1. Spirit Fanfics >
  2. The Crown. - Interativa Masculina. >
  3. 09: A Usurpadora.

História The Crown. - Interativa Masculina. - Capítulo 17


Escrita por:


Capítulo 17 - 09: A Usurpadora.


Kaitlyn esperava o jovem Christian, fora do quarto do mesmo. Enfrente a porta. Em nenhum momento Katherinny havia dado a permissão para a irmã seguir com a troca, a ponto de ir a um encontro com um dos selecionados, e mesmo assim ela foi. Henry, que estava passando pelo corredor indo de porta em porta dos poucos selecionados que haviam voltado para seus quartos — verificando se tudo estava como desejado por eles —, viu a irmã mais velha ali, parada e foi até ela.

— O que você está fazendo aqui?! — perguntou Henry, em um tom questionador.

— Lembra que eu falei para o senhor Mixedveins, que eu iria mostrar a ele onde ficava o quarto das outras seleções...

— Sim, Kaitlyn! — disse Henry a interrompendo. — Eu lembro perfeitamente, mas ele acha que quem o convidou foi a Katherinny e não a Kaitlyn.

— E alguém se importa? — disse Kaitlyn. — Katherinny começou com isso…

— Mas não a deixou seguir! — exclamou o mais novo.

Antes que Kaitlyn pudesse falar algo, a porta a frente deles se abriu e Christian apareceu. O jovem vestia uma calça capri na cor de madeira, uma camisa azul bebê de abotoar por dentro da calça, e sapato social da mesma cor da calça, para combinar.

— Majestade! — disse o jovem fazendo reverência.

— Senhor Mixedveins… — com um sorrisinho amargo e sem palavras Kaitlyn tentou dispensar o irmão, que se recusou a sair dali.

— Príncipe Henry! — Christian sorriu para o mais novo. — Deseja algo?

Além de matar a Kaitlyn?!” pensou Henry.

— Sim, senhor Mixedveins. — Henry deu um passo à frente. — Saber se está tudo em ordem com o seu quarto. Se está como o desejado e se precisa de algo mais. — Henry ignorou a irmã mais velha ali.

— A-ah sim, sim! Está tudo em perfeita ordem, só as cortinas que não estão fechando direito. — falou Christian.

— Claro, irei mandar verificar.

— Ok… pode ir, Henry. — disse Kaitlyn, amarga.

— Tenha um bom encontro, Katherinny. — Henry saiu.

— Ele é sempre assim? — perguntou Christian.

— Assim como? — perguntou Kaitlyn.

— Sério.

— Não sei dizer, não convivemos muito. — disse Kaitlyn com um sorriso. — Vamos?

— Claro.

Christian estendeu o braço para Kaitlyn, que o pegou gentilmente. Entrelaçando seu braço no dele. Henry não era de fazer fofocas, ele odiava aquele tipo de coisa. Mas, havia certas coisas que ele não podia ficar calado e aquilo que a Kaitlyn estava fazendo, por mais que fosse engraçado no começo, estava passando dos limites.

Henry então foi para o quarto da irmã, mas ela não estava lá. Katherinny tinha a estranha capacidade de sumir quando desejava não ser encontrada, o que significa que algo estava acontecendo. O jovem príncipe foi então, até a sala de jogos.

— Alteza! — Simon que estava próximo a porta, foi o primeiro a ver o príncipe se aproximar.

— Senhor Woodwork. — Henry sorriu. — Como está?

— Bem, obrigado.

— O senhor viu o Finbar Collum? — perguntou Henry.

— Claro. — Simon se afastou do Henry. — Vou chamá-lo.

— Muito obrigado!

Simon foi em direção ao Finbar que estava com Raymond e Nicholas. O loiro olhou para a porta e viu Henry ali, Simon sibilou algumas palavras ao mesmo o que fez Finbar ir até o Henry.

— Alteza! — Finbar fez reverência diante do “amigo”.

— Sem mais delongas. — diz Henry, vagamente. — O senhor sabe da Katherinny?

— Deve está por aí, com o Christian Mixedveins. — respondeu Finbar.

— Não, não está.

— Mas ele acabou de sair daqui, a Clarissa falou que a Katherinny estava a espera dele. — explicou Finbar.

