História The Contract - Capítulo 25


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Categorias Marc Bartra, Marco Reus
Personagens Personagens Originais
Tags Bartra, Borussia, Bvb, Dortmund, Marc
Visualizações 362
Palavras 2.607
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi nenês, tudo bem? Vou aproveitar para postar enquanto não tô nervosa pro jogo ainda, hehe.

Desculpa os erros e boa leitura! ❤

Capítulo 25 - Marry me... Again?


Fanfic / Fanfiction The Contract - Capítulo 25 - Marry me... Again?

Um mês depois...

— Eu não acredito que vocês vão me abandonar — Federico disse, enquanto abraçava eu e Bea ao mesmo tempo.

Era realmente inacreditável a forma como eu me apaguei tão rápido em Federico. Foram dois longos meses ao lado desse garoto que de início me parecia bem atirado e folgado mas que logo tornou-se especial e um amigo incrível. O italiano era mesmo alguém que eu queria levar para a vida, e eu sabia que com Bea não era diferente.

— Já disse que vamos voltar logo, Federico — Eu disse, soltando uma leve risada.

— É! E queremos você em Dortmund — Bea disse.

— Isso, no noivado da Bea com o Durm — Eu disse, então nós rimos enquanto Bea revirava os olhos.

— Que noivado? Nós saímos duas vezes antes de vir para Milão. Aliás, ele nem deve se lembrar mais de mim — Beatrice disse, cruzando os braços.

— Ah é claro! As mensagens que ele envia pra você todos os dias devem ser apenas engano — Federico disse, então nós rimos.

— Vocês são insuportáveis — Bea riu leve — É sério, Federico. Eu quero você em Dortmund. Harry e Louis vão amar você.

— Prometo que estarei lá assim que possível, Bea — Federico disse, agora finalmente soltando-se de nós duas.

— Bem, precisamos ir. Até logo, Rossetti — Eu fiquei na ponta dos pés para beijar sua bochecha.

Nos despedimos por uma última vez, então eu e Beatrice seguimos para a sala de embarque e em questão de poucos minutos, já estávamos dentro do avião à caminho de Dortmund.

— Pronta para voltar pra Dortmund? — Eu perguntei ajeitando-me naquela poltrona.

— Eu não sei — Bea sorriu leve — Durm disse que vai me buscar no aeroporto.

— Awn — Eu disse longo, fazendo-a revirar os olhos — Beatrice, ele...

— Não diz que ele gosta de mim — Ela fechou os olhos apertado.

— Por que não? Você já sabe que isso é verdade — Eu disse.

— Por que, Mia... — Ela suspirou e se virou para mim — Eu não estou acostumada com isso. Eu sempre me escondi atrás do meu irmão pra não precisar se envolver com ninguém. Isso tudo é novo pra mim.

— Mas você gosta dele? — Eu perguntei.

— Eu acho que é muito cedo pra dizer. Mas eu sinto sim algo por ele. Eu me sinto nervosa, como estou agora só de pensar que vou vê-lo em algumas horas — Ela murmurou.

— Bea, Erik é a pessoa mais calma, doce e compreensiva que eu conheço. Se ele quiser algo com você, não vai te decepcionar. Não de propósito. Você não precisa se esconder atrás do seu irmão dessa vez. Apenas permita-se — Eu disse, vendo ela sorrir leve, então apenas assentiu.

Por hora sabia que ela não falaria mais nada sobre, Bea nunca foi de expor seus sentimentos, mas sabia que se acontecesse algo entre ela e Erik, ela me contaria.

Durante nossa viagem, Bea insistiu que eu ficasse acordada com ela assistindo Supergirl. E como eu não estava com nem um pouco de sono, e a série parecia super legal, nós passamos as longas cinco horas assistindo a série da Netflix.

Rapidamente, chegamos logo em Dortmund. O clima estava um pouco mais agradável do que em Milão, mas ainda assim estava frio, com a noite na Alemanha. Eu sorri ao sair do avião, por que mesmo amando os dois meses de estudos em Milão, eu estava morta de saudades da minha cidade natal. Aonde eu nasci e vivi. Não importa para onde eu vá, Dortmund sempre será a minha casa.

— Lar, doce lar — Bea disse suspirando e sorrindo — Eu senti falta daqui.

— Eu também! Você nem imagina — Eu disse e sorri também — Vamos logo.

