História The Cold of Winter. Interativa - BTS. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Conflitos, Guerras, Iluminismo, Interativa, Renascentismo
Visualizações 26
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Saga, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Cut The Heads.


Fanfic / Fanfiction The Cold of Winter. Interativa - BTS. - Capítulo 2 - Cut The Heads.

Reino de Corona, 01 de Setembro de 1439. Duas e Dez da Madrugada.


Corona estava em completo silêncio, nem os animais noturnos ousavam causar qualquer tipo de som.

A família real se preparava para seu descanso depois de uma noite de festa, motivada pela vitória sobre o primeiro exército de Ladies, que tentou invadir suas terras, mas foram bravamente enfrentadas pelos soldados de Corona.

O rei, depois de dar folga para os seus guardas particulares - em compensação pelos turnos redobrados que tiveram que fazer por conta da ameaça de ataque do reino invasor -, estava completamente desprotegido, um alvo ridiculamente fácil.

Exatamente às duas e trinta da madrugada, junto com o badalar do sino da igreja, um tiro foi ouvido, as pessoas inertes em sono novamente despertavam com o medo lhes atingido em cheio o peito.

"O Rei está morto!" Foi o que se escutou pelos corredores do palácio após os guardas entrarem afobados nos aposentos de Vossa Majestade, que agora já se encontrava sem vida.

A Princesa Hyuna vinha logo atrás, as lágrimas já formavam uma cachoeira salgada em seu rosto. Nem mesmo se importou de invadir o quarto usando apenas sua camisola de seda fina, mesmo estando rodeada de guardas, que rapidamente desviaram o olhar em respeito à integridade da princesa.

-Papai! Por favor, não se vá. Você me prometeu que iríamos ao lago amanhã! Você não pode me deixar, não vou saber o que fazer. - chorava agarrada ao corpo já sem vida do pai. -Você não pode me deixar igual a mamãe, eu senti tanta falta dela. E agora sentirei tanta falta sua!

Durante alguns minutos, o único som que se fez presente eram os grilos e o choro compulsivo de Hyuna.

-Princesa, desculpe interromper, mas o que faremos? Nunca passamos por uma situação como esta, poderia dar alguma ordem? - pediu o chefe da guarda.

A princesa se ergueu-se e novamente se virou para os membros da guarda que se faziam presentes no quarto, o amargor dominava suas expressões.

-Senhores, cacém quem fez isso à meu pai, não me importa se tenham que revirar o mundo, eu quero a cabeça de quem fez isso a ele, a mim e ao reino! - ditou em tom alto e brando, exibindo toda sua tristeza e ódio. - Amanhã de manhã todas as bandeiras do reino à meio mastro, o funeral será no nascer da lua, avisem os floristas e passem a mensagem em todo o reino, estão todos permitidos a comparecer.

-Sim, Vossa Alteza! - a guarda se retirou, só sobrando o conselheiro real.

-Vossa Alteza, a senhorita sabe o que deve ser feito de agora em diante, não? - perguntou o conselheiro - um velho amigo da família real - com sua típica voz suave e calma.

-Sim Hoz, eu sei, mas tenha ciência de que não me casarei para realizar tal feito. - disse o olhando por cima do ombro e segurando a mão de seu pai com as suas duas.

-Que assim seja, Vossa Alteza. - se retirou.


Reino de Andorra, 01 de Setembro de 1439. Seis e Quinze da Manhã.


-Onde ele está?! - os passos apressados eram ecoados pelos corredores do palácio luxuoso. Os sete membros do conselho real se encontravam em apreensão absoluta. E o seu líder estava a beira de um ataque de nervos.

-Namjoon, mantenha a calma, não se pode esperar sempre o pior das coisas - o mais esperançoso entre eles disse. Não conseguia acreditar que o rei fosse capaz de tal ato ou apenas se forçava a pensar que ainda estava tudo bem.

-Como ele manterá a calma, Hoseok? Se sabemos muito bem o que pode ter acontecido - o mais novo, Jungkook, se pronunciou.

Ao chegarem nos aposentos do rei, não o encontraram em lugar nenhum, já tinham o procurado por todo o castelo.

-Onde será que aquele irresponsável se meteu? - até Seokjin, que era o mais calmo de todos ali presentes, começava a perder a paciência e a ficar ansioso.

-Eu espero ele que não tenha feito nada de absurdo dessa vez, ele tem quarenta e oito anos de idade mas age como se tivesse quinze. Pior que um adolescente rebelde. - com a calma de sempre, Yoongi verbalizou o pensamento de todos presentes naquele espaço luxuoso que era o quarto do rei.

-Até se negou a casar. Mesmo tendo milhares aos seus pés, parece que prefere transar com prostitutas de luxo ao invés de arranjar de alguém que cuide dele, tão idiota. - Taehyung ditou com desprezo palpável em sua voz. Realmente, o rei os tirava do sério.

- Hyungs, achei uma carta, aparentemente do rei.

-Me entregue ela aqui, Jimin. - pediu Namjoon, com a educação de sempre. Logo depois de ter a carta em mãos, começou a lê-la em voz alta, para que todos soubessem o que estava escrito.

"Provavelmente já estarei morto a essa hora, mas saibam que o que fiz foi para o bem do reino e de meus súditos.

Eu, Andrew de Lurton, rei de Andorra, matei o rei de Corona, Cedric D'Caspian. Não me orgulho disso, pois ele era um grande amigo, mas foi necessário e pelo menos morri tendo feito o que achava certo.

Eu odiava vocês, por sempre terem as melhores ideias e comandarem meu reino muito melhor do que eu mesmo.

Por isso, entrego minha Coroa aos sete. Sejam reis melhores que eu."

-Isso era a pior coisa que ele podia ter feito! - Hoseok ditou. -Isso vai causar uma nova guerra. Temos que impedir que isso aconteça de novo ou pode ser pior que da primeira vez.


Reino de Corona, 01 de Setembro de 1439. Meio-Dia.


-A partir do dia de hoje, Andorra será inimiga declarada de Corona. Por crimes declarados contra Corona e  por assassinato do nosso rei, eu sentencio neste momento a morte de Andrew de Lurton, rei de Andorra!

A corda foi solta e todos daquela praça assistiram de olhos arregalados e gargantas secas, a lâmina da guilhotina cortar o pescoço do antigo rei de Andorra, separando sua cabeça do resto do corpo.

Agora todos, que antes tinham apenas uma pequena dúvida, olhavam a futura rainha com a certeza de que uma nova guerra estava por vir, e que ambos os lados sairiam perdendo.



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