— Não. Ela não está com ele. — repetiu Henry, pausadamente.

— E quem está com… — “Kaitlyn!” pensou ele, com um sorriso. — E por que eu saberia dela? — perguntou Finbar, mudando o seu tom para o sarcasmo.

— Prefiro não responder. — Henry olhou para os lados. — O soldado Oris, disse que a última pessoa que viu ela foi você e foi uma visita bem íntima.

— Só fui ao quarto dela. — Henry franziu o cenho. — Não a vi. Quando eu saí, ela havia ficado lá.

— Obrigado! — Henry deu as costas e saiu.

Claro que Finbar não pode contar a preocupação e foi até o Henry.

— Você já olhou no escritório do rei? — Henry parou. — Ela costumava ficar lá, desde que tudo aconteceu.

— Já revirei cada lugar deste palácio. — disse Henry. — Cada lugar que a Katherinny costuma ficar.

— Procure nos jardins. — disse ele. — Próximo ao lado, atrás das tendas.

— Obrigado. — disse Henry. Antes que pudesse sair, Henry deu uma última olhada para o Finbar. — Senhor Collum…

— Henry, pode me chamar de Finbar. — disse o próprio.

— Posso lhe fazer uma pergunta? — Finbar assentiu. — Peço que seja verdadeiro na sua pergunta, assim já vou poder começar a torcer para alguém.

— Estou ouvido.

— Na sua festa de doze anos, dentro daquela tenda… você sabia quem realmente está ali?

— Está falando do beijo? — Henry assentiu. — Eu sempre sei quem é quem, sempre soube na verdade. Basta um sorriso e ela sabe disso. Basta ela sorrir e o mundo ilumina. O beijo sempre foi dela, aquele beijo sempre foi para ela.

— Finbar, boa sorte. — Henry saiu e Finbar voltou para a sala.


No Jardim, Magnus estava próximo as tendas onde os convidados se reuniam para o laser. Era tendas confortáveis com sofás, tapetes, travesseiros, pufes e mesas com frutas. Quando os representantes da seleção foram as casas dos selecionados, eles perguntaram o que cada um queria que fosse adicionado ao seus quartos. Magnus logo pediu, um caderno de desenho — por causa do profissão —, agora, ele tem uns quarenta e um conjunto de palhetas de desenhar.

Sem contar um tablet digital para desenhos, só porque ele estava na seleção, não significava que ele tinha que parar de trabalhar. Mas naquele momento, ele estava com o caderno em mãos. O jovem estava tão distraído e não percebeu a aproximação da Katherinny. A mesma se aproximou lentamente e silenciosamente e sentou-se ao seu lado.

— Nada? — Magnus olhou para o lado, se assustando com a presença da princesa ali.

— Majestade? Quero dizer, princesa Kaitlyn! — dissera o jovem sem jeito.

“Claro que era a princesa Kaitlyn, já que a Katherinny estava com o Christian.” pensou ele. Mas a princesa abriu o sorriso e disse:

— Eu sou a Katherinny.

— Mas a senhorita não está com o Christian? — Katherinny negou. Magnus deu apenas de ombros e voltou para a frente. — Eu estou tentando desenhar o jardim, mas não estou conseguindo.

— A essência do real é tão difícil de ser captada. — disse Katherinny, arrancando um olhar de espanto do jovem Winfrey.

— A senhorita também desenha?

— Meus desenhos são mais voltados para a moda. — explicou ela. — Mas sim, eu desenho. Nada comparado ao seu trabalho. — Magnus a olhou surpreso. — Eu vi os seus trabalhos. Seus pais devem estar bastante orgulhosos de você.

— Meus pais morreram. — disse Magnus, pirangando. — Em uma queda de avião, quando eu ainda era criança.

— Eu não sabia, eu sinto muito! — disse Katherinny, colocando a mão no ombro do jovem.

Na verdade, Katherinny sabia sim. Quando os representantes da seleção foram as casas dos jovens, perguntas foram feitas fora da presença dos rapazes, e a avó do Magnus contou o que havia acontecido com os pais do jovem. Essas perguntas foram colocadas em um envelope e trazido até Katherinny, a princesa achou aquilo invasivo demais. Se fosse para saber da vida de cada um deles, que fosse por eles mesmos.