— Me espera, Amélia. Bartra não vai fugir — Bea disse vindo atrás de mim, então eu ri.

— Eu sei que não — Dei os ombros — E você só está assim por que está nervosa para ver o Durm.

— Quem disse?! — Ela deu os ombros — Vamos pegar nossas malas.

Mesmo que eu tenha ido com apenas duas malas para Milão, eu sabia que em dois meses visitando a cidade eu não iria conseguir voltar sem trazer nada. E eu acabei comprando coisas demais, o que resultou em outra mala. O mesmo aconteceu com Beatrice.

Em minutos, eu arrastava o carrinho com as minhas malas para fora da sala de desembarque, suspirando o ar alemão por uma incontável vez. Eu queria logo a minha cama, a minha casa. Assim que olhei para frente, vi Marc parado sorrindo e logo ao lado dele, estava Durm. Eu sorri empurrando o carrinho mais rápido e logo chegando perto dele.

Eu, imediatamente soltei o carrinho, correndo para os braços do moreno que sorria. Marc segurou em minha cintura, tirando-me do chão e me abraçando ainda mais forte, enquanto distribuía beijos pela minha bochecha, me obrigando a rir.

— Que saudades eu senti de você, cariño — Ele disse, agora me soltando — Como você está?

— Cansada. Eu quero minha casa — Eu disse, vendo ele sorrir — Senti sua falta.

— Nós vamos agora para casa, meu amor — Ele disse e beijou minha testa — Como foi a viagem?

— Ótima. E você, está bem? Melhorou o braço, amor? Fez a fisioterapia? Quero ver o seu jogo de volta contra o Bayern. Já comprou meu ingresso? — Eu perguntei tudo de uma vez, vendo ele rir leve.

— Amor, meu braço está ótimo. Ainda não comecei a fisio por que ainda está enfaixado. Eu vou jogar contra o Bayern com a faixa mesmo e o seu ingresso já está lá em casa — Ele respondeu tudo, selando seus lábios nos meus várias vezes — Está tudo certo, só vamos descansar, tudo bem?

— Me parece ótimo — Eu descansei meu rosto sobre seu peito.

Nessa posição, consegui ver perfeitamente Bea e Erik conversando. Ambos com sorrisos tímidos, mas claramente felizes por estarem um ao lado do outro.

— Ele não parou de falar dela durante os dois meses — Marc disse baixinho para que apenas eu ouvisse.

— Bea disse pouco, mas claramente se importa — Eu sorri, me afastando um pouco — Nós podemos ir pra casa, amor?

— Agora mesmo — Ele respondeu me dando um selinho — Ei, pombinhos. Vou levar minha menina pra casa, divirtam-se.

— Tchau, Mia. Bom descanso — Erik aproximou-se para beijar a minha bochecha.

— Obrigada, Erik — Eu sorri o abraçando — Até logo, Bea.

— Até, amiga — Ela me abraçou brevemente.

Marc despediu-se dos dois e então seguimos para o seu carro, já que o meu que estava no estacionamento, ele já havia levado para casa. Depois de colocar as malas no porta-malas, o moreno deu a volta e entrou no carro.

— Como foi seu último mês em Milão? — Ele perguntou assim que ligou o carro.

— Marc, você sabe cada passo que dei. Nós nos falamos todos os dias — Eu ri leve, vendo o espanhol dar os ombros.

— Esteve muito com o Federico? — Ele perguntou, falando a parte do Federico de forma engraçada.

— Sim, todos os dias, quase durante ele todo — Eu disse, vendo ele revirar os olhos — Marc, ele tem namorada. E sabe que somos casados.

— Eu sei. Eu só não consigo controlar — Ele disse sorrindo divertido.

— Ok — Eu ri leve.

Durante o resto do caminho, Marc dizia algumas coisas sobre o dia no CT, e em minutos, finalmente chegamos em casa. Quando eu iria sair do carro, Marc segurou em meu braço para impedir.

— Amor, você pode esperar aqui um pouco? — Ele perguntou.

— Ok — Eu disse após alguns segundos, estranhando aquilo.

— Eu não demoro — Ele disse, me dando um selinho.

Eu concordei com a cabeça e continuei no mesmo lugar que estava. Marc saiu do carro e entrou em casa rapidamente. Meus dedos batucavam na minha calça jeans de forma ansiosa e nervosa, querendo saber o que Bartra estava aprontando. Passando não muitos segundos – que para mim pareceram minutos –, ele voltou, abrindo a porta ao meu lado e pegando em minha mão para me ajudar.

