História The Cousin - Capítulo 31


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Palavras 2.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá crushzinhos meus <3

Enjoy e ah, antes que eu me esqueça:

AVISO IMPORTANTÍSSIMO:

LEIAM AS NOTAS FINAIS
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Capítulo 31 - Piora


Chris’ POV

 

                Havia levado Ryan comigo a algumas lojas para comprar meus equipamentos, como câmeras, walk-talkies, escutas e outras coisas que iria precisar. Inclusive comprei até uma van, que com certeza iríamos precisar uma hora ou outra, e graças a Ryan, consegui terminar de equipá-la antes da meia-noite.

                Estava instalando meus softwares quando vi Ryan dormindo em meu sofá, realmente não sabia o que pensar sobre aquilo, há menos de um dia nos odiávamos mortalmente e agora estamos aqui trabalhando juntos. Se tivessem me dito semana passada que em menos de uma semana eu iria deixar de lado toda a minha intriga com Ryan e voltaríamos a nos falar e trabalharíamos como amigos de novo, eu diria que essa pessoa estaria fortemente “brisada”, num nível crítico que fosse necessário uma internação, para que talvez ela recobrasse os sentidos.

                Ri daquele pensamento e voltei ao que fazia. Se não estiver enganado, olhei a hora e eram 01:30 da manhã, hoje é o tal encontro dele com a Cecília. Não esperava que ele fosse querer sair justamente com a C, uma “caipira”, como ele costumava chamar a Yasmin antes mesmo de conhece-la e virar melhor amigo dela. Ri mais ainda de como o mundo dá voltas.

― Do que tanto você ri? ― Ryan pergunta ainda com o braço sobre seus olhos.

― De você.

                Ele tira o braço de cima dos olhos e olha sério para mim, e eu rio mais.

― Não é engraçado rir de uma pessoa enquanto ela dorme. Aposto que você não deve ser nem uma bela adormecida enquanto dorme também. ― rio de sua expressão.

― Não estou rindo porque está dormindo! ― explico.

― Então por que?

― Oras, olhe em volta! ― e o retardado olhou em volta.

― Não vejo nenhuma diferença, desde que apaguei. ― Ryan diz e bato com a mão na testa.

― Você realmente não tem jeito, Ryan! ― balancei a cabeça em negação e fui explicar. ― Não é como se sempre fôssemos próximos. Na verdade, se Caitlin entrasse por aquela porta agora ela iria perguntar quem era eu e o que eu tinha feito com o irmão dela. ― ele riu.

― Realmente... ― ele disse e olhou pro teto.

― Estava lembrando do tempo que você e Justin “zoavam” a Yasmin e a Cecília. Chamavam elas de caipira e tudo mais, e olhe só quem é sua “crush” e sua melhor amiga! ― ele riu.

― Nunca tinha parado pra pensar. Na verdade tinha até esquecido que vocês se conhecem desde pequenos. ― assenti e escutei o lembrete de som que soava quando a instalação do software terminava, e me voltei para o computador. Escutei ele suspirar pesadamente e em seguida ele disse: ― Sabia que te admiro muito? ― no mesmo segundo parei o que fazia, em choque, fiquei um tempo olhando para o nada e me voltei para ele.

― Eu? ― apontei para meu próprio peito e ele assentiu. ― Logo eu que te ofendi tanto e te menosprezei por anos?

― Não conheço ninguém além de você que perdoaria uma traição.

                Não soube o que falar. Ele tinha me pego de surpresa.

― Obrigado por ter me perdoado, sinto como se um peso tivesse saído das minhas costas. ― Ryan confessa.

                Confesso que fiquei comovido, não sabia o que falar, não sabia que ele ainda se sentia mal em relação a isso.

― Que bom que pude ajudar de alguma forma. ― foi o que consegui dizer, ele assentiu e voltou a dormir.

                Voltei a olhar pro computador e fiquei pensando: “A mim? Ele admira a mim?” sorri. “Anne tinha sorte de ter alguém como Ryan pra cuidar dela, apesar de não ser um tio tão presente quanto ele gostaria, Ryan ama ela de um jeito inexplicável”. E então como se fosse automático, a preocupação se apoderou dos meus pensamentos.

