História The Criminal is You (INTERATIVA) - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Busted, Detective, Detetive, Interativa, Interativas, Originais
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Palavras 2.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, a madame voltou!! Finalmente não é mesmo?
Bem esse capítulo como o anterior vai ser separado em partes, okay? okay!
Talvez essa belezinha aqui não esteja a altura do que eu deveria fazer pelo tempo que passei sem postar nada. Minhas deculpas.
Os capítulos vão ser mensalmente, ou seja, um a cada mês.
Bem, como sempre, prestem atenção nas palavras sublinhadas.

(Baseado em fatos reais)

Boa leitura 💜

Capítulo 11 - Capítulo 02 - Pulmões de água


Fanfic / Fanfiction The Criminal is You (INTERATIVA) - Capítulo 11 - Capítulo 02 - Pulmões de água

Beatrice P.O.V

O meu trabalho é muito corrido, muitas vezes fico noites no laboratório forense, mas eu amo o que faço.

Agora estou no metrô, lendo um livro qualquer com coisas importantes do universo científico no qual trabalho.

Já era umas 02:00 da madrugada, o metrô se encontra vazio, apenas comigo e alguns jovens bêbados voltando de baladas em Gangnam.

"Primeira chamada para o primeiro ponto do metrô de Myeongdong" - Falou a moça no interfone do transporte, era uma voz límpida e doce, levemente aveludada.

Me levantei com meu corpo esguio coberto por roupas simples e bem arrumadas.

O transporte parou e abriu suas potas, num ato quase automático pus meus meus para fora deste objeto metálico. Subi os pequenos degraus e já me encontrava na superfície.

Por morar um pouco longe tive que pegar um ônibus mas nada muito demorado e já se encontrava perto de casa.

Meus passos são lentos e por incrível que pareça, ágeis.

Logo estava em meu apartamento pequeno. Tiro meus sapatos e vou em direção ao banheiro que, bem, não era tão longe da porta.

Um banho  quente é o que eu mais preciso, eu passei dias naquele laboratório, apenas com aquela roupa suja e aquele jaleco branco, mas não ache que  eu sou uma porquinha, não mesmo, eu pedia aos céus para tomar um banho mas o meu desejo de acabar meu trabalho era muito maior.

Eu, por mais que pareça um tanto quanto desumilde, sou alguém competente.

{...}

13:00 da tarde e eu já estava de saindo de casa novamente.

Eu estou pronta para encontrar o K e o resto daquela equipe "estranha", em Gangnam.

O metrô veio rapidamente, bem no horário, como sempre, ele estava vazio, mas não tão vazio assim.

Gangnam já se encontrava muito movimentada, eram grupos de jovens cantores ou dançarinos, trabalhadores agitadas e muitos, mais muitos, turistas.

Eu já avistei o endereço, era um prédio gigantesco, todo espelhado e muito bem limpo.

Subi até o último andar e caminhei até a única porta no final do corredor, era uma porta marrom incrivelmente brilhante, da até para ver meu reflexo na mesma.

Abri a porta e me deparei com MiCha atacando Luke. Ela se localizava em cima dele quase arrancando  o cabelo do menino. DongYul tentava separar os dois mas MiCha sempre dava tapas na cara do garoto, provavelmente sem intenções diretas. Emily, Ryan e Jun apenas observava balançando a cabeça negativamente, me juntei a eles e apenas observei aquela cena.

- Ora, MiCha, solte os cabelos de Luke! - Gritou DongYul, recebendo um tapa, sem querer de MiCha - Sua Dongsaeng mal educada!

- Ele pegou o meu pirulito! - MiCha gritou de volta

- O pirulito era meu - Luke gritou em resposta -, agora solte meus cabelos!

A pota se abriu dando com um homem de meia idade, vestia boas roupas e estava acompanhado de um outro homem este já mais novo, de cabelos tingidos de loiro.

- Boa tarde, detetives - Falou o homem mais velho - Eu sou o K, como bem sabem e este é o meu filho ,Daniel.

- Eu te vi em algum lugar - DongYul falou ainda de joelhos segurando os braços de MiCha -, você não trabalha no "prism bar"?

O K olhou para um filho repreendendo-o.

- Não sabia que você ainda estava naquele lugar - O mais velho falou, eu apenas observava tudo sem entender nada

- "Prism bar"? - O garoto perguntou pensativo - Ah, sim, o bar da senhora Zhou. Trabalhava.

Autora P.O.V

- Porque não me avisou nada? - O K perguntou novamente

- Depois falamos sobre isso, sim? - Daniel fala revirando os olhinhos castanhos

- Sim, claro - K falou cruzando as mãos se sentando na cadeira de escritório frente a uma mesa de vidro - Por favor apaguem as luzes - E assim aconteceu, apenas um projetor permaneceu ligado

- Essas mágicas de gente rica tá começando a me assustar - Luke falou se sentando numa poltrona vermelha felpuda

- Então, um corpo foi encontrado frente ao "Hotel Cecil", aqui mesmo no centro de Gangnam - Eles se encontravam calados, prestando atenção. Os suspiros cansados eram ouvidos de forma clara -, e a irmã da vítima está desaparecida.