Marc sorria e parecia se sentir ansioso, respirando fundo antes de me estender uma pequena venda preta.

— Pode usar isso? — Perguntou.

— O que está aprontando, Bartra? — Eu perguntei mesmo sabendo que não teria resposta, vendo o moreno só dar de ombros.

— É uma surpresa — Ele disse.

— Ok — Concordei com uma risada, virando-me para que ele amarrasse a venda — Cuidado com o meu cabelo.

— Pode deixar — Ele disse.

Marc passou o pano preto pelos meus olhos, tampando os mesmos e me fazendo ver tudo escuro. Depois de sentir o nó apertar atrás da minha cabeça duas vezes, mas sem machucar, tudo ficou ainda mais escuro.

— Está vendo algo? — Ele perguntou.

— Nada, Marc — Eu disse, sentindo-o virar o meu corpo.

— Certeza? — Ele perguntou de novo.

— Absoluta — Respondi rindo leve.

— Certo — Ele suspirou — Eu vou te ajudar a chegar aonde quero e quando eu disser, você pode tirar a venda, tudo bem?

Eu assenti simples. Marc passou um de seus braços em torno dos meus ombros e pegou em minha outra mão para me guiar pra onde quer que fosse. Marc respirava um tanto pesado ao meu lado, enquanto andávamos cada vez mais. Não que fosse muito longe, mas a minha curiosidade me matava por dentro.

— Estamos chegando — Marc disse baixinho.

— Estamos em casa? — Perguntei.

— Do lado de fora, na verdade — Ele respondeu e riu leve.

— Ok — Concordei.

— As escadas, cariño — Ele disse.

Marc ajudou-me a descer os degraus que dava para a parte de trás da casa. Depois de mais poucos passos, nós paramos.

— Chegamos. Quando eu disser, você tira, ok? — Perguntou e eu o senti se afastar.

— Ok — Concordei mais uma vez.

Ouvi seus passos pelas gramas do jardim, ouvindo outro de seus suspiros nervosos, me fazendo suspirar também, enquanto por algum motivo, meu coração batia acelerado.

— Certo, pode tirar a venda, cariño — Ele disse.

Eu levei minhas mãos aos olhos, puxando a venda para baixo ainda de olhos fechados. Segundos depois os abri, encontrando primeiro os verdes dos olhos de Marc. Ao perceber uma pequena claridade ao nosso redor, eu desviei minha atenção para os lados, sorrindo em seguida.

A pequena árvore na qual estávamos perto, estava coberta por pisca-piscas de cor branca, com algumas flores rosas a enfeitando. No tronco da árvore se encontrava os mesmos pisca-piscas com as mesmas flores. Logo ao lado, estava a piscina. Ao redor dela tinha algumas velas aromáticas acesas, e dentro de pequenas bóias, dentro da piscina, haviam mais delas. O limpo tempo da noite de Dortmund colaborava com tudo, deixando ainda mais lindo. Apenas a iluminação dos pisca-piscas e as velas acendiam aquele local, mas estava tudo incrível.

— Uau, é lindo, Marc — Eu disse, voltando a minha atenção para o espanhol.

— Eu fiz tudo pensando apenas em você — Ele se aproximou, pegando minhas mãos — Os caras me ajudaram.

— Fizeram um incrível trabalho — Eu sorri, vendo-o sorrir também.

Marc soltou uma de minhas mãos, levando a sua até o meu rosto, afastando dali alguns fios de cabelo que voavam, deixando-os atrás da minha orelha.

