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História The Condominium Boy (Juke) - Capítulo 56


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Notas do Autor


Oi gente, tudo bem?
Venho por meio deste aviso informar, aos que não estão no grupo do insta, que:

• Esse é o último capítulo;
• Vai ter segunda temporada, pois dividir a história em duas partes se não ficaria imensa;
• Em breve começarei a segunda temporada;
• Me sigam no Instagram (@malohatte) para ficarem por dentro de novas informações.

Boa leitura a todos!

Capítulo 56 - Capítulo 56


Luke colocou seu braço sobre meus ombros e eu sorri com aquilo. Era bom tê-lo comigo. O bem estar que ele me passava era surreal.

- E então? - ele quebra o silêncio.

- Você tem razão. Eu... Eu quero esquecer tudo o que já sofri e focar no meu futuro. Chega de ficar me remoendo por coisas que já passaram. - olho para ele e abro um sorriso. - Meu pai disse no dia que eu estava saindo de casa que eu o agradeceria por estar me obrigando a sair de casa. - solto uma risada. - Odeio admitir que ele estava certo. Sair de casa foi uma das melhores coisas que aconteceu comigo. E você tem um parcela enorme de culpa nisso.

- Você ter aparecido foi uma das melhores coisas que aconteceu comigo. - ele sorri e acaricia meu cabelo. - Obrigado por não ter desistido de mim, mesmo eu tendo vacilado com você.

- Obrigada por não ter desistido de mim mesmo eu sendo completamente insuportável. - falo e ele ri. Algo estava faltando. Algo estava entalado na minha garganta. Algo que eu deveria deixar sair para que ele soubesse. - Eu te amo!

- Sério? - Luke abre um sorriso bobo.

- Sim, sério. - falo rindo e ele me puxa me abraçando.

- Eu também te amo encrenca. - Luke sorri pra mim e nos junta num beijo.

[...]

Naquela tarde, eu e Luke voltamos ao apartamento e eu sentei sozinha para conversar com minha mãe. Expliquei a ela que não seria fácil para mim, mas que eu tentaria de todo coração apagar o passado e construir um futuro mais feliz.

Naquela tarde, Luke também conversou com meu pai, afinal ele era meu namorado e meu pai nem o conhecia. Mas o apoio do Reggie, que foi totalmente inesperado, acabou ajudando na permissão do meu pai.

Minha mãe e minha madrasta também conversaram e combinaram que não haveria disputa alguma entre elas, nem com relação a mim e muito menos com relação ao meu pai. Na verdade, as duas se deram muito bem e eu pude sentir que dali viria uma amizade. Minha mãe era grata à minha madrasta por ter cuidado de mim e disse que teria uma dívida inestimável com ela.

Naquela tarde, o inesperado também aconteceu. Reggie se pôs na frente de todos e se declarou para Carol, que mais parecia um pimentão de tão envergonhada. Ele disse que estava apaixonado e a pediu em namoro, e para a surpresa de zero pessoas, Carol aceitou na maior animação.

Minha mãe disse que o grande sonho dela era me levar para viajar ao seu lado. Viajar o mundo cara! Era inacreditável que algo assim estava acontecendo comigo.

Eu ficaria triste por estar longe do Luke? Sim! Por estar longe da Carol? Sim! Por estar longe do Reggie? Não! Mas essa era uma oportunidade única, e todos eles me apoiaram e era a oportunidade perfeita de me aproximar mais de minha mãe.

Infelizmente essa viagem aconteceria no mesmo dia da apresentação fina do curso de dança, o que significaria que não daria para eu estar presente. Mas eu estaria acompanhando tudo pela transmissão ao vivo do instragram do estúdio.

Luke Pov

Sábado (dia da apresentação)

Hoje minha encrenca foi viajar. Eu me despedi dela ontem a noite, porque ela sairia muito cedo e não daria tempo.

Eu estou com o coração na mão por ela estar indo para tão longe, na verdade, ela deve ter levado meu coração junto.

Eu a apoiei. Ela precisava disso. Vai fazer bem a ela nessa nova fase e vai proporciona-la momentos bons com sua mãe. Eu espero que ela se divirta e que volte logo pra mim.

No momento eu tô no meu carro indo para o teatro da cidade para assistir a apresentação da Carol. Eu iria no carro com ela e Reggie, mas desde que ele começaram a namorar que não se desgrudam. Eu seria quase uma lamparina junto com eles no carro.

Estou quase chegando no teatro e o meu celular não para de tocar. Infelizmente não posso atender porque estou dirigindo.

Assim que cheguei no teatro, parei o carro na primeira vaga que encontrei e peguei o meu celular.

Ligação On

Júlio: Alô? Luke? É o Júlio, da aliança!

Luke: Ah... Fala ae! Desculpa a demora a atender, é que estava dirigindo.

Júlio: Tudo bem! Eu tô ligando só para avisar que as alianças já estão prontas.

Luke: Ah... Um pouco tarde.

Júlio: Desculpe, o que disse?

Luke: Não, nada. Quando posso pegar com você?

Júlio: Amanhã mesmo, se puder. Desculpe se está muito barulhento... É que estou no teatro da cidade. Vim ver minha filha.

Luke: Ah nossa, que coincidência. Eu tô em frente ao teatro. Vim ver minha prima.

Júlio: Ah, então você pode pegar comigo agora mesmo. Eu deixei as alianças no carro. Estou saindo, me espere ai na frente.

Luke: Ah, mas nao...

Ele desligou.

Ligação Off

Droga! O que vou fazer com as alianças agora? Eu não pretendia pegar agora. Vou ter que ficar carregando um par de alianças que só me lembram minha encrenca no teatro.

