História The Cure - Jikook - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Irmãos, Jikook, Jimin, Jungkook, Lemon, Namjin, Yaoi, Yoontaeseok
Visualizações 886
Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se passou muito tempo sem atualização, uma semana ou mais, não sei e isso para mim é muito tempo sim kkkk

> Peço, que vocês leiam Talassofobia - Jikook, minha fanfic nova. <#

Capítulo 31 - 31


  Eu estava entediado no banco do passageiro, meu pai incrivelmente havia dito ao Jungkook que me acompanhasse para o dentista, mas ele estava no banco de trás, eu não podia sequer toca-lo como eu queria, só vigia-lo de vez em quando pelo retrovisor. Desde que a mãe do Jungkook quase nos viu na sala, que estávamos tendo mais cuidado, e depois que eu disse que eu ia protege-lo, acho que o Jungkook entendeu que eu estava falando sério. Para evitar encontros desagradáveis com a mãe dele ou com o meu pai, ele sempre se precavia antes de ir para o meu quarto ou para o dele. Para mim parecíamos fugitivos, já faziam duas semanas e estávamos indo bem, mas as vezes não podíamos fica longe por muito tempo. 
Quando paramos em frente ao empresarial do consultório, eu entreguei ao motorista já conhecido do meu pai o dinheiro certo que ele havia me entregado para a corrida, sai do carro e pouco depois Jungkook saiu, olhando para o prédio enquanto guardava o celular no bolso. Eu não podia contempla-lo o dia todo, então o puxei pelo braço para entrar. Ele quis girar nossas mãos para segurar a minha, mas eu não deixei, não ali. Quando entramos, o Hall do empresarial estava vazio demais, ainda era de manhã afinal, mesmo em um sábado as coisas não são tão movimentadas. Eu não precisava perguntar o número na recepção, de ir lá já a tantos anos, eu já sabia o andar do consultório, contornamos a bancada da recepção, e atravessamos o espaço de espera criado aleatoriamente, eu não me lembrava daquilo estar ali a um ano atrás, do nada aquilo surgiu ali. Mais à frente um corredor pequeno dividia a parede da esquerda com dois elevadores e a parede da direita com uma mesinha com um jarro e sobre ela um espelho redondo, a moldura já velha e descascada.
-Por que está se arrumando tanto? -ele me perguntou enquanto eu ajeitava o cabelo no espelho esperando o elevador chegar, o vento havia quase feito um topete natural. 
-Porque enquanto você fica fora da sala, eu vou ficar com o meu dentista gostoso. O que acha? -perguntei o perturbando, quando me virei para ele, ele cruzava os braços e passava a língua na bochecha, jogou os ombros e se virou para a frente. -O que? Acha que não consigo ficar com ele?
-Acho que você quer apanhar sem dó. -diz baixinho se inclinando para mim. -No caso, apanhar de mim, claro. 
-Veja pelo lado bom, meu pai te pediu para me trazer aqui. 
-Isso não alivia o seu lado de que me fez imaginar você com outro homem. -diz bufando e jogando o peso para uma perna. 
-Eu não diria "outro homem".
-Me chamou de criança agora! -ela reclama enquanto eu estou rindo, vejo-o embaçado olhando o Hall e me segurando pela cintura. Eu podia sentir seus dedos na minha pele, mas era de uma forma boa, e quando ele me encostou na parede ao lado do espelho também foi bom e excitante. -Não fique me provocando.
-O que? Com imagens minhas e de "outro homem" na cadeira do dentista? Hum? Na mesa talvez. -fingi realmente estar pensando e ele arregalou os olhos. -Qual sua opinião?
-Que eu vou tirar minha satisfaço dentro do elevador. -sussurra.
-Aí vão nos assistir nas câmeras. 
-Não me importo, eles vão gostar de me ver te fo... -coloco um dedo nos lábios dele e ele ri. -O que? 
-A quanto tempo que não nos beijamos? -pergunto tocando seus lábios com os dedos. -Um dia? 
-Dois. -sussurra beijando meus dedos. -Temos que tirar o atraso. Quer ir a algum lugar depois daqui? 

