História The Cure - Jikook - Capítulo 54


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Irmãos, Jikook, Jimin, Jungkook, Lemon, Namjin, Yaoi, Yoontaeseok
Visualizações 493
Palavras 2.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1000? MIL? MIL E QUATRO? MEU DEUS!

Eu absolutamente amo vocês, não dá nem para explicar. Poxa, minha primeira fanfic a chegar a 1000 foi essa, e essa também foi a primeira fanfic Jikook que eu fiz na vida! Sabe o quão importante isso é para mim? Muito tipo, muito mesmo!

Apesar dessa fanfic está próxima de acabar, quero dizer que logo logo estarei no projeto de outra... chama Talassofobia. Quem não sabe sobre oque se trata, pesquise no google (Admito que eu tenho isso). E também, já está postada Main Character, vão lá checar também <# Amo muito vocês.

Capítulo 54 - 53


Estávamos no caminho da casa do Yoongi Hyung. O sol castigando o meu lado do carro, deixando minhas roupas quentes e metade do rosto torrando. Imaginei como eu ficaria com apenas meio bronzeado, ou com o formato das roupas no corpo. A minha direita, Taehyung estava entediado, olhando o celular mas sem focar em nada. A minha esquerda, Jungkook estava olhando a paisagem, com o sol em vigor sobre ele, e apertando a minha coxa como fazia sempre que estava nervoso. 
Eu me sentia meio deslocado e desconfortável. Eu sabia que Yoongi Hyung não queria ir para Daegu, e agora estava me sentindo culpado por força-lo a ir naquela viagem. E ele ainda estava dirigindo, mas isso fora escolha dele. Já Hobi Hyung, estava fugindo das câmeras por um tempo, não se importava para onde estávamos indo e talvez não tivesse visto os sentimentos conflituosos do namorado sobre a cidade de onde veio.

-O que acha que te espera? -perguntou Taehyung, quebrando o silêncio.

Olho para ele e dou de ombros.

-Não sei, só espero que não seja ele.

Okay, talvez eu não pensasse isso exatamente. Talvez aquela resposta fosse para encobrir oque eu realmente temia que estivesse me esperando.

-Já imaginou se fosse... -começou Hobi Hyung.

-Não. -o cortei. -Não é.

-Você não pode ter certeza.

-Hyung, eu já o odeio muito, não sei em qual palavra meus sentimentos caberiam se ele também tiver me escondido isso. -digo, infelizmente sendo mais ríspido do que pretendia. -Desculpe.

-Yaegiya, sentimentos não foram feitos para caberem em palavras. -disse Jungkook, por fim.

Me escorei no banco e deitei a cabeça no ombro dele. Jungkook tinha razão. Sentimentos não são feitos para caberem em palavras. Tanto que "amor" é incompreensível. Olhei lá para fora, com os olhos apertados por causa da luz. Passávamos por uma extensa plantação de arroz, era tão pacífico, desejei morar ali e esquecer de todo o resto do planeta.
  Não percebi quando, mas eu dormi no seu ombro, ali onde eu me sentia seguro.

***
  -Quatro picolés! Chocolate!

  Acordei com esses gritos. Abri os olhos no susto e vi que o carro estava parado perto de uma bomba de gasolina. Hoseok Hyung estava debruçado na janela completamente aberta, gritando a plenos pulmões para Yoongi Hyung que estava na frente da loja 24horas.

  -Jimin acordou. -avisou Jungkook.

  -Cinco Picolés! -Hoseok retornou a gritar. 
  
  -Quatro ou cinco?! -perguntou Yoongi, mas pelo seu sorriso deu para perceber que estava só irritando. Ele acenou para que esquecesse e entrou na loja.

  -Seu namorado é ridículo, Taehyung. -resmungou Hoseok voltando a sentar.

  -Ah, quando ele é ridículo aí vira meu namorado? 
  