Sai do carro e parei na frente do mesmo, esperando Júlio aparecer. O mesmo apareceu depois de uns minutos e veio até mim.

- Fala Luke! Eu vou ali no carro pegar, só um instante. - ele aperta minha mão e vai andando em direção a um carro branco sem nem dar tempo de eu dizer que não precisava.

Júlio foi até seu carro e logo voltou com uma caixinha vermelha em mãos.

- Não precis... - ele me interrompe.

- Estão as duas ai. Se tiver algo errado, é só me falar. Agora eu vou entrar porque minha filha vai ser a primeira. - ele sorri e entra apressado.

Revirei os olhos e abri a caixinha, vendo as duas alianças ali dentro. A da Julie era tão pequena comparada a minha. Acabei dando um sorriso as olhando e lembrei que a Julie deveria estar feliz agora, e isso me conforta.

Entrei no teatro depois de guardar a caixinha no meu bolso e procurei pelo Reggie para me sentar junto com ele. Eu deixaria a caixinha no carro, mas não quis me separar dela.

Assim que encontrei o Reggie, que estava sentado em uma das primeira fileiras, notei um enorme sorriso em seu rosto.

- Feliz? - me sento ao seu lado e ele olha pra mim.

- Talvez! - ele sorri novamente e olha para o palco, que ainda estava fechado com uma cortina vermelha.

As apresentações começaram. Primeiro vieram umas crianças, umas menininhas na verdade, que dançavam ballet. Logo depois umas mais velhas que também se apresentaram, e depois começaram o hip-hop, que era o que a Carol dançaria.

Era a última apresentação da noite e os dançarinos já estavam no palco, porém tudo estava apagado.

Quando a música começou a tocar, uma luz iluminou o Josh, que começou a dançar sozinho, logo depois iluminou uma menina, que fez o mesmo, logo depois iluminou a Carol, que fez o Reggie sorri ainda mais, e assim foi seguindo, iluminando um de cada vez e todos dançavam. Até que a luz iluminou a última pessoa, a pessoa que me fez arregalar os olhos e que fez meu coração acelerar.

Era ela. Era a Julie. Ela estava lá, dançando perfeitamente e sorrindo para mim.

Eu não estava acreditando. Ela estava ali! Ela não havia ido. Ela não tinha viajado.

Julie sorria para mim enquanto dançava e eu senti Reggie por a mão no meu ombro e logo depois sorrir para mim, era óbvio que ele sabia.

Eu senti vontade de correr até ela e lhe abraçar, mas me conti, estragaria a apresentação.

Julie Pov

Não, eu não viajei. E não, eu não viajaria sem eles.

Até do Reggie eu acho que sentiria um pouco de falta.

Eu acabei fingindo ter ido para fazer uma surpresa ao Luke. Tenho algo importante para falar.

Eu tive vontade de correr até o Luke e apertar as bochechas dele quando ele me olhou de olhos arregalados, foi a coisa mais fofa.

Nós nos apresentamos e graças a Deus deu tudo certo.

Saímos do palco com todos comemorando e a Carol pulou em meus braços.

- Ai, a gente arrasou. - ela grita animada.

- Sim ou com certeza? - sorrio convencida e ela ri.

- Opa, olha pra trás. - Carol sorri maroto e eu me viro para trás, encontrando o Luke parado olhando para mim.

- Oi! - sorrio parada e ele solta uma risada.

- Eu deveria ficar bravo com você depois do que você fez. - ele cruza os braços e me encara sorrindo. - Vem cá! - ele puxou meu braço, me fazendo abraça-lo.

Eu não seria capaz de me afastar desse abraço.

- Eu tenho algo importante para dizer. - olha para eles e Reggie aparece abraçando a Carol. - Reggie? - ele me encara. - Eu não quero mais brigar com você. O que aconteceu, aconteceu e eu quero ter paz a partir de agora. - Reggie me olha surpreso.

- Você... Tá falando sério?

- Estou. Eu quero esquecer tudo o que aconteceu e recomeçar. - sorrio.

- Então você me desculpa por tudo que te causei no passado?

- Sim. - estendo minha mão para ele aperta. Reggie segurou minha mão e me puxou para um abraço, algo que me surpreendeu totalmente.

Acho que aquele foi o primeiro abraço entre mim e Reggie depois de muitos anos. Fiquei feliz por ter acontecido.

- Tá, não quer dizer que eu vá te suportar totalmente. - ele ri. - Mas... Vou tentar não te xingar o tempo todo.

- Já é melhor do que nada. - ele sorri.

- Eu tenho outra coisa para dizer. Na verdade é um convite. - olho para eles. - Minha mãe quer saber se vocês querem ir viajar comigo e com o Reggie.

- Sério? - Carol me olha de boca aberta.

- Sim. Você é a namorada do meu irmão, e você meu namorado. - sorrio para Luke. - Diz que sim, vai. - encaro os dois.

- É claro que sim! - Carol pula de animação e abraça o Reggie.

- E você amor? - me aproximo do Luke fazendo bico e ele ri,

- Como dizer não para essa carinha? - ele fala me fazendo sorrir e eu pulo em seus braços sorrindo.

Viajar com eles vai ser a melhor coisa da vida. Eu não vejo a hora.

- Eu te amo! Obrigada por tudo. - sorrio pra ele.

- Eu te amo! Obrigado por tudo. - ele sorri pra mim e coloca uma aliança em meu dedo, me fazendo sorri mais e pular em seus braços novamente.

The End!



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