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História The cop and the chef - Capítulo 1


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Notas do Autor


Sinopse lixo, pra variar... bom, nao seja por isso, leia, é melhor doq parece!

Capítulo 1 - Capítulo 1


 Matsuoka Rin. Ruivo, dono de olhos tão vermelhos quanto cerejas e pele branca, porém não pálida. Uma beleza rara aquele policial tinha, certamente. Naquela manhã, seu despertador soou às 6 horas, como programado. Ele vestiu seu uniforme e foi ter seu desjejum à caminho do trabalho. Tudo estava completamente normal, nada de incomum, até aquilo.

   Estava em sua viatura, esperando um chamado, quando ouviu alguns gritos perto dali. Seguindo o barulho, chegou a um restaurante, onde havia uma quantidade razoável de pessoas aglomeradas. Poderia ser um assalto, uma pessoa ferida ou feita de refém, Rin tinha noção do perigo. Sacou sua pistola e desceu do carro.

   Adentrando a multidão, pôde ver o que se passava. A cena visível era a de um homem de gorro apontando sua arma para um outro homem, que vestia uniforme de cozinheiro. O assaltante ainda não havia notado a presença do policial no  recinto, e gritou:

   --- Agora, todos vocês devem me entregar todo o dinheiro que têm, ou o rapazinho aqui morre!

   --- Parado! Coloque a arma no  chão e as mãos aonde eu possa ver! --- esbravejou o ruivo, surgindo da multidão. O bandido obedeceu às ordens do oficial de polícia ali presente, porém, antes de levantar os braços, desferiu um chute no  estômago do chef ajoelhado no chão.

   Apressadamente, o Matsuoka algemou o bandido e o colocou no porta-malas da viatura. Feito isso, correu para dentro do estabelecimento, onde a vítima continuava ajoelhada, agonizando. Rin o segurou em seus braços e pôs-se a admirar a face do rapaz. Era belo, possuía cabelos tão negros quanto as penas de um corvo, olhos azuis que, outrora calmos como a água, agora se encontravam turbulentos e cheios de espanto. Sua pele era pálida como a neve, e seus lábios estavam entreabertos, tentando puxar mais ar para os pulmões. O coração do ruivo disparou, sua boca ficou seca de repente, a presença do jovem era a causa de seu nervosismo. Preocupado, o ruivo perguntou:

   --- Tá tudo bem com você?

   O jovem fez que sim com a cabeça, dizendo:

   --- Como posso agradecê-lo? Salvou a minha vida.

   --- Bom, que tal nos encontrarmos na hora do almoço para conversarmos? --- sugeriu Rin.

   --- Certo, esteja aqui à uma da tarde. --- concordou o moreno, sendo levantado pelo maior.

   --- Até lá, então. Ja nee --- o Matsuoka se despediu, piscando para o menor. Se dirigiu até a delegacia mais próxima, entregou o criminoso para o delegado, e foi fazer ronda pela cidade, só por segurança. Apesar do Japão ser um país tranquilo, qualquer coisa pode acontecer.

   Nada encontrou durante sua ronda. Ao olhar seu relógio, viu que já eram 12:50, entã rumou para o restaurante em que o assalto aconteceu. Haviam duas mesas postas do lado de fora do local, que se encontrava vazio. O moreno o esperava perto de uma delas.

   --- Yoo --- ele disse, sorrindo para o moreno e se sentando.

   --- Aceita algo pra comer? --- o cozinheiro perguntou, logo obtendo a resposta do maior.

   --- Sim, por favor. Eu gostaria de um risoto de camarão.

   O chef foi buscar o pedido, enquanto o policial devaneava.

   "Aquele garoto é tão misterioso, tão bonito. Gostaria de saber seu nome, sua idade, se é solteiro, se gostou de mim, se... Epa! Por que eu estou assim? Ele é só um cara que eu salvei de um bandido, não é como se eu o quisesse na minha cama, apesar de não ser uma má ideia, nee?" Rin parou com os pensamentos quando viu o outro chegando com sua comida.

   --- Aqui está --- disse, colocando o prato em frente ao ruivo e se sentando.

   --- Então, qual é seu nome, olhos azuis? --- Rin perguntou sugestivamente.

   --- Meu nome é Nanase Haruka, mas pode me chamar de Haru. E o seu, olhos seduzentes? --- disse o moreno, estendendo a mão para o outro.

   --- Matsuoka Rin, é um prazer conhecê-la, princesa --- dito isso, Rin pegou a mão de Haruka e a beijou.

   --- Então, Rin, você é mesmo um policial?

   --- Certamente, mas e você? É dono desse local ou algo do tipo?

   --- Comprei-o recentemente, assim que terminei a faculdade de culinária.

