História The Criminal is You (INTERATIVA) - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Busted, Detective, Detetive, Interativa, Interativas, Originais
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Palavras 2.772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


*Desviando de pedras e madeiras voadoras*

Hehe, desculpaA! Podem matar o carinha da minha internet e para ajudar a Aninha aqui quando eu fui postar (tava tudo lindo) meu celular descarregou AAAAAA!! Excluiu tudo, fiquei very puta.. Mas beleza, sem mais delongas, vamos ao episódio!

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Capítulo 11 - Morte anunciada: Parte 02 (Final)


Fanfic / Fanfiction The Criminal is You (INTERATIVA) - Capítulo 11 - Morte anunciada: Parte 02 (Final)

                 Equipe Lava-Jato

Os três chegam ao tal concurso de Lava-Jato e para a infelicidade deles, tinha muita gente. E carros sujos.

- Ah, legal - Micha fala suspirando logo em seguida - Além dos milhares de carros temos milhares de pessoas.

- Porque não começamos procurando o carro do C? - Bryan pergunta 

- Certo, agora como vamos saber qual é o carro dele?

- Hum, na foto que vimos mais cedo, eu vi um.. Adesivo, no capô do carro. - MiCha se pronuncia

- Um adesivo? 

- Sim, era vermelho.. Eu acho, com asas amarelas.

- Não é muito específico mas pelo menos já é alguma coisa. - Emily fala

- Então temos que lavar os carros junto com as outras pessoas certo? - Bryan fala - Para achar o adesivo. 

As meninas concordam.

Provavelmente tinha uns mil carros naquele lugar mas parecia que quanto mais eles lavavam os carros mais carros tinham.

- Não achei que seria tão difícil e cansativo. - Micha fala se escorando num carro que acabara de lavar.

- Acho que achei algo. - Emily fala

Como MiCha foi a única a ver o adesivo qualquer coisa suspeita tinham que chamá-la.

- Não, as asas são amarelas.

Depois de mais alguns longos minutos MiCha grita fazendo não só os detetives mas também as pessoas em volta a olharem.

- Achei, achei! - Ela repete isso mais três vezes fazendo uma dancinha - ridícula - da vitória - Eu sou demais!

- Será que está aberto? - Emily pergunta abrindo a porta - Parece que sim.

A garota entra no mesmo e começa a procurar pistas dentro dele. Achou uma foto do C com uma mulher, alguns documentos de contas e algumas - muitas - chaves.

- Será que essa é a Kyulkyung? - Bryan pergunta vendo a mulher junto ao C na foto

- Só iremos saber quando falarmos com Beatrice. - MiCha responde

- Achei o endereço da casa dele - Emily fala mexendo no GPS do carro - anotem por favor: Gwantan-myeon, Hyeeon-ro, número 459.

- E agora, o que faremos? - Bryan pergunta a Emily enquanto termina de anotar o endereço

- Vamos ligar para os outros. 

[×]

             Equipe Kyulkyung Bar

- Pensei que fosse mais discreto - Luke fala ao ver a fachada do bar - Parece um cabaré!

Beatrice ri.

O nome "Rocket Bar" estava estampado por piscas-piscas de led neons que se destacavam ainda mais por conta da parede preta. Com certeza não existem mais lugares discretos em Seul.

Os dois entram no local vendo pessoas completamente bêbadas e chapadas junto a algumas strippers.

- Estou começando a achar que aqui é realmente um cabaré - Beatrice fala - Olá, licença, você poderia me falar onde está a Zhou Kyulkyung?

- São da polícia? - Pergunta a mulher e logo recebem um "não" como resposta - Pois está falando com ela.

Diferente do que as mentes férteis dos detetives pensaram, a mulher tinha uma boa aparência, com um rosto pequeno e belos olhos. Apenas usava maquiagem demais e desnecessária

- Você sabe onde está o Bogum? - Pergunta Luke 

- Não tenho nada haver com os problemas dele. - Kyulkyung fala pronta para sair

- Não vamos te incluir nisso - Beatrice fala - Um dos amigos dele, o M, foi assassinado e ele é o principal suspeito.

 Um silêncio reina rapidamente entre eles e depois de um longo suspiro a mulher fala:

- Oh, ele é louco mas não achava que ele faria isso - A mulher fala, talvez, decepcionada

- Louco, em que sentido? - Luke pergunta

- Ah, ele fica horas no centro químico dele fazendo um tal de chip, nem me perguntem oque é isso nem eu mesma entendia. Não queria mais dormir, falava com ele mesmo como se só existisse ele é ele mesmo no mundo. A gente namorava mas ele nem mesmo olhava para a minha cara e além do mais disse que só iria terminar comigo se eu resolvesse um de seus enigmas, a sua vida se resumia naquele chip idiota e em seus enigmas.  - ri nasalmente - patético.

