História The Contract - Capítulo 27


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Categorias Marc Bartra, Marco Reus
Personagens Personagens Originais
Tags Bartra, Borussia, Bvb, Dortmund, Marc
Visualizações 151
Palavras 2.209
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI DE NOVO AMOOOOOORES

Eu tô vendo Santos :). Eu sou Flamenguista sim, mas não é culpa minha aquele Gabriel Barbosa ter me passado o carinho pelo Santos. Afz

Desculpa os erros e boa leitura! ❤

Capítulo 27 - Is not a baby, are the babies.


Dois meses depois...

Mais uma vez me remexi na cama, tentando achar uma boa posição para dormir, mas não achava. Provavelmente já era tarde. Marc já dormia ao meu lado, mas o meu sono não vinha. Talvez fosse a leve cólica que eu estava sentindo, que segundo a médica era completamente normal, já que minhas costelas estavam se movendo para o bebê começar a crescer. Mas a minha insônia também podia ser pelo desejo que me consumia.

Eu nunca acreditei muito em desejos de grávidas, pra mim todas sempre tentavam se aproveitar da situação para comer o que queriam. Mas realmente não é assim. Minha boca salivava só de pensar em um simples prato de pavê de maracujá com Nutella. E eu nunca fui a maior fã de Nutella. Na verdade a quantidade de avelã que tinha no chocolate me enjoava. Mas era tudo o que eu queria agora.

Me virei mais uma vez na cama, agora suspirando cansada. Eu queria dormir e simplesmente não conseguia.

— Mia... — Ouvi a voz baixinha e rouca do Marc.

No último mês, Marc havia sido campeão da Copa da Alemanha com o Dortmund. Ele estava mais do que feliz e satisfeito aqui e queria ficar por mais longas temporadas. A torcida do BVB também se identificava muito com ele. Todos estavam sempre o elogiando e ele vivia em sua melhor fase, o que me deixava realmente muito orgulhosa. Agora, na metade de junho, ele estava de férias, assim como eu.

— Cariño, está tudo bem? — Ele perguntou se virando para mim.

— Eu estou bem, amor. Volte a dormir — Eu disse sorrindo leve.

Por debaixo dos lençóis, Marc tateou a cama até achar minha mão, laçando os nossos dedos.

— Se tiver algum problema me conte. Eu posso ajudar você nisso — Ele disse.

— Eu estou com cólica — Murmurei baixinho — Não é nada forte, mas é incômoda e não me deixa dormir.

— A médica não recomendou remédios pra você? — Ele perguntou.

— É. Mas eu esqueci de comprar — Eu disse rindo leve.

— Ah, Mia... — Ele também sorriu — É só isso que incomoda?

— Uhum — Eu disse.

— Não. Você não me engana — Ele disse.

— Marc, eu não quero incomodar você. Está tarde, pode voltar a dormir — Eu sorri levemente.

— Mia — Ele se sentou na cama — Amor, você é a minha noiva e está esperando o nosso primeiro filho. Você não vai me incomodar nunca. Nem quando estivermos velhinhos e eu não aguentar fazer mais nada.

Eu acabei rindo alto, me sentando na cama também.

— Me fala o que está acontecendo — Ele disse pegando minhas mãos.

— Bem... Seu bebê está tendo o primeiro desejo — Eu disse, vendo um grande sorriso no rosto do espanhol.

— Ah é?! E o que o nosso bebê quer? — Ele perguntou.

— Torta de maracujá com Nutella — Eu disse fazendo uma pequena careta.

Marc riu leve, se aproximando de mim e deixando alguns selinhos em meus lábios.

— Você sabe que eu jamais recusaria ir buscar algo, seja qual for a hora, pra você, cariño — Ele disse — Fique aqui. Eu volto em minutos.

— Não é melhor deixar isso pra amanhã? — Eu perguntei.

— Você sabe que não aguentaria esperar, Mia — Ele disse rindo, arrumando sua calça de moletom.

— É perigoso, Bartra — Eu disse dobrando os joelhos.

— Não é — Ele disse ajoelhado na cama — Eu volto logo — Falou e me deu um outro selinho.

— Ok — Eu disse.

Vi Marc pegar um de seus casacos e sair do quarto, então eu voltei a deitar. A dor ainda estava presente, aumentando aos poucos. Mas eu sabia que aquilo era apenas o início do que viria nos próximos sete meses. Pensamentos iam e vinham, até eu ouvir o barulho do carro de Marc já voltando. Em poucos minutos, ele estava entrando no quarto mais uma vez.

— Eu achei uma única padaria aberta. Você deu sorte — Marc riu leve.

Eu sorri me sentando na cama, então ele sentou-se em minha frente. Marc estendeu a sacola branca pra mim, então eu peguei a mesma, cedenta por comer logo.

— Mia, espera — Ele riu leve — Eu também trouxe o seu remédio. Beba ele primeiro.