-Esse não é o hotel que abrigou Richard Ramirez e Jack Unterweger? - Beatrice perguntou

- Sim, dois dos maiores Serial Killers do mundo - O mais velho respondeu

- Aconteceu algo mais? - Ryan pergunta

- Sim - O homem continuou -, as imagens das câmeras foram manipuladas, não sabemos realmente o que viera acontecer, a menina mais nova tem bipolaridade mas a própria família disse que em 25 anos isso não  atrapalhou a vida dela, porém por pura precaução mandou a filha mais velha junto.

O vídeo rodou e eles viram as imagens estranhas de uma moça ocidental gritando com  o nada num elevador, passou longos minutos e estranhamente a porta do elevador não fecha, até que em um frame qualquer a irmã da vítima aparece ao lado da garota, tinha algo muito estranho ali. A cada exatos 10 minutos de vídeo uma parte do mesmo era cortado indo para uma imagem incoerente.

- Os policiais não foram avisados contra isso? - Beatrice perguntou e K negou

- Não, apenas os nossos. - O mais velho falou - A imprensa não será avisada sobre nada, nem a polícia.

- E quando iremos para o tal hotel? - Emily perguntou

- Agora mesmo - irei enviar as informações já descobertas até agora por seus celulares, e mais uma coisa: Daniel vai com vocês, ele precisa acompanhar vocês nessa altura do campeonato.

E assim eles fizeram, os oito desceram e foram para o hotel que se localizava dois sítios ao lado do prédio que eles estavam.

Os celulares dos detetives vibraram e eles receberam as seguintes informações: O nome da garota é Elisabetha Lux, tinha 25 anos, sofria com bipolaridade, o seu quarto no hotel era 224 no quinto andar, uma amiga disse que ela só falava de um garoto chamado "Key". Imagens da câmera modificadas.

Eles entraram um pouco apreensivos no local.

- São da equipe do K? - Perguntou um senhor de cabelos brancos - Ou são os jornalistas daquele jornal de quinta que tem um escritório na esquina?

- Não, somos da equipe do K - Ryan falou cruzando os braços

- Porque será eu não acredito em você? - O de cabelos brancos perguntou ironicamente - Vocês são todos iguais.

- Desculpe, senhor - Daniel falou pondo-se na frente - Sou Kang Daniel, acho que meu pai falou de mim.

- Ah,  sim - O homem falou rapidamente -, aceite minhas desculpas!

- Claro, sem problemas eu entendo você estava apenas cumprindo ordens - Daniel falou com um pequeno sorriso -, podemos subir?

- Claro! - Ele falou e saiu da frente dos jovens

O hotel era grande, com doze andares, tinha uma velha e enferrujada escada de incêndio do lado de fora, a recepção e o hall tinha os papéis de parede velhos estava descansando dando visibilidade a uma parede encardida, o peso de madeira sobre a cerâmica escura já dava sinais de enfraquecimento, as escadas tinha um caminho escuro por conta das lâmpadas quebradas, o elevador enfraquecido, lá estava um caos.
Eles pegaram a chave no balcão e foram para o elevador velho.

- Gente, eu vou vomitar - DongYul falou com a mão na barriga já dentro do elevador  -, comi alguma porcaria no almoço.

- Se acalma ai Ding-Dong - Jun fala -, já esta chegando.

O menino se escorou na parede quase vomitando, resmungando coisas como "já falei para você não me chamar assim", "cala a boca" e "socorro, meus órgãos vão sair pela minha boca".

- Cala a boca, DongYul - Emily falou  -, se você vomitar aqui eu vou bater em você.

Eles saíram do elevador e DongYul correu para um banheiro de um quarto enquanto os outros jovens foi para o quarto da vítima, passando pelas fitas amarelas. O mesmo estava assustadoramente arrumado.

- Alguém entrou para arrumar esse quarto? - Emily perguntou passando os dedos finos no colchão macio

- Não, ninguém entrou aqui - Daniel assegurou os detetives  

- Como eu posso acreditar nisso? - Emily pergunta - talvez uns de sua equipe maravilhosa tenha entrado aqui.

- Não precisa se preocupar Srt. Emily - Daniel assegurou, novamente com uma paciência de ouro

- Estou apenas expressando as minhas opiniões - A garota rebate - Mas não minta dizendo que não é um pensamento lógico

- Realmente - Luke fala pondo suas luvas em suas mãos fofinhas 

- Olha tem um número aqui - Ryan fala pegando um papel que era um cartão de entrada do hotel -Cadê o DongYul? 

- Deve estar morrendo retirando todos os  seus órgãos internos - MiCha falou olhando debaixo da cama

De repente DongYul aparece na porta de madeira tentando se desvencilhar das ditas amarelas de proteção

- Quer ajuda? - Luke perguntou indo em direção ao mais velho

- Não, obrigado - O garoto fala entrando, enfim, no quarto - Olhe oque eu achei.