- E como era a relação dele com o M?

- Eles claramente se odiavam, sempre brigavam por mais bobos os motivos. Mas nem sempre foi assim, antes desse maldito chip eles eram amigos, melhores amigos.

- Você realmente não gosta desse chip. - Luke fala

- Ele destruiu a minha vida.

- Srt. Zhou? - Um homem loiro a chamou - Houve um problema.

Depois disso percebemos uma movimentação agitada num local perto do bar. A mulher se despediu e foi verificar a situação.

- Precisamos falar com os outros. - Beatrice fala discando um número em seu celular saindo do local junto a Luke

[×] 

                    Equipe Buffet

- Ele parece ter boas condições financeiras - Jun fala ao ver a casa do possível assassino

A casa tem a cor de um branco gélido, de dois andares e com grandes janelas de vidro.

- Será que ele está em casa? - DongYul pergunta

- Provavelmente não, já está anoitecendo, alguma lâmpada estaria acesa.

- Ou ele está dormindo.

- Pouco provável.

Eles passam pelo pequeno portão de ferro que se encontrava aberta. Jun apertou a campainha enquando o Park olhava ao redor da casa.

O garoto encontra uma janela aberta sem ao menos grades de segurança. A casa parecia ainda maior por dentro por conta dos poucos móveis ali encontrados.

- Achou alguma coisa Ding-Dong? - Jun fala o assustando - Estava tão calado que achei que tinha morrido, não iria ser assim tão ruim.

- Energúmeno! - DongYul fala - Ele está em casa?

- Bem, se eu ainda não estou dentro da casa é porque ele não está, como eu disse.

- Você é muito metido e puxa-saco de si mesmo. - O garoto fala balançando a cabeça negativamente - Podemos entrar por aqui então.

- Não tem nenhuma armadilha ai não? 

- Não, pare de querer implicar com tudo! 

- Eu não implico com tudo, só quero ter a plena certeza de que não irei morrer. - Jun fala e DongYul fala "implicante" baixinho - Eu escutei isso Ding-Dong.

Eles entraram na casa tentando ao máximo não bagunçar muito as coisas. Jun como alguém desconfiado não confiava nas habilidades do menino Park então ele sempre repetia seus passos para ver ser ele ver se ele fez algo de errado ou simplesmente não viu uma pista.

- Ta vendo? - DongYul fala alto - Implicante.

- Detalhista e observador. - Jun corrigi - Olha oque eu achei num fundo falso da caixinha de relógio. 

Jum mostra um pedaço de papel

- Como eu não vi isso? - Ele resmunga

- Porque você é descuidado! 

- Pare se ficar se achando e veja logo oque é isso. - Quando Jun ia abrir o papel DongYul o interrompe - Pera, deixa eu te perguntar uma coisa antes: Você tem amigos? - O mais velho revira os olhos - Porque cara, você é muito chato!

- Cala a boca Ding-Dong! - Ele fala abrindo o papel - ...Nada, como assim não é nada?!

DongYul solta uma gargalhada enquanto falava uns "bem feito" para o homem, ás vezes se engasgado com o vento.

- Ta, pode parar com a palhaçada. - Eles começam a ver mais coisas - E sim, eu tenho amigos.

- Olha, que pen-drive exótico! - DongYul mostra o pen-drive, realmente tinha um formato diferente. - Parece um chip.

- Vamos levar isso para o Luke extraviar algo dele. Vai que tem alguma coisa interessante.

De repente eles escutam o barulho de uma porta abrindo. Estava lento como se alguem tivesse abrindo assim que acorda.

Eles se escondem rapidamente atrás do sofá vermelho.

- Você não tinha falado que ele não estava em casa, seu animal! 

- E eu lá sabia?! - Jun fala - A culpa não é minha.

- É sua sim, agora quero ver se você aprende a escutar as opiniões dos outros!

Assim eles continuam a discução entre sussurros até eles virem uma cabeleira azul descendo as escadas coçando os olhos. Ele pega as chaves de casa e sai indo para algum lugar desconhecido.

Depois de algum tempo, tendo certeza de que Yoongi não iria voltar DongYul fala:

- Vamos embora agora, Jun Shouichi! 

Eles saiem da casa e vão até a saída em silêncio até Jun quebrá-lo:


- Olha não é o carro que vimos saindo da mansão?  Tem um arame preso. 

- Deve ter prendido em alguma coisa. Vamos voltar para a mansão, ver se achamos alguma coisa de útil? Talvez nós achermos mais coisas lá.

- Vamos. 