                Eu sabia que não devia sair espalhando o pior, mas Anne estava me preocupando, pode ser que não seja nada, mas pode ser que tenha a ver com a insuficiência cardíaca dela. Ela ultimamente tem apresentado fraqueza e indisposição. E fato de ela ter ficado tonta em nosso passeio pelo andar anteontem de manhã, acho que não foi por causa do elevador. Algo estava acontecendo. Mas antes tinha que mandar fazer exames para saber se havia algo acontecendo realmente.

                Olhei no relógio e ia dar 02:00hrs da manhã. Decidi ir dormir, afinal tinha que ir pra faculdade e ir trabalhar amanhã.

 

***

 

Yasmin’s POV

 

                Vesti uma roupa normal, nada dark, apenas um suéter rosa clarinho com uma blusa branca por dentro, dando aquele ar apresentável de nerd, e uma calça jeans combinados com um sapato branco. Desci e peguei meu lanche e decidi esperar por Cecília.

                Ela não demorou muito. Vinha em minha direção radiante. Então me lembrei, hoje era o encontro dela com Ryan. Ela puxou a cadeira e sentou a minha frente.

― Muito bom dia, raio de sol! ― eu disse.

― Você já me deu bom dia.

― É que você tá tão radiante!

― É o meu brilho próprio, amor. Desculpa, tá te dando dor na vista? Sai, porque não vou parar de brilhar. ― rio de sua expressão, se fazendo de superior.

― Ah vá. Tá assim por causa do encontro com o Ryan? ― não resisti, e como num movimento involuntário ela arregalou os olhos e se engasgou com o sanduíche.

― QUÊ?

― Nem adianta vir com essa, Senhora Raio De Sol.

― Quem disse que tou assim por causa desse encontro que nem queria ir, que tou indo só por sua causa? ― ela disse na defensiva. ― Tou assim porque... Ah, porque... Sinto que você e o Justin vão se entender!

― Já disse que não terminei com o Chris! É só um tempo.

― Que vai acabar e o “namoro” de vocês também, não que eu queira seu mal, nem nada. Pelo contrário, quero que você seja muito feliz, beije muito, se agarre muito, e transe muito. ― arregalei os olhos. ― Com o Justin! ― não sabia se eu tentava acalmar minha garganta que estava engasgada com o suco, ou se engolia o pão que estava na minha mão pra eu morrer asfixiada logo, depois dessa vergonha.

                Ela apenas sorria e eu me recuperava abrindo minha bolsa e procurando um lugar para enfiar minha cara.

― Que é isso, amiga! Não precisa ficar com vergonha! Você acha que ele tá lento? Se for peço pra ele começar a investir no mercado das cantadas e ver os programas adequados para futuros casais. Nada de amaço ou mão boba ainda. Tem que ir devagar no começo pra dar certo, sacou? ― ainda não havia achado um lugar pra enfiar minha cara, então olhei pra ela e pensei: “ah se ela soubesse que a gente quase transou, umas duas vezes. Ainda bem que ela não sabe, ou a vergonha ia ser maior”.

― Já terminou? Porque já vou indo! ― saio dali antes que ela me golpeie com mais “conselhos” vergonhosos.

 

***

                Quando meu horário terminou fui até o quarto da Anne. Queria dar pelo menos uma “boa noite”, já que todas as vezes que tinha ido ao seu quarto ela estava dormindo. E pra minha sorte ela estava acordada desta vez.

                Adentrei o quarto e uma enfermeira pediátrica dava a medicação acompanhada do drink dela.

― Oi... ― disse ao entrar no quarto.

                Ela esboçou seu lindo sorriso quando me viu, mas sua feição era de cansaço. Não entendia muito bem porque ela estava assim, ontem mesmo ela parecia estar tão bem.

― Oi! ― ela responder, tentando demonstrar toda a sua alegria.

