1. Spirit Fanfics >
  2. The Cult of Dionysus (SeulRene). >
  3. Capítulo 3 - Mission of Hope, Message of Love.

História The Cult of Dionysus (SeulRene). - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


boa leitura, e lembrem se:

fora karol conká!!

♡ ~

Capítulo 3 - Capítulo 3 - Mission of Hope, Message of Love.



~ Seulgi p.o.v.~

Eu estou deitada, olhando pro teto, e provavelmente questionando algumas decisões da minha vida. Desde pequena, fui criada para ser perfeita. "Não use drogas! Não se envolva com pessoas perigosas! Não deve perder sua virgindade até casar!" Sabe o pior? Eu quebrei todas estas regras. Mas hey, só se vive uma vez, certo?


Eu fiz um esforço pra pegar meu celular sem me levantar, já que recém havia chego da academia e estava muito cansada. Haviam algumas notificações nele, sendo uma de Bae e a outra do meu pai. As de Joohyun, diziam "Seulgi! Não te vi desde aquela noite do bar, está tudo bem? Devemos sair pra comer algo um dia desses~". Eu sabia que ela não queria realmente sair comigo, e sim ter certeza de que eu não estava irritada desde o acontecimento da semana passada. Então, respondi-a: " Sim, hoje à noite está bom para você? " e não muito tempo depois, recebi sua resposta "Sim! Te vejo à noite então, Seulgi~ ;)".

Não culpo ela por ter medo de mim, eu realmente perco o controle muito rápido. Na escola, já acabei em inúmeras brigas por motivos estúpidos. Gostaria de dizer que aprendi com esses erros, mas seria uma mentira. Eu já fiz muitas coisas das quais me arrependo, e outras que deveria sentir remorso mas não sinto. Estranhamente, Bae sempre teve o talento de me ajudar a tee sensatez nas minhas escolhas, e eu nunca entendi por quê. Talvez aquele dia do bar tenha sido um sinal sobre a real razão.

~ Joohyun p.o.v ~

Já são 10 horas da noite, e eu me arrumei, usando um vestido preto curto, e meu par de all stars, não tinha saltos, por mais que amasse eles. Eu desci as escadas, e vi minha mãe e minha irmã, conversando e rindo no balcão da cozinha. Elas voltaram seus olhares para mim, se surpreendendo com minha roupa.

— Uau!!! Vai encontrar seu namorado, unnie?! — Minha irmã exclamou, sorrindo e já me imaginando em um encontro romântico.

— Eu não tenho namorado! Vou passear com uma amiga. — Ah, não venha me julgar por estar "no armário"! Tenho medo de ser expulsa de casa.
Após minha fala, ouvimos uma buzina do lado de fora. Quando olhei pela janela, vi o carro preto de sempre estacionado, com o motorista me esperando. "Droga!" pensei, "Já falei para Kang não mandar o carro pra cá, eu iria de ônibus! Imagina se meu pai estivesse em casa, eu entraria em encrenca". Me despedi das duas que estavam comigo, e fui até veículo, entrando e me acomodando.

Quando cheguei no destino, me dei conta de que nem sabia para onde iria, pois Seulgi não havia me dito nada. Eu gostava desta imprevisibilidade dela, mas ao mesmo tempo me assustava, pois não sabia o que esperar dela. Eu saí do carro, já avistando ela na entrada do restaurante. Ele ficava à beira de um rio, e sua vista era linda. Parecia ser bem caro, então vim vestida para a ocasião! E ela também, pois estava com seu terno de sempre. As vezes eu achava que ela se parecia com uma personagem de desenho animado, aqueles que nunca trocam de roupa, sabe? Eu ri da minha própria piada, e ela se aproximou de mim, estranhando:

— Está rindo sozinha, Joo?
— Pensei em algo engraçado.

— Você pode me contar lá dentro, vamos.

Ela falou, colocando seu braço em minha cintura, e me guiando até a mesa. Por algim motivo, isso me fez ficar vermelha, mas não por desconforto, e interessantemente por ter gostado de tal gesto. O restaurante me lembrava o antigo prédio, tinha um lustre, garçons bem vestidos, pinturas caras e alguns homens tocando violino. Era bem... romântico?
Nós nos sentamos, e começamos a comer e ter as conversas de sempre. Ufa! Acho que ela não estava mais com raiva.

Após uma hora lá, começamos a andar juntas perto do mesmo rio. Enquanto fazíamos isso, eu senti uma estranha vontade de querer segurar sua mão, mas a ignorei, pois obviamente era sem sentido. Depois de mais caminhada, com muitas risadas e histórias, nós fomoa até a roda gigante que ficava à beira da água. Enquanto estávamos subindo, frente a frente, apontamos para lugares da cidade, enquanto lembravámos de nossa infância

— Lembra quando roubamos sorvete na lanchonete?

— Sim! E quando nossos pais descobriram, quase nos proibiram de brincar juntas!

— Hahaha sim! Quem diria que ainda iríamos ser amigas até hoje?

Depois de descer do brinquedo, o motorista me levou para casa.
Já na frente, eu estava quase saindo, quando Kang agarrou meu braço e me puxou para um beijo.

— Boa noite, te vejo amanhã na aula.

— Boa noite, Seul.

Entrei em casa, e fui direto pra cama. Eu me joguei nela, e coloquei minhas mãos sobre o rosto. Estava envergonhada mais do que nunca. Seulgi me beijava o tempo todo, sendo durante sexo ou até em momentos aleatórios pra me provocar, já que ela sabe que não gosto quando ela me beija em público. Mas desta vez, parecia ter algo a mais. Parecia ter... Sentimenro? Não sei dizer. Me pergunto se ela sentiu o mesmo ao me beijar.

No outro dia de aula, nos deram uma tarefa na aula de literatura. Deveríamos escrever uma carta anônima para alguém na sala. Então assim o fizemos, e depois os professores nos ajudaram a entregá-las sem que ninguém soubesse o autor original. Algumas pessoas não receberam cartas, outras receberam várias. Eu, recebi apenas uma.

" Cara Bae Joohyun,
Por meio desta carta venho expressar minha raiva à você. Pelo que você me faz sentir. Coisas que nem sabia que eram possíveis de ser sentidas, experiências que eu achei que nunca fosse ter, e coisas clichês que achei que fossem somente ficção de filmes e livros. Eu sinto algo incrível quando estou junto à você, e espero que sinta o mesmo. Tenho raiva deste sentimento, mas gosto dele ao mesmo tempo. Pode me chamar de covarde por só te falar isso anonimamente, e você está certa. Eu sou covarde. E isso é uma coisa que só você me faz sentir. Tenho medo de errar perto de você, e de te magoar, pois tudo o que quero é ser minha melhor versão, somente para você. Eu não achei que eu fosse uma pessoa clichê, mas na verdade eu sou. Então, aqui vai algo que bolei quando estava pensando em você:
Quando as estrelas se alinham, eu vejo seu rosto, ouço suas risadas, e penso em você. Eu quero estar com você. Então quando isso não for possível, seja qual for o motivo, olhe para as estrelas e pense em mim, Bae. Eu estarei pensando em você também.

                                — Com amor, eu.
      (ps.: me conte suas piadas! você não precisa rir sozinha.) 


Notas Finais


quem foi ein?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...