interesses em rapazes e especificamente nele. Demorou um pouco para ele acreditar e se entregar, mas hoje estamos juntos. - Ele riu feliz.

- Isso bem que podia acontecer comigo. - Fiz uma carranca.

- E pode Tae... - Falou me animando. - Mas, você vai ter que deixar todo seu medo e timidez de lado. Vai ter que fazer ela confiar em você. Pode fazer isso?

- Eu vou tentar, hyung. Prometo que vou. - Disse animado.

                          ~*~

Eu realmente tentei. Procurava ela em todos os lugares e tentava me aproximar, ela nem ia mais nas aulas de artes. Eu queria só uma chance de falar com ela, aigoo essa menina me da trabalho. Eu juro que eu tentei, mas assim como ela tem habilidade de derrubar tudo e se machucar, ela também tem de fugir e se esconder. Porque logo comigo? A única garota que eu gosto, foge de mim. Já as outras ficam no meu encalço.

- Eu não aguento mais. - Fiz um bico em meus lábios.

- Bem que o Jimin hyung disse que agora você fala sozinho. - Olhei para a porta e revirei os olhos.

- Vocês dois não vão cansar de me perturbar não? - Jungkook entrou na sala.

- Na verdade, não. - Lancei um olhar mortal para o mesmo. - Hyung, desde que te conheci, achei que era assexuado.

- Ei, pirralho, não fale assim. - Deitei minha cabeça na mesa.

- Ah, você nunca se interessou por ninguém e olha, tinha muita gente atrás de você. - Bufei cansando. - E agora é até legal ver. Você sofrendo pela S/N noona. - Riu de mim.

- Você tem essa intimidade com ela? E ela é só alguns meses mais velha que você. Não precisa chamar ela assim. - Encarei o mesmo.

- Ela me deixou a chamar assim, ciumento. Se você ainda não se ligou eu gosto de ro...

- Tá, eu entendi. Não precisa falar. -  O interrompi. - O que você quer afinal?

- Só quero dizer que, agora, sou amigo da S/N noona. - O olhei surpreso.

- Aish, você anda comigo. Por que ela não acha que você só quer brincar com ela também?- Bufei irritado.

- Ela não acha isso de você mais. - Deu de ombros e eu o olhei confuso. - De nada.

- Como você sabe disso? - Serrei meus olhos para o mesmo.

- Digamos que nós dois tivemos que fazer um trabalho juntos. Sou comunicativo e logo você entrou no assunto e eu disse a ela que você era um cara legal e que nunca faria isso com ela. - Ele riu convencido. - Ela não disse com realmente que confia em você. Mas.... Ela ficou pensativa o resto da aula. Sua chance.

- Ah saeng. Obrigado, obrigado. - Pulei em cima do mesmo e o abracei.

- Hyung, tá me enforcando. - O soltei e apertei suas bochechas.

- Será que eu a acho agora? - Ele me fitou.

- Arquibancada. - Beijei sua bochecha e sai correndo. Ainda pude ouvir um "eca" vindo do mesmo, mas isso só me fez rir.

Corri como um louco até os campos. É óbvio que ela estaria lá, ninguém nunca fica ali.

Sei que talvez vocês devem estar se perguntando, porque do nada eu resolvi quere-la. A verdade é que ninguém nunca chamou minha atenção. Sempre achei todas muito superficiais. A primeira vez que vi S/N caindo, ela estava lendo um de meus livros preferidos, então passei a observa-la, não só quando era desastrada, mas também quando se concentrava na música que tocava em seus fones de ouvido, suas expressões quando pintava e ainda mais seu jeito concentrado de ler. Ela não ligava para o mundo ao seu redor, não se maquiava para parecer bonita e nem vestia as roupas da moda, ela era simples e adorável. Foi isso que me chamou atenção na mesma.

E lá estava ela, concentrada em sua música, seu pé balança, talvez no ritmo que tocava em seus ouvidos. Para não assusta-lá sentei a seu lado, a fazendo arregalar os olhos assim que me viu. Já iria fugir de mim, mas segurei seu pulso e a fiz sentar de novo, tirando um de seus fones.

- Por favor, me dá só essa chance. - Olho em seus olhos, a vejo relaxar os ombros.

- Por que insiste tanto? - A curiosidade no seu olhar era grande, e parecia tentar desvendar um segredo da minha alma.

- Ué, eu realmente quero me aproximar de você. - Tentei transmitir sinceridade. - Sei que parece tudo muito estranho, mas eu realmente tenho um interesse em você S/N.

-P-por que? Eu s-sou o desastre da escola. - Disse em um sorriso fraco. - Talvez eu possa te machucar sem querer, eu não sou a melhor pessoa para...