― Está tudo bem? ― perguntei quando a enfermeira saiu do quarto. ― Você parece cansada. Está comendo bem? ― ela assentiu e disse:

― Estou bem, titia. Só tou dodói, acho que tou com feble. ― me aproximei para checar, ela estava morna, nada muito preocupante.

― Só está morna. ― eu disse. ― Quer dar uma voltinha comigo? ― ela assentiu.

                Desci ela da cama e segurei sua mãozinha. Ela parecia estar mais magra, “Desde quando ela está assim?”, me perguntei. Estava achando aquilo estranho, “Por que Christian não me falou disso?”.

                Começamos a caminhar, segurava uma de suas mãos e em sua outra mão estava o pantera pimpão. Caminhamos até a vidraça e ela estava calada.

― Está tudo bem mesmo? ― perguntei e ela assentiu novamente. ― Está com dor?

― Só um pouquinho. ― ela disse e voltou a olhar pela vidraça.

― Tem visto o Rudy, aquele seu amiguinho?

― Não. ― ela diz. ― Ia ser legal ver ele de novo. ― ela sorri.

― Quer ir vê-lo? ― ela olhou pra mim como se perguntasse se podia mesmo, e eu sorri e logo em seguida disse: ― Vamos!

                Demos a volta e começamos a caminhar em direção ao elevador. Quando estávamos nos aproximando, eu não sei exatamente o que aconteceu, mas ela caiu, soltando-se do aperto da minha mão. Rapidamente me abaixei e a examinei preocupada.

― Está bem? ― passei a mão por seu joelho que tinha colidido com o chão, ela negou com a cabeça e deixou algumas lágrimas caírem, e eu a peguei no colo rapidamente.

                Caminhei até o quarto dela e a coloquei na cama, imediatamente saí na porta e chamei enfermeiros e o residente responsável por aquela ala, que pra minha sorte estava no quarto ao lado da Anne.

― O que aconteceu? ― a residente falou assim que chegou no quarto, eu indiquei com a cabeça a Anne que estava chorando na cama. ― Ela está bem? ― falou, e se aproximou da menina, olhando se havia algum ferimento externo.

― Bom, estávamos caminhando normalmente e ela simplesmente caiu. Ela está muito branca, parece estar anêmica! Ela está fraca, e todas as vezes que vim aqui ela estava dormindo! Ela não costuma dormir o dia todo! ― disse desesperada.

― Por que não me informou sobre o quadro dessa paciente, interno? ― ela gritou com o interno que a acompanhava.

― Me perdoe... ― ele falou baixo, se desculpando, e ela continuou a gritar com ele, falando do quão irresponsável ele havia sido. ― Quer se tornar cirurgião desse jeito? ― ela gritava. ― Nem pra notar que uma paciente não está bem, você serve? ― ele apenas ouvia de cabeça baixa, enquanto ela gritava. ― Faça um raio-x para saber se ela quebrou algo, ― ela pegou o prontuário de Anne. ― Faça novamente um eco e um hemograma completo! ― o rapaz rapidamente saiu da sala e a residente olhou para mim. ― Não se preocupe, assumirei daqui. Irei identificar o que pode ser.  Agora pode ir.

                Eu queria protestar, mas do que ia adiantar? Tudo que eu podia fazer era sair, mesmo que com o coração apertado. Estava cogitando a ideia de passar a noite aqui, e então senti meu celular vibrar.

― Alô? ― disse assim que atendi o celular.

― Você não virá pra cá? ― era Cecília. ― preciso de sua ajuda pra escolher a roupa pro encontro! Ande! Venha rápido ou irei me atrasar! ― então ela desligou, sem nem me deixar explicar que não podia ir.

                Então pensei, "Se caso eu não fosse era capaz de ela desistir e furar com Ryan", e de jeito nenhum eu podia deixar isso acontecer. Então decidi que iria auxiliá-la até ela sair, e quando ela fosse para o encontro eu iria voltar pra cá. E assim fiz.

 

***

 

― Ah, finalmente você chegou! ― ela disse quando me viu. ― Eu não sei o que usar!

― Uma roupa. ― disse simplista.

― Para de ser chata! Eu quero saber se devo me vestir casualmente, com um short jeans e T-shirt, talvez? ― a encarei séria. ― Elegante? Me ajuda!