— Obrigada, amor — Eu murmurei, não acreditando na sorte que eu tinha por ter alguém como ele comigo.

Ele sorriu e se esticou para pegar a garrafinha de água encima do criado-mudo. Eu abri a caixinha de remédio, pegando um dos comprimidos e bebendo o remédio que aliviava a dor. Em seguida abri a sacola da padaria e começando a comer em alguns minutos.

— Você quer? — Perguntei oferecendo para o moreno que observava tudo com um sorriso divertido.

— Não, você pode comer — Ele disse rindo e voltando a se deitar do meu lado — Não come demais ou vai passar mal, viu.

— Eu duvido — Dei os ombros, ouvindo ele rir — Eu já sei por que está rindo. Se eu passar mal, você vai dizer "eu avisei" — Eu disse engrossando a voz no final.

— Eu não tinha pensado nisso até agora — Ele disse.

— Afz, Bartra. Que minha filha não seja como você — Eu disse.

— Nossa filha, Amélia, vai ser linda como você — Ele disse e beijou minha bochecha — Você está com cheiro de maracujá.

— É meio óbvio — Eu disse rindo.

— É. O único problema é que isso me deixa com uma vontade louca de experimentar — Ele disse.

— Mas eu ofereci pra você — Eu franzi o cenho.

— Não estou falando do seu pavê, Mia — Ele ergueu as sobrancelhas.

Eu sorri de lado, largando o pavê em cima do criado-mudo ao meu lado e me aproximei leve dele. Sem falar muita coisa, ele levou sua mão até minha nuca e selou seus lábios nos meus, em mais um de nossos beijos intensos e carinhosos.

— Bom como imaginei — Ele disse contra os meus lábios, me fazendo rir pelo nariz.

— Posso terminar o meu doce agora? — Perguntei.

— Claro que pode — Me deu outro selinho, então eu me levantei e continuei comendo.

Mais dois meses depois...

— Eu estou apreensiva — Eu disse, ouvindo Harry rir leve.

— Vai ficar tudo bem, Mia — Ele disse — O que tem de errado em descobrir o sexo do bebê?

— Provavelmente nada. Mas eu quero tanto uma menininha, Hazz — Eu fiz um pequeno bico.

— Com essa barriga enorme podem ser até duas meninas — Lou comentou, me fazendo arregalar os olhos.

— Concordo — Bea disse, mas sem tirar os olhos do celular.

— Gêmeos? Está louco, Louis? — Eu perguntei, vendo o de olhos azuis dar os ombros.

— Depois não diga que não avisei — Ele disse, deitando sua cabeça nos largos ombros de Harry.

— Ok — Bea suspirei largando o celular na mesa dos campus — Você precisa ir, Mia.

— Mas Marc ainda não chegou — Eu encolhi os ombros.

— Amélia, faltam vinte minutos para a sua consulta. Liga pro Bartra e pede para que ele vá para o hospital e encontre você lá — Louis disse.

— Não, Lou — Suspirei.

— Olha lá ele. Vai — Harry disse apontando.

Eu me levantei rápido acenando para os três, juntei os livros contra o meu peito e corri em direção ao carro, vendo Marc com os olhos arregalados.

— Não corra, mi amor. Pode ser perigoso — Marc disse enquanto eu entrava no carro.

— Fale menos e dirija mais, Bartra. Vai — Eu disse colocando os livros no banco de trás e ouvi ele rir.

— Por que tanta pressa? — Ele pergunta, voltando a ligar o carro.

— Por que faltam vinte minutos para eu descobrir o sexo do nosso bebê. Não está ansioso? — Eu perguntei.

— É claro que estou, cariño. Mas pelo visto alguém está mais, uh? — Ele ri leve, me fazendo rir junto e relaxar no banco.

— Ok, talvez eu esteja um pouco agitada — Eu disse.

— Eu diria bastante agitada. Então respire, essa agitação pode fazer mal pro bebê — Ele disse e eu suspirei.

— Certo — Eu disse suspirando outra vez.

Passamos o resto do caminho em silêncio, enquanto eu ainda me sentia ansiosa para saber logo o sexo do bebê. Chegamos no hospital dez minutos depois, eu peguei os papéis dos exames marcados dentro dos livros e saímos do carro. Marc laçou seus dedos nos meus e então seguimos para dentro.

— Boa tarde, eu tenho uma consulta com a doutora Emília Wendt — Eu disse colocando o papel sobre o balcão.

A recepcionista o pegou, conferiu algo no computador, carimbou e me devolveu.

— A doutora Wendt a chamará em oito minutos. Pode aguardar ali — Ela apontou.

— Obrigada — Eu disse pegando de volta o papel.

Caminhei até lá, sentando-me com Marc ao meu lado.

— Qual é sua aposta? — Ele perguntou.

— Aposta?

— É, amor. Menina ou menino? — Ele perguntou.

— Menina — Eu disse sorrindo — E você?