  Eu ri e esfreguei o rosto na camisa do Jungkook, estava quente de sol, e meu rosto coçava por causa do sono. 
  
  -Não façam suas coisinhas do meu lado. -disse Taehyung. 
  
  Jungkook riu e passou o braço pelas minhas costas. Fiquei quase em cima dele, recebendo carinho nas costas e beijos na cabeça. 
  
  -Hope, Eles dois estão me deixando carente. 
  Hobi Hyung olhou para trás e nos viu abraçados. 
  -Jungkook, não acha que está na hora de trocar de lugar com o Yoongi? Vocês dois vem na frente. 
  Taehyung bateu palminhas. Eu olhei para o Jungkook e ele pensava.
  -Vamos. -sussurrei. -Vou ter que descer logo de qualquer jeito. 
  Ele assentiu e beijou a minha testa. 
  -Vamos. 
  Ele abriu a porta e saiu, eu saí logo depois. Hoseok já estava fora, só contornou o carro e entrou no nosso lugar. Jungkook foi para a cadeira do motorista e eu para a do passageiro. Yoongi ia saindo da loja quando fizemos a troca e chegou com a testa franzida e uma sacola cheia de picolés. 
  -Pretendiam me deixar aqui? -perguntou abrindo a porta no banco atrás de mim e sentando. Agora Tae estava no meio dos dois. -Lembrem que sem mim vocês não têm picolés. Nem namorado extra. 
  -Você não é namorado extra. -falaram Hoseok e Taehyung. 
  Eu ri. 
  -Estava falando isso para o Jimin. -disse Yoongi. 
  Arregalei os olhos e tentei olhar para trás, mas ele já recebia muitas tentativas de tapa de Jungkook e do Taehyung. Claro, não estavam tentando machucar ele, era só de birra. 
  -Ah oque? Se o Jungkook for um babaca, alguém tem que ficar no lugar dele. -continuou provocando. 
  -Só não vai ser você. -replicou Hoseok. -Nem o Namjoon. 
  -Okay, de onde surgiu essa conversa? -perguntei me virando para trás. 
  Jungkook deu partida no carro. Eu coloquei o cinto e me esforcei para virar e os ver novamente. Já na estrada, Hoseok respondeu. 
  -Estávamos conversando antes de vocês descerem. Quem seriam nossos namorados "extras". -explicou. -Por exemplo, se o Namjoon terminasse com o Jin Hyung, entre nós, você seria o namorado extra dele. 
  -E quem começou esse jogo? -perguntou Jungkook. 
  -Eu. -respondeu Tae com um sorriso  encantador. -Queria ver o circo pegar fogo. 
  -Você não presta. -eu ri, me virando para frente. Olhei o relógio no rádio, era nove da manhã ainda. 
  -Peguem os picolés. -disse Yoongi.
  Ele enfiou a sacola entre nossos bancos e eu peguei o meu e o do Jungkook. Abri os dois e o entreguei um. 
  -Não quero ver nenhuma saliência nesse carro, ouviram? É só um picolé, tratem eles assim. -disse Yoongi com tom professoral, como se fôssemos sua turma no passeio escolar. -Começando por você, Taehyung. 
  -Eu?! -gritou Tae, sua voz era grossa e bonita, era compreensível porque o Yoongi tinha se apaixonado por ele, mas ele tinha uma personalidade tão oposta a isso. -Eu sou puro, Hyung. Não compartilho dessas suas ideias sujas. 
  -Você acha mesmo que tem como se defender, tendo dois namorados? -perguntei e eles caíram na risada. 
  
