História The Credits of That Movie - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Cinema, Créditos De Filmes, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Sadfic, Suícidio, Taehyung, Vmin! Friends
Visualizações 34
Palavras 1.925
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oeeee pessoas mas q cara d pau é essa a minha ne? N att OAQ (O Agora Quarto 1033) mas vim com uma one bem sad do bts pra vcs

Sorry

Juro q att OAQ ainda esse mês 🙏🏻 perdoa eu pfv

Boa leitura~

Capítulo 1 - Capítulo Único - A Unforgettable Film












Jimin suspirou.















           Haviam visto um filme com uma história muito, muito tocante que o fizera se encharcar de lágrimas   e se lembrar de acontecimentos que tinha de esquecer e superar. Mas… Algo lhe chamou a atenção nos créditos que nunca mais ficara para ver por anos, até aquele dia.



     Apenas, sentia que devia ficar para assistir e seu namorado estranhou aquilo. Jimin sempre saia do cinema muito rápido quando os créditos do filme começavam. Mas resolveu ficar quieto e apenas observar para tentar descobrir o porquê, da mudança repentina de comportamento do menor.









Acredite. Ele descobriu.









           E como se nunca tivessem parado, as lágrimas de Jimin começaram a cair sem que o mesmo descobrisse assim que aquela voz soou no telão.



         - Olá pessoal, eu sou o roteirista desse filme que foi baseado em uma história real. Kim Taehyung. E desculpem se for chato mas… Agora vou contar a vocês a história que deu origem ao filme. A história de dois amigos de infância que por muito tempo, foram fiéis um ao outro até aquele dia.








             E então apareceu na tela um rosto jovem e bonito, com aquele mesmo sorriso quadrado que Jimin conhecia muito bem e sentia falta.







         - Bom, um desses dois amigos era eu aqui e o outro bem, era um baixinho bem enfezado! Mas, mesmo não tendo nada a ver um com o outro sabe aquela amizade de irmão? Que vocês se xingam mais do que o recomendado, brigam um com outro como crianças independente da idade e fazem as pazes na velocidade da luz?





Contam tudo um pro outro desde o primeiro crush, até como foi se masturbar com aquele ator gostoso de pornô ruim? Pois é né povo, eu tinha um amigo desses que tentou de tudo pra me manter vivo aqui com vocês, mas que no final foi a pessoa que mais apoiou meu suicídio dizendo que você só vai pro inferno caso se mate sem motivo e pra ele eu tinha os melhores motivos mesmo com a minha “vida perfeita’’.





Só que eu não podia ser cuzão e deixar nada pra ele né? Então como o amigo que sou vou deixar isso aqui pra ele, mas porque eu quero mesmo.















             A tela se apagou.
















Surgindo


                 uma


                        cena


                                que


                                         Jimin


                      conhecia

                

            muito


  bem.












           Dois garotos correndo com todo o ar de seus pulmões até uma casinha simples e tentando entrar afobadamente, mas no processo um dos meninos acaba cortando a mão em um arame mal fixado no portão.





                 -   Ai!



                - Jimin! Tá tudo bem?!










            Era ele ali.



                                    Ele e Taehyung.











 Sangrava muito. Taehyung arregalou os olhos surpresos com o tamanho do ferimento,— não sabia que o portão de sua Halmeoni poderia fazer aquilo — colocando a mão na frente da boca por um motivo que Jimin não entendeu muito bem, — mas que em breve entenderia melhor do que gostaria — e saiu correndo em busca da avó.






       - HALMEOOOOONI! O JIMINNIE SE CORTOU NO PORTÃO E TÁ SANGRANDO MUITO!





                - QUE?! JÁ TÔ INDO, MEU FILHO!








                      Uma senhora já de idade saiu apressadamente da casa com uma caixa de primeiros socorros, e foi correndo na direção do dois se agachando em frente   ao menino ferido, visando tratar do corte que pareceria ser profundo e pedindo ao neto que fosse buscar um copo d’água para acalmar um pequeno Jimin que  chorava muito por conta da dor.








             E parecia doloroso.









        Não mais do que a dor que Taehyung sentiu anos depois.









Ele se culpou. Mesmo não tendo culpa de nada do que aconteceu.




  








    Mas Jimin só soube disso mais tarde. Quando era tarde demais, devia saber que o coração de Taehyung bondoso como era se culparia pelo ferimento do amiguinho — no caso, ele —. Foi naquele dia que tudo começou.