Mas, Kaitlyn não resistiu e acabou abrindo um deles e o do jovem Magnus foi o sorteado. Seus pais morreram em um acidente de avião quando ele era muito pequeno por isso mal se lembra deles, desde que se recorda, ele tem vivido com sua avó no sítio dela. Eles não são ricos, mas sim de classe alta. Depois daquela invasão de privacidade, Katherinny se sentiu mal e falou com as garotas que ela também havia enviado junto com os representantes, que só lhe contasse algo, se fosse extremamente útil para a sua segurança.

Talvez, quando a Kaitlyn abriu aquele envelope, Katherinny percebeu que ela não podia invadir a vida das pessoas de tal maneira, tão invasiva. Mas ela imaginava que o fato do Gabriel ter vindo a apresentação sozinho, indicava que o jovem também havia passado por uma perda, duas no caso. Mas ele não tinha mais ninguém em sua vida? Antes que Katherinny pudesse voltar a falar com o Magnus, ela viu Henry se aproximando.

— Faça algo para mim, pode ser? — ele assentiu, enquanto Katherinny levantava-se. — Com licença.

Então ela foi em direção ao Henry, que não estava com uma cara nada boa. Então ele contou o que Kaitlyn havia e estava fazendo naquele mesmo instante.

— Por isso o Magnus achou que eu estava com o Christian. — Katherinny riu. — Aí aí, essa Kaitlyn.

— Você ouviu o que eu acabei de dizer!

— Sim, que a Kaitlyn está por aí com o Christian… como se ela fosse eu.

— E você vai deixar?

— E não pode?

— E onde diz que pode?! — era evidente a recepção no olhar do Henry, mas Katherinny ignorou.

— Onde eu quiser?! — exclamou Katherinny, encarando o irmão.

— Você não está se comprometendo com essa seleção?

— Desculpa... Mas eu pensei que tinha ficado claro desde o início.

— E porque não desistiu?

— Porque era isso que os nossos pais queria e que se deus o livre, o pior tenha acontecido com eles... quero pelo menos ficar com a consciência limpa de que atendi um dos pedidos deles, mesmo que seja contra a minha vontade.

— Desisto! Desisto de vocês duas, principalmente de você! — Henry voltou pelo caminho que havia vindo.


Dentro do palácio, os corredores estavam vazios, a pedido da própria Kaitlyn. Ela havia falado “quero os corredores vazios, para passear com o meu selecionado.” Claro que ninguém cogitou a troca, eles sabiam que quem falava era a Kaitlyn e não a Katherinny. Pois a Katherinny não era tão áspera assim, com quem a servia. Enquanto Kaitlyn estava brincando de herdeira em um lado do palácio, no outro, alguém que passava facilmente despercebido pelos cantos, entrava na sala do rei Philip.

Ao entrar na sala, o jovem tirou o celular que guardava na roupa. Era um celular velho, talvez descartável. O coração do mesmo, parecia que iria pular do seu peito, ele precisava se acalmar. Alguns instantes depois, o aparelho tocou “numero desconhecido”.

— Alô! — disse ele.

— On arrive! — disse a pessoa do outro lado.

— On arrive! — respondeu o rapaz. — Aqui é o Drago.

— O que tem para nós?! — perguntou a voz do outro lado.

Era uma voz neutra. Difícil dizer se era homem ou mulher, idade ou nacionalidade. Era somente uma voz.

— Não muita coisa. — respondeu ele. — A princesa deu uma sumida agora a tarde, então eu tenho um tempo antes do príncipe Henry vir até mim, novamente.

— Encontrou algo?

— Não! — respondeu o rapaz. Sua voz estava suave, mesmo ele estando com medo de está dentro daquela sala. Mas se alguém chegasse e o encontrasse ali, não iriam questionar já que ele tinha permissão para está ali. — Notícias dos pais dela?! — prosseguiu ele.

— Não! — responderam do outro lado.

— Ela está triste, mal se alimenta. Vive chorando, precisamos dela bem e viva.

— Tente alegra-la… se aproxime dela…

— Me aproximar mais? — o jovem se jogou no pequeno sofá, próximo a uma estante de livros. — Quer que eu case com ela? Só falta isso!

