História The Crown - ABO - Capítulo 1


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Categorias Got7
Tags Abo, Bym Pjct, Got7, Jackson, Sobrenatural
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Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiro capítulo feito com muito amor e que dará inicialização ao nosso projeto.


OBS: Fiquem atentos aos significados nos finais doa capítulos. São um tipo de dica.

Capítulo 1 - The beginning of everything


Seul

Coreia do Sul


Mais que aula chata. Graças a Deus que o ano está terminando e minhas férias estão chegando.

- Aiii! - reclamei de dor após a Ji-Ah me dá um beliscão.

- Acorda pra vida, S/n. Se você não prestar atenção, não vai passar nessa matéria e logo ela que tu é péssima.

Apresento a vocês a matéria que mais odeio, física. Ô matéria criada pelo cão.

- Eii! Não sou tão ruim assim. - protestei. Até porque isso é uma calúnia contra minha pessoa.

- Pois é, né!? Imagina se fosse. - deu um sorrisinho irônico.

- Pega leve comigo, sou apenas desprovida dos conhecimentos de Newton. - Ela riu.

Calma! Você não pulou nenhum capítulo de minha vida, só mostrei um pouco da minha rotina que eu mal sabia que iria mudar.

Desculpe-me a falta de educação. Me chamo S/n Tuan, tenho 17 anos, estou no segundo ano do ensino médio e odeio física como deu pra perceber.

A louca la de cima? Bom, o nome ela é Ji-Ah, ela é minha melhor amiga, louquinha, mas a amo, conheço ela desde dos meus nove anos e nunca mais larguei essa garota.

- S/n! Rapaz, tu tá brisando do nada. Depois não venha me pedi ajuda.

- Só estava me apresentando, sua chata. - Dei língua.


- Se apresentando? - arqueou umas das sobrancelhas - S/n, você tá fumando?

- Deixa pra lá. - voltei meu olhar para o quadro e assim que minha visão ficou nítida vi uma conta, que só de olhar fiquei com dor de cabeça.

- Que porra é essa!? - falei, dirigindo minhas palavras a minha amiga.

- Sabia! Vê se presta atenção no que vou explicar. - concordei - Você, depois de encontrar o valor da raiz com uma equação de segundo grau...

- Senhorita, S/n. - A diretora a cortou entrando na sala.

- Sim? -- respondi.

- Arrume suas coisas, sua mãe está te esperando no estacionamento dos fundos. - deu uma mini reverência ao professor e saiu com aquele tamanquinho "poc poc" dela.

- Sortuda! - falou Ji-Ah e mandei um beijo no ar pra ela.

Assim que terminei de me arrumar, sair da sala.

Mas que estranho minha mãe vindo me buscar 9:30 da manhã, logo ela que reclama por uma semana se eu faltar um dia de aula.

Assim que cheguei no estacionamento vi o carro da senhora Tuan, fui correndo em direção e logo depois fui entrando no carro.

- Bom dia, filha. - falou minha mãe dando aquele sorriso que tanto amo.

- Bom dia! - falei colocando o cinto. - Por que veio me buscar tão cedo? Não que eu esteja reclamando... - a coroa deu um riso.

- No caminho te explico. - deu partida.

Fiquei assustada, minha mãe estava quase 100km/h. Ai vocês falam, normal essa velocidade, mas pra ela não é, ela é toda certinha quando se fala de velocidade.

- Mãe, por que está correndo tanto?

- Nada! Só quero passar um tempo a mais com minha filha, já que só nos vemos no café da manhã ou na janta, quando não chego tarde do trabalho. - Isso é verdade.

Deixa eu explicar, minha mãe é enfermeira chefe, então é muito corrido, ainda mais sendo enfermeira chefe da emergência.

Sinceramente, mesmo sendo uma profissão bonita, que salva vidas, não dá pra me, sou melhor fora dessa área que envolve correria, não é porque envolve sangue e mortes, é porque eu odeio ficar correndo de uma lado pra outro parecendo uma barata tonta.

Enfim pra me não dá e ponto final.

- Filha. - chamou minha atenção. - O que acha de passar seu aniversário em Busan com seu irmão? Infelizmente estarei de plantão no dia.

- Pode ser mãe. Mas queria que a senhora estivesse presente.

- Eu sei, mas infelizmente meu trabalho requer isso.

- Eu entendo, mãe, não se preocupe.


[...]


Meu dia hoje foi bem divertido. Minha mamis me levou para o shopping e não, não fizemos compras, só ficamos igual duas retardadas passando vergonha. Do nada ela deu uma louca e saiu correndo pra praça de alimentação. O por que dela sair correndo?

Bom, ela disse que...

- "Tinha uns garotos mal encarados vindo em nossa direção e ja que estava com fome, fugi para a praça de alimentação. "

Essa foi a explicação da minha mãe. Um tanto quanto doida? Sim, mas enfim, tirando isso foi super divertido e normal.

- S/n! - gritou da cozinha.

- Oi!? - respondi gritando também, porque "nois é vida loka."

Como eu sabia que ela iria pedir algum favor sair do quarto e fui em direção a cozinha.

- Que foi, mãe?

- Já que seu aniversário é semana que vem, vai lá no porão pegar as duas malas.

- Pra quê duas malas? A senhora esqueceu que voltarei no domingo? Já que terei aula na segunda.

- Não esqueci, mas vou lhe dá uma trégua.

- Qual? - perguntei curiosa.

- Vai ficar por lá 15 dias.

- Sério? - dei um abraço eufórico nela e sair correndo em direção ao porão pra pegar as malas.

Sempre vejo nos filmes de terror que no porão sempre tem algum monstro, mas fala sério, quem acredita nisso?

Peguei as malas e assim que virei as costas ouvir um barulho de algo caindo.

Levei um susto do coração quase sair pra fora? Levei, mas vida que segue. Lembrando quê... NÃO é nenhuma assombração.

Me virei e vi um livro velho caído. Assim que o peguei e que iria abrir minha mãe grita lá de cima.

- S/n! Vem assistir o filme!

Levei um susto de novo, quase morri, porém passo bem.

Peguei o livro, as malas e subi indo para meu quarto e deixando as coisas lá pra logo depois ir assistir ao bendito filme com minha mãe.

- Escolheu que filme? - perguntei assim que cheguei na sala.

- Não é filme.

- Fala que não vamos reassistir Grey's Anatomy?

- Não vamos, mas qual é o problema queridinha?

- Mãe, eu já posso fazer uma cirurgia de tanto assistir essa série.

- Fazer uma cirurgia e matar o paciente.

- Mãe! - falei risonha.

- Vamos começar a assistir ponto cego.

- É ação né!?

- É! - falou batendo palmas um tanto quanto animada. Se minha mãe não estiver assistindo séries ou filmes que envolva medicina ela esta assistindo coisas de ação.

Começamos a assistir.


[...]


Passamos 4 horas assistindo essa série, e vou te contar, a "bixa" é boa. Mas cansamos nossa vista e fomos para nosso respequitivos quartos.

Quando cheguei no meu quarto, peguei o livro e olhei a capa.

Era velho, não tinha nenhum nome, nem mesmo um desenho, super chato. Comecei a foliar e percebi que era um manuscrito, interessante... Na verdade era um diário, voltei ao início e lá tinha o nome e ano no qual foi escrito.

"Kim Ji-Oh - 1786"

Caramba, que antigo.

Mas por que estava no porão daqui de casa?



SIGNIFICADO DE FIM

Conjunto dos últimos ou o último elemento de (obra, discurso etc.); epílogo, conclusão.


"O fim de tudo."



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