                   Outra cena.

















 Ele lembra daquela vez, os dois foram pegos em flagra pela polícia enquanto pixavam o muro de um parque local bem tarde da noite. Correram o máximo que puderam naquele dia, e foi assim que descobriram o quanto conheciam cada pedaço daquela cidade com a palma da mão.









             Nunca foram pegos.










    Mas ele tinha que admitir aqueles tempos foram incríveis. E os últimos também.
















Porque Taehyung se suicidou seis meses depois de contar à Jimin que estava no terceiro estágio da depressão.



















    E Jimin tentou, com todas as suas forças impedir o amigo de se matar seja se jogando de um prédio, tomando calmante demais, se cortando até morrer de hemorragia, e tudo o que Taehyung conseguia imaginar — o que era uma infinidade de coisas, muitas sem sentido e confusas — .




   Tentou entender mas não deu certo, conversou com ele mas nunca compreendia, nunca soube lidar com suas crises. Só conseguia abraçar o amigo e escutar suas lamentações.











              Escutar


                           Escutar


                                         E escutar.











                A terceira cena.













      Agora aparecia Jimin tirando um jovem de uma banheira cheia de água gelada — estava congelante na verdade — que foi revelado ser Taehyung lutando para não ser tirado da banheira pelo amigo e poder se matar afogado em paz.





     Ele se esperneava e tentava chutar Jimin, sem sucesso, xingando o mesmo com todos os nomes feios que conhecia para que o amigo lhe largasse na banheira o que sabia que o mesmo não faria.
















             Afinal, Jimin só deixaria Taehyung se matar sob o próprio cadáver.













     E mais tarde ele deixou, mas só porque agora compreendia melhor seu amigo.















        Jamais deixaria — pelo menos naquele dia — seu amigo se matar. Teve  a ideia de levá-lo ao Psicólogo, ajudou consideravelmente bem por um tempo, mas Taehyung  não demonstrava melhora real da doença.




        Foram ao Psiquiatra — apesar de Taehyung ter protestado no começo alegado não ser louco para ter que frequentar um — e o mesmo receitou alguns remédios para o amigo ficar mais estável em termos emocionais, ele melhorou um pouco naquele tempo. Por muito pouco tempo.













    


  Mas Jimin teve expectativas altas demais.













         Os remédios, juntamente com a terapia certamente ajudaram seu melhor amigo, de fato, ninguém não poderia negar esse fato. Mas só depois de certo tempo o mesmo lhe contou que já estava no terceiro estágio da doença.













     Jimin amaldiçoou amargamente aquela doença   que era conhecida como “Mal do Século” aquele dia.














        Aqueles tratamentos que tanto se esforçou para encontrar, e o maior apoio emocional que deu ao amigo na sua vida. Ajudaram. Mas não por tempo o suficiente. Não o curaram.















                 A última cena.















       Mostrava um Taehyung vestido de terno com uma garrafa vazia de Whisky na mão e um sorriso triste e meio bêbado — por conta da bebida — no rosto bonito.



      Ele estava de pé em uma pequena elevação de um lugar alto. Bem alto.

















Como se estivesse pronto para pular de lá.
























            A tela muda de lugar.















        Nela estava presente um Jimin correndo desesperadamente enquanto subia escadas para o que se parecia um terraço. Ele chegou a tempo. Ou foi o que pensou naquele momento.



            Tinha que falar seus sentimentos ao amigo de infância, não amor romântico, mas sim    que apoiava o amigo na decisão de se jogar  do terraço do hospital onde fazia as consultas    e quando suas outras tentativas não davam certo.

















               Estranho? Talvez.


















      Mas queria   que o amigo fosse feliz, ao menos,  na morte depois de tanto sofrimento.






















            Por isso resolveu só chamar o dito cujo pelo nome e lhe contar tudo na cara dura mesmo, como era a amizade que tinham — ficava triste quando se lembrava que não teria outra, afinal, amizades são únicas — .



      - Hey! Taehyung, seu viado! Você tem muita audácia pra se matar mesmo tendo uma amizade com a minha seu desgraçado…





       Não soube quando as lágrimas traiçoeiras se juntaram aos berros, mas sabia que estragariam toda a sua pose de ‘se mata logo e me deixa viver de verdade seu desgraçado’. Tentou continuar falando.