- Talvez, quem esteja com medo de se machucar seja você. - Suas bochechas coradas refletiam ao sol. Ela virou o rosto para não me encarar. - E é a última coisa que eu quero.

O silêncio permaneceu por um tempo, não estava ligando para as aulas que estávamos perdendo e nem para o que estava acontecendo do lado de fora. No momento, eu criara um mundo só meu e de S/N, onde eu a contemplava e esperava por sua resposta.

- Taehyung oppa? - Ela se virou para mim ainda corada. Abaixou seu olhar envergonhada.

- Hm? - Coloquei uma mecha de seu cabelo atrás de sua orelha.

- E-eu posso r-realmente confiar em você? - Ri para mesma.

- Claro que pode pequena. - Vi um bico se formar em seus lábios e sua testa franzir. - O que foi?

-Eu não sou pequena, você que é enorme. - Cruzou os braços. Ah ela era ainda mais fofa.

- Você fica fofa brava, pequena. - Acaricio seu rosto.

- Aish, eu vou indo. - Levanta de pressa e envergonhada.

- S/N! Espera! Já perdemos a aula, porque não nos conhecemos mais? - Mordo meu lábio e olho para o seus.

- Não me olhe assim! - Eu ri da mesma e ela bufou. Levantei e fiquei a uma pequena distância de si a fazendo se assustar.

- Desculpa parecer um louco pervertido, é que eu não resisto a você. - Eu realmente não resistia, seus lábios me chamavam muita atenção e eu adoraria vê-la sem óculos de novo.

- Oppa, não diga essas coisas. - Sussurrou e fechou os olhos, andou para trás e acabou tropeçando.

Vi que a mesma ia cair, mas só consegui gritar seu nome. Não estávamos muito longe do chão, mas a queda poderia machucá-la, segurei a mesma e troquei nossas posições para que ela caísse em cima de mim. Eram só três bancos antes do chão, mas eu pisei em falso antes e acabei torcendo meu tornozelo. Ao aterrissarmos S/N se levantou rapidamente, não pude tê-la em meus braços por muito tempo.

- Oppa, oppa... Você tá bem? - Se ajoelhou ai meu lado preocupada, eu já pude ver seus olhos cheios de lágrimas, seus óculos já não habitavam mais sua face.

- Ei, não chore, não chore.- Sequei as suas lágrimas.

- A culpa é toda minha, eu disse que..

- Shh.. Não foi culpa sua. - Ri e me sentei, nossos rostos estavam próximos. - Eu que dei uma de herói, e não me arrependo. - Acariciei seu rosto.

- Oppa, você tá bem? Você se machucou? - Suas bochechas estavam coradas, mas ainda podia ver sua preocupação. Assenti e ela arregalou seus olhos.

- Acho que só um beijo seu sara. - A mesma abriu a boca incrédula.

- Ya, Kim Taehyung, não faça isso. - Deu um tapa em meu braço.

- Ah, apo, apo... - Ela se desesperou e eu segurei seu rosto, beijando seus lábios. Ela ficou relutante no começo e senti que iria me me empurrar. Mas, logo seus braços apertaram minha camisa e ela me conrrespondeu.

Nossas línguas logo foram abrigada em nossas bocas e senti que aquele era o melhor beijo do mundo. O ar fez falta e acabei por puxar seu lábio inferior para mim.

- Ah, eu quis tanto isso. - Segurei seu rosto e acaricie suas bochechas.

- Oppa, a gente... Você... - Ri da mesma e vi um bico crescer de novo, fazendo assim eu beijar seus lábios novamente. - Ya, hajima-ah!

- Eu parei, miane. Não consegui resistir. - Pude ver um pequeno sorriso surgir em sua face. - Pequena? - Ela me encarou. - Será que agora você pode me ajudar ir até a enfermaria, meu tornozelo está me matando. - Disse numa careta de dor.

- Miane, miane. - Ela se desesperou e eu sabia que ela iria se machucar se ficasse assim.

- Respire. - Ela me olhou e puxou o ar. - Isso, se você ficar nervosa vai se machucar, não quero isso. - Ela respirou fundo.

- Vamos,  Tae oppa. Eu vou te ajudar. - Disse determinada e me ajudando a levantar, não antes de tatear o chão a procura de seus óculos.

Ela estava empenhada naquilo, mesmo que fosse difícil, para a mesma. E eu a achei a coisa mais fofa do mundo. Ah, eu tô tão perdidinho.





 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.. O próximo capítulo já está sendo escrito :) SARANGHEYOOOOO ❤️⭐


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