Ele estendeu o braço dando a vista uma carta.

- Ainda escrevem cartas hoje em dia?! - MiCha pergunta verdadeiramente surpresa

- Tem gente que tem ainda o costume - Beatrice fala - ou simplesmente gostam.

- Ou usam para apagar provas futuras - Ryan fala

- O que tem de interessante nela? - Emily pergunta - Você não a traria para nós apenas por ter achado interessante que pessoas ainda as usam.

- É, claro - DongYul fala se sentando numa cadeira, ainda se encontrava tonto - Aqui, no terceiro parágrafo a pessoa chama o sujeito de Key, será que é o nosso Key?

- Deixe-me passar - Uma voz masculina gritou ao fundo - oras, aqui é o meu quarto!

Logo eles põem as cabeças para fora do quarto vendo uma homem baixo, magrelo e de cabelos negros entrando no quarto ao lado. 

- Será o Key? - Ryan pergunta aos outros 

- Não sei. - Daniel Falou num tom óbvio

- Olá - MiCha falou ao homem indo em direção a ele -, tudo bem meu no é... Hy..una, Hyuna! 

- O que infernos ela está fazendo? - Jun pergunta pondo as mãos no rosto 

- Podem ir - MiCha fala aos seguranças que se encontravam ao lado do homem -, por favor.

E assim elas fizeram sem retrucar ou fazer cara feia.

- Obrigada, não sei por que não me deixaram eu entrar - O homem falou - aliás, está tudo estranho.

- Sim, está tudo estranho - MiCha falou  - Como posso te chamar?

- Oh, desculpe - O menino falou se curvando para frente -, meu nome é Kim Hongdae mas pode me chamar apenas de Key.

- Muito prazer Key, você conhece a Elizabetha - Ela pergunta -, a garota do quarto ao lado?

- Oh, Lux - Ele fala  - conheço sim, desde que ela chegou aqui a duas semanas.

- Qual foi a última vez que você viu ela? - A menina pergunta

Ele faz uma careta pensativa mas logo responde: - A mais ou menos, cinco dias, ocorreu algum problema?

- Não, nada - Ela fala rapidamente - recomendo a você não vir mais aqui, não sei quando estarei aqui para fazer um policial não te levar ao xadrez.

- Só vim pegar minhas coisas - Ele fala entrando no quarto -, não irei ficar mais aqui, tenho medo do teto deste lugar cair em minha cabeça. 

- Sábio - Ela fala voltando lentamente para o quarto da vítima logo ao lado  -, obrigada.

Chegando no lugar os sete detetives estavam sentados na cama com um olhar curioso.

- O que você estava fazendo, garota? - Ryan pergunta 

- Recolhendo informações - Ela fala visivelmente orgulhosa de sua pequena investigação

-E o que a senhorita descobriu? - Emily perguntou. Seu tom de ironia era bem perceptível dando um ar venenoso a frase

Não era mentira de que alguns dos mais velhos duvidavam  da capacidade da garota.

- Oh, vocês são muito desacreditados - A mais nova pigarreou -, bem, o nome dele é Kim Hongdae e ele conhecia a nossa vítima desde que ela chegou, a duas semanas, o seu apelido é Key e parece que ele não sabe da morte da colega, o que pode ser mentira.

-Parabéns, criança - Daniel fala -, já é de grande ajuda.

-Porque não subimos para a cobertura onde a garota supostamente se jogou? - Ryan pergunta já se posicionando fora do quarto

-Claro - Luke fala se levantando -, é bom irmos lá.

Os jovens detetives entraram novamente no cubículo de metal. Ao chegar na cobertura eles se depararam com um grande local composto por um piso de concreto cinza e duas altas caixas de água em uma coloração azul.

Jun, Beatrice e Ryan foram até a parte que dava a escada velha de emergência, onde a vítima caiu ou foi jogada.

Era um lugar alto e decadente, igualmente ao resto do hotel.

Os mais novos já foram investigar o único local a que se podia: as caixas de água.

Luke subia os três degraus que tinha para, supostamente, ele alcançar a tampa mas ele é baixinho então DongYul teve que fazer essa parte

-Ah! - Gritou o garoto ao tentar abrir a tampa - Que coisa pesada, alguém vem aqui por favor?

E assim Ryan foi lá para tentar abrir a tampa com DongYul, o que foi em vão, só movimentou poucos milímetros.

- Que fedor! - esbravejou MiCha

Sim, ao abrir aqueles poucos milímetros da tampa um forte cheiro de cadáver incendiou o local.

Eles só conseguiram abrir com a ajuda de Beatrice e Emily que deu uma força a mais.

Ao abrir e a tampa cair no chão deu um leve tremor, um objeto pesado contra o concreto, nada menos que o previsto.

Eles olharam para dentro ao objeto por conta do mal cheiro, e assim eles tiveram uma surpreendente notícia:


-Achamos a irmã da vítima!



Continua...



Notas Finais


Se houver algum erro me desculpe, em revisei várias vezes mas como sou lerda é bem provável algo ter passado despercebido.


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