   --- Ora, ora, temos um jovenzinho aqui! Qual é  a sua idade, mileide?

   --- 24 anos, dr. Se-Acha-Idoso-Em-Relação-A-Mim.

   --- Ei, não me chame assim! Eu tenho só 27, tá legal? Não aja como se eu fosse tão mais velho que você.

   --- Mas eu não estava! ---Haru exclamou, fazendo um biquinho fofo.

   --- Awnn, que biquinho fofo, posso morder? --- o ruivo brincou.

   --- P-pode --- permitiu o Nanase, corando levemente. Eles, então, foram aproximando suas faces até as respirações se misturarem. Logo, os dentes de Rin estavam no lábio inferior do mais novo, mordendo carinhosamente e sugando. Então, as duas bocas se encontraram timidamente, passando a se mover em sincronia, a língua do maior invadiu aquela cavidade e explorou todos os cantos possíveis, até o oxigênio se fazer preciso e o ósculo ter de ser partido. Ao perceber o que tinha feito, o Matsuoka corou violentamente, murmurando um pedido de desculpas e procurando concentrar-se na comida.

   --- Bom, arigato pela refeição. --- disse Rin, pagando pela comida --- Aliás, você cozinha muito bem, c-h-e-f.

   --- A-arigato, hn. --- agradeceu o menor, sentindo seu rosto esquentar.

   --- Vou te ver de novo?

   --- Claro, vou te passar meu número.

   Telefones trocados, Rin se despediu de Haru com um beijo na bochecha e entrou na sua viatura.

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  Ele estava se afogando. Haru estava se afogando. Rin precisava salvá-lo, não queria perdê-lo de jeito nenhum, gostava dele. O ruivo se joga na água para resgatá-lo, porém seus braços e pernas pareciam feitos de chumbo e ele não conseguia nadar, Haru estava perdendo os sentidos e ele não conseguia se mover.

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  --- Haru! --- acordou todo suado, com um aperto no coração. "E se ele não está mais vivo? E se aconteceu algo com ele? Eu preciso vê-lo, preciso saber como ele está!" pensava, com muito medo de ter perdido SEU Haru. Havia algumas semanas que eles saíam juntos e trocavam mensagens e telefonemas, porém apenas como amigos. Rin se sentia incomodado com isso, pois, ao mesmo tempo que sabia gostar do Nanase, reprimia os sentimentos por medo de não ser correspondido pelo mesmo.

   Naquela manhã, acordou antes que seu despertador tocasse por causa do sonho. Tomou uma ducha e se aprontou, logo correndo para o restaurante do menor. Queria vê-lo, falar com ele, falar de uma vez tudo o que sentia antes que fosse tarde.

   Chegando no destino, Rin desceu do carro e correu para onde Haruka estava, o abraçando. Todos os clientes do local assistiam a cena. Desesperado, o policial falou:

   --- Haru-chan, você tá bem?

   --- Claro que estou bem. Rin, que euforia é essa? Aconteceu alguma coisa?

   --- Eu tive um pesadelo onde você se afogava, e, quando eu tentei te salvar, não consegui me mexer e você morreu por minha culpa!

  --- Por que me perder seria tão desesperador pra você?

  --- Porque eu gosto de você, Haruka! Eu gosto do seu toque, do seu abraço, dos seus beijos, de tudo em você. Escondi isso por esse período de tempo porque não queria que você me rejeitasse, mas eu prefiro que saiba e me rejeite do que algo aconteça e você nunca tenha conhecimento dos meus sentimentos.

  --- Já te passou pela cabeça que você pode ser correspondido? Ou descartou essa ideia desde o princípio?

  Seus ouvidos não acreditavam no que ouviam. Poderia ele ser correspondido? Já havia pensado nisso antes? Nunca. Seu  rosto passou de cor da pele a vermelho-pimenta. Haru o correspondia? Era um sonho, era um sonho, era um sonho, só podia ser. Se aproximou da orelha do menor e sussurou:

   --- E você corresponde, Haruka?

   --- Correspondo até demais. --- respondeu no mesmo tom. Logo, estavam se beijando, e os clientes continuavam assistindo a cena, alguns enojados, outros indiferentes, e havia até algumas fujoshis tendo nosebleeds.

  --- Haru-chan, quer ser meu?

  --- Eu já sou, meu bem. Agora vá pro trabalho, antes que se atrase. Nos vemos mais tarde, ok?

  --- Ok então, já nee. --- se despediram com um beijo, e Rin se despediu de SEU Haru com um beijo. 


Notas Finais


Tomara q tenham gostado, comentem, nao deixem minha fanfic morrer, msm q ela seja mttt nonsense T_T até o próximo caítulo (?), ja nee o/


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