                              ---

- Essa casa nunca foi tão sombria como agora. - DongYul fala - Ih, olha, a arma do crime. 

Jun olha, tinha uma carta junto do objeto. Uma carta de tarot.

- Como é que isso veio parar aqui?

Eles entram na casa e vêem que o local estava limpo e o corpo retirado. Eles encontram um cartão pedindo com pedidos desculpas  pelo acontecido assinado pelo que K. 

Além daquele caso rodos estavam curiosos para saberem quem diabos é K.

Depois de um tempo subindo a escada eles param na sacada interna da casa tendo uma vista panorâmica do segundo andar.

- Eu vi o clarão daqui de cima. - DongYul fala - Ali tem uma roldana, estranho..

Jun caminha sem dar ouvidos para alguns comentários que o companheiro fala.

- Já tenho uma teoria. - O mais velho fala e DongYul presta atenção no mesmo - Tem um arame aqui, igual ao que a gente viu no carro do Yoongi.. Ali, como você falou, tem uma roldana que, normalmente, é usada para levantar as coisas ou algo do tipo. Vimos o assassino correr do segundo andar um pouco a frente da gente. Então ele puxou a roldana lá em baixo para facilitar sua corrida a chegada da saída, que acionou a arma aqui em cima, e o carro com o arame que estava preso na arma a levou lá para baixo por meio da porta da varanda aberta. - Jun fala de um jeito rápido porém claro - Consegue compreender meu raciocínio?

- Wow! Então pode ter sido alguém de nós né? - DongYul para e pensa - Onde você estava durante o apagão.

Jun ri anasalado

- Então de repente eu sou o assassino?

- Verdade - Ele ri - Que aleatório, você é chato mas pelo menos é inteligente!

[×]

- Certo, então vamos para a casa do C? - Bryan pergunta assim que todos terminam de falar suas descobertas.

- É a melhor opção. - Beatrice fala - E talvez a única.

- Verdade, então vamos.. - Luke fala - Ainda estou perplexo que a única coisa relevante que eu e Beatrice achamos foi: Loja de conveniênc, ponte, casa que parece fábrica.

- As vidas de detetives nem sempre são fáceis. - Emily fala

- Deveria ter ficado em casa.. - MiCha fala

Estes vão separados em dois carros, ate a casa do C. O caminho era escuro, apenas alguns postes iluminava a noite de poucas estrelas.

- A casa do C que Kyulkyung falou realmente parece uma fábrica - Bryan fala.

- Assustadoramente assustador! - MiCha fala - Ele sabe oque são lampadas?

- Olha, o símbolo que vimos no carro. - Emily fala apontando para o mesmo que era visível no portão inferrujado.

Eles entram no local, ele era sujo, parecia que não ter entrado gente naquele lugar a anos. Tinha químicos jogados no chão, e uma outra porta mais a frente. Mas diferente dos demais ele era branco, límpido e brilhante, como se tivesse sido lustrado a poucos segundos. A porta se abriu pelo sensor se movimento e encontraram uma sala preta com algumas fendas brilhantes emetindo luz. Um pequeno telão se localizava no centro da sala. Os detetives caminham até o mesmo.

- Isso tá tão estranho, vou embora! - DongYul fala

- Você não vai mexer um músculo daqui meu anjo! - Emily fala pegando na gola do garoto

Sem nem mesmo eles tocarem na tela uma voz feminina digitalizada fala: 

"Um assassino condenado a morte precisa escolher entre três salas para receber sua execução. Na sala número um, há vários focos de incêndio; Na sala numero dois, há vários assassinos com armas carregadas e na sala número três, vários leões que não comem a três meses. 

Qual ele precisaria escolher para sobreviver? Você tem 30 segundos."

- O'que está acontecendo? - Bryan pergunta ao ver as paredes fechando 

29...

- Acho que é 'pra a gente escolher a resposta certa se não a gente morre! - MiCha fala

28...

- Ta, pensamento rápido! - Beatrice fala nervosa - Sala um, focos de incêndio, morreria queimado.. 

27...

- Sala dois, metralhados.. - Emily fala do mesmo jeito - se não pior - vendo as paredes se fechando ainds mais.

26...

- Sala três estrassalhados.. - DongYul fala vendo a parede chegando perto dele, já que ele estava do lado de trás.

25..

26...

- Eu não nasci lindo desse jeito pra morrer assim, sinceramente. - DongYul grita - Eu vou chorar de raiva no céu se eu morrer assim 

- Agora não é hora DONGYUL! - Jun grita 

19..

18..

17...

- Vamos no mamãe mandou pelo amor de Deus! - Luke grita desesperado 

15..

14..

13...

- A três - Jun grita - Escolhe a três!