  O caminho todo foi assim. Rimos, conversamos e até fui desafiado a beijar o Taehyung, aceitei e quase o beijei, se não fosse a mão do Jungkook cobrindo a minha boca. Por prezar nossa segurança, voltei a me sentar e desisti da ideia com medo que na tentativa de nos parar ele perdesse o controle. Mas tudo aconteceu muito bem. Chegamos a entrada de Daegu e o clima pareceu mudar, como se a risada sumisse e o sol esfriasse.
  -Hyung, pode nos dizer para onde ir? -pediu Jungkook. 
  Yoongi de inclinou para o meio do carro, já não parecia tão feliz também. Ele disse por quais ruas entrar, e a cada esquina meus olhos procuravam furtivamente pelas palavras "Hospital" ou "São Miguel". Demorou um pouco até que aparecessem. Mas para ser sincero, acredito que a demora também serviu muito bem para mim. Acho que por mais que eu quisesse chegar lá... eu não queria. Entramos em várias ruas, Yoongi até apontou a sua primeira escola quando passamos por ela, até que enfim chegamos ao destino. 

  Na frente do prédio, um arco de pedra tinha os portões abertos para um enorme estacionamento. E na frente do arco, em letras prateadas, estava o nome "Hospital Psiquiátrico São Miguel". Olhei a entrada, sentindo as mãos suando e as borboletas no estomago. Jungkook parou o carro próximo a entrada, eu fui o primeiro a sair. 

  -Então... é aqui. -eu disse, enquanto contemplava o prédio que se erguia em mais ou menos seis andares. -Isso é saudável? Viver num lugar tão alto? Parece solitário. 

  -Todas as manhãs eles descem os pacientes em grupos, para que possam ficar ao ar livre. -respondeu Yoongi. 

  O olhei, mas ele não retribuiu o olhar, era claro que não queria dizer como sabia disso. Com todos fora do carro, entramos no prédio. Lá dentro o cheiro era de hortelã, e tudo era tão branco que a vista doía. A recepcionista ergueu o rosto para nós quando as portas deslizaram, ela franziu a testa, certamente não era normal ver um grupo de adolescentes entrando num hospital por vontade própria. 

  -Em que posso ajuda-los? -ela perguntou. Seu rosto era jovem, e talvez fosse jovem, ou poderia ser uma senhora muito bem cuidada, era normal vermos esses casos por aqui. 

  -Eh... viemos ver Bak Taegon. -respondi. 

  Enfiei as mãos nos bolsos, estavam tremendo como se estivesse frio. Atrás de mim, senti a mão do Jungkook no meio das minhas costas, respirei fundo. 

  Ela baixou a cabeça para o computador, e um minuto depois voltou a ergue-la com um sorriso. 

  -Você é oque dela? 

  Tudo pareceu ficar escuro, minhas pernas bambearam e eu quis chorar. Não podia ser. Eu me negava a acreditar. Senti braços me segurando quando meus joelhos falharam e ouvi as rodas da cadeira da recepcionista se arrastarem quando ela levantou achando que eu ia cair. 

  -Ele é sobrinho. -ouvi Jungkook respondendo. 

  Alguém me virou de costas para ela e me abraçou. Senti o cheiro do Hoseok Hyung, me agarrei a ele, mas não chorei, apenas ouvi oque diziam atrás de mim. 

  -Ah, faz muito tempo que ninguém vem visita-la. -disse a mulher. -Muito tempo mesmo. Acho que anos. Mas as contas dela sempre são pagas. Vou chamar alguém para acompanha-los, e por favor, apenas dois, ou três. 

  -Certo, sem problemas. 

  Respirei fundo e fui me soltando aos poucos do abraço. Quando me ergui, envergonhado, vi Jungkook me olhando com um sorrisinho apreensivo, como quem diz; É agora, oque eu faço? 

  Distante, ouvi a mulher ligar para alguém pelo telefone na sua mesa. Taehyung estava com os braços ao redor do Yoongi, como se ele também não se sentisse muito bem. Hoseok Hyung mantinha uma mão no meu ombro, como se esperasse um movimento brusco para que me segurasse novamente. Um momento depois um rapaz alto veio do corredor a direita. Ele se curvou para nós e sorriu, um dos quesitos para esse hospital deveria ser, dentes perfeitos e olhos gentis. 