  -Olha, temos que entregar o livro a biblioteca de Namsan antes, se não quiser que chegue uma multa lá em casa. 

  -É a ultima coisa que eu quero. 

  O barulho do elevador se aproximava, olhei sobre o ombro do Jungkook a telinha em cima das portas, estava cada vez mais perto, demorando um pouco no segundo andar. O levei de volta pela mão até as portas, um bling e elas se abriam, lá de dentro saiu uma garota, ela não nos olhou ou ao menos levantou a cabeça já que estava procurando algo na bolsa, com os cabelos amarrados e bem diferente da última vez que a vi, mas eu a reconheci, era a garota dos bilhetes do parque. Ela se afastava, e eu precisava falar com ela, Jungkook já estava pressionando minhas costas para que entrar no elevador quando eu soltei a sua mão e corri em direção a garota que estava quase saindo do empresarial. Faz tempo que não corro, talvez eu devesse por isso mais em prática. Eu corri e toquei seu ombro, ela se virou quase dando um encontrão em mim, por sorte o minha falta de corrida já tinha me feito cansar e diminuir a velocidade até estar perto dela. Ela me olhou assustada, só não sei se foi porque um louco havia corrido atrás dela ou porque ela me reconhecia, mas parecia a mesma expressão de quando a encontrei vendendo bilhetes na caixa de fósforo. Ela tentou se afastar de novo, a segurei pelo braço, eu não queria parecer um perseguidor pervertido, então a soltei novamente e felizmente ela ficou parada. 

  -Eu te conheço, não conheço? -perguntei e ela arregalou os olhos, abriu a boca e a fechou sem emitir nada mais do que um barulhinho irritado. -Estudamos juntos? 

  -N-Não... eh... -ela abaixou o rosto para o chão e respirou fundo. -Eu sou muito burra. -disse, mas senti que não falava comigo, parecia estar apenas brigando consigo mesma. Ela levantou o rosto e sorriu, senti que a reconheci mais ainda, mesmo assim não me lembrava direito, talvez não fosse exatamente aquele sorriso que eu me lembrava. -Já faz muito tempo, oppa, ninguém me avisou que você tinha ido embora

  Ergui as sobrancelhas e arregalei os olhos surpreso, eu me lembrava dela, só que antes ela era tão pequena, acho que tinha uns sete anos e insistia em me chamar de "Jim" prolongando o 'm' como podia. Ela tinha quase treze da última vez que a vi, por isso e por todas as características infantis que havia perdido, que eu não havia me lembrado dela. 

  -Eu fui passar um tempo com a minha avó e quando voltei... você já tinha ido embora a quase um ano. -disse Yoora

  -Um tempo, dois anos... você não sabe medir tempo. -ri e ela fez uma careta, não havia perdido esse costume.

  -Dois e meio, foi o suficiente. -ela sorriu sem graça e suspirou. -Todos nós viemos para cá faz alguns meses, eu não esperava te encontrar aqui. -disse apreensiva, e meu estomago apertou. -Me contaram oque aconteceu. 

  -É, foi horrível. -digo querendo sair correndo dali, eu não queria relembrar essas coisas, mas se elas vem até mim, oque posso fazer? -Vocês estão bem? 

  -Estamos, nos mudamos para um duplex em um prédio perto daqui. -ela olhou para a porta de vidro atrás dela, o sol a cegando rapidamente, então voltou os olhos para mim. -Eu vou indo, acho que... seu amigo não gostou muito de mim. -ela riu e apontou com a cabeça para o lado, me virei e Jungkook fingia interesse nas unhas enquanto estava encostado na parede de esquina do corredor. 

  -Ele é ciumento, só isso. -me viro e ela levanta as sobrancelhas rapidamente, acho que ela já entendeu sobre nós dois, afinal, ela nos viu no parque também. -Nos esbarramos de novo algum dia. 