10..

fa la

8..

- Apenas aperta esse botão!

- Vai rápido Beatrice! - Emily fala - Não consigo nem mover minha cabeça mais.

3..

2..

"Obrigado pela participação!"

Eles caiem em um buraco que foi aberto no chão. 

Os gritos deles realmente doiam no ouvido, eram agudos, apenas um ou outro se salvavam.

- Nos filmes é mais legal, na vida real é apavorante. - DongYul fala pondo a mão no bumbum

- Vamos continuar - Bryan fala se levantando do chão duro no qual cairam - Alguma coisa pode acontecer.

- Wow! - MiCha fala fazendo um perfeito "o" com a boca. - Lindo!

O corredor a sua frente era realmente bonito e dessa vez ser armadilhas. Repleto de diamantes e completamente brilhantes.

O garoto de cabelos azuis estava escorado na porta  do corredor B com uma metralhadora automática daquele corredor escuro diferente do outro. Não poderiam negar que a cena estava atraente.

- É nessas horas que eu confirmo minha sexualidade bixessual.. - DongYul fala

- Realmente,- Luke diz - lindo!

Ao escutar algumas vozes no fim do corredor o azulado corre em direção deles com a arma direcionada em qualquer parte de seus corpos.

- Parabéns gênios! - Beatrice grita correndo - Cadê o Bryan?

Por um momento as armas pararam e eles só pensavam "pronto, Bryan morreu" mas em ver a metralhadora voado em direção deles os mesmoa criaram coragem para pegar aquele objeto e jogar para longe enquanto pensavam algo para fazer mas não fizeram algo além olhar parados. 

Bryan e Min Yoongo se encontravam em uma luta corpo-a-corpo, não era sincronizado ou como vemos nos filmes. Tinha sangue sim, lógico que tinha, até demais, mas nada muito igual ao MMA, apenas dois homens querendo fazer algo para alguém, porém Bryan fazia isso para algo bom játeger oque tinha do outro lado da porta, uma pessoa talvez? 

Não sabiam como Bryan consegui tirar aquela da mão do outro homem mas estavam profundamente agradecidos.

Bryan era visivelmente mais preparado fisicamente mas o corpo magrelo do procurado parecia ter uma força do além, que não era dele, e Bryan podia jurar que sentiu o gosto de ferrugem quando o punho do homem se encontrou a sua boca.

O jogo parecia estar virando quando Bryan conseguiu ficar por cima de Yoongi fazendo-o perder a mobilidade.

- Peguei você! - Bryan fala para Yoongi enquanto o levanta pela gola de seu terno preto que momentos antes estava perfeitamente arrumado, seu corpo estava imóvel e o sangue saia da boca dos dois jovens. Um riso psicopata foi escutado, o azulado foi o criador dos arrepios nos outros seis detetives que apenas olhavam estáticos sem saber oque fazer.

- Você pegou o homem errado! - Se algum jeito aquele cínico sorriso gengival o irritava, seus olhos ferviam e bem, ele queria matá-lo.

Se em alguma hora alguem falasse para Bryan que ele viria miolos voando da cabeça de um homem a sua frente ele não acreditaria. Mas isso aconteceu, e o sangue do homem que segundos atrás estava em seus braços agora estava espalhado por todo o lugar, no teto e entre as unhas. Todos os órgãos pararam, ele estava morto, com sua cabeça explodida. 

Parecia um infinito e torturante loop, a cada segundo aquele cena passava em sua mente, o homem que estava a sua frente teve sua cabeça jogada fora, e o pior é que o azulado sabia mas também não fez nada para sobreviver, eram olhos sem vidas, como uma mente controlada e sem sentimentos, um objeto de pura diversão e destruição.

Ele tinha essa vontade de matar o sujeito de cabelo azul, mas depois do feito a única coisa que Bryan sentia era puro remorso.

Jun foi em direção da porta que o garoto estava na frente enquanto os outros consolava Bryan que se encontrava estático com uma lágrima solitária pelo seu rosto. 

Infelizmente a pessoa que estava na sala fugiu e até que a encontrem, vai levar um bom tempo. 

Seria C o homem culpado?


Notas Finais


Não sei escrever muito bem cenas de mortes e lutas mas eu tentei!

Ai eu estou com uma vontade de fazer um Yaoi mas outra parte do meu cérebro pede um hétero...
Vida difícil.

A resposta do enigma é claramente a três, por que se os leões ficaram três meses sem comer eles estariam mortos!
Qual porta vocês iram abrir se não soubessem da resposta?

Ah, e outra coisa o negócio de comentar nos episódios para seus personagens aparecerem mais já está valendo, quanto maior o EP melhor, me motiva, obrigada!


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