  -Sou o Daniel. -disse, nome estrangeiro, apesar da aparência asiática. -Venham. 

  Ele se virou e seguiu pelo corredor, fomos atrás dele como formiguinhas. Lá dentro parecia mais frio, e quando entramos no elevador foi quando tudo ficou mais gelado e mais silencioso. Discretamente, me aproximei do Jungkook e encostei a cabeça no seu peito. Ele me abraçou de volta e encostou o rosto do lado do meu, isso era reconfortante, naquele frio de hospital, tudo que me trazia a vida era ele. 

  Saímos no sexto andar, era oque dizia a placa, e entramos por um corredor cheio de portas de vidro com adesivo branco leitoso por toda ela. Imaginei as pessoas por atrás daquelas portas e a pessoa que eu estava a caminho de conhecer. Será que elas recebiam muitas visitas? O que existiam naqueles quartos? 

  -Portas de vidro? -perguntou Yoongi com a voz baixa. 

  -Sim. Eles sentem que estamos confiando neles dessa forma. Como se fosse um quarto de hotel e eles estivessem passando férias. -riu Daniel. -Eles sabem onde estão, claro. Foi uma experiência que fizemos ano passado, portas de ferro faz parecer uma prisão, portas de vidro dizem que confiamos que não vão fugir, e que podem se acalmar porque não estão presos. 

  -Deveriam ter feito esse experimento anos atrás. -resmungou Yoongi, mas tão baixo que só ouvi por estar na frente dele. 

  Daniel enfim parou na última porta a direita, pegou um molho de chaves, achou a certa pelo número do quarto, e então abriu a porta. Meus pés pareciam de cimento, eu queria dar meia volta e ir para casa, mas não podia já estava ali. 

  -Podem entrar. -disse Daniel, como se nos convidasse. 

  -Eu sei. -respondi com um suspiro. Peguei a mão do Jungkook e entrei no quarto. 

  A princípio, o cheiro que me abateu, era perfume de rosas e isso me trazia uma sensação boa de libertação ao cheiro de hortelã forte. Olhei ao redor do quarto, janelas largas iluminavam o quarto branco, haviam duas estantes cheias de livros, uma de frente para a outra, uma mesa e cadeira, cadernos e lápis, e então meus olhos recaíram sobre a cama. Havia uma mulher deitada de costas, os cabelos negros caindo em cascatas pelo travesseiro. 

  -Não está na hora do almoço. -respondeu ela, com a voz mal humorada. -Eu sei. 

  -Não é almoço, Taegon. -disse Daniel. -Por que não se senta?

  -Passei a noite escrevendo aquela droga de livro. Imagino que vão deixar para publicar quando eu morrer. -ela foi se sentando e eu fui apertando a mão do Jungkook.

   Lá fora, Taehyung se espremia com Hoseok para ver oque acontecia, já que a porta estava "bloqueada" por Yoongi e Daniel. Dei um passo para trás como se ela fosse me morder. 

  Então ela sentou, e puxou os cabelos para trás, revelando seu rosto. Isso me fez ir as lágrimas imediatamente, não era só o rosto conhecido, a voz conhecida, mas era muito mais do que uma foto ou gravação. Ela estava ali na minha frente, depois de doze anos. Me virei e escondi o rosto na camisa do Jungkook, ela deve ter percebido nossa presença naquele momento. 

  -O que é esse monte de gente? -ela perguntou. 

  -Visitas. -respondeu Daniel. -Esse é o seu sobrinho. 

  -Sobrinho...? 

  Me virei, sem conseguir aguentar mais, eu queria correr, abraça-la, mas acima de tudo eu queria matar ChungHo. Me abaixei perto da cama dela, ela arregalou os olhos para mim. 