— O mesmo — Ele disse rindo — Ela vai ser bem grande, não é? Sua barriga não está grande demais para quatro meses e meio?

— Mais um! Lou me disse o mesmo. Ainda disse que eu estou grávida de gêmeos — Eu disse rindo.

— Sabe que o Tomlinson tem razão! Imagina, cariño. Dois bebês — Ele sorriu.

— Eu já estou desesperada e com medo com um, Marc. Quem dirá dois — Eu mordi levemente o lábio inferior.

— Já disse que vamos estar juntos nessa, Mia. Um bebê, gêmeos ou trigêmeos, daremos um jeito. O que não vai faltar é amor — Ele disse segurando em meu rosto.

— Eu sei. Você é incrível — Eu disse, vendo ele sorrir.

Marc segurou meu rosto e selou seus lábios nos meus brevemente por várias vezes.

— Você vai me deixar escolher o nome, não é, Mia? — Ele pergunta.

— Depende, se você escolher um nome bonitinho — Eu disse, vendo ele sorrir.

— É óbvio que vou — Ele disse — O nome da nossa filha vai ser...

— Amélia Waller — Eu ouvi a voz da doutora Wendt.

— Vamos — Eu me levantei pegando a mão de Bartra — Boa tarde, doutora.

— Boa tarde, Mia. Marc. Como vão? — Ela pergunta, fazendo com a mão um sinal para que nós a acompanhassemos.

— Ansiosa — Eu murmurei suspirando e ela riu.

— Entre e fiquem a vontade. Vocês já estão acostumados com a nossa sala — Ela riu.

Nós entramos na pequena sala toda branca e enquanto Marc sentou-se na cadeira ao lado, eu sentei na maca.

— Vamos ver como está esse bebê — A doutora disse colocando suas luvas de plástico.

Eu me deitei levemente, puxando minha blusa de mangas compridas até a altura dos meus seios, deixando a minha barriga grande demais para quatro meses de gestação de fora. Doutora Wendt se aproximou e passou aquele gel gelado na minha barriga, passando a maquininha em seguida e logo tendo o borrão – nem tão borrão mais – na tela ao lado.

— Aparentemente o bebê estar super bem. Com o peso e tamanho ideal, saudável e... — Ela disse e franziu o cenho — Oops.

— O que houve? Tem algo de errado com o bebê? — Marc perguntou.

— Não. Só tem um detalhe — A doutora riu leve — Não é o bebê. São os bebês.

— O que? — Eu e Marc perguntamos juntos, enquanto eu tinha meus olhos arregalados.

— Está vendo? — Ela apontou — Esse é o órgão sexual dele, indicando que um dos bebês é um menino. O outro está mais escondido atrás do irmão, mas as perninhas estão abertas e da para ver que é uma menina.

— Então, Mia está grávida de gêmeos? — Marc perguntou sorrindo.

— Sim, vocês terão um casalzinho. Parabéns — A doutora sorriu.

Eu soltei uma leve risada, ainda não acreditando nisso. O meu coração parecia inchar mais de amor e ansiedade, mas também havia medo e receio sobre o que aconteceria e como seria. Eu não podia deixar de estar feliz. Muito feliz. Principalmente ao ver o largo sorriso de Marc ao meu lado, apertando minha mão ainda mais forte.

— Bem, a única coisa que recomendo é que tenha mais cuidado na alimentação, na hora de fazer qualquer esforço, agora que sabemos que são dois bebês, todo cuidado é pouco. Procure repousar bastante, as dores podem ser mais constantes com o peso de dois, ok? — Emília disse, então eu assenti.

— Ok — Eu murmurei.

— Bom, marcarei uma consulta para daqui a um mês, tudo bem? — Ela perguntou estendendo papéis para que eu limpasse minha barriga, então eu apenas assenti.

Marc pegou os papéis da minha mão e passou delicadamente pela minha barriga, enquanto Emília escrevia algumas coisas em outros papéis. Em mais alguns minutos, nós saímos dali e entramos no carro de Marc mais uma vez.

— Não vai dizer nada? — Ele perguntou, me olhando cautelosamente.

Eu suspirei, o olhando e então eu sorri.

— Eu estou feliz, Marc. Disso você pode ter certeza. Eu só fui pega de surpresa, você me entende? — Eu perguntei.

— É claro que entendo — Ele disse — Eu estou com você, ok?

— Eu sei. Obrigada — Eu disse sorrindo leve — Podemos ir na casa da minha mãe? Quero contar pra ela.

— É claro. Vamos pra lá — Ele me deu um selinho antes de ligar o carro e voltar a dirigir.


Notas Finais


Aaaaaaaa NÃO VAMOS TER UM BARTRA. TEREMOS DOIS XHSHHXHDHD ❤

Amanhã tem atualização dupla de novo, quem queeeeer? ❤ Muuuuuito obrigada pelos comentários de hoje, espero que vocês comentem aqui também, pode ser? Não esqueçam.

E até amanhã ( ? ) ❤


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