— Não teria sido uma péssima ideia.

— Preciso voltar, antes que os outros percebam. — dissera ele voltando a ficar de pé.

— Cuidado e não esqueça… On Arrive.

— On Arrive! — respondeu ele.


Kaitlyn e Christian já haviam chegando na ala norte do palácio. Como Kaitlyn mesma havia falado, aquela parte havia sido reformada e atualmente eram salas e cômodos para visitantes especiais. As famílias do rei Philip e da rainha Demetria quando visitavam o palácio, eram ali que ficavam. Sem contar outros diplomatas, reis etc.

— Então nesses quartos já passaram todo tipo de figura parlamentar e diplomática? — perguntou Christian.

— Sim. — respondeu Kaitlyn. — Mas também artistas já passaram por aqui.

— Sério? Quem?! — perguntou ele, em êxtase.

— Isso é confidencial. — disse Kaitlyn. — Illéa as vezes serve de refúgio para quem quer descansar. Mas digamos que do Pop ao basquete, do palácio da Inglaterra a jogador de futebol americano. De estrela em Ascenção até não mais famosas.

— Deve ser legal viver aqui. — disse Christian. — O Collum deve aproveitar bastante.

— Peço que quando estivemos juntos, não cite o nome dele. — pediu Kaitlyn.

— Desculpe-me. — diz ele, a olhando de lado.

Christian e Kaitlyn andavam lado a lado no corredor. Enquanto o jovem Mixedveins, estava com os braços atrás do corpo, Kaitlyn estava com os braços à frente do corpo. A princesa usava um simples vestido azul, com mangas caídas sem decote.

— Pelo visto a senhorita também não gosta dele. — falou Christian, tentando forçar o motivo.

— Nem o senhor. — falou ela. — Algumas horas foi o suficiente para conhecê-lo?

— O achei exibido demais. — disse Christian.

— Isso é pouco ainda. — murmurou Kaitlyn, baixo para que o Christian não ouvisse. Mas ele ouviu.

— Por qual motivo a senhora o detesta? Já que foram criados no palácio, são basicamente irmãos.

— Eu e Kaitlyn tínhamos quatorze anos na época… — Kaitlyn fala numa naturalidade o “eu”, como se ela realmente fosse a Katherinny. — Era o aniversário dele e doze anos. Desde pequena, ele tinha uma paixonite por mim. Mas eu nunca correspondi, pois sabia que a Kaitlyn o amava. Quando em certo momento da festa, eu me afastei para deixa-los a sós. Como futura rainha, os holofotes sempre eram para mim, eu não queria atrapalhar aquele momento único entre eles.

“por isso eu fui para uma das tendas que há nos jardins. Não demorou muito, ele apareceu. Ele havia que eu não era a Kaitlyn, então ele me beijou. A Kaitlyn chegou no exato momento e viu tudo. Nós brigamos por causa daquilo, por isso eu o detesto! Porque eu briguei com a minha irmã, minha querida irmã por causa dele. Ele vive se vangloriando que sempre sabe quem é quem, ele quis causar uma discórdia entre mim e a Katty.”

— Que canalha! — exclamou Christian, segurando a mão da Kaitlyn. — Eu já não gostava dele, mas agora… não consigo nem descrever. Mas por que a senhorita resolveu aceitá-lo na seleção?

— Ele é órfã de mãe e meus pais sentem muita pena dele, e isso fez com que esse sentimento também surgisse em mim. — falou Kaitlyn.

— A senhorita é tão gentil, princesa Katherinny. — falou Christian.

— Eu faço tudo para ver as pessoas bem, mas elas são ingratas comigo. — disse Kaitlyn, com os olhos cheios de lágrimas. Ela era uma boa atriz, isso era de se admirar.

— É uma pena, princesa. — disse Christian, sem saber que estava dando mais asa a cobra. — Mas um dia, espero que todos aqueles que agiram com ingratidão perante a senhorita, se arrependam de tal feito.

— Eu não desejo o mal as pessoas. — disse Kaitlyn com um sorriso. — Apenas desejo que o universo cuide delas.