  -Você lembra de mim? -perguntei, as lágrimas caíam livres, como se tivessem decorado o caminho. -Omma? 

  Ela franziu a testa, analisou meu rosto, então seus olhos encheram de lágrimas. 

  -Não é brincadeira dele, não é? -ela perguntou, a voz como se segurasse um bolo na garganta. -Você é o de verdade? 

  -Sou eu. -respondi e sorri, não sei porque, apenas queria que ela me reconhecesse. Seria o suficiente, seria incrível. 

  -Meu menininho. -ela tirou as pernas da cama e me abraçou. 

  Ela chorou, eu chorei. Doze anos dispersados em lágrimas. Uma dor no peito que parecia invencível, mas ali, com ela, tudo parecia ter sumido. Talvez fosse esse o segredo das mães, elas tinham a chave de curar todas as dores do universo, até aquelas que pareciam as mais impossíveis de curar. O mundo tinha desaparecido para mim, e só existia ela, e eu era apenas o ar ao redor dela, eu não era ninguém, pois tudo que havia em mim estava concentrado na minha mãe. Minha. Mãe. Saboreei as palavras por vários minutos. 

  Quando ousei me afastar, a porta estava fechada e estávamos a sós. Ela passou as mãos pelo meu rosto, como se provasse que eu estava ali. 

  -Jimin-ah. -ela sussurrou e mais lágrimas escaparam dos seus olhos. -Onde você esteve? 

  -Com ele. 

  Ela sabia do que eu estava falando, por isso ela desabou em mais lágrimas. Me sentei ao seu lado e a abracei. 

  -Me desculpe, -ela disse. -Eu sumi. Me perdoe. 

  -Não foi sua culpa, foi dele. Você esteve aqui o tempo todo. 

  -Ele disse que eu morri? -ela perguntou, dando espasmos de soluço. 

  -Que tinha sido suicídio. -eu disse, as palavras amargando na minha boca. -Disse que você não aguentou a morte do meu pai, e tinha ido embora também. 

  -Cretino. -ela resmungou. Ela se afastou, deslizando as mãos pelos meus braços até segurar as minhas mãos. -Onde ele está? 

  -Desaparecido. 

  Mamãe assentiu, mas balançou a cabeça e sorriu. 

  -Mas você está aqui, e é oque importa. Já fez dezessete, certo? 

  -Já. 

  -E está cheio de amigos, isso é ótimo. 

  Então um assunto me pegou de surpresa. Eu teria que apresentar o Jungkook. Eu nunca tinha pensado dessa forma, agora eu teria que apresentar o meu namorado, para a minha mãe. 

  -Mãe... -sorri com a palavra. -Eu trouxe os meus amigos, e... eu trouxe o meu namorado. 

  Olhei temeroso para ela. Mamãe arregalou os olhos, quase pude ouvir o seu coração batendo forte. Ela franziu a testa como se estivesse tentando lembrar de alguma coisa.

  -É o menino que você abraçou. -ela supôs. 

  Balancei a cabeça. 

  -Ele mesmo. 

  Ela suspirou, mas sorriu e tocou meu rosto. 

  -Eu sei, Jimin. - olhei para ela com a testa franzida. -Você me disse quando era pequeno, que tinha um coleguinha que você gostava muito, e iria se casar com ele. -ela riu e uma lágrima caiu solitária. -Imaginei desde então. 

  Eu ri. 

  -Qual o nome dele? -ela perguntou. 

  -Jeon Jungkook.

Mamãe gargalhou, e isso seria facilmente confundido com a minha risada. 

  -Então, você se apaixonou duas vezes pela mesma pessoa? 

  Arregalei o olhos. 

  -É sério? 

  -Sim. Eu não esqueço de nada, meu amor. -ela passou os dedos pelos meus cabelos e suspirou. -Finalmente estamos juntos. 

  -É, juntos. 


Notas Finais


uuuuuuuu Girl!


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