  -É, até lá então. -ela sorriu e se virou, a vi saindo pelas portas, o brilho do sol ricocheteando no meu olho quando a porta abriu. 

  Voltei correndo para o corredor dos elevadores, atravessando o meio do salão, onde sobre mim vários lances de escada rolante, dois por andar, subiam até o topo. Jungkook me encarava confuso, o elevador ainda estava a espera quando cheguei lá, o puxei para dentro ainda recuperando o fôlego da corrida, me encostei nas paredes espelhadas do elevador e respirei fundo por causa do meu quase sedentarismo. As portas ainda se fechavam quando eu me estiquei para apertar o  botão do décimo andar. 

  -Quem era? -perguntou Jungkook se recostando na parede. 

  -Yoora, ela estava vendendo bilhetes no parque de diversão. -digo já mais relaxado e percebendo agora o perigo que eu corria por ter visto ela. Agora eu ficaria paranoico com isso, Seul é uma cidade pequena. 

  -Como vocês viraram amigos do nada? 

  -Ela... -fico apreensivo em conta-lo. -Olha, se você ficar com raiva eu passo mais sete dias longe de você. 

  -Eu não vou. -disse apoiando o ombro na parede para poder me ver melhor. 

  -Ela é irmã daquele meu vizinho que eu te contei. -procuro na sua expressão alguma coisa que me indicasse raiva ou alguma coisa assim, mas ele só assente. 

  -Por que eu ficaria com raiva da irmã dele, Yaegiya? -ele ri e estica o braço para tocar meu cabelo, naquele elevador que caberiam umas sete pessoas, não era difícil ele me tocar. 

  -Porque eles estão morando aqui, eles todos. -ele parou a mão de acariciar meus cabelos, parece surpreso, mais um bling e o elevador para do décimo andar. -Não significa que vamos nos encontrar. 

  -É, não significa. -sinto que ele não estava muito bem, me levou para fora do elevador pela mão sem me dizer nada, e olhou a lista presa num quadro de aviso no meio do corredor principal, um patamar circular entre as escadas rolantes que cruzavam o espaço aberto, eu via aquilo como um olho, a partir daquele patamar que seria a íris, os corredores menores se enraizavam até o fim do prédio. 

  -Vem aqui. -o chamo antes dele partir procurando a sala quarenta e dois, que eu já sabia onde era. Paramos perto do suporte de vidro ao redor da íris do prédio. -Tudo bem? 

  -Tudo, é só que... -ele me olha por um tempo e ri. -Fiquei com ciume, só isso. Não quero encontrar a sua primeira paixão do nada. 

  -Não vamos. Seul é pequena e eu só saio com você quando eu saio de casa. -o enlaço pela cintura e beijo seu queixo delicadamente -E não é a mesma coisa hoje, não é? Hoje eu tenho você, de quem mais eu preciso? 

  -Verdade, tudo que está faltando entre nós, é um pedido de namoro. -ele sorri me deixando sem graça, escondo o rosto na camisa dele como sempre. -O que? Já estamos namorando? Não fique fugindo de mim. -ele me faz cocegas e eu me afasto com as mãos para frente para evitar as dele. 

  -É, Jungkook, é a única coisa que falta, além de um pouquinho de liberdade. 

  -Ah, liberdade eu já tenho demais com você, tanto que eu vou cobrar a minha vingança, por causa do dentista. 

  -Ainda está pensando nisso. -digo rindo, ainda não me atrevendo a ir para perto dele. 


Notas Finais


Espero que gostem e não esqueçam de verificar Talassofobia <#

Sinose> Um homicídio em Osaka leva dois detetives a saírem de Seul para investiga-lo, um sócio coreano da maior escola de natação de Osaka é encontrado morto na Baía. Como um detetive com talassofobia poderia se apaixonar por um garoto apaixonado pelo mar? Como um detetive poderia se apaixonar por uma lenda do mar?


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