      - Abençoado pelo Deus do Vale Gay cacete! Você tá me fazendo chorar seu desalmado, nós… NÓS VAMOS NOS ENCONTRAR NO ALÉM! BOA VIAGEM! E…. E, bom trabalho vivendo Taetae você deu o seu melhor…






       Disse mais baixo enquanto fungava, mas teve certeza que o amigo escutou depois de o mesmo virar para si e dar um sorrisinho convencido para si. Logo após o ato, pendeu o corpo em direção ao chão, e…
















                   Caiu.




















    De uma altura aproximada de cem metros.


















        E depois Jimin só correu pra assistir a queda do amigo, e ver o seu cadáver se espatifar no chão se enchendo de sangue ao redor do mesmo. Vomitou na hora. Saiu correndo com a mão na boca indo lavá-la no banheiro mais próximo que achou, e avisar um médico do acontecido.



      




  










 

 Mas algo inédito para si aconteceu.
















    Não chorou.



















Não de tristeza pela morte do amigo de infância.



















    E com o consolo de que, pelo menos, naqueles últimos momentos. Foi o amigo que deveria ter sido desde o começo.





















      
























       Por um tempo, a família de Taehyung o culpou pela morte do mesmo. Não queriam admitir que o mesmo havia se suicidado, apenas a avó aceitou o fato. A mais velha conhecia bem Jimin e sabia que jamais faria algo ao seu neto.



     

     Mas isso não bastou, e o processaram, mesmo que no final  acabaram por ter que pagar uma indenização ao pequeno  por difamação. Aquela foi  a gota d'água  para Jimin, já estava mal o suficiente com a morte do amigo e agora isso?



    Não teve a mesma paciência com a família do amigo do que a que teve quando o mesmo estava com depressão.












            Se mudou para Seul.










Com a promessa de que viveria bem lá.











       E esquecer de tudo aquilo.











     Conseguiu um bom trabalho em Seul, e depois de muito estudar entrou para a Faculdade de Medicina. Queria se especializar em Psiquiatria. Não queria que o que aconteceu com Taehyung se repetisse com outras pessoas, por isso escolheu a profissão. Assim teria verdadeiras condições de ajudá-los. E talvez conseguisse os curar.












     Mas só talvez mesmo, porque falhou com a pessoa que mais lhe era importante.
















    Quando ela mais precisou de si.














     Nos anos iniciais de seu curso conheceu Jungkook em uma matéria comum em que os dois frequentavam, e logo se tornaram grandes amigos fazendo de tudo junto — apesar de nada compensar a amizade de Taehyung — .



  Com o tempo a amizade dos dois aflorou e não aguentando mais, Jungkook acabou se declarando, e meses depois conquistando mais velho.  Terminaram a faculdade e viviam juntos.

    

      Apesar da boa vida que tinha como médico recém-formado trabalhando em um hospital privilegiado na capital, tendo casa, comida e um namorado muito bom para si — às vezes se perguntava como foi parar com o Jeon de tão bom que o mesmo era comparado a si mesmo — . Sentia falta do amigo.














           E ele apareceu.













   Mas na forma dos créditos de um filme.













        E bom, Jimin não aguentou segurar suas lágrimas ao ver o que o falecido amigo havia deixado para si. Foi um dos melhores filmes que já assistiu, sabia que o mais novo — por alguns meses — tinha o sonho de ser roteirista de cinema.



      Então quando viu aquela carta pedindo para que enviasse uma caixa — bem pesada, por sinal —  à Hollywood, jamais imaginou que ao enviá-la, mesmo que por impulso, algo incrível poderia acontecer. Pois se realizou.














Ela deu origem ao extraordinário filme sobre a vida de Taehyung.

















   Mas também da amizade dos dois.














                              Do começo.

















                 Até o final.

















    Talvez fosse por isso, mas, após ver os créditos do filme que Taehyung deixara para si.










  Finalmente teve a coragem de visitar o túmulo do amigo, 10 anos depois da sua morte.



































                                Fim.


Notas Finais


Senhoooor nem acredito q isso tem mais d mil palavras eu q n consigo atingir isso sem sofrimento ;-; pfv dêem fav e comentem o q acharam ok?

Obgd a @LaahPark_ pela capa maravilhosa*-*

Sorry se estiver ruim :')

Até a próxima ~


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