— Sabe, eu pensei em milhões de formas de fazer tudo isso. Desde que voltei de Milão, feliz por você ainda estar comigo, isso é tudo o que eu venho pensando. Já fazia parte dos meus planos há alguns meses, na verdade. Tudo entre nós dois aconteceu de forma estranha, afinal nós nunca pensamos que um contrato nos traria até aqui, principalmente quando ele causou brigas e raivas entre nós dois. Se alguém me dissesse que eu iria sair do Barcelona, vir para o Borussia Dortmund, assinar um contrato de casamento com uma menina alemã e me apaixonaria por ela, eu certamente riria dessa pessoa até perder o fôlego. Mas aconteceu. Você arrumou a bagunça que estava a minha vida, me ensinou a amar de verdade e acreditou em mim quando todo mundo desistiu. Eu não sei o que você viu em mim, Amélia. Eu sempre errei com você, mas eu sou o cara mais feliz do mundo por ter o seu amor e ter uma garota como você ao meu lado. Fica difícil dizer cada detalhe que eu amo em você, por que acredite, são vários. Mas o que eu mais amo em você é a sua paciência comigo, mesmo sendo um idiota várias vezes, você nunca me abandonou. E quando isso quase aconteceu, eu senti o medo de perder alguém correr nas minhas veias pela primeira vez. Mia, eu nem se quer nunca fiz nada disso. Ir atrás de alguém até mesmo em outro país, deixar a minha vida que eu achava que me fazia bem de lado, quando na verdade só me deixava pior. Desde que você chegou, eu soube o que era ser feliz de verdade. Aconteceu tudo rápido. Você chegou aqui em casa e eu tentei me manter afastado, tentei odiar você. Mas quando menos notei, as outras garotas se tornaram fúteis e a dona dos meus pensamentos tinha cabelos castanhos e olhos cor de mel.

Marc fez uma pausa, limpando as lágrimas que desciam pela minha bochecha, então suspirou para continuar.

— Sabe aquele contrato que você assinou há nove meses atrás? Esqueça-o. Eu não preciso mais dele para ter uma vida dentro da linha, desde que você esteja ao meu lado. Você foi a melhor coisa que me aconteceu, Amélia Waller. E eu serei sempre grato por isso. Se me permitir, demonstrarei gratidão todos os dias de nossas vidas, seja com gestos, palavras ou momentos. Se me permitir, farei de você a mulher mais feliz do mundo. Formaremos juntos nossa família, na nossa casa. E eu vou aonde você for — Ele disse — Sem contratos, sem encenações, sem mentiras com ninguém. Apenas eu e você, no nosso mais lindo e puro amor. Na nossa história que ninguém precisa saber, mas todos precisam sentir. Essa nossa conexão, acima de tudo nossa amizade. Amélia Waller, se você me permitir, você será uma Bartra. E dessa vez, é de verdade.

Marc afastou-se um pouco para levar a mão ao bolso de sua calça jeans, aonde tirou uma pequena caixinha preta de veludo. Ajoelhou-se em minha frente e abriu a mesma, me permitindo ver uma aliança – que me parecia – de ouro branco com uma pequena pedrinha de diamante em cima.

— Mia, você quer se casar comigo? De novo. Em uma igreja, com nossa família e amigos presenciando. Aqui, na Espanha, no Hawaii. Hoje, amanhã, ano que vem. Quando e aonde você quiser. Eu casaria com você em qualquer lugar e em qualquer hora. Mas me permita te fazer uma Bartra — Ele disse me olhando profundamente.

Eu funguei, limpando as lágrimas do meu rosto e limpando minhas visitas completamente embasadas pelas lágrimas que derramei. O meu coração estava acelerado de uma maneira surpreendente, mas ele também estava inchado de amor e felicidade. Eu nunca pensei que sentiria que pudesse explodir de amor, como estou agora.

— Marc, é claro que eu aceito — Eu disse com a voz trêmula.

O moreno me mostrou o seu sorriso maravilhoso e então levantou-se, colocando em poucos segundos a aliança no meu dedo e puxando-me para um beijo logo em seguida. O beijo salgado e molhado pelas minhas lágrimas, mas que continha uma quantidade incontável de felicidade e amor de ambas as partes. Ao se deparar de mim, Marc beijou minha testa várias e várias vezes, sorrindo pra mim.

— Eu te amo, Mia — Ele disse.

— Eu também te amo — Foi tudo o que consegui dizer antes dele me beijar outra vez.


Notas Finais


AGORA É REAAAAAAAAL. Finalmente de novo ❤

Só nos restam cinco capítulos agora, galerious :( vou sentir falta de The Contract hxhdhxhd

Agora me contem uma coisa; querem atualização dupla amanhã de novo??? Como eu fiz segunda, um cap de manhã, e um de noite. Se quiserem, comentem aqui em baixo e amanhã cedinho tem capítulo novo, certo? ❤

Muito obrigada pelos últimos comentários e favoritos, vocês são incríveis ❤




Perfect com Paulo Dybala está chegando. Tem alguém aí que quer? hehehe ❤


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