Do outro lado do palácio, agora próximo ao salão das mulheres. O jovem Raymond andava de um lado a outro, enquanto observavam alguns detalhes das decorações do interior do palácio. Ao seu lado estava o Nathaniel — que olhava atentamente para talvez futuramente desenhá-los e o Nicholas que já havia deixado a filantropia de lado e estava focado em seu livro. Raymond estava próximo a porta do salão das mulheres, Nathaniel próximo a alguns quadros e Nicholas encontrado na escada.

Quando as portas de madeira se abriram, o ruído fez Nicholas fechar o livro e fazer uma careta nada amigável. Quando os três olharam para a porta, viram Katherinny, que muitos pensavam ser a Kaitlyn. Assim que pisou no azulejo que cobria o chão, Katherinny tirou seus sapatos enlameados e os deixou na porta. Ela poderia sim andar pelo palácio sujando tudo, que ninguém ligaria.

Mas Katherinny tinha a conveniência de que os empregados já faziam coisas demais, e que nos próximos meses, já teriam trabalho o suficiente para o resto de suas vidas. Katherinny estava de calça jeans, blusa lisa na cor do verde claro e um sobretudo cinza. De salto, ela parecia ter 1,70. Sem eles, não passava dos 1,65. A mesma correu em direção as escadas, reduzindo a velocidade ao notar que três dos 35 selecionados estavam ali.

Da escada Nicholas olhou para o Nathaniel, depois olhou para os saltos pretos da princesa Katherinny e em seguida voltou a olhar para o Nathaniel.

“Nem pensar!” Sibilou Nicholas para o Nathaniel.

— Rapazes, algum problema?! — perguntou ela.

— Nenhum, princesa. — foi Nicholas quem falou. — Só estamos admirando os detalhes do palácio.

— Fico feliz em saber que coisas insignificantes os distrai. — falou Katherinny, soando perfeitamente como a irmã. — Com licença! — Katherinny continuou a correr, passando pelos rapazes e o Nicholas que estava na escada.

— Você não pode pegar esses sapatos! — disse Nicholas, descendo os quatro degraus que ele havia subido.

— Porque até os sapatos dela tem segurança. — disse Raymond. — Quem contar que aquela não é a princesa Katherinny, esqueceu que ela está com o Christian.

— E?

— Só porque ela são gêmeas idênticas, não significa que isso se aplicou aos pés delas. — disse Nicholas. — Agora sai aí e vem pra cá.

— Vai cortar esse cabelo. — disparou Nathaniel.

— Olha...! — Nicholas agora estava próximo dos rapazes.

Nathaniel riu, fazendo com que Nicholas e Raymond rir. Alguns degraus acima , Katherinny encontrou Finbar descendo as escadas. Ele parou, fazendo com que ela também parece. Finbar não era acostumado a fazer reverência diante a Katherinny, nunca precisou, mas naquele momento ele fez.

— Majestade! — disse ele.

— Mudinho… — Finbar odiava aquele apelido.

— Meu pai já está em sua sala. — dito isso, ele passou por ela e seguiu.

— Argh! — Katherinny seguiu rapidamente para sua sala. — Padrinho! — diz ela assim que o viu dentro da sala.

O General Collum além de ser da extrema confiança do rei Philip, ele e sua falecida esposa — Niamh — eram os padrinhos da Katherinny.

— Oi! — ele recebeu um abraço da mais nova. Katherinny era como uma segunda filha para ele.

— Então? Eram eles? — perguntou ela, eufórica.

— Não posso revelar isso para você. — diz ele.

— Por que? — questionou Katherinny, se afastando dele. Katherinny também viu o General Collum como um pai.

— Porque eu não quero arrancar as últimas esperanças que você tem e logo em seguida, alimentá-las outra vez. — explicou ele.

— Um mês. Padrinho. — diz ela, pausadamente. Katherinny estava cansada de tudo aquilo, um mês havia se passado. As vezes pensamentos de que eles estavam sendo torturados, vinha a sua mente. Outras vezes que estavam mortos e enterrados em algum lugar.

— Vamos manter as esperanças. — Katherinny respirou fundo e assentiu. — Tem uma coisa que eu quero lhe pedir. — diz ele.

— Claro.

— Pegue leve com o Fin. — pediu o mais velho e Katherinny apenas assentiu. — Obrigado.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...