― Deve ir elegante, mas não com algo formal. Sacou?

                Ela vasculhou o guarda-roupa e foi jogando várias peças em cima de mim, e eu já estava ficando sem paciência. Quando se tratava de roupa, ela realmente era dramática.

                Empurrei ela e busquei por algo que combinasse com a ocasião. Depois de muito procurar achei algo perfeito. Puxei com cuidado, tirando-o do fundo do guarda-roupas. Era um vestido midi, todo rendado com renda champagn branca, e o tecido principal sendo em preto. Era muito lindo, e fiquei me perguntando como nunca a vi usando aquilo.

― Este! ― disse me virando pra ela. Ela assentiu animada. ― Como não pensou nele como primeira opção? ― disse negando com a cabeça.

― Nem me lembrei dele. ― ela retrucou.

― Agora... ― bati o dedo indicador no queixo e procurei por um salto, e encontrei um aberto que se fechava no tornozelo. Dei a ela e peguei sua bolsinha de mão num tom creme rosado e disse: ― pronto, agora vá se vestir! ― ela se pôs a se arrumar.

                Peguei minha toalha e fui tomar banho, e quando saí do banheiro ela já estava arrumada. Apenas estava se maquiando. Me vesti e fiquei sentada na cama, a observando.

― Você está muito linda.

― Obrigada. ― ela disse com vergonha. Ela terminou de passar o batom e se levantou. ― O que acha? ― deu uma voltinha.

                Ela preferiu dar destaque aos olhos, uma sombra marrom com delineado gatinho, cílios postíços, iluminador e contorno, e quanto a boca ela apenas passou um batom cor de boca e gloss incolor.

― Eu pegava. ― disse e ela riu. Logo em seguida ouvi batidas na porta.

                Fui até a porta e a abri.

― Oi! ― disse meio surpresa. Olhei no relógio e eram 20:00hrs em ponto. ― Já está aqui?!

― Você disse para eu não me atrasar. ― Ryan disse com um sorriso de canto.

― Não achava que ia me dar ouvidos.

― Ah, meu Deus! Ela ainda não está pron... ― Ryan se interrompeu quando C apareceu atrás de mim.

                Ele parecia um bobinho olhando pra ela. Eu sorri com a cena. Era tão amável.

― Boa noite! ― ela disse.

― B-boa... ― ele disse, nervoso.

― Vamos? ― ela disse.

― Claro! ― ele disse e ergueu o braço para que ela entrelaçasse o braço ao dele.

                E assim ela o fez. Ambos saíram dali, e eu fechei a porta, saltitando. Meu casal shipper finalmente estão saindo.

                Mas então me lembrei da Anne, peguei a bolsa e a chave do carro e fui para o hospital novamente.


Notas Finais


Aos novos leitores, SEJAM MUITO BEM -VINDOS <3 <3 <3 E quanto aos leitores fantasminhas, apareçam crushs meus, preciso saber o que estão achando <3

Bom... Quanto ao capítulo...EU PRETENDIA TER POSTADO BEM ANTES, mas o capítulo que escrevi não estava se encaixando muito bem, então deixei pra ser o cap 33, quanto ao próximo, preciso saber se vocês querem que eu escreva sobre o encontro do Ryan com a Cecília ou se pulo logo pra Anne. Bom, se decidirem que querem que eu escreva sobre o encontro deles, sobre o ponto de vista de quem querem que eu escreva? Ryan ou Cecília?
PRECISO SABER, PARA QUE FIQUEM AO GOSTO DE VOCÊS <3

Me contem se tem algo que vocês queiram para o encontro deles (se quiserem que eu escreva sobre o encontro). Bom, na minha humilde opinião de escritora, acho que deve ter sobre o encontro deles, mesmo que ele já tenha tido uma simulação com a Yasmin, sabe, com a C é diferente, né? SÓ ACHO!
MAS ME CONTEM! I NEED TO KNOW <3!

AGRADECIDA DESDE JÁ!

Um beijão pra vocês meus amores, e